SAPO, RÃ E PERERECA
Pertencem à ordem Anura (anfíbios sem cauda). O que os diferencia é a forma do corpo, que está associada a diferentes modos de vida.
DISTRIBUIÇÃO DAS ESPÉCIES
Vivem desde as regiões tropicais até as subárticas, mas a maior diversidade está nas florestas tropicais, especialmente em locais alagados.
Brasil
1.144
sapos, pererecas e rãs
Santa Catarina
Mundo
7.867
130
METAMORFOSE COMPLETA
A maioria das espécies inicia o ciclo como ovo, passa pela fase aquática de girino com respiração branquial e culmina na fase pós-metamórfica.
ovo
girino
aquático
ou terrestre
primeiras pernas
recém eclodido
absorção da cauda
SAPO
Com corpo robusto e patas traseiras curtas e vigorosas, costuma caminhar em vez de saltar e pular.
pele
rugosa
e áspera
glândulas parotoides que secretam veneno
dedos curtos e sem ventosas
RÃ
Com corpo alongado e cintura robusta, são semi-aquáticas, saltadoras e boas nadadoras.
pele lisa e úmida
dedos longose sem ventosas
PERERECA
Com corpo esguio e arborícola, possui patas longas e finas, é ótima saltadora e escaladora.
pele lisa e úmida
ponta dos dedos com discos adesivos
Geralmente sapos, rãs e pererecas possuem quatro dedos nos membros dianteiros e cinco nos traseiros
O SAPO E AS GLÂNDULAS DE VENENO
Geralmente estão localizadas atrás dos olhos, mas em algumas espécies também estão próximas à tíbia.
pressão
o veneno é liberado pela pele quando o sapo é pressionado ou mordido
Se ingerido, causa náuseas, vômitos e pode levar à paralisia ou morte do predador. Em humanos, provoca irritações e outros sintomas.
LÍNGUA PARA CAÇAR
A língua dos anuros é feita de um tecido muscular altamente elástico e macio, cerca de 10 vezes mais macio que a língua humana.
a língua é presa na parte da frente da boca
a ponta, coberta por muco, é o
que garante a captura do inseto
As rãs conseguem lançar a língua a velocidades superiores a quatro metros por segundo, podendo se estender por quase um terço do corpo.
UMIDADE PARA RESPIRAR
Ainda que possua pulmões, a pele porosa, lisa
e sem escamas é responsável por boa parte das trocas gasosas do animal, desde que esteja úmida.
toda a superfície pode realizar trocas gasosas, com destaque para o abdômen e os flancos, mais finos e irrigados
Em ambientes úmidos, a pele supera os pulmões na troca gasosa, absorvendo cerca de 30% do oxigênio e liberando mais de 80% do gás carbônico.
LINHA EVOLUTIVA
A vida vertebrada iniciou com peixes de nadadeiras lobadas nos mares, originando a diversidade terrestre atual, como os anfíbios.
Peixes Sarcopterigeos
425 milhões de anos
Possuíam nadadeiras pares ósseas e carnudas, precursoras dos membros dos vertebrados terrestres.
Tetrápodes primitivos
375 milhões de anos
Primeiros vertebrados com membros e dedos, capazes de se locomover fora da água.
Anfíbios basais
330 milhões de anos
Viviam em ambientes aquáticos e terrestres, com pele permeável e reprodução aquática.
Proto-anuros
250 milhões de anos
Formas transicionais com corpo encurtado e início da adaptação ao salto.
Anuros modernos
200 milhões de anos
Possuem a pele lisa, com glândulas de veneno e de muco. O canto é a arma do macho para reproduzir e o salto é a estratégia para fugir de predadores.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Dr. Selvino Neckel de Oliveira, professor titular do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina.
SAPO_RA_PERERECA_COMPLETO
Design NSC
Created on September 21, 2025
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Vision Board
View
Periodic Table
View
SWOT Challenge: Classify Key Factors
View
Explainer Video: Keys to Effective Communication
View
Explainer Video: AI for Companies
View
Corporate CV
View
Flow Presentation
Explore all templates
Transcript
SAPO, RÃ E PERERECA
Pertencem à ordem Anura (anfíbios sem cauda). O que os diferencia é a forma do corpo, que está associada a diferentes modos de vida.
DISTRIBUIÇÃO DAS ESPÉCIES
Vivem desde as regiões tropicais até as subárticas, mas a maior diversidade está nas florestas tropicais, especialmente em locais alagados.
Brasil
1.144
sapos, pererecas e rãs
Santa Catarina
Mundo
7.867
130
METAMORFOSE COMPLETA
A maioria das espécies inicia o ciclo como ovo, passa pela fase aquática de girino com respiração branquial e culmina na fase pós-metamórfica.
ovo
girino
aquático ou terrestre
primeiras pernas
recém eclodido
absorção da cauda
SAPO
Com corpo robusto e patas traseiras curtas e vigorosas, costuma caminhar em vez de saltar e pular.
pele rugosa e áspera
glândulas parotoides que secretam veneno
dedos curtos e sem ventosas
RÃ
Com corpo alongado e cintura robusta, são semi-aquáticas, saltadoras e boas nadadoras.
pele lisa e úmida
dedos longose sem ventosas
PERERECA
Com corpo esguio e arborícola, possui patas longas e finas, é ótima saltadora e escaladora.
pele lisa e úmida
ponta dos dedos com discos adesivos
Geralmente sapos, rãs e pererecas possuem quatro dedos nos membros dianteiros e cinco nos traseiros
O SAPO E AS GLÂNDULAS DE VENENO
Geralmente estão localizadas atrás dos olhos, mas em algumas espécies também estão próximas à tíbia.
pressão
o veneno é liberado pela pele quando o sapo é pressionado ou mordido
Se ingerido, causa náuseas, vômitos e pode levar à paralisia ou morte do predador. Em humanos, provoca irritações e outros sintomas.
LÍNGUA PARA CAÇAR
A língua dos anuros é feita de um tecido muscular altamente elástico e macio, cerca de 10 vezes mais macio que a língua humana.
a língua é presa na parte da frente da boca
a ponta, coberta por muco, é o que garante a captura do inseto
As rãs conseguem lançar a língua a velocidades superiores a quatro metros por segundo, podendo se estender por quase um terço do corpo.
UMIDADE PARA RESPIRAR
Ainda que possua pulmões, a pele porosa, lisa e sem escamas é responsável por boa parte das trocas gasosas do animal, desde que esteja úmida.
toda a superfície pode realizar trocas gasosas, com destaque para o abdômen e os flancos, mais finos e irrigados
Em ambientes úmidos, a pele supera os pulmões na troca gasosa, absorvendo cerca de 30% do oxigênio e liberando mais de 80% do gás carbônico.
LINHA EVOLUTIVA
A vida vertebrada iniciou com peixes de nadadeiras lobadas nos mares, originando a diversidade terrestre atual, como os anfíbios.
Peixes Sarcopterigeos
425 milhões de anos
Possuíam nadadeiras pares ósseas e carnudas, precursoras dos membros dos vertebrados terrestres.
Tetrápodes primitivos
375 milhões de anos
Primeiros vertebrados com membros e dedos, capazes de se locomover fora da água.
Anfíbios basais
330 milhões de anos
Viviam em ambientes aquáticos e terrestres, com pele permeável e reprodução aquática.
Proto-anuros
250 milhões de anos
Formas transicionais com corpo encurtado e início da adaptação ao salto.
Anuros modernos
200 milhões de anos
Possuem a pele lisa, com glândulas de veneno e de muco. O canto é a arma do macho para reproduzir e o salto é a estratégia para fugir de predadores.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Dr. Selvino Neckel de Oliveira, professor titular do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina.