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EMERGÊNCIA CLIMÁTICA 02

Cassie Haubert Becker

Created on June 20, 2025

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Transcript

O CLIMA

TEMPERATURAS

O MEIO AMIENTE

ENCHENTES

DEBATE NAS REDES SOCIAIS

A EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

Clique nos ícones e entenda mais sobre a crise climática global

QUEIMADAS

A COP 30 EM SOLO BRASILEIRO

FONTES

EXPEDIENTE

CONSEQUÊNCIAS

A EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

A crise climática é uma realidade. Somente em 2024 houveram dez fenômenos climáticos extremos espalhados pelo mundo:

Ondas de calor fatais em vários países como Índia, Estados Unidos, México e Oriente Médio;

Incêndios florestais na Califórnia

Incêndio no Pantanal

Inundações na Espanha, República Tcheca, Eslováquia e sul do Brasil.

Chuva no Deserto do Saara;

Dois furacões nos EUA

A Prof. Dra. Claudia Petry, da Universidade de Passo Fundo, que possui Pós-Doutorado em Agroecologia e Produção Orgânica, diz que as recentes situações de mudanças climáticas significam a não-garantia de sobrevivência humana no planeta.

AS CONSEQUÊNCIAS

O CLIMA

O QUE É O

CLIMA?

O clima é um elemento, uma parte do meio ambiente - ele refere-se às temperaturas, precipitações, regimes dos ventos, altitudes e longitudes de uma determinada região do planeta. Nos botões abaixo você pode conferir quais são os eventos climáticos:

MEIO AMBIENTE?

O QUE É O

ENCHENTES

TEMPERATURAS

QUEIMADAS

O meio ambiente é composto pelos elementos naturais e humanos - o clima, o relevo, as vegetações, as plantações, as indústrias e as cidades.

ENCHENTES

A vídeoreportagem ao lado mostra como os moradores passo-fundenses foram afetados pelas enchentes de setembro de 2023.

O aumento da frequência de desastres climáticos coloca em evidência a vulnerabilidade urbana no Rio Grande do Sul, uma região onde os eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais comuns - a exemplo das enchentes de setembro e novembro de 2023 e maio de 2024. Segundo estudos, os municípios gaúchos enfrentam o aumento da impermeabilização do solo, o que agrava o risco de enchentes e dificulta a absorção da água das chuvas. Isso demanda, portanto, uma nova abordagem para o planejamento urbano, com soluções que promovam a permeabilidade do solo, além de sistemas de drenagem eficazes e investimentos em saneamento.

A Profa. Dra. Claudia Petry defende que há solução para minimizar os efeitos do aquecimento global.

TEMPERATURAS

TEMPERATURAS

O ano de 2024 foi o mais quente já sentido na Terra, segundo o Observatório Centro Europeu Copernicus. O ano registrou 1,5°C a mais em relação aos níveis pré-industriais. Contudo, em Passo Fundo, análises da Embrapa dizem que 2024 não foi o ano mais quente registrado, mas sim 2012, com um aumento de 1,1ºC na média de temperaturas máximas, que ficou em 25ºC naquele ano.
Já a temperatura mais alta registrada na cidade foi em 15 de dezembro de 2023, quando foram marcados 36,5 °C. Em 2024 a temperatura mais alta registrada foi 33,8 °C em 17 de novembro. O mês mais quente do ano foi fevereiro com temperatura média da máxima de 29 ºC. Segundo o analista do laboratório de agrometeorologia da Embrapa, Aldemir Pasinato, as consequências desse aumento de temperaturas aqui no sul se refletem nos eventos climáticos extremos como os que presenciamos neste ano.

