Apresentação oral da obra “Os Maias” de Eça de Queirós
português a2024/2025 tiago Monteiro 11ºC, Nº5
Índice
resumo do capítulo xvi
crítica social
perfil das personagens
tempo / espaço
indícios trágicos / simbologia
opinião sobre os preconceitos no capítulo XVI
Ponto de Encontro
Pequeno resumo da história até ao capítulo XVI
Até ao capítulo XVI, seguimos a história da família Maia, marcada por tragédias. Afonso da Maia, homem de ideais liberais, cria o neto Carlos após o suicídio do filho, Pedro da Maia. Pedro casara com Maria Monforte, mas o casamento foi conturbado, e Maria fugiu com um italiano, levando a filha, Maria Eduarda, e deixando Pedro com Carlos.
Carlos cresce sob a influência do avô, tornando-se um médico respeitado na sociedade lisboeta. Em Lisboa, faz amizade com João da Ega e envolve-se em vários romances, até se apaixonar por Maria Eduarda, sem saber que é sua irmã.
capítulo XVI
Resumo
Carlos e Ega assistem ao sarau da Trindade para ouvir Cruges e Alencar. Durante o evento, escutam um discurso de Rufino sobre a família real, e Ega encontra o Sr. Guimarães, tio de Dâmaso, que o confronta sobre uma carta comprometedora. Após esclarecerem o mal-entendido, tornam-se amigos. Cruges toca piano, mas ninguém lhe dá atenção. Carlos, ao ver Eusébiozinho, persegue-o e agride-o devido à história da carta. Quando regressa, Alencar já declama o poema Democracia, encantando a plateia.
Ao final da noite, Guimarães revela a Ega que tem um cofre da mãe de Carlos e faz uma revelação surpreendente: Maria Eduarda é filha de Pedro da Maia. Chocado, Ega decide pedir ajuda a Vilaça para contar tudo a Carlos.
Personagens do capítulo XVI
Carlos da Maia
João da Ega
Sr. Guimarães
Cruges
- Médico, neto de Afonso da Maia e filho de Pedro da Maia e Maria Monforte.
- Sofisticado, culto e romântico. Apaixona-se por Maria Eduarda sem saber que é sua irmã.
- Tio de Dâmaso, jornalista em Paris e antigo amigo da família Maia.
- Figura chave na revelação do verdadeiro parentesco entre Carlos e Maria Eduarda.
- Melhor amigo de Carlos, escritor frustrado e crítico da sociedade.
- Irónico, irreverente, boémio, mas de bom coração.
- Amigo de Carlos e músico.
- Talentoso, mas desprezado pelo público. Sente-se deslocado na sociedade lisboeta.
Personagens do capítulo XVI
Tomás de Alencar
Dâmaso Salcede
Eusébiosinho
- Poeta romântico e figura respeitada nos saraus.
- Sensível, idealista e com um certo tom patriótico e nacionalista.
- Amigo indesejado de Carlos e figura ridicularizada na sociedade.
- Fanfarrão, mentiroso e oportunista, quer parecer mais importante do que realmente é.
- Filho de Eusébio, amigo de Ega, e uma figura fraca e submissa.
- Covarde, influenciável e sem personalidade própria.
Indícios trágicos
1. A revelação do parentesco de Carlos e Maria Eduarda
Indício trágico: O amor entre Carlos e Maria Eduarda é condenado desde o início, sem que os protagonistas o saibam. A descoberta feita por Ega, através do Sr. Guimarães, antecipa a inevitável tragédia que destruirá a felicidade de Carlos.
Simbologia: Representa a força do destino e a repetição do ciclo de sofrimento na família Maia.
Indícios trágicos
2. O cofre de Maria Monforte
Indício trágico: O facto de a mãe de Carlos ter deixado um cofre, que só agora chega às mãos da família, sugere um passado repleto de segredos e revelações destrutivas.
Simbologia: O cofre simboliza o passado oculto que regressa para abalar a vida dos protagonistas. Representa também o peso da herança familiar, impossível de evitar.
Crítica Social no Capítulo XVI
Eça de Queirós continua a mostrar os problemas da sociedade portuguesa:
- Superficialidade dos ricos: No sarau, a música de Cruges é ignorada, enquanto as pessoas se preocupam mais com fofocas e escândalos.
- Política falsa: O poema Democracia entusiasma o público, mas a realidade política do país continua atrasada e corrupta.
- Injustiça com as mulheres: Maria Eduarda sofre por causa do passado da mãe, mostrando como as mulheres eram julgadas por erros que não cometeram.
Tempo e Espaço
No Capítulo XVI:
- o tempo é contínuo, centrado na noite do sarau na Trindade e nos acontecimentos que seguem essa reunião social.
- o espaço principal é o Teatro da Trindade, um local de cultura, mas onde a hipocrisia da sociedade se revela.
