Origem da língua portuguesa
409 d.C
218 a.C
711
Sécs. XV e XVI
sécs. XII e XIV
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Education Timeline
20XX
20XX
20XX
20XX
20XX
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Em 218 a.C, os romanos iniciaram a invasão da Península Ibérica, onde viriam a fundar a província romana da Lusitânia, atual centro e sul de Portugal. Quase 200 anos depois, terminadas as guerras Cantábricas, foi constituída a Galécia, atual norte de Portugal e Galiza.
A romanização afetou muitas áreas da vida, incluindo a língua. O latim, língua oficial do Império Romano, passou a ser usado na administração. A sua versão coloquial, o latim vulgar falado em todo o império, foi difundido por soldados, colonos e mercadores vindos de várias províncias e colónias romanas. Estes estabeleceram-se em cidades perto de povoações nativas.
No entanto, uma vez que as escolas e administração romanas acabaram, o latim vulgar falado perdeu uniformidade, evoluindo de forma diferenciada nas comunidades isoladas. Acredita-se que por volta do ano 600 já não era falado na Península Ibérica,[32] substituído pela evolução das línguas românicas. Na Galécia, ganhou características locais levando à evolução de uma forma primitiva de galaico-português.
A partir de 409], com o Império Romano em colapso, a Península Ibérica foi ocupada por povos de origem germânica, a que os romanos chamavam bárbaros. O território foi então cedido a alguns destes povos como federados: em 410 os suevos estabeleceram na Galécia o reino Suevo, primeiro reino cristão (410-589). Na Lusitânia seriam os visigodos a dominar (411-711)
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A publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516 é frequentemente considerada o marco do fim do "português arcaico". Entre os séculos XV e XVI, com a expansão da era dos descobrimentos, os portugueses levaram a língua portuguesa a muitas regiões da África, Ásia e América. Simultaneamente importaram para o léxico português e de várias línguas europeias novas palavras, vindas de terras distantes.Com Camóes entramos no chamado português moderno!
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No entanto, uma vez que as escolas e administração romanas acabaram, o latim vulgar falado perdeu uniformidade, evoluindo de forma diferenciada nas comunidades isoladas. Acredita-se que por volta do ano 600 já não era falado na Península Ibérica,[32] substituído pela evolução das línguas românicas. Na Galécia, ganhou características locais levando à evolução de uma forma primitiva de galaico-português.
A presença germânica, sobretudo os três séculos de domínio visigótico, deixou numerosas palavras na língua portuguesa: nomes, como Rodrigo, Afonso, Álvaro, Fernando, Gonçalo, Henrique; toponímia Adães, Baltar, Gondomar, Ermesinde, Esposende, Tagilde, Guimarães, Tresmonde, Trasmil; o sufixo -engo (em solarengo, mostrengo) e palavras em regra poéticas ou guerreiras: guerra, elmo, bando, guardar, agasalhar entre outras. Também a letra ç (cê cedilhado) no português moderno teve origem na escrita visigótica.
Em 711 tropas muçulmanas vindas do Norte de África ocuparam a Península Ibérica.A principal influência árabe foi no léxico: o português moderno regista 945 palavras de origem árabe, especialmente em relação à agricultura, comércio e administração.A maioria das palavras portuguesas de origem árabe é facilmente identificável pelos prefixos al- Algarve, Alcácer do Sal, almanaque alguidar, álgebra, almiranteentre muitas outras. São também de origem árabe as palavras: açúcar, alface, laranja, arroz, alfândega, armazém, bairro, etc.
Em Portugal, os mais antigos textos surgem em galego-português. Entre os séculos XII e XIV o galego-português teve um papel especial nos reinos cristãos medievais da Península Ibérica como língua literária. Foi, quase sem exceção, a única língua usada na composição da poesia lírica trovadoresca dos reinos de Leão, Castela, Galiza e Portugal.
A publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516 é frequentemente considerada o marco do fim do "português arcaico". Entre os séculos XV e XVI, com a expansão da era dos descobrimentos, os portugueses levaram a língua portuguesa a muitas regiões da África, Ásia e América. Simultaneamente importaram para o léxico português e de várias línguas europeias novas palavras, vindas de terras distantes.
Podemos considerar três fases na evolução da língua portuguesa: proto-histórica, até ao séc. XIII (ainda muito ligada, na escrita, ao latim bárbaro), arcaica, até ao séc. XVI (onde se destaca, nos séculos XIV e XV, o galaico-português, autonomizando-se posteriormente o português em relação ao galego) e moderna, com a publicação das primeiras gramáticas, de Fernão de Oliveira, 1536, e João de Barros, 1540, e com a proliferação das obras literárias que a consagraram, e entre as quais se contam Os Lusíadas.
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Origem e evolução da Língua Portuguesa
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Origem da língua portuguesa
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A romanização afetou muitas áreas da vida, incluindo a língua. O latim, língua oficial do Império Romano, passou a ser usado na administração. A sua versão coloquial, o latim vulgar falado em todo o império, foi difundido por soldados, colonos e mercadores vindos de várias províncias e colónias romanas. Estes estabeleceram-se em cidades perto de povoações nativas.
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A presença germânica, sobretudo os três séculos de domínio visigótico, deixou numerosas palavras na língua portuguesa: nomes, como Rodrigo, Afonso, Álvaro, Fernando, Gonçalo, Henrique; toponímia Adães, Baltar, Gondomar, Ermesinde, Esposende, Tagilde, Guimarães, Tresmonde, Trasmil; o sufixo -engo (em solarengo, mostrengo) e palavras em regra poéticas ou guerreiras: guerra, elmo, bando, guardar, agasalhar entre outras. Também a letra ç (cê cedilhado) no português moderno teve origem na escrita visigótica.
Em 711 tropas muçulmanas vindas do Norte de África ocuparam a Península Ibérica.A principal influência árabe foi no léxico: o português moderno regista 945 palavras de origem árabe, especialmente em relação à agricultura, comércio e administração.A maioria das palavras portuguesas de origem árabe é facilmente identificável pelos prefixos al- Algarve, Alcácer do Sal, almanaque alguidar, álgebra, almiranteentre muitas outras. São também de origem árabe as palavras: açúcar, alface, laranja, arroz, alfândega, armazém, bairro, etc.
Em Portugal, os mais antigos textos surgem em galego-português. Entre os séculos XII e XIV o galego-português teve um papel especial nos reinos cristãos medievais da Península Ibérica como língua literária. Foi, quase sem exceção, a única língua usada na composição da poesia lírica trovadoresca dos reinos de Leão, Castela, Galiza e Portugal.
A publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516 é frequentemente considerada o marco do fim do "português arcaico". Entre os séculos XV e XVI, com a expansão da era dos descobrimentos, os portugueses levaram a língua portuguesa a muitas regiões da África, Ásia e América. Simultaneamente importaram para o léxico português e de várias línguas europeias novas palavras, vindas de terras distantes.
Podemos considerar três fases na evolução da língua portuguesa: proto-histórica, até ao séc. XIII (ainda muito ligada, na escrita, ao latim bárbaro), arcaica, até ao séc. XVI (onde se destaca, nos séculos XIV e XV, o galaico-português, autonomizando-se posteriormente o português em relação ao galego) e moderna, com a publicação das primeiras gramáticas, de Fernão de Oliveira, 1536, e João de Barros, 1540, e com a proliferação das obras literárias que a consagraram, e entre as quais se contam Os Lusíadas.
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