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José Eduardo Agualusa

Helena Borralho

Created on December 18, 2024

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Transcript

"Só somos felizes, verdadeiramente felizes, quando é para sempre, mas só as crianças habitam esse tempo no qual todas as coisas duram para sempre".

José Eduardo Agualusa

13 de Dezembro de 1960

"Entre Palavras e Histórias: A Vida de José Eduardo Agualusa"

"Uma amiga disse-me uma vez que sonhar é o mesmo que viver, mas sem a grande mentira que é a vida."

José Eduardo Agualusa é um reconhecido escritor angolano nascido em 13 de dezembro de 1960, em Huambo, Angola. De ascendência portuguesa e brasileira, Agualusa é considerado um dos mais importantes autores contemporâneos de língua portuguesa.Agualusa inicialmente estudou agronomia e silvicultura em Portugal, mas acabou seguindo carreira no jornalismo. José Agualusa rapidamente seguiu o caminho das letras, consolidando-se como romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil.

Sua estreia literária ocorreu em 1988 com o romance "A conjura", que lhe rendeu o Prêmio Sonangol Revelação de Literatura de Angola.Neste romance histórico ambientado entre o final do século XIX e o início do século XX, José Eduardo Agualusa apresenta o drama dos integrantes de um dos primeiros movimentos de independência de Angola, então colónia de exploração de Portugal. José Eduardo Agualusa denuncia, em “A Conjura”, o racismo, a violência, a escravidão e a exploração que seus conterrâneos, principalmente os negros e os mulatos, eram vítimas em sua própria terra. Os vilões da trama são, obviamente, os europeus (portugueses, ingleses, franceses, belgas e holandeses), uma gente interessada apenas em se apropriar dos recursos naturais, humanos e financeiros da nação africana. Daí o desejo de um grupo de nativos em pegar em armas e promover a independência de Angola.

“Em criança tirei um pássaro de dentro de uma pequena gaiola. O pássaro não voou. Ficou ali andando aos círculos, aos círculos, aterrorizado com a largueza do mundo e a responsabilidade enorme de ter de sobreviver por si. Quando me libertaram eu senti-me assim. Vagueava pelas ruas sem rumo certo. Também tinha dificuldade em reconhecer as coisas e as pessoas. Aquela cidade já não me pertencia ao meu organismo, era uma prótese.” — José Eduardo Agualusa, livro Estação das Chuvas

Colaborou com o jornal português Público desde a sua fundação; na revista de domingo desse diário (Pública) assinava uma crónica quinzenal. Escreveu crónicas para a revista portuguesa LER e o portal Rede Angola. Escreve crônicas para o jornal brasileiro O Globo e para a revista portuguesa Visão. Na RDP África é realizador do programa A Hora das Cigarras, sobre música e poesia africana.

"Eu não sabia dançar, não conhecia as músicas e nem sequer os músicos"

revista Visão

Programa A Hora das Cigarras, RDP África

Jornal o Globo

"A Literatura como Agente de Mudança: Reflexões de José Eduardo Agualusa"

José Eduardo Agualusa expressa uma profunda conexão com a literatura, afirmando que a presença de livros cria um ambiente calmante e inspirador. Ele acredita que estar cercado por livros é como "flutuar num oceano pacífico", proporcionando um espaço ideal para a criatividade e a escrita. Essa visão reflete sua crença de que a literatura não apenas enriquece a vida pessoal, mas também serve como uma ponte entre as pessoas, promovendo empatia e compreensão. Agualusa destaca que "os livros são um território de pensamento" e que a literatura é um exercício contínuo de colocar-se no lugar do outro. Ele vê os livros como aliados na construção de diálogos significativos e na superação de barreiras sociais e culturais. Essa perspetiva é fundamental em sua obra, onde frequentemente aborda temas relacionados à identidade, história e as complexidades da sociedade angolana.

“No mundo em que vivemos hoje, onde há construção de muros, a literatura faz o contrário: cria pontes para o coração do outro”. “A poesia serve para nos fazer humanos”,

“Acordamos, lemos os jornais e rimos. Rimos porque respiramos. Rimos porque sabemos dançar. Rimos porque a esperança se alimenta do riso. Rimos porque o humor é subversivo”.

Magia e Imaginação: O Mundo Infantil de Agualusa"

José Eduardo Agualusa é um autor angolano reconhecido por sua contribuição à literatura infantil, além de suas obras voltadas para o público adulto. Sua abordagem na literatura infantil é marcada por uma combinação de fantasia, cultura angolana e temas universais que incentivam a imaginação e a reflexão nas crianças.

"Nweti e o Mar" é um livro infantil escrito por José Eduardo Agualusa, publicado em 2011. Esta obra encantadora explora temas como sonhos, imaginação e a relação entre pais e filhos.

"Estranhões e Bizarrocos" é um livro infantil de José Eduardo Agualusa, publicado em 2000. A obra é uma coleção de histórias curtas que apresentam personagens excêntricos e situações inusitadas, projetadas para estimular a imaginação das crianças.

A girafa que comia estrelas de José Eduardo Agualusa

"A Girafa que comia estrela" história infantil sobre a amizade de uma girafa, que andava sempre com a cabeça nas nuvens, e uma galinha do mato, com a cabeça cheia de frases feitas."A Girafa que Comia Estrelas" foi publicada pela primeira vez em 2005 pela editora Dom Quixote.

"Estranhões e Bizarrocos" de José Eduardo Agualusa

"Estranhões e Bizarrocos" foi premiado com o Prêmio Gulbenkian de Literatura Infantil, destacando a qualidade da obra e sua importância na literatura voltada para crianças.

"A Arte de Contar: A Influência de José Eduardo Agualusa na Literatura Contemporânea"

"Sabendo o que sabemos hoje poderíamos ser tentados a dizer que existe neste livre mais do que tristeza. Há outra coisa, um amargo sentimento de abandono" José Eduardo Agualusa

José Eduardo Agualusa é um dos escritores mais reconhecidos da literatura angolana e possui uma extensa lista de prémios literários ao longo da sua carreira. Aqui estão alguns dos principais prémios que José Agualusa recebeu: Prémio Revelação Sonangol (1989) - recebido pelo seu primeiro romance, "A Conjura". Grande Prémio Literário RTP (1998) concedido por "Nação Crioula". Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco (1999) recebido pela coletânea "Fronteiras Perdidas". Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (2002) concedido por "Estranhões e Bizarrocos". Prémio Fernando Namora (2013) reconhecido por sua contribuição à literatura. Prémio Literário Internacional IMPAC de Dublin (2017) recebido pela tradução inglesa do romance "Teoria Geral do Esquecimento". Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da APE (2022) vencedor com o livro "O Mais Belo Fim do Mundo", que reúne crónicas e contos.

"Sabendo o que sabemos hoje poderíamos ser tentados a dizer que existe neste livre mais do que tristeza. Há outra coisa, um amargo sentimento de abandono" José Eduardo Agualusa

José Eduardo Agualusa é um dos escritores mais reconhecidos da literatura angolana e possui uma extensa lista de prémios literários ao longo da sua carreira. Aqui estão alguns dos principais prémios que José Agualusa recebeu: Prémio Revelação Sonangol (1989) - recebido pelo seu primeiro romance, "A Conjura". Grande Prémio Literário RTP (1998) concedido por "Nação Crioula". Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco (1999) recebido pela coletânea "Fronteiras Perdidas". Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (2002) concedido por "Estranhões e Bizarrocos". Prémio Fernando Namora (2013) reconhecido por sua contribuição à literatura. Prémio Literário Internacional IMPAC de Dublin (2017) recebido pela tradução inglesa do romance "Teoria Geral do Esquecimento". Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da APE (2022) vencedor com o livro "O Mais Belo Fim do Mundo", que reúne crónicas e contos.