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HISTÓRIA SINAIS

Catarina Oliv

Created on November 24, 2024

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Transcript

SINAIS

Docente: Rafaela Madalluno
Catarina Leite, Núria Gomes, Rafael Silva, Leonor Quintela
Turma i

o que são sinais?

Em lisboa:

Rutura do real para o invisível

"As cidades, como os sonhos, estão construídas de desejos e medos, ainda que o engano da cidade se deixe ver. E é por isso que, no fundo, cada cidade existe como uma coisa diferente, à medida que a vemos e a sentimos."

CIDADES INVISÍVEIS - LISBOA

sinais sensorais

01

OLFATIVOS

02

TATÉIS

03

SONOROS

04

VISUAIS

OLFATIVOS- OLFATO E A SUA RELAÇÃO COM OS AROMAS DE LISBOA

O cheiro de bacalhau, enchidos e queijos nas tabernas e mercados

  • Sinal cultural e histórico

Cheiro do rio Tejo e das praias mais próximas de Lisboa

  • Sinal de proximidade ao oceano

Cheiro das castanhas assadas no outono

  • Sinal de mudança de estação e festividades

O cheiro a pastéis de nata na Baixa e em Belém

  • Sinal de acolhimento e tradição

Cheiro de sardinhas, manjericos e grelhados no Verão

  • Sinal de festa e comemoração tradicional
  • Sinal de rotina e costumes

Cheiro das padarias e das tascas típicas

Cheiro a mofo/bolor no interior das casas

  • Sinal de clima típico e passado

TÁTEIS

Imperfeição e singularidade de Lisboa

  • Sinal de património e memória cultural de Lisboa

Brisa do rio Tejo

  • Sinal de rotura com a confusão da cidade

Inclinação e estreiteza das ruas de Lisboa

  • Sinal de intimidade e desafio

Folhas caídas no Outono

  • Sinal de passagem, a nostalgia

Parques e outros espaços verdes

  • Sinal de rotura com ruas estreitas e poluições dos transportes com a natureza

SONOROS

  • Sinal de que o elétrico está a passar e vai partir

Elétricos

As buzinas dos automóveis e as sirenes das ambulâncias

  • Sinal de trânsito e e de cuidados de saúde
  • Sinal de marcação das horas

Os sinos das Igrejas

Aviões

  • Sinal de que mais um avião está a partir

A música e os passos na calçada

  • Sinal de movimentação e de um aglomerado de pessoas

VISUAIS

Personalidade

creatividade

Reflexão da Historia

perfeitamemtepensada

atenção aos pequenos detalhes

Refúgio

Locais de Reflexão

conexão

resiliência

História

Eternização

turismo

descontextualização cultural

inacessibilidade

JANELAS/PORTAS

Na Arte e na Arquitetura

Arte

  • Instituto de Arte de Chicago, EUA
  • 1942
  • 152,5cm comprimento X 84cm altura
  • Óleo sobre tela

"NIGHTHAWKS"- Edward Hopper

Porta do nr. 72, Rua das Madres, Madragoa- Lisboa

ARTE

Interior-exteriorVisão iluministaPoder Renascimento de PortugalFuturo

Museu de LisboaLouis-Michel van Loo

Arquitetura

Simbolos do paísReligiãoConquistasDescobrimentos

Convento de Cristo, Tomar

ARTE

Luz

Cupido

Interior-exterior

Cortina

The girl reading a letter at an open window, 1667-69

ARQUITETURA

Entrada e saída da Praça

Rio Tejo

Estátua D. José I

Arco da Rua Augusta, Lisboa, 1759-1873

ARTE

Sol matutino Edward Hopper

Arquitetura

Casa da Música Rem khoolhaas

Grande Khan, entre as terras do Ocidente há uma cidade que repousa à beira de um rio que abraça o mar.Lisboa, como a chamam, é repleta de luz e sombra, onde as colinas se dobram como páginas de um livro escrito pelo vento. Os barcos deslizam pelo rio, como pétalas que o Tejo oferece ao Atlântico. É uma cidade que se move entre memórias de navegantes que ousam sonhar além do horizonte. -Assim descreveu Marco Polo, fazendo Lisboa parecer uma miragem habitada pelos ventos do Atlântico.

FