Infográfico
Violências contra pessoas idosas (clique em e )
(também passe o mouse sobre os ícones)
Credit: Vecteezy
Aguarde:
Credi t: Flaticon
Credi t: dreamstime
Desenvolvido por Denise Araujo Villas Bôas© para uso do Escritório de Prevenção às Violências - EPV
Média de idosos beneficiários do BPC
O número de idosos beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) em Porto Alegre teve um crescimento expressivo de 2020 a 2024, especialmente nos dois últimos anos do período. O crescimento acumulado de mais de 32% sugere tanto a possibilidade um aumento da população idosa em situação de vulnerabilidade quanto uma melhora no acesso ao benefício.
% idosos em relação ao total de pessoas abordadas pelo Serviço de Abordagem Social
% ingresso de idosos em situação de rua nos atendimento do PAEFI dos CREAS
Entre 2020 e 2024, o percentual de idosos abordados pelo Serviço de Abordagem Social aumentou de 3,6% para 7,7%, mais que dobrando no período. Esse crescimento aponta para uma maior presença de idosos em situação de vulnerabilidade extrema, exigindo atenção especial nas políticas públicas de assistência, saúde e habitação.
O percentual de idosos em situação de rua que ingressam nos atendimentos do PAEFI dos CREAS aumentou de 4,7% em 2020 para 11,1% em 2024, com um crescimento acentuado nos dois últimos anos. Essa tendência aponta para um agravamento da exclusão social de pessoas idosas.
Fonte: RMA/SNAS/MDS
Crimes contra idosos com maiores ocorrências
1. ESTELIONATO: O estelionato praticado contra idosos configura uma forma especialmente grave de crime, por explorar a vulnerabilidade típica da pessoa idosa, que, em razão da idade, pode apresentar maior propensão à confiança e dificuldades para identificar situações fraudulentas.
2. AMEAÇA: O crime de ameaça caracteriza-se pela intimidação verbal ou gestual, com a promessa de causar mal injusto e grave à vítima, gerando temor e insegurança. Quando dirigido à pessoas idosas, esse delito adquire maior gravidade, considerando-se sua maior vulnerabilidade física, emocional e, por vezes, social.
3. FURTO SIMPLES: O furto simples contra idosos, sob uma perspectiva sociológica, evidencia a fragilidade social desse grupo, frequentemente alvo de crimes devido à sua vulnerabilidade física e emocional. Esse tipo de delito reforça desigualdades e revela falhas na proteção social aos idosos, exigindo políticas públicas mais eficazes e uma atuação mais sensível do sistema de justiça.
Embora os três crimes venham reduzindo ou mantendo estáveis percentualmente, são considerados muito graves aos idosos.
Fonte: SSP/RS
% Acidentes com vítimas fatais idosas por condição de 2020 à 2024
De 2020 à 2024, 23,6% dos acidentes acumulados com vítimas fatais envolveram pessoas idosas. Desse total, 72,1% eram pedestres, 23,3% condutores e 4,7% ocupantes. Esses números evidenciam que os idosos, sobretudo quando circulam a pé, estão extremamente vulneráveis no espaço urbano.
% Vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais por ano
% Vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais que envolveram pedestres por ano
Entre 2020 e 2022, a porcentagem de vítimas idosas em acidentes fatais apresentou um crescimento gradual, passando de 18,8% para 23%. Em 2023, houve um aumento atípico e expressivo para 36,6%. No entanto, em 2024, o percentual caiu drasticamente para 19%, retornando ao padrão anterior.
A porcentagem de vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais que envolveram pedestres mostra uma tendência de alta entre 2020 e 2022, passando de 47,8% para 55%, seguida de um aumento expressivo em 2023, atingindo 76,2%. Em 2024, o índice cai para 41,4%.
Fonte: EPTC
Crimes específicos contra idosos
Os crimes cometidos contra idosos refletem graves violações de direitos e exigem atenção especial. Maus-tratos contra o idoso envolve violência física, psicológica/negligência, comprometendo sua saúde e dignidade. O abandono de idoso configura omissão de cuidado e dever legal, deixando-o em situação de risco. A apropriação indébita de bens do idoso ocorre quando alguém se apodera de seus recursos financeiros ou patrimônio de forma injusta, geralmente por meio de confiança ou dependência. A omissão de socorro, caracteriza-se pela recusa em prestar ajuda diante de uma situação de perigo, o que pode ter consequências graves dada a fragilidade dessa população. Já a discriminação contra o idoso inclui atitudes ou práticas que negam direitos com base na idade, reforçando estigmas e exclusão social. Todos esses crimes são tratados com rigor pelo Estatuto do Idoso, que busca assegurar a proteção integral e o respeito à dignidade da pessoa idosa.
Fonte: SSP/RS
Comparativo população idosa entre as capitais do país
Porto Alegre se destaca como a capital brasileira com o maior percentual de idosos, atingindo 21,93%, um índice significativamente acima da média nacional entre as capitais, que gira em torno de 15%. Esse número reflete um processo de envelhecimento mais avançado em relação às demais cidades do país. Em contraste, capitais do Norte como Boa Vista (7,70%) e Macapá (8,62%) apresentam menos da metade da proporção de idosos registrada em Porto Alegre.
