GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
O planejamento leva em conta como as espécies serão distribuídas, o espaçamento entre elas e as áreas para culturas anuais e perenes.
PREPARANDO O SOLO
Em áreas degradadas, remova tocos e arbustos, deixando o terreno limpo e pronto para o plantio.
área preservada, com rio e mata ciliar
área degradada
ESCOLHA DAS ESPÉCIES
Deve considerar suas funções no sistema: produção de alimentos, madeira, fibras e folhas, além da oferta de serviços ambientais como quebra-ventos, adubação verde, cobertura do solo e melhoria do microclima.
ETAPA 2
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 3
ETAPA 1
PLANTANDO PARA ADUBAR
Utiliza-se espécies de rápido crescimento, que produzam bastante biomassa ou que possuam a capacidade de simbiose com microrganismos fixadores de nitrogênio.
plantas arbustivas
CORRETIVOS PARA O SOLO
O calcário age na superfície do solo, corrigindo a acidez, elevando o pH e fornecendo cálcioe magnésio. Já o gesso atua nas camadas profundas, melhorando a infiltração e fornecendo cálcio e enxofre sem alterar o pH.
ETAPA 1
ETAPA 3
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 4
ETAPA 2
INÍCIO
ADUBAÇÃO VERDE
Ramos e folhas, obtidos por podas sistemáticas, devem ser usados como cobertura morta, regulando a temperatura, alimentando a vida microbiana e promovendo a ciclagem de nutrientes.
cobertura do solo
BIOMASSA
Além de melhorar a fertilidade e reduzir a dependência de insumos químicos, a biomassa protege o solo contra erosão e perda de umidade.
ETAPA 2
ETAPA 4
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 5
ETAPA 3
INÍCIO
ADUBAÇÃO VERDE
Ramos e folhas, obtidos por podas sistemáticas, devem ser usados como cobertura morta, favorecendo a ciclagem de nutrientes, melhorando a fertilidade do solo e protegendo contra erosão e perda de umidade.
culturas anuais
mudas arbóreas
3m de distância
entre árvores
6m de distância entre linhas de árvores
O OBJETIVO
É otimizar o uso de luz solar, nutrientes e água pelas plantas, reduzindo a competição e aumentando a eficiência do sistema.
ETAPA 3
ETAPA 5
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 6
ETAPA 4
INÍCIO
PRÁTICAS ESSENCIAIS
Podas e desbastes são realizados conforme o planejamento e o desenvolvimento das plantas. Visam ajustar a entrada de luz nos estratos inferiores e a biomassa gerada deve ser usada como cobertura morta no solo.
podas regulares
CRESCIMENTO BALANCEADO
O manejo das arbóreas deve acompanhar as fases de desenvolvimento e as práticas aplicadas às espécies anuais e perenes do sub-bosque, garantindo o equilíbrio do sistema.
ETAPA 4
ETAPA 6
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 7
ETAPA 5
INÍCIO
FERTILIZANTES
Deve suprir as necessidades nutricionais das espécies do sistema, preferindo fertilizantes orgânicos. Um sistema bem conduzido melhora gradualmente as características físicas, químicas e biológicas do solo.
biomassa sobre
o adubo orgânico
DANOS MINIMIZADOS
A diversidade de espécies vegetais promove o equilíbrio do sistema como um todo, além de atrair e abrigar inimigos naturais de pragas.
ETAPA 5
ETAPA7
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 6
INÍCIO
FASE FINAL
A nova mata atinge a maturidade, formando um ecossistema equilibrado, com muitas árvores altas, solo coberto, biodiversidade e reciclagem natural de nutrientes.
espécies entre 6m e 20m
MANEJO CONSCIENTE
Em sistemas agroflorestais bem planejados, é possível colher frutos, sementes, plantas medicinais, madeira de manejo sustentável e outros produtos sem comprometer a integridade da nova floresta.
ETAPA 6
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
AGROFLORESTA
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GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
O planejamento leva em conta como as espécies serão distribuídas, o espaçamento entre elas e as áreas para culturas anuais e perenes.
