Wislawa Szymborska
Maria Wisława Anna Szymborska (Kórnik, 2 de junho de 1923) – Cracóvia 1 de fevereiro de 2012) foi uma escritora polaca, ganhou o Prêmio Nobel na área de literatura em 1996). Poetisa, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia,onde se formou em Filologia Polaca e Sociologia pela Universidade Jaguellonica. Durante a segunda Guerra Mundial, foi funcionária do departamento de estradas de ferro Wislawa começou a criar as primeiras ilustrações para livros (um manual para estudar inglês) e deu os primeiros passos na literatura (contos e poemas).
Para crianças escreveu o “Riminhas para crianças grandes (2020 Br.)”.
Adaptado: Livro e café
Poema Vietnã pág. 29
Mulher, como te chamas?- Não sei. Quando nasceste, tua origem? - Não sei. Por que cavaste um buraco na terra? - Não sei. Há quanto tempo estás aqui escondida? - Não sei. Por que mordeste o meu anular? - Não sei. Sabes, não te faremos mal nenhum.- Não sei. De que lado estás? - Não sei. É tempo de guerra, tens de escolher. - Não sei. Existe ainda a tua aldeia? - Não sei. E estas crianças, são tuas? - Sim.
Fonte
C2 - Momento Cultural - Wislawa Szymborska
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Created on June 3, 2025
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Transcript
Wislawa Szymborska
Maria Wisława Anna Szymborska (Kórnik, 2 de junho de 1923) – Cracóvia 1 de fevereiro de 2012) foi uma escritora polaca, ganhou o Prêmio Nobel na área de literatura em 1996). Poetisa, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia,onde se formou em Filologia Polaca e Sociologia pela Universidade Jaguellonica. Durante a segunda Guerra Mundial, foi funcionária do departamento de estradas de ferro Wislawa começou a criar as primeiras ilustrações para livros (um manual para estudar inglês) e deu os primeiros passos na literatura (contos e poemas). Para crianças escreveu o “Riminhas para crianças grandes (2020 Br.)”. Adaptado: Livro e café
Poema Vietnã pág. 29
Mulher, como te chamas?- Não sei. Quando nasceste, tua origem? - Não sei. Por que cavaste um buraco na terra? - Não sei. Há quanto tempo estás aqui escondida? - Não sei. Por que mordeste o meu anular? - Não sei. Sabes, não te faremos mal nenhum.- Não sei. De que lado estás? - Não sei. É tempo de guerra, tens de escolher. - Não sei. Existe ainda a tua aldeia? - Não sei. E estas crianças, são tuas? - Sim.
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