diária de bordo
Vasco da Gama
20 de Março de 1498
Zarpamos nas naus em Lisboa( a minha nau era a nau de São Bento) em direção á Índia em busca das especiarias.Á medida que nos iamos afastando da costa a saudade ia crescendo apesar de termos acabado de partir.
24 de março 1498
Tivemos dificuldades em passar o cabo das tormentas perdendo três das naus que levamos mas graças a deus a minha não sofreu grandes danos conseguindo atravessar para o outro lado da costa africana.
29 de Março de 1498
Hoje concluímos mais uma etapa da nossa viagem, dobrámos o Cabo das Tormentas, ou Cabo da Boa Esperança, como D. João II lhe chamou quando Bartolomeu Dias passou por lá.
Estávamos a dez léguas, quando uma nuvem enorme e escura se pôs por cima das nossas cabeças. Temi, ali, o fim da nossa viagem, temi a morte, confesso.Não esperávamos tal coisa. Ficámos muito apavorados, sem saber o que fazer.
20 de Maio de 1498
Chegamos a Índia e desembarcamos em Calicute. Lembro-me perfeitamente. Que paraíso! E que recepção! Mas quão breve foi a felicidade. Espelhos, pérolas de vidro e lã . Nada entusiasmou o rei hindus . Ele debochou de nossas oferendas baratas e, por pouco, não teríamos conseguido adquirir pimenta, veludo e seda. Eles ameaçou-nos, exigiu impostos e quase tudo o que tínhamos a bordo, em troca das suas mercadorias. Por sorte, conseguimos escapar do porto, tivemos até de sequestrar cinco hindus para receber o salvo-conduto.
FIM
trabalho realizado por: Martim Oliveira nº11 , Rafael Abrandes nº12 e Rita Cunha nº148ºE
diária de bordo
Rita Borges Cunha
Created on March 17, 2025
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diária de bordo
Vasco da Gama
20 de Março de 1498
Zarpamos nas naus em Lisboa( a minha nau era a nau de São Bento) em direção á Índia em busca das especiarias.Á medida que nos iamos afastando da costa a saudade ia crescendo apesar de termos acabado de partir.
24 de março 1498
Tivemos dificuldades em passar o cabo das tormentas perdendo três das naus que levamos mas graças a deus a minha não sofreu grandes danos conseguindo atravessar para o outro lado da costa africana.
29 de Março de 1498
Hoje concluímos mais uma etapa da nossa viagem, dobrámos o Cabo das Tormentas, ou Cabo da Boa Esperança, como D. João II lhe chamou quando Bartolomeu Dias passou por lá. Estávamos a dez léguas, quando uma nuvem enorme e escura se pôs por cima das nossas cabeças. Temi, ali, o fim da nossa viagem, temi a morte, confesso.Não esperávamos tal coisa. Ficámos muito apavorados, sem saber o que fazer.
20 de Maio de 1498
Chegamos a Índia e desembarcamos em Calicute. Lembro-me perfeitamente. Que paraíso! E que recepção! Mas quão breve foi a felicidade. Espelhos, pérolas de vidro e lã . Nada entusiasmou o rei hindus . Ele debochou de nossas oferendas baratas e, por pouco, não teríamos conseguido adquirir pimenta, veludo e seda. Eles ameaçou-nos, exigiu impostos e quase tudo o que tínhamos a bordo, em troca das suas mercadorias. Por sorte, conseguimos escapar do porto, tivemos até de sequestrar cinco hindus para receber o salvo-conduto.
FIM
trabalho realizado por: Martim Oliveira nº11 , Rafael Abrandes nº12 e Rita Cunha nº148ºE