Madrugada, escura, sem nenhuma atividade na cidade
OBRIGADO!
Volta à realidade, refere que estão presos, que não há muita liberdade para poder "salvar" o país/cidade.Fala da cidade como uma treva.
Refere-se às ruas como sujas, nojentas, pequenas, parecendo uma prisão, dando-lhe assim algumas náuseas, criando uma imagem claustrofóbica. Dá a ideia de que vai andando pela cidade.Refere-se aos bêbados que vão beber para se esquecerem da má situação em que estão.
Fala dos ladrões, refere que não há muito por roubar. e que também compreende a situação deles. Usa uma enumeração para enfatizar as ruas sujas e nojentas. Por fim diz que a cidade é tão contagiante que não afeta só humanos, mas também os animais abandonados.
O sujeito poético fala dos guardas que caminham com as lanternas, dando a ideia da noite profunda. Fala também, fala das prostitutas, que tossem, dando a ideia de doença.
Continua a sua observação à cidade, refere-se às ruas como dupla correnteza, como ir e vir do trabalho, por exemplo, ruas que repetem os mesmos padrões todos os dias. No silêncio da noite, o sujeito poético lembra-se do seu tempo no "campo" e admite saudade, passa para o seu imaginário(lembranças).
Continua na sua imaginação, demonstra uma ansiedade por quebrar as limitações humanas, motivado pela perfeição, desejo de superar a desordem e o cansaço da cidade, desejo de superar a mortalidade, através da poesia, opondo-se, totalmente, à sua cidade(noturna, suja, pobre)
Continua, outra vez, na sua imaginação, olhando agora para o futuro, expressa o desejo de que as próximas gerações, salvem aquela cidade da "ruína" e melhorem a situação do país.
Volta a referir as desigualdades da cidade, que varia facilmente da pobreza (povo) para a riqueza (burgueses).O sujeito poético refere que a cidade é sombria e que apesar de viverem na miséria, o povo continua a trabalhar para tenter arranjar uma vida melhor, mesmo que a cidade não os ajude.
Continua na imaginação, usa a interjeição para mostrar o prazer que tem em relembrar os velhos tempos. Volta ao passado e fala dos tempos dos descobrimentos(frotas dos avós... explorar todos os continentes). Mostra-se esperançoso e deseja que voltem a dar glória a Portugal.
O sujeito poético sente-se preso na cidade, sente que o ambiente da cidade é cansativo, e contagiante. Por fim, revela o desejo de sair da cidade (transmigrar).
Muda-se do céu, para o solo, para a realidade concreta da cidade, com um tom irónico, utilizam-se várias sensações para mostrar como a cidade é suja e pobre. Hora de chegar a casa depois de um dia duro e cansativo.
Horas Mortas IV - Sentimentos de um ocidental.
Guilherme Gonçalves (2022/EBSAS/09I)
Created on September 25, 2025
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Transcript
Cesário Verde
Horas mortas(IV) - O sentimento de um ocidental
Trabalho realizado por:
Horas Mortas
Madrugada, escura, sem nenhuma atividade na cidade
OBRIGADO!
Volta à realidade, refere que estão presos, que não há muita liberdade para poder "salvar" o país/cidade.Fala da cidade como uma treva.
Refere-se às ruas como sujas, nojentas, pequenas, parecendo uma prisão, dando-lhe assim algumas náuseas, criando uma imagem claustrofóbica. Dá a ideia de que vai andando pela cidade.Refere-se aos bêbados que vão beber para se esquecerem da má situação em que estão.
Fala dos ladrões, refere que não há muito por roubar. e que também compreende a situação deles. Usa uma enumeração para enfatizar as ruas sujas e nojentas. Por fim diz que a cidade é tão contagiante que não afeta só humanos, mas também os animais abandonados.
O sujeito poético fala dos guardas que caminham com as lanternas, dando a ideia da noite profunda. Fala também, fala das prostitutas, que tossem, dando a ideia de doença.
Continua a sua observação à cidade, refere-se às ruas como dupla correnteza, como ir e vir do trabalho, por exemplo, ruas que repetem os mesmos padrões todos os dias. No silêncio da noite, o sujeito poético lembra-se do seu tempo no "campo" e admite saudade, passa para o seu imaginário(lembranças).
Continua na sua imaginação, demonstra uma ansiedade por quebrar as limitações humanas, motivado pela perfeição, desejo de superar a desordem e o cansaço da cidade, desejo de superar a mortalidade, através da poesia, opondo-se, totalmente, à sua cidade(noturna, suja, pobre)
Continua, outra vez, na sua imaginação, olhando agora para o futuro, expressa o desejo de que as próximas gerações, salvem aquela cidade da "ruína" e melhorem a situação do país.
Volta a referir as desigualdades da cidade, que varia facilmente da pobreza (povo) para a riqueza (burgueses).O sujeito poético refere que a cidade é sombria e que apesar de viverem na miséria, o povo continua a trabalhar para tenter arranjar uma vida melhor, mesmo que a cidade não os ajude.
Continua na imaginação, usa a interjeição para mostrar o prazer que tem em relembrar os velhos tempos. Volta ao passado e fala dos tempos dos descobrimentos(frotas dos avós... explorar todos os continentes). Mostra-se esperançoso e deseja que voltem a dar glória a Portugal.
O sujeito poético sente-se preso na cidade, sente que o ambiente da cidade é cansativo, e contagiante. Por fim, revela o desejo de sair da cidade (transmigrar).
Muda-se do céu, para o solo, para a realidade concreta da cidade, com um tom irónico, utilizam-se várias sensações para mostrar como a cidade é suja e pobre. Hora de chegar a casa depois de um dia duro e cansativo.