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Observação de Células ao Microscópio Ótico Composto

Duarte Gon�alves Cachita

Created on March 4, 2025

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Transcript

Observação de Células ao Microscópio Ótico Composto

  • Duarte Cachita N°8, Carolina Mendes N°5, 10°A
  • Agrupamento de Escolas Albufeira Poente, Esa, Biologia e Geologia, 2024/25
10/10

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Objectivo do Trabalho ( folha de musgo )

  • O objectivo deste trabalho é observar e analisar a estrutura celular de uma folha de musgo através do microscópio ótico composto. Pretende-se identificar as características específicas deste tipo de planta, nomeadamente a forma das células, como a presença de cloroplastos e outros componentes celulares.

Fig. 1A- Folha de musgo com ampliação 40x

Começar a ver

Fig. 1B- folha de musgo

Fig. 1C- Materiais

Fig. 1D- Folha de musgo com apliação 40x

  • Breve Introdução Teórica
  • Microscópio Ótico Composto (M.O.C.):
  • Características da imagem em microscopia ótica:
  • Resolução:
  • Poder de resolução, campo ótico e ampliação:
Continuar
  • Material utilizado
  • Microscópio Ótico Composto
  • Corante ( azul de metileno )

Informação

  • Amostras Biológicas:
  • Epitélio Bocal
  • Epiderme de uma cebola
Continuar
  • Metodologia / Procedimento

Informação

  • Montagem do M.O.C. :

Informação

  • Preparação das lâminas :

Informação

  • Observação das preparações :

Informação

  • Registo dos resultados :
Continuar
  • Conclusão
  • Este trabalho permitiu aprofundar o conhecimento sobre a estrutura celular das briófitas, em particular do musgo, e desenvolver competências no manuseamento do microscópio ótico composto (M.O.C.). Como visto no microscópio, a parede celular, característica das células vegetais, confere suporte e resistência estrutural, além disso, verificou-se a presença de cloroplastos nas células do musgo que é fundamental para a fotossíntese, reforçando o papel ecológico destas plantas na produção de oxigénio e na retenção de humidade nos ecossistemas. O trabalho também evidenciou a importância da correta regulação da ampliação e do foco do microscópio para obter imagens nítidas e detalhadas. A prática da montagem de preparações microscópicas reforçou a necessidade de técnicas cuidadosas, como a aplicação adequada da lamela para evitar bolhas de ar, que poderiam comprometer a qualidade da observação.
Continuar
  • Bibliografia
  • Campbell, N. A., & Reece, J. B. (2005). Biologia. Pearson Education.
  • Ministério da Educação (2018). Programa e Metas Curriculares de Biologia e Geologia – 10.º Ano. Direção-Geral da Educação.
  • Solomon, E., Berg, L., & Martin, D. (2008). Biologia. Cengage Learning.

Características da imagem em microscopia ótica:

  • A luz atravessa a amostra, produzindo uma imagem ampliada. A qualidade dessa imagem depende do poder de resolução, que indica a capacidade de distinguir dois pontos muito próximos como entidades separadas.
Fig. 2C- Musgo com ampliação 5x
Fig. 2D- Musgo com ampliação 10x
Microscópio Ótico Composto (M.O.C.):
  • Permite observar detalhes celulares através de um sistema de lentes (objetivas) que aumenta a imagem, sendo essencial para o estudo da célula, a unidade estrutural e funcional de todos os seres vivos.

Objetivas

Fig. 2A- M.O.C

Fig. 2B- Cloroplastos

Poder de resolução, campo ótico e ampliação:

  • O poder de resolução determina a nitidez da imagem.
  • O campo ótico define a área visível no microscópio.
  • A ampliação refere-se ao aumento do tamanho aparente da imagem.
Fig. 2E- M.O.C
Fig. 2F- Parte Ótica

Montagem do M.O.C.

  • Colocar o microscópio numa superfície estável e ajustar a fonte de luz.
  • Regular a ocular e as objectivas, começando pela menor ampliação.

Fig. 3A- M.O.C

Fig. 3B- Ocular

Fig. 3C- Objetivas

Preparação das lâminas

  • Recolher uma pequena porção de musgo ( briófita ).
  • Colocar a amostra na lâmina, adicionar o corante (se necessário) e cobrir cuidadosamente com a lamela, evitando bolhas de ar.

Fig. 3D- Musgo

Fig. 3E- Musgo

Observação das preparações

  • Iniciar a observação com a objectiva de menor ampliação para localizar a amostra.
  • Ajustar o foco (parafuso macrométrico e micrométrico) e a intensidade luminosa.
  • Passar para objectivas de maior ampliação para visualizar detalhes.

Fig. 3F- Objetivas

Fig. 3G- M.O.C

  • Registo dos resultados
  • Fazer desenhos simples das células observadas e anotar características (membrana plasmática, núcleo, parede celular, etc.).
  • Descrever eventuais alterações de forma e cor após aplicação de corantes.

Fig. 3H- Cloroplastos