Fonte: IBGE
Distribuição da população idosa em Porto Alegre
Segundo dados do Censo de 2022, o número de idosos habitantes de Porto Alegre é de 292.260 (21,93% da população do município). O maior contingente está no grupo etário entre 60 a 64 anos (82.145), seguido de perto por 65 a 69 anos (70.134) e 70 a 74 anos (53.969), conforme demonstra o gráfico a seguir:
Fonte: IBGE
I n f o g r á f i c o
Denise
Created on September 30, 2025
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Violências contra pessoas idosas (clique em e )
(também passe o mouse sobre os ícones)
Credit: Vecteezy
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Desenvolvido por Denise Araujo Villas Bôas© para uso do Escritório de Prevenção às Violências - EPV
Média de idosos beneficiários do BPC
O número de idosos beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) em Porto Alegre teve um crescimento expressivo de 2020 a 2024, especialmente nos dois últimos anos do período. O crescimento acumulado de mais de 32% sugere tanto a possibilidade um aumento da população idosa em situação de vulnerabilidade quanto uma melhora no acesso ao benefício.
% idosos em relação ao total de pessoas abordadas pelo Serviço de Abordagem Social
% ingresso de idosos em situação de rua nos atendimento do PAEFI dos CREAS
Entre 2020 e 2024, o percentual de idosos abordados pelo Serviço de Abordagem Social aumentou de 3,6% para 7,7%, mais que dobrando no período. Esse crescimento aponta para uma maior presença de idosos em situação de vulnerabilidade extrema, exigindo atenção especial nas políticas públicas de assistência, saúde e habitação.
O percentual de idosos em situação de rua que ingressam nos atendimentos do PAEFI dos CREAS aumentou de 4,7% em 2020 para 11,1% em 2024, com um crescimento acentuado nos dois últimos anos. Essa tendência aponta para um agravamento da exclusão social de pessoas idosas.
Fonte: RMA/SNAS/MDS
Crimes contra idosos com maiores ocorrências
1. ESTELIONATO: O estelionato praticado contra idosos configura uma forma especialmente grave de crime, por explorar a vulnerabilidade típica da pessoa idosa, que, em razão da idade, pode apresentar maior propensão à confiança e dificuldades para identificar situações fraudulentas.
2. AMEAÇA: O crime de ameaça caracteriza-se pela intimidação verbal ou gestual, com a promessa de causar mal injusto e grave à vítima, gerando temor e insegurança. Quando dirigido à pessoas idosas, esse delito adquire maior gravidade, considerando-se sua maior vulnerabilidade física, emocional e, por vezes, social.
3. FURTO SIMPLES: O furto simples contra idosos, sob uma perspectiva sociológica, evidencia a fragilidade social desse grupo, frequentemente alvo de crimes devido à sua vulnerabilidade física e emocional. Esse tipo de delito reforça desigualdades e revela falhas na proteção social aos idosos, exigindo políticas públicas mais eficazes e uma atuação mais sensível do sistema de justiça.
Embora os três crimes venham reduzindo ou mantendo estáveis percentualmente, são considerados muito graves aos idosos.
Fonte: SSP/RS
% Acidentes com vítimas fatais idosas por condição de 2020 à 2024
De 2020 à 2024, 23,6% dos acidentes acumulados com vítimas fatais envolveram pessoas idosas. Desse total, 72,1% eram pedestres, 23,3% condutores e 4,7% ocupantes. Esses números evidenciam que os idosos, sobretudo quando circulam a pé, estão extremamente vulneráveis no espaço urbano.
% Vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais por ano
% Vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais que envolveram pedestres por ano
Entre 2020 e 2022, a porcentagem de vítimas idosas em acidentes fatais apresentou um crescimento gradual, passando de 18,8% para 23%. Em 2023, houve um aumento atípico e expressivo para 36,6%. No entanto, em 2024, o percentual caiu drasticamente para 19%, retornando ao padrão anterior.
A porcentagem de vítimas idosas em relação ao total de acidentes fatais que envolveram pedestres mostra uma tendência de alta entre 2020 e 2022, passando de 47,8% para 55%, seguida de um aumento expressivo em 2023, atingindo 76,2%. Em 2024, o índice cai para 41,4%.
Fonte: EPTC
Crimes específicos contra idosos
Os crimes cometidos contra idosos refletem graves violações de direitos e exigem atenção especial. Maus-tratos contra o idoso envolve violência física, psicológica/negligência, comprometendo sua saúde e dignidade. O abandono de idoso configura omissão de cuidado e dever legal, deixando-o em situação de risco. A apropriação indébita de bens do idoso ocorre quando alguém se apodera de seus recursos financeiros ou patrimônio de forma injusta, geralmente por meio de confiança ou dependência. A omissão de socorro, caracteriza-se pela recusa em prestar ajuda diante de uma situação de perigo, o que pode ter consequências graves dada a fragilidade dessa população. Já a discriminação contra o idoso inclui atitudes ou práticas que negam direitos com base na idade, reforçando estigmas e exclusão social. Todos esses crimes são tratados com rigor pelo Estatuto do Idoso, que busca assegurar a proteção integral e o respeito à dignidade da pessoa idosa.
Fonte: SSP/RS
Comparativo população idosa entre as capitais do país
Porto Alegre se destaca como a capital brasileira com o maior percentual de idosos, atingindo 21,93%, um índice significativamente acima da média nacional entre as capitais, que gira em torno de 15%. Esse número reflete um processo de envelhecimento mais avançado em relação às demais cidades do país. Em contraste, capitais do Norte como Boa Vista (7,70%) e Macapá (8,62%) apresentam menos da metade da proporção de idosos registrada em Porto Alegre.
Fonte: IBGE
Distribuição da população idosa em Porto Alegre
Segundo dados do Censo de 2022, o número de idosos habitantes de Porto Alegre é de 292.260 (21,93% da população do município). O maior contingente está no grupo etário entre 60 a 64 anos (82.145), seguido de perto por 65 a 69 anos (70.134) e 70 a 74 anos (53.969), conforme demonstra o gráfico a seguir:
Fonte: IBGE