Utilitarismo
Prazeres e Críticas
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Trabalho por: Ricardo Silva, Nº19;Tiago Martins, Nº20. No âmbito da disciplina de Filosofia Professor: Mário Antunes
Índice
1. Introdução
2. Hedonismo quantitativo
3. Hedonismo qualitativo
4. Objeções ao utilitarismo
5. Conclusão
- John Stuart Mill
Introdução
O utilitarismo baseia-se no princípio da maior felicidade para distinguir ações corretas (morais), de incorretas (imorais).O utilitarismo avalia a ação apenas a partir dos seus resultados, através do principio da felicidade agregada, em que não valoriza a intenção do agente. Formas de Utilitarismo: -Utilitarismo do ato. -Utilitarismo da regra.
- Jeremy Bentham
- Jeremy Bentham
Hedonismo quantitativo
Defende que todas as fontes de prazer são equivalentes e tudo o que importa é a quantidade de prazer gerado. O cálculo felicifico de Bentham era feito através de 7 critérios: intensidade, duração, certeza, proximidade, fecundidade, pureza, extensão. O tomar todos os prazeres como iguais pode levar a problemas morais. O utilitarismo de Bentham foi criticada como uma doutrina digna de porcos.
- John Stuart Mill
Hedonismo qualitativo
Stuart Mill discordava de Bentham e defendia que os prazeres também variavam em qualidade. Stuart Mill defendeu que os prazeres variavam também em qualidade, dividindo os tipos de prazer em prazeres superiores (prazeres do intelecto) e prazeres inferiores (prazeres do corpo). Neste cenário um prazer superior sempre seria preferivel a um inferior. Por suas ideias, Stuart Mill sofreu criticas sobre defender uma perspetiva elitista.
objeções ao Utilitarismo
1º - O utilitarismo pode conduzir-nos a consequências moralmente inaceitáveis 2º - Dar sempre prioridade à maior felicidade agregada é demasiado exigente 3º - O hedonismo qualitativo é inconsistente com o pressuposto de imparcialidade
Conclusão
O utilitarismo defende a maximização da felicidade, com Bentham focado na quantidade do prazer e Mill na qualidade. Entretanto, o utilitarismo de Stuart Mill enfrenta críticas por poder conduzir-nos a consequências moralmente inaceitáveis, ser demasiado exigente, e ser inconsistente com o pressuposto de imparcialidade (hedonismo qualitativo). Apesar disso, o utilitarismo continua a ser uma teoria ética influente.
Obrigado pela atenção!
Apresentação Utilitarismo - Tiago Martins e Ricardo silva
José Gonçalves Martins
Created on March 14, 2025
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Transcript
Utilitarismo
Prazeres e Críticas
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Trabalho por: Ricardo Silva, Nº19;Tiago Martins, Nº20. No âmbito da disciplina de Filosofia Professor: Mário Antunes
Índice
1. Introdução
2. Hedonismo quantitativo
3. Hedonismo qualitativo
4. Objeções ao utilitarismo
5. Conclusão
- John Stuart Mill
Introdução
O utilitarismo baseia-se no princípio da maior felicidade para distinguir ações corretas (morais), de incorretas (imorais).O utilitarismo avalia a ação apenas a partir dos seus resultados, através do principio da felicidade agregada, em que não valoriza a intenção do agente. Formas de Utilitarismo: -Utilitarismo do ato. -Utilitarismo da regra.
- Jeremy Bentham
- Jeremy Bentham
Hedonismo quantitativo
Defende que todas as fontes de prazer são equivalentes e tudo o que importa é a quantidade de prazer gerado. O cálculo felicifico de Bentham era feito através de 7 critérios: intensidade, duração, certeza, proximidade, fecundidade, pureza, extensão. O tomar todos os prazeres como iguais pode levar a problemas morais. O utilitarismo de Bentham foi criticada como uma doutrina digna de porcos.
- John Stuart Mill
Hedonismo qualitativo
Stuart Mill discordava de Bentham e defendia que os prazeres também variavam em qualidade. Stuart Mill defendeu que os prazeres variavam também em qualidade, dividindo os tipos de prazer em prazeres superiores (prazeres do intelecto) e prazeres inferiores (prazeres do corpo). Neste cenário um prazer superior sempre seria preferivel a um inferior. Por suas ideias, Stuart Mill sofreu criticas sobre defender uma perspetiva elitista.
objeções ao Utilitarismo
1º - O utilitarismo pode conduzir-nos a consequências moralmente inaceitáveis 2º - Dar sempre prioridade à maior felicidade agregada é demasiado exigente 3º - O hedonismo qualitativo é inconsistente com o pressuposto de imparcialidade
Conclusão
O utilitarismo defende a maximização da felicidade, com Bentham focado na quantidade do prazer e Mill na qualidade. Entretanto, o utilitarismo de Stuart Mill enfrenta críticas por poder conduzir-nos a consequências moralmente inaceitáveis, ser demasiado exigente, e ser inconsistente com o pressuposto de imparcialidade (hedonismo qualitativo). Apesar disso, o utilitarismo continua a ser uma teoria ética influente.
Obrigado pela atenção!