QUEIMADAS

Clique na foto e ouça o aúdio do professor

QUEIMADAS

Segundo levantamento do MapBiomas, o mês de novembro de 2024 teve o dobro de queimadas que o mesmo período em 2023, em território nacional. Apesar do aumento, o Rio Grande do Sul continua dentre os estados com o menor percentual. O Pampa e a Mata Atlântica, biomas presentes no Rio Grande do Sul, foram menos afetados do que biomas como a Amazônia e o Cerrado. Mesmo assim, o aumento de queimadas no Pampa é alarmante. Em 2023 foram 1,42 mil hectares queimados na área no mês de novembro, já em 2024 foram 124 mil. A Mata Atlântica teve uma queda nos números nesse mesmo período, em 2023 foram mais de 31 mil hectares queimados e em 2024 foram em média de 12 mil hectares.
Segundo o professor Cristiano Buzatto, coordenador do Curso de Ciências Biológicas, o Pampa é muito importante para o Rio Grande do Sul, pela sua grande diversidade vegetal e animal. Mas o bioma também é muito negligenciado, especialmente, pela carência de unidades de conservação que possam ter um controle melhor e de uma política pública para a preservação de toda essa diversidade que vive ali.

O DEBATE NAS REDES SOCIAIS

Clique na foto e ouça o aúdio do professor

O DEBATE CLIMÁTICO NAS REDES SOCIAIS

O debate sobre as mudanças climáticas permeia todos os lugares e suportes, desde os órgãos e autoridades políticas até a internet. O Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBPAD) realizou um estudo acerca da discussão sobre clima e meio ambiente nas redes sociais aqui no Brasil - foram analisadas mais de 30 mil publicações entre os dias 1º de janeiro de 2023 e 14 de maio de 2024 no Twitter, Facebook, Instagram e Youtube.

SAIBA MAIS

Mobilização Social

01

Além das redes

02

O estudo do IPBAD também ressalta como as redes sociais servem como um espaço de disseminação de informações e mobilização social, mas com limitações. No Rio Grande do Sul, onde o debate ambiental é mais intenso, ainda há lacunas na comunicação entre as autoridades e a população.

Muitos posts não geram o engajamento esperado, o que aponta para a necessidade de campanhas mais eficazes que vão além das publicações online.

Conscientização

03

A ativista Marina Bernardes reforça que as lideranças e partidos políticos possuem forte responsabilidade na conscientização ambiental da população.

AS CONSEQUÊNCIAS

CONSEQUÊNCIAS DA CRISE CLIMÁTICA PARA O MEIO AMBIENTE

As mudanças climáticas já não são uma ameaça distante: seus efeitos estão em curso e transformando radicalmente os ecossistemas ao redor do planeta. O aumento das temperaturas, o desequilíbrio nos ciclos naturais e a frequência de eventos extremos revelam um cenário de emergência ambiental sem precedentes.

A COP 30

Clique no ícones para acessar o conteúdo

A COP 30 EM SOLO BRASILEIRO

De 10 a 21 de novembro, Belém do Pará, a porta de entrada da Amazônia’, vai sediar a COP 30. A 30ª edição da conferência das partes vai acontecer em solo brasileiro para novos debates sobre soluções, regras e financiamentos para a proteção do clima e do meio ambiente. Segundo levantamento da FGV, mais de 40 mil pessoas são esperadas visitando a Conferência neste ano.

POR QUE O BRASIL?

COMO ACOMPANHAR

DEBATES

CONTINUAÇÃO DA COP 29?

O DEBATE NAS REDES SOCIAIS

QUEM PARTICIPA

A IMPORTÂNCIA DA COP 30

Clique nos ícones e na imagem para descobrir mais sobre o evento

Por que o Brasil?

A COP 30 tem sido chamada de ‘COP da Amazônia’, por acontecer em Belém do Pará, a ‘porta de entrada’ da Amazônia. A cidade foi escolhida por permitir essa conexão e é uma plataforma de representatividade para a Amazônia e as florestas que devem ser preservadas. Um evento deste porte põe o Brasil e a Amazônia nos holofotes do mundo, e dá uma oportunidade ao nosso país de mostrar as ações que já foram implementadas e as que ainda serão necessárias para conter as mudanças climáticas.

Fontes

Para a construção deste especial foram consultadas as seguintes fontes:Embrapa, MapBiomas, Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados, Observatório Centro Europeu Copernicus, BBC Brasil.Também foram consultados os professores Cristiano Buzatto e a professora Dra. Claudia Petry.Outras fontes elencadas: Canal Nedorlogia, Canal Marcela Miranda e DW Brasil

4. Crise Hídrica e Escassez de Recursos NaturaisAs mudanças climáticas provocam alterações no regime de chuvas e maior evaporação, causando secas severas, inundações e insegurança hídrica. Um relatório da ONU aponta que mais de 75 % das terras já apresentam condições de aridez crescente desde 1970, podendo afetar cerca de 5 bilhões de pessoas até 2100

Expediente

Esse especial multimídia foi produzido pelos alunos do 7º nível do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo, na disciplina de Laboratório de Convergência III: Mídias Digitais, com materiais desenvolvidos nas disciplinas de Reportagem e Investigação, e Telejornalismo II. A produção de vídeos foi realizada pelo Laboratório de Tecnologias Audiovisuais da UPF. Além de aproveitamento de conteúdos criados durante o período de estágio na Rádio UPF Alunos: Alexandre Marcheze Pedra, Andressa Dall’Agnol, Cassiê Becker, Estefane Worst e Eliana Presser. Orientadora: Dra. Bibiana de Paula Friderichs.

2. Perda de Biodiversidade e Extinções em MassaAs mudanças climáticas aceleram a perda de biodiversidade ao destruir habitats, deslocar espécies e intensificar invasões de espécies exóticas. Os ecossistemas naturais – florestas, turfeiras, manguezais – que atuam como sumidouros de carbono estão sendo degradados e hoje liberam mais carbono do que conseguem absorver .

3. Degelo, Elevação do Nível do Mar e Impacto MarinhoO degelo acelerado das geleiras e calotas polares eleva o nível dos mares, inundando regiões costeiras e alterando habitats marinhos. A acidificação dos oceanos, causada por CO₂ dissolvido, dificulta a existência de corais e moluscos estima-se que 70‑90 % dos recifes tropicais desaparecerão, mesmo com aquecimento limitado a +1,5 °C

A COP 30 é a continuação da COP 29?

De um jeito ou de outro, toda Conferência das Partes é a continuação da sua anterior, mas cada COP tem um debate único que marca sua edição. Por exemplo: a COP 30 vai seguir com debates iniciados anteriormente, como os compromissos de financiamento climático da COP 29, e o Acordo de Paris, firmado na COP 21. O novo debate deste ano vai ser sobre os impactos socioeconômicos das mudanças climáticas e justiça social para os atingidos.

Qual a importância da COP 30?

Há pouco tempo, o país retomou o protagonismo global e tem ganhado cada vez mais espaço como líder das negociações entre as nações emergentes e as nações desenvolvidas. A COP 30 é a oportunidade de o país reforçar esse seu papel de liderança não somente no debate internacional como também na ação, mediante a implementação de medidas que visam à sustentabilidade ambiental e ao combate às mudanças climáticas, como a diminuição do desmatamento e o maior investimento em fontes de energia renováveis.

Como acompanhar a COP 30?

A Agência Brasil e a Empresa Brasileira de Comunicação têm feito um extenso trabalho de divulgação da Conferência desde o seu anúncio. Outros canais de comunicação também farão a transmissão das discussões, assim como a repercussão de informações de dentro da Conferência.

Quem participa dos debates?

Estarão presentes na COP 30 chefes de Estado, ministros, diplomatas, representantes da ONU, cientistas, empresários, ativistas, representantes de ONGS e de grupos minoritários de mais de 190 países.

1. Aquecimento Global e Extremofilia ClimáticosO aquecimento global está intensificando eventos extremos, como ondas de calor, secas, inundações, tempestades e incêndios florestais. Por exemplo, no verão de 2019–2020, ondas de calor recordes dispararam os incêndios na Austrália, destruindo cerca de 97 000 km² de vegetação e aumentando em cerca de 14 % o número de espécies ameaçadas na região

“Temos que agir em prol da vida, debatendo e lutando contra todas as iniciativas que negam o aquecimento global. É uma defesa da democracia, visto nosso entendimento que a poluição e os cataclismas climáticos afetam a todos, democraticamente, sem distinção. Então precisamos nos defender, todos”

O que é debatido?

Para a COP 30, foram selecionados 6 temas emergentes para o debate internacional.
  1. Redução de emissões de gases de efeito estufa;
  2. Adaptação às mudanças climáticas;
  3. Financiamento climático para países em desenvolvimento;
  4. Tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono;
  5. Preservação de florestas e biodiversidade e
  6. Justiça climática e os impactos sociais das mudanças climáticas.