Apresentação
O Rei Zás -Trás e o abade que lhe deu para trás
Índice
Capa do livro
Autor
Editora
Ilustrador
Personagens principais
Resumo da história
Era uma vez ...
... um rei mau e tirano, que toda a gente temia. A sua alcunha era rei Zás - Trás porque usava muitas vezes a sua espada. Adorava comer mas era muito esquisito e exigente pois colocava defeitos em todas as comidas que lhe eram servidas. Por exemplo, se lhe serviam bacalhau afirmava que estava mau e se comesse peru dizia que estrava cru. Todos os cozinheiros do reino o temiam porque ele ameaçava-os com a sua espada sempre que eles lhe serviam a comida. A pouco e pouco, todos os cozinheiros desapareceram. O único cozinheiro que se manteve no reino foi o Abade de Priscos, que tinha o gosto apurado e bem requintado. Um dia o rei mandou o seu mensageiro desafiar o Abade de Priscos a fazer um pitéu para ele e o abade, sem hesitar, aceitou. Contudo, colocou uma condição: se o rei não gostasse da sua comida podia mandá-lo matar mas se o satisfizesse o rei teria de fazer tudo o que ele dissesse. No dia que o abade cozinhou, todos adoraram a sua comida e o rei gostou especialmente do pudim servido no fim. A partir desse dia o rei contratou-o para ser seu cozinheiro e o abade aceitou mas exigiu que o rei esquecesse a espada e que ele pudesse ensinar a cozinhar quem desejasse. O rei passou a elogiar quem sabia cozinhar e aprendeu a receita do pudim do Abade de Priscos.
José Barroco
Abade de Priscos
Rei Zás - Trás
O Rei Zás -Trás e o abade que lhe deu para trás
Carla Venâncio
Created on March 9, 2025
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Apresentação
O Rei Zás -Trás e o abade que lhe deu para trás
Índice
Capa do livro
Autor
Editora
Ilustrador
Personagens principais
Resumo da história
Era uma vez ...
... um rei mau e tirano, que toda a gente temia. A sua alcunha era rei Zás - Trás porque usava muitas vezes a sua espada. Adorava comer mas era muito esquisito e exigente pois colocava defeitos em todas as comidas que lhe eram servidas. Por exemplo, se lhe serviam bacalhau afirmava que estava mau e se comesse peru dizia que estrava cru. Todos os cozinheiros do reino o temiam porque ele ameaçava-os com a sua espada sempre que eles lhe serviam a comida. A pouco e pouco, todos os cozinheiros desapareceram. O único cozinheiro que se manteve no reino foi o Abade de Priscos, que tinha o gosto apurado e bem requintado. Um dia o rei mandou o seu mensageiro desafiar o Abade de Priscos a fazer um pitéu para ele e o abade, sem hesitar, aceitou. Contudo, colocou uma condição: se o rei não gostasse da sua comida podia mandá-lo matar mas se o satisfizesse o rei teria de fazer tudo o que ele dissesse. No dia que o abade cozinhou, todos adoraram a sua comida e o rei gostou especialmente do pudim servido no fim. A partir desse dia o rei contratou-o para ser seu cozinheiro e o abade aceitou mas exigiu que o rei esquecesse a espada e que ele pudesse ensinar a cozinhar quem desejasse. O rei passou a elogiar quem sabia cozinhar e aprendeu a receita do pudim do Abade de Priscos.
José Barroco
Abade de Priscos
Rei Zás - Trás