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Feminina

Erica Joadas

Created on February 26, 2025

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Transcript

emancipação

Feminina

Emancipação Feminina

Mulheres
Feminismo

A emancipação feminina é um processo histórico e social que procura garantir às mulheres direitos iguais aos dos homens, promovendo a sua autonomia e participação plena na sociedade. Ao longo dos séculos, as mulheres enfrentaram diversas barreiras impostas por normas culturais, políticas e económicas que limitavam o seu acesso à educação, ao mercado de trabalho e à vida pública. No entanto, através de movimentos feministas e conquistas legais, têm gradualmente ampliado o seu espaço e influência em diversas áreas. Este trabalho abordará a trajetória da emancipação feminina aos longos dos anos, as suas principais conquistas e os desafios que ainda persistem na luta pela igualdade de género.

Movimento no seculo XIX

"Não aceito mais as coisas que não posso mudar, estou mudando as coisas que não posso aceitar."

Angela Davis

Inicios

Motor

Igualdade

Marco

Justiça

Movimento no seculo XX

"Homens, os seus direitos, e nada mais; mulheres, os seus direitos, e nada menos."

Susan B. Anthony
Conquista

XX

Transformaçao

XX

Avanços

XX

Movimento de emancipação feminina na frança

Step 1
Step 3

Direito ao voto

Conquistas recentes e desafios atuais

1944

Atualidade

1970

sec XIX

Origens e primeiras lutas

Nova onda femenista

Step 2
Step 4

Movimento de emancipação feminina em portugal

Step 1
Step 3

Conquista do voto

Atualidade do feminismo em Portugal

sec xx

Atualidade

1974

sec XIX

Primeiras lutas

25 de abril e liberdade feminina

Step 2
Step 4

Conclusão

A emancipação feminina foi um processo marcado por lutas e conquistas ao longo da historia. Desde o movimento sufragista, que garantiu o direito ao voto, até aos avanços na educação, no mercado de trabalho e na autonomia feminina, as mulheres superaram inumeras barreiras. No entando, os desafios presistem, como a desigulade salarial, a violência de gênero e a baixa representatividade política. Em muitos paises, direitos basicos ainda são negados ás mulheres. Para alcançar a verdadeira igualdade, é essencial continuar a promover políticas públicas, mudanças culturias e conscientização, para garantir que todas as mulheres tenham as mesmas oportunidades e dieritos. "A verdadeira emancipção feminina não é apenas sobre direitos conquistados, mas sobre garantir que nenhuma mulher precise lutar por eles novamente."

Essas mudanças não se limitaram apenas à esfera educacional e profissional. O movimento também promoveu um debate mais amplo sobre as questões de gênero, dando origem a um maior reconhecimento das necessidades e desejos das mulheres. No decorrer do século, o movimento de emancipação feminina ganhou força, e as mulheres continuaram a lutar por igualdade de direitos em todos os aspectos da vida social, política e económica, alcançando vitórias como o direito ao voto em diversos países e ampliando as oportunidades para as gerações seguintes.

(seculo XVIII e XIX)

A luta das mulheres na frança começou no seculo XVIII, durante a Revolução francesa. Uma das figuras mais importantes dessa epoca foi Olympe de Gouges, que escreveu em 1791 a Declaração dos Direitos da Mulher e cidadã, onde defendia que as mulheres deveriam ter os mesmo direitos que os homens. No entanto, as suas ideias foram muito criticadas na epoca, e ela acabou por ser condenada á guilhotina em 1793. Mesmo assim, o seu trabalho inspirou outras mulheres a lutarem pelos seus direitos

Já no sexulo XIX, com a revoluçao Industrial, mais mulheres começaram a trabalhar nas fabricas, em condições muito dificeis e com salarios baixos. Isso fez com que surgissem os primeiros movimentos feministas por melhores condições de trabalho e por acesso á educação. Escritoras como George Sand também começaram a questionar o papel da mulher na sociadade.

Decada de 1970

Nos anos 1970, o moviemtno feminista françês ganhou força com o surgimento do Movimento de Libertação das Mulheres (MLF), que lutava contra o machismo e pela autonomia feminina. Um dos principais focos dessa epoca foi a luta pelo direito ao aborto e controle sobre o proprio corpo. Em 1971, foi publicado o famoso "Manifesto das 343", em que 343 mulheres, incluindo artistas e intelectuais famosas como Simone de Beauvoir, admitiram ja terem feito aborto mesmo sendo ilegal na epoca.

Graças á pressão, a Lei Veil (nomeada em homenagem á ministra da saude Simone Veil) foi aprovada em 1975, legalizando o aborto na França. Essa foi uma grande vitória para os direitos das mulheres. Além disso, o movimento também lutava pela igualdade no trabalho, direitos civis, e ocombato á violencia domestica.

Durante o século XIX, o movimento de emancipação feminina experienciou profundas transformações e passou por fases distintas que prepararam o terreno para a luta por direitos iguais. Num primeiro momento, influenciadas pelo Iluminismo e pelos ideais revolucionários, as mulheres começaram a questionar os papéis tradicionais impostos pela sociedade. Com o advento da Revolução Industrial, assistiu-se a uma mudança significativa na dinâmica laboral: a proto-industrialização deslocou parte do trabalho feminino, anteriormente restrito às atividades exclusivamente domésticas, para funções remuneradas – embora subvalorizadas – o que alterou a sua posição económica e social.

Apesar de o movimento ter iniciado de forma mais lenta em alguns países da Europa, especialmente no sul e no leste, ele rapidamente ganhou força nos países da Europa do Norte, Central e Ocidental. As mulheres conquistaram vitórias importantes, como o acesso à educação secundária e universitária, o direito de ingressar em ocupações e profissões anteriormente dominadas por homens, e uma maior liberdade para se movimentarem na sociedade, tanto em relação aos seus direitos individuais quanto nas suas interações com os homens. O movimento também contribuiu para a mudança na forma como as mulheres eram vistas pela sociedade, passando a ser reconhecidas como indivíduos com autonomia, direitos e aspirações próprias.

No século XX, o movimento de emancipação feminina experimentou um crescimento significativo, especialmente na primeira metade do século. O movimento, que antes se encontrava disperso, tornou-se mais coeso e passou a se consolidar como uma força organizada com objetivos claros, como a obtenção do direito ao voto. A partir de 1900, as mulheres começaram a adotar métodos mais diretos e confrontativos para avançar com suas reivindicações. Em vez de apenas petições, passaram a organizar manifestações públicas, distribuir panfletos e protestar nas ruas, algo que teve grande visibilidade, especialmente entre 1906 e 1914, com a contribuição decisiva da União Social e Política das Mulheres.

Atualidade

Hoje, as mulheres na França têm muitos direitos garantidos, mas ainda enfrentam desafios importantes.O movimento feminista continua ativo na luta por: -Igualdade salarial: as mulheres ganham menos que os homens;-Combate ao assédio Sexual: Principalmente após o movimento #MeToo; -Maior representatividade na política: Mesmo com avanços as mulheres ainda são a minoria em cargos de poder; -Combate á violência contra a mulher;

A partir desse período, assistiu-se a um forte crescimento, com o surgimento de sindicatos de mulheres e de movimentos de carácter social-democrata, socialista ou proletário, culminando na consolidação das organizações nacionais entre 1890 e 1910. Assim, o século XIX representa uma etapa crucial na emancipação feminina, onde fatores económicos, políticos e culturais interagiram para transformar a posição das mulheres na sociedade e abrir caminho para as conquistas que se seguiriam.

Paralelamente, os acontecimentos políticos e culturais desempenharam um papel crucial. As Guerras da Independência, os movimentos nacionalistas e as revoluções de 1848/1849 fomentaram uma crescente politização das mulheres, enquanto a difusão da literatura feminina, entre 1830 e 1860, permitiu a discussão dos papéis e das relações de género. Em Inglaterra, surgiram as primeiras organizações feministas em 1850, evoluindo para movimentos sufragistas que reivindicavam o direito de voto. Contudo, o movimento, em grande parte, permaneceu restrito às mulheres das classes média e alta, sendo o seu progresso mais lento noutros países europeus até, por volta, de 1880.

Seculo XX

Foi apenas em 1944, depois da Segunda Guerra Mundial, que as mulhers conquistaram o direito ao voto, graças á pressão de feministas e pela necessidade de reconstruir o pais com a participação de todos. A primeira vez que as mulheres puderam votar na frança foi nas eleições de 1945. A nivel mundial, a primeira mulher a votar oficialmente foi Lidia Poet, na italia, mas o seu voto foi anuldado. O primeiro pais a permitir o voto femenino oficial foi a Nova Zelandia, em 1893, um figura importante desse processo foi Kate Sheppard, lider do movimento sufragista neozelandes.

Apesar das lutas do século XIX, as mulheres francesas tiveram que esperar até ao século XX para conquistar o Direito ao Voto. Durante muito tempo, os politicos achavam que as mulheres não estavam "preparadas" para participar de politica. Durante a Primeira Guerra Mundial, as mulheres assumiram muitos trabalhos deixados pelos homens que foram lutar, o que mostrou a importancia delas na sociedade. Mesmo assim, o direito ao voto ainda foi negado após a guerra.

((seculo XIX)

Durante o sec XIX, as mulheres portuguesas tinham um papel muito restrito na sociedade, sendo vistas principalmente como esposas e mães. O acesso á educação era limitado e os direitos civis eram praticamente inexistentes. Foi nesse contexto que surgiram as primeiras vozes femininas a exigir mudanças. Destacam-se figuras como Ana de Castro Osório, considerada a "mãe do feminismo português". Escritora e ativista, ela publicou em 1905 o livro "Às Mulheres Portuguesas" que defende a educação e os direitos civis para as mulheres.

Outro nome importante foi Carolina Beatriz Ãngelo, que em 1911 tornou-se a primeira mulher a votar em Portugal. Ela usou uma "brecha" na lei que dizia que "cidadãos chefes de familia" podiam votar, e argumentou que, como viúva e chefe de lar, tinha esse direito. Porém, logo depois, a lei foi alterada para impedir votos femininos.

(seculo XX)

Com a Implantação da República em 1910, os diretos das mulheres começaram a ser debatidos, mas foi um processo lento. Foi apenas em 1931, durante a ditadura do Estado Novo, foi permitido que algumas mulheres votassem, mas com restrições: apenas as que tivessem diploma universitário ou secundário podiam particiapar. Esse direito era muito limitado, já que poucas mulheres tinham esse acesso á educação superior. Em 1946, houve um avanço, e tof«das as mulheres passaram a poder votar, mas o contexto da ditadura não permitia uma real liberdade política.

Durante esse periodo, o regime de António de Oliveira Salazar reforçava uma visão tradicionalista da mulher, restringindo o seus direitos e incentivando o papel da mulher como apenas "dona de casa e mãe". A constituição de 1933 dizia que o lugar da mulher era "preferencialmente no lar", e várias leis limitavam a sua independência, como a necessidade de autorização do marido para trabalhar.

1974

O grande ponto de virada para a emancipação feminina em Portugal foi a Revolução dos cravos, em 25 de abril de 1974, que derrubou a ditadura do Estado Novo etrouxe um regime democrático ao pais. Com isso, as mulheres finalmente conquistaram plena igualdade legal. Nos anos seguintes, varias leis foram criadas para garantir direito ás mulheres, como: -1976: Novas Constituição garante igualdade de diretos entre homens e mulheres; -1978: Eliminação de necessidade de autorização do marido para o trabalho feminino

-1984:Descriminalização do aborto em alguns casos -2007: Legalização completa do aborto até 10 semanas de gestação O período pós-25 de abril foi fundamental para a emancipação feminina em Portugal, que passram a ter maior partcipação política, melhores condições de trabalho política, melhores condições de trabalho e direitos civis.

Atualidade

-Assédio no Mercado de Trabalho: A APAV (fevereiro de 2022) revelou que 18% dos inqueridos admitiram ter sido vitimas de assédio sexual no local de trabalho. Destas vitimas 88% eram mulheres, entre os 18 a 54 anos. As formas de assédio mais reportadas: -Olhares insinuantes: 63,5% -Perguntas intrusivas e ofensivas: 57,4% Convites para encontros indesejados: 56,8% -Contactos fisicos não desejados: 56,1% -Piadas ou comentario ofensivos de caracter sexual: 46,6%

Apesar das grandes conquistas feministas, o moviemento feminista em Portugal continua a atuar para combater alguns problemas, como: -Desigulade salarial: Homens em Portugal ganham 12,5% a mais do que as mulheres (2022); -Violência doméstica: 15.000 crimes de violência doméstica registados pela APAV no primeiro semestre de 2024; -Baixa representatividade política: A Assembleia da República de Portugal (2022) atingiu 40% de representação feminina, com 92 mulheres eleitas entre os 230 deputados.