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Análise do conto "sempre é uma companhia" de manuel da fonseca
Renato santos
Created on February 17, 2025
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Transcript
02
01
Biografia do autor Manuel da Fonseca
Corrente literária em que integra a obra, "Sempre é uma companhia"
04
03
Características do conto "Sempre é uma companhia" de Manuel da Fonseca
Características de um conto
Análise do conto "sempre é uma companhia" de manuel da fonseca
Trabalho e apresentação realizadA por: Humberto Fonseca; Renato Santos; rodrigo Silva; Tiago dias 12ºA
07
05
Posição de Portugal em relação à II Guerra Mundial
Estrutura interna da obra
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06
Caracterização das personagens e do narrador
Localização espaço-temporal, a nível físico-química e psicológico
09
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Exemplos do discurso direto e indireto
Dimensão irónica
10
Relação entre o casal e a importância do episódio final relacionado com evolução das características das personagens.
12
Recursos expressivos no conto
Fim...
BiBliografia
https://chatgpt.com/ https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Manuel_da_Fonseca_(escritor) https://www.studocu.com/pt/document/escola-secundaria-henriques-nogueira/portugues/sempre-e-uma-companhia/54214096 https://gemini.google.com/?hl=pt-PT Silva P.; Cardoso E.; Nunes S. ,Letras em dia 12. 1.ed, Porto Editora, 2024
- A dimensão irônica de "Sempre é uma companhia" de Manuel da Fonseca explora a solidão e o isolamento de Batola, utilizando o humor e a ironia para criticar a decadência social e a falta de perspectivas que afetam muitas pessoas.
Discurso direto: "- Tio Batola, cinco tostões de café." (l.20) "- Ná. Só vinho..." (l.105) Discurso indireti: " Olha para o Batola com atenção medindo-o de alto a baixo." (.100 e 101)" O sujeito vai à porta e diz para o motorista"(l.111)
Comparação: " Solitário como um desgraçado."Enumeração: "chegava a ir a Ourique,a Castro, à Massejana.." Metáfora:" Enterra o queixo nas mãos grossas." Personificação: "A noite vem de longe, cansada e tomba tão vagarosamente..." Adjetivação: "Ela, silenciosa e distante" Hipérbole: " No estio, então, o sol faz os dias do tamanho de meses"
A 2ª Guerra Mundial iniciou-se a 01/09/1939 e acabou a 02/09/1945.Devido a Portugal manter-se neutro durante a Guerra, ou seja, o país deixou os canais diplomáticos abertos com ambas as partes beligerantes, logo a sua balança comercial permaneceu positiva em boa parte do conflito.
Fig.4 Jornal Português no início da II Guerra mundial
A obra insere-se no Neorrealismo, este foi um movimento literário que apareceu em Portugal no séc.XX, mais concretamente entre 1930 a 1950. Este movimento tinha como objetivo denunciar as injustiças sociais com um tom realista e crítico.Manuel da Fonseca foi um grande representante deste movimento, a sua escrita destacava-se por representação das dificuldades passasdas pelo povo Alentejano.
Fig 2."Gadanheiro" de Júlio Pomar
Na peripécia inicial a inércia e frustação minam Batola e a sua relação com a mulher é caracterizada pela frieza ressentimento e pelo desrespeito. Na peripécia final a mulher do Batola acaba por ceder à telefonia que tanto animava os habitantes de Alcaria, tendo por isso melhorado a relação do casal.
- Manuel Lopes da Fonseca nasceu a 15 de outubro de 1911 em Santiago do Cacém.
- Ele estudou no Colégio Vasco da Gama, Liceu Camões, escola Lusitânia e na Escola de Belas Artes.
- Na sua vida profissional foi escritor, poeta, contista, romancista e cronista.
- Nos seus tempos livre ele era toureiro, jogava futebol e chegou a ganhar um campeonato de Boxe.
- Faleceu a 11 de março de 1993 em Lisboa.
Fig.1 Manuel da Fonseca
Batola é conhecido por ser corpolento de estatura baixa, preguiçoso, abatido, alcoólico sendo violento quando assim o está. Mulher do Batola é trabalhadora incansável, autoritária e sossegada Velho Rata é um mendigo que viajava muito, contando depois todas as suas aventuras ao protagonista, quando deixou as viagens acabou por cometer suicídio Comerciante, personagem que vende telefonias, é um homem elegante amável e convincente. O narrador é heterodiegético, omnisciente e tem um ponto de vista subjetivo, ou seja, características próprias do neorrealismo.
Físico (antes)
Físico (depois)
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Alcaria, pequena aldeia onde residem poucas pessoas, "quinze casinhas desgarradas e nuas"O negócio do Batola é pouco frequentado, escuro e sujo.
O estabelecimento do casal Barrasquinho como espaço de convívio, festas e informação
Alcaria é uma aldeia maracada pela solidão
Psicológico (antes)
Psicológico (depois)
Os residentes sentem-se animados e alegres pela chegada da novidade, ganhando mesmo "um sopro de vida" (l.180)
Os habitantes estão desanimados e sem esperança sentindo-se mesmo abandonados.
Unidade de ação – O conto foca-se em um único acontecimento ou conflito, sem tramas secundárias. Brevidade narrativa – Enredo compacto, com poucas páginas e palavras precisas, evitando descrições desnecessárias. Concentração do tempo – A história ocorre em um período curto, focando um momento essencial sem grandes saltos temporais. Número limitado de personagens – Poucas personagens, geralmente um protagonista e poucos coadjuvantes, para um desenvolvimento mais direto.
Esta obra decorre em Alcaria no Alentejo e passou-se na primeira metade dos anos 40 do séc.XX.A ação ocorre durante o dia na aldeia alentejana em torno de duas presonagens, o Batola, que é o protagonista, e a sua esposa. Neste conto o protagonista debate-se com a sua solidão do vazio existencial e da frustração.
Fig.3 Alcaria