Opinião sobre o tema selecionado (B)
Os Preconceitos no Capítulo XVI
- Preconceito social: Dâmaso tenta manchar a reputação de Carlos com a carta porque sente inveja da sua posição na alta sociedade.
- Preconceito político: No sarau da Trindade, o poema Democracia de Alencar impressiona os convidados, mas na realidade, muitos dos presentes defendem ideias conservadoras, revelando a hipocrisia social.
- Preconceito contra a mulher: Maria Eduarda sofre com as mentiras de sua mãe e o peso do seu passado, mostrando como as mulheres eram julgadas mais severamente do que os homens.
Este capítulo reforça a crítica de Eça de Queirós à sociedade da época, que mantinha uma aparência de progresso, mas continuava presa a velhos preconceitos.
Bibliografia
https://pt.scribd.com
https://www.youtube.com/watch?v=0EnyVnCcnwE
https://pt.slideshare.net/
Obrigado pela vossa atenção
fim
Apresentação oral da obra “Os Maias” de Eça de Queirós
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Apresentação oral da obra “Os Maias” de Eça de Queirós
português a2024/2025 tiago Monteiro 11ºC, Nº5
Índice
resumo do capítulo xvi
crítica social
perfil das personagens
tempo / espaço
indícios trágicos / simbologia
opinião sobre os preconceitos no capítulo XVI
Ponto de Encontro
Pequeno resumo da história até ao capítulo XVI
Até ao capítulo XVI, seguimos a história da família Maia, marcada por tragédias. Afonso da Maia, homem de ideais liberais, cria o neto Carlos após o suicídio do filho, Pedro da Maia. Pedro casara com Maria Monforte, mas o casamento foi conturbado, e Maria fugiu com um italiano, levando a filha, Maria Eduarda, e deixando Pedro com Carlos. Carlos cresce sob a influência do avô, tornando-se um médico respeitado na sociedade lisboeta. Em Lisboa, faz amizade com João da Ega e envolve-se em vários romances, até se apaixonar por Maria Eduarda, sem saber que é sua irmã.
capítulo XVI
Resumo
Carlos e Ega assistem ao sarau da Trindade para ouvir Cruges e Alencar. Durante o evento, escutam um discurso de Rufino sobre a família real, e Ega encontra o Sr. Guimarães, tio de Dâmaso, que o confronta sobre uma carta comprometedora. Após esclarecerem o mal-entendido, tornam-se amigos. Cruges toca piano, mas ninguém lhe dá atenção. Carlos, ao ver Eusébiozinho, persegue-o e agride-o devido à história da carta. Quando regressa, Alencar já declama o poema Democracia, encantando a plateia. Ao final da noite, Guimarães revela a Ega que tem um cofre da mãe de Carlos e faz uma revelação surpreendente: Maria Eduarda é filha de Pedro da Maia. Chocado, Ega decide pedir ajuda a Vilaça para contar tudo a Carlos.
Personagens do capítulo XVI
Carlos da Maia
João da Ega
Sr. Guimarães
Cruges
Personagens do capítulo XVI
Tomás de Alencar
Dâmaso Salcede
Eusébiosinho
Indícios trágicos
1. A revelação do parentesco de Carlos e Maria Eduarda
Indício trágico: O amor entre Carlos e Maria Eduarda é condenado desde o início, sem que os protagonistas o saibam. A descoberta feita por Ega, através do Sr. Guimarães, antecipa a inevitável tragédia que destruirá a felicidade de Carlos.
Simbologia: Representa a força do destino e a repetição do ciclo de sofrimento na família Maia.
Indícios trágicos
2. O cofre de Maria Monforte
Indício trágico: O facto de a mãe de Carlos ter deixado um cofre, que só agora chega às mãos da família, sugere um passado repleto de segredos e revelações destrutivas.
Simbologia: O cofre simboliza o passado oculto que regressa para abalar a vida dos protagonistas. Representa também o peso da herança familiar, impossível de evitar.
Crítica Social no Capítulo XVI
Eça de Queirós continua a mostrar os problemas da sociedade portuguesa:
Tempo e Espaço
No Capítulo XVI:
Opinião sobre o tema selecionado (B)
Os Preconceitos no Capítulo XVI
- Preconceito político: No sarau da Trindade, o poema Democracia de Alencar impressiona os convidados, mas na realidade, muitos dos presentes defendem ideias conservadoras, revelando a hipocrisia social.
- Preconceito contra a mulher: Maria Eduarda sofre com as mentiras de sua mãe e o peso do seu passado, mostrando como as mulheres eram julgadas mais severamente do que os homens.
Este capítulo reforça a crítica de Eça de Queirós à sociedade da época, que mantinha uma aparência de progresso, mas continuava presa a velhos preconceitos.Bibliografia
https://pt.scribd.com
https://www.youtube.com/watch?v=0EnyVnCcnwE
https://pt.slideshare.net/
Obrigado pela vossa atenção
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