PREPARANDO O SOLO
Em áreas degradadas, remova tocos e arbustos, deixando o terreno limpo e pronto para o plantio.
área preservada, com rio e mata ciliar
área degradada
ESCOLHA DAS ESPÉCIES
Deve considerar suas funções no sistema: produção de alimentos, madeira, fibras e folhas, além da oferta de serviços ambientais como quebra-ventos, adubação verde, cobertura do solo e melhoria do microclima.
ETAPA 2
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 3
ETAPA 1
PLANTANDO PARA ADUBAR
Utiliza-se espécies de rápido crescimento, que produzam bastante biomassa ou que possuam a capacidade de simbiose com microrganismos fixadores de nitrogênio.
plantas arbustivas
CORRETIVOS PARA O SOLO
O calcário age na superfície do solo, corrigindo a acidez, elevando o pH e fornecendo cálcioe magnésio. Já o gesso atua nas camadas profundas, melhorando a infiltração e fornecendo cálcio e enxofre sem alterar o pH.
ETAPA 1
ETAPA 3
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 4
ETAPA 2
INÍCIO
ADUBAÇÃO VERDE
Ramos e folhas, obtidos por podas sistemáticas, devem ser usados como cobertura morta, regulando a temperatura, alimentando a vida microbiana e promovendo a ciclagem de nutrientes.
cobertura do solo
BIOMASSA
Além de melhorar a fertilidade e reduzir a dependência de insumos químicos, a biomassa protege o solo contra erosão e perda de umidade.
ETAPA 2
ETAPA 4
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 5
ETAPA 3
INÍCIO
ADUBAÇÃO VERDE
Ramos e folhas, obtidos por podas sistemáticas, devem ser usados como cobertura morta, favorecendo a ciclagem de nutrientes, melhorando a fertilidade do solo e protegendo contra erosão e perda de umidade.
culturas anuais
mudas arbóreas
3m de distância entre árvores
6m de distância entre linhas de árvores
O OBJETIVO
É otimizar o uso de luz solar, nutrientes e água pelas plantas, reduzindo a competição e aumentando a eficiência do sistema.
ETAPA 3
ETAPA 5
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 6
ETAPA 4
INÍCIO
PRÁTICAS ESSENCIAIS
Podas e desbastes são realizados conforme o planejamento e o desenvolvimento das plantas. Visam ajustar a entrada de luz nos estratos inferiores e a biomassa gerada deve ser usada como cobertura morta no solo.
podas regulares
CRESCIMENTO BALANCEADO
O manejo das arbóreas deve acompanhar as fases de desenvolvimento e as práticas aplicadas às espécies anuais e perenes do sub-bosque, garantindo o equilíbrio do sistema.
ETAPA 4
ETAPA 6
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 7
ETAPA 5
INÍCIO
FERTILIZANTES
Deve suprir as necessidades nutricionais das espécies do sistema, preferindo fertilizantes orgânicos. Um sistema bem conduzido melhora gradualmente as características físicas, químicas e biológicas do solo.
biomassa sobre o adubo orgânico
DANOS MINIMIZADOS
A diversidade de espécies vegetais promove o equilíbrio do sistema como um todo, além de atrair e abrigar inimigos naturais de pragas.
ETAPA 5
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INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram
GUIA AGROFLORESTAL BÁSICO
ETAPA 6
INÍCIO
FASE FINAL
A nova mata atinge a maturidade, formando um ecossistema equilibrado, com muitas árvores altas, solo coberto, biodiversidade e reciclagem natural de nutrientes.
espécies entre 6m e 20m
MANEJO CONSCIENTE
Em sistemas agroflorestais bem planejados, é possível colher frutos, sementes, plantas medicinais, madeira de manejo sustentável e outros produtos sem comprometer a integridade da nova floresta.
ETAPA 6
INÍCIO
Infografia: Ben Ami Scopinho
Fontes: Fábio Zambonim e Valéria Pohlmann, pesquisadores Epagri-Ciram