"Os Lusíadas"
CANTO I
Ests. 105-106
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Trabalho realizado por Gabriel Ferreira (5) e Saiyed Al Hussain (17)
Nesta apresentação vamos...
Contextualizar o Canto e as estâncias na obra em geral;
Apresentar outros poemas/comentários e respetivos autores que abordam temas semelhantes;
Apresentar as estâncias e analisar o seu conteúdo;
Dinamizar um Kahoot sobre a apresentação,
Comparar os temas abordados com situações reais do dia-a-dia;
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Contextualização
No Canto I da obra "Os Lusíadas", a narração inicia-se a meio da viagem de Vasco da Gama à Índia. As estâncias que vamos analisar sucedem-se a um episódio onde os Portugueses foram enganados pelo povo de Mombaça, no Quénia.
Análise das estâncias
O recado que trazem é de amigos,
Mas debaixo o veneno vem coberto;
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Oh! grandes e gravíssimos perigos!
Oh! caminho de vida nunca certo:
Que aonde a gente põe sua esperança,
Tenha a vida tão pouca segurança!
- Este episódio refere-se a quando os portugueses passavam por Mombaça e foram enganados pelo seu povo.
- O "recado de amigos" é contrastado com os "pensamentos de inimigos".
- O sujeito poético (Camões) reflete sobre as inseguranças e perigos recorrentes na vida humana.
Análise das estâncias
No mar, tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra, tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
- No mar os marinheiros sofrem naufrágios e há tepestades
- Na terra também não há descanso, há guerras engANos entre as pessoas e muitas pobrezas que fazEM sofrer
- o Ser humano é vulnerável na terra e no mar, não tem um lugar onde possa Estar em paz, há perigo em todo lado
Comparação e relação com a vida real
Outros poemas/comentários
"A morte, num sopro, colheu-os aos molhos.
Nem tiveram tempo para fechar os olhos.
(...) Pois é.
Mas veio de lá a bomba, fulgurante como mil sóis,
não lhes deu tempo para serem heróis."
"O mundo é um lugar perigoso para se viver; não por causa das pessoas que são malvadas, mas por causa das pessoas que não fazem nada sobre isso."
"Não há lugar nem dia
Para quem quer achar,
Nem paz nem alegria
Para quem, por amar,
Em quem ama confia."
Fernando Pessoa
Albert Einstein
António Gedeão
Perigos/Traição
Fragilidade do ser humano
Perigos da vida
Kahoot
https://create.kahoot.it/share/canto-i/a06e970c-c789-477e-9792-6c7f2d97b4a3
CANTO I
Gabriel Ferreira
Created on September 23, 2025
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Transcript
"Os Lusíadas"
CANTO I
Ests. 105-106
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Trabalho realizado por Gabriel Ferreira (5) e Saiyed Al Hussain (17)
Nesta apresentação vamos...
Contextualizar o Canto e as estâncias na obra em geral;
Apresentar outros poemas/comentários e respetivos autores que abordam temas semelhantes;
Apresentar as estâncias e analisar o seu conteúdo;
Dinamizar um Kahoot sobre a apresentação,
Comparar os temas abordados com situações reais do dia-a-dia;
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Contextualização
No Canto I da obra "Os Lusíadas", a narração inicia-se a meio da viagem de Vasco da Gama à Índia. As estâncias que vamos analisar sucedem-se a um episódio onde os Portugueses foram enganados pelo povo de Mombaça, no Quénia.
Análise das estâncias
O recado que trazem é de amigos, Mas debaixo o veneno vem coberto; Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Oh! grandes e gravíssimos perigos! Oh! caminho de vida nunca certo: Que aonde a gente põe sua esperança, Tenha a vida tão pouca segurança!
Análise das estâncias
No mar, tanta tormenta, e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra, tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme, e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
Comparação e relação com a vida real
Outros poemas/comentários
"A morte, num sopro, colheu-os aos molhos. Nem tiveram tempo para fechar os olhos. (...) Pois é. Mas veio de lá a bomba, fulgurante como mil sóis, não lhes deu tempo para serem heróis."
"O mundo é um lugar perigoso para se viver; não por causa das pessoas que são malvadas, mas por causa das pessoas que não fazem nada sobre isso."
"Não há lugar nem dia Para quem quer achar, Nem paz nem alegria Para quem, por amar, Em quem ama confia."
Fernando Pessoa
Albert Einstein
António Gedeão
Perigos/Traição
Fragilidade do ser humano
Perigos da vida
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