Teoria da arte institucional
Realizado por:Bruno Pinto nº2 Daniel Touceiranº4 IvoCerqueiranº8
O que é Teoria não essencialista
As teorias não essencialistas da arte rejeitam a ideia de que a arte tem uma essência fixa ou um conjunto de características universais que a definem, as quais perteceriam apenas a obras de arte. Em vez disso, defende que a arte é um conceito fluido, que muda ao longo do tempo e depende do contexto cultural e histórico.Principais ideias da teoria não essencialista:
- Não há uma definição fixa de arte – A arte não pode ser reduzida a uma lista de características essenciais (como representação, expressão ou forma), ou seja o que é considerado arte, muda conforme a sociedade.
- A arte é um conceito aberto – não há uma única característica comum a todas as obras de arte, mas sim um conjunto de semelhanças variáveis entre diferentes obras.
Teoria instuicinal
A teoria institucional da arte, proposta por George Dickie nos anos 70, defende que algo é considerado arte não por ter certas características estéticas intrínsecas, mas porque é reconhecido como tal por uma instituição do mundo da arte (museus, críticos, curadores, galerias, etc.). Principais ideias da teoria: O papel das instituições – Uma obra só é arte se sistema artístico (museus, críticos, curadores, artistas) atual a legitimar como tal. O contexto importa – Um objeto comum pode tornar-se arte se for inserido no meio artístico. Exemplo clássico: os "readymades" de Marcel Duchamp, como o urinol "Fonte" (1917), que se tornou arte ao ser exposto num museu. A arte não depende apenas da estética – Um objeto pode ser arte mesmo que não seja belo ou expressivo. O que importa é a aceitação institucional.
Artefacto
Segundo Dickie, um artefacto artístico não precisa de ter propriedades estéticas específicas. O que importa é que ele seja:
- Criado ou modificado intencionalmente – O objeto precisa ser alterado pelo artista ou escolhido para ser arte.
- Apresentado a uma instituição artística – Para que um artefacto seja arte, ele deve ser reconhecido por museus, galerias, críticos, curadores ou outros agentes do mundo da arte.
Exemplo
O mundo da Arte
Na teoria institucional da arte, o "mundo da arte" é entendido como um conjunto complexo de instituições, práticas e agentes – incluindo museus, galerias, críticos, curadores e até os próprios artistas – que desempenham um papel central na definição, legitimação e circulação do que é considerado arte. Principais Aspectos do Mundo da Arte na Teoria Institucional Legitimação Social: O reconhecimento de um objeto como arte depende do sistema da arte, formado por instituições e práticas que conferem valor e significado. Papel das Instituições: O Museus, galerias, exposições e publicações atuam como filtros que selecionam, promovem e legitimam obras de arte.
Exemplo
Exemplo
Candidato a apreciação
Na abordagem institucional, o conceito de "candidato à apreciação" refere-se ao objeto ou artefacto que é proposto ou colocado em circulação dentro do sistema da arte, estando, assim, sujeito à avaliação e ao reconhecimento pelos agentes desse sistema. Em outras palavras, é o objeto que se submete ao processo de validação institucional e crítica estética.Aspectos-Chave:
- Proposição ao Sistema Artístico: O objeto torna-se "candidato" quando é apresentado por um artista ou agente cultural para ser reconhecido como arte.
- Avaliação e Legitimidade: Críticos e instituições analisam o objeto, e sua aceitação ou rejeição determina sua legitimação como obra de arte.
- Critérios Além da Estética: A apreciação considera não só a estética, mas também o contexto e o diálogo do objeto com o discurso artístico vigente.
O que é isso de instuicional
O termo "institucional" refere-se a algo relacionado a instituições, ou seja, estruturas sociais organizadas que regulam comportamentos e atribuem significados dentro de uma determinada área.Na teoria institucional da arte, o conceito de "institucional" significa que a arte não é definida por características intrínsecas do objeto, mas sim pelo sistema institucional da arte (museus, galerias, teatro, cinema etc.) que reconhece e legitima algo como arte.
Como saber se as obras se encaixam na teoria
A teoria institucional, no contexto das artes, foca na ideia de que o valor e o significado de uma obra de arte são definidos pelas instituições e ideias culturais:avaliada por especialistras da área.Tem de tar em Instituições Culturais (museus, galerias, mercado de arte, etc.)Identidade do artista (reconhecido do mundo da arte)
argumentos
- Flexibilidade na definição de arte:
A teoria institucional permite que a arte evolua ao longo do tempo, incluindo novas formas e conceitos. Graças a essa visão, movimentos como a arte conceitual e os readymades de Duchamp puderam ser reconhecidos como arte, mesmo sem características estéticas tradicionais.
- Reconhecimento do papel social da arte:
A arte não existe isoladamente, mas dentro de um contexto social e cultural. O mundo da arte (museus, galerias, críticos) desempenha um papel essencial na legitimação do que é considerado arte, refletindo valores e ideias da sociedade.
- Explicação da diversidade artística:
A teoria institucional justifica por que obras muito diferentes entre si (como pinturas renascentistas e instalações contemporâneas) podem ser todas consideradas arte. O que importa não é apenas a aparência ou técnica, mas a aceitação institucional e o contexto em que são apresentadas.
Objecões
- Dependência das Instituições:
A teoria pode favorecer uma visão elitista, pois centraliza a definição de arte em museus, galerias e críticos, potencialmente marginalizando formas alternativas.
- Circularidade na Definição:
Define arte com base no que o sistema já aceita, criando uma definição que se retroalimenta sem critérios externos independentes.
- Subjetividade e Falta de Critérios Objetivos:
Ao depender do consenso social e do contexto institucional, a teoria carece de critérios claros e universais para diferenciar consistentemente o que é arte
Quais destas imagens são arte
Sim
não
Sim
não
Sim
não
Quais destas imagens/viedeo são arte
Sim
não
Sim
não
Sim
não
Fim
Exemplo Prático:
- Um exemplo clássico é a obra "Fonte" (1917) de Marcel Duchamp. Esse objeto, um urinol comum, foi transformado em arte não por suas características estéticas, mas pela ação de Duchamp e pelo subsequente reconhecimento do objeto pelo mundo da arte, que o inseriu no debate artístico e o tratou como um artefacto legítimo.
Exemplo de Artefacto Artístico:
- "Fonte" (1917) de Marcel Duchamp – Um urinol comum tornou-se um artefacto artístico quando Duchamp o assinou e o colocou num contexto artístico.
- As Latas de Sopa Campbell de Andy Warhol – Latas de supermercado transformadas em arte ao serem reproduzidas e exibidas numa galeria.
Exemplo Prático:
- Um exemplo clássico é a obra "Fonte" (1917) de Marcel Duchamp. Esse objeto, um urinol comum, foi transformado em arte não por suas características estéticas, mas pela ação de Duchamp e pelo subsequente reconhecimento do objeto pelo mundo da arte, que o inseriu no debate artístico e o tratou como um artefacto legítimo.
Teoria da arte institucional
Bruno Pinto
Created on March 20, 2025
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Teoria da arte institucional
Realizado por:Bruno Pinto nº2 Daniel Touceiranº4 IvoCerqueiranº8
O que é Teoria não essencialista
As teorias não essencialistas da arte rejeitam a ideia de que a arte tem uma essência fixa ou um conjunto de características universais que a definem, as quais perteceriam apenas a obras de arte. Em vez disso, defende que a arte é um conceito fluido, que muda ao longo do tempo e depende do contexto cultural e histórico.Principais ideias da teoria não essencialista:
Teoria instuicinal
A teoria institucional da arte, proposta por George Dickie nos anos 70, defende que algo é considerado arte não por ter certas características estéticas intrínsecas, mas porque é reconhecido como tal por uma instituição do mundo da arte (museus, críticos, curadores, galerias, etc.). Principais ideias da teoria: O papel das instituições – Uma obra só é arte se sistema artístico (museus, críticos, curadores, artistas) atual a legitimar como tal. O contexto importa – Um objeto comum pode tornar-se arte se for inserido no meio artístico. Exemplo clássico: os "readymades" de Marcel Duchamp, como o urinol "Fonte" (1917), que se tornou arte ao ser exposto num museu. A arte não depende apenas da estética – Um objeto pode ser arte mesmo que não seja belo ou expressivo. O que importa é a aceitação institucional.
Artefacto
Segundo Dickie, um artefacto artístico não precisa de ter propriedades estéticas específicas. O que importa é que ele seja:
Exemplo
O mundo da Arte
Na teoria institucional da arte, o "mundo da arte" é entendido como um conjunto complexo de instituições, práticas e agentes – incluindo museus, galerias, críticos, curadores e até os próprios artistas – que desempenham um papel central na definição, legitimação e circulação do que é considerado arte. Principais Aspectos do Mundo da Arte na Teoria Institucional Legitimação Social: O reconhecimento de um objeto como arte depende do sistema da arte, formado por instituições e práticas que conferem valor e significado. Papel das Instituições: O Museus, galerias, exposições e publicações atuam como filtros que selecionam, promovem e legitimam obras de arte.
Exemplo
Exemplo
Candidato a apreciação
Na abordagem institucional, o conceito de "candidato à apreciação" refere-se ao objeto ou artefacto que é proposto ou colocado em circulação dentro do sistema da arte, estando, assim, sujeito à avaliação e ao reconhecimento pelos agentes desse sistema. Em outras palavras, é o objeto que se submete ao processo de validação institucional e crítica estética.Aspectos-Chave:
O que é isso de instuicional
O termo "institucional" refere-se a algo relacionado a instituições, ou seja, estruturas sociais organizadas que regulam comportamentos e atribuem significados dentro de uma determinada área.Na teoria institucional da arte, o conceito de "institucional" significa que a arte não é definida por características intrínsecas do objeto, mas sim pelo sistema institucional da arte (museus, galerias, teatro, cinema etc.) que reconhece e legitima algo como arte.
Como saber se as obras se encaixam na teoria
A teoria institucional, no contexto das artes, foca na ideia de que o valor e o significado de uma obra de arte são definidos pelas instituições e ideias culturais:avaliada por especialistras da área.Tem de tar em Instituições Culturais (museus, galerias, mercado de arte, etc.)Identidade do artista (reconhecido do mundo da arte)
argumentos
- Flexibilidade na definição de arte:
A teoria institucional permite que a arte evolua ao longo do tempo, incluindo novas formas e conceitos. Graças a essa visão, movimentos como a arte conceitual e os readymades de Duchamp puderam ser reconhecidos como arte, mesmo sem características estéticas tradicionais.- Reconhecimento do papel social da arte:
A arte não existe isoladamente, mas dentro de um contexto social e cultural. O mundo da arte (museus, galerias, críticos) desempenha um papel essencial na legitimação do que é considerado arte, refletindo valores e ideias da sociedade.- Explicação da diversidade artística:
A teoria institucional justifica por que obras muito diferentes entre si (como pinturas renascentistas e instalações contemporâneas) podem ser todas consideradas arte. O que importa não é apenas a aparência ou técnica, mas a aceitação institucional e o contexto em que são apresentadas.Objecões
- Dependência das Instituições:
A teoria pode favorecer uma visão elitista, pois centraliza a definição de arte em museus, galerias e críticos, potencialmente marginalizando formas alternativas.- Circularidade na Definição:
Define arte com base no que o sistema já aceita, criando uma definição que se retroalimenta sem critérios externos independentes.- Subjetividade e Falta de Critérios Objetivos:
Ao depender do consenso social e do contexto institucional, a teoria carece de critérios claros e universais para diferenciar consistentemente o que é arteQuais destas imagens são arte
Sim
não
Sim
não
Sim
não
Quais destas imagens/viedeo são arte
Sim
não
Sim
não
Sim
não
Fim
Exemplo Prático:
Exemplo de Artefacto Artístico:
Exemplo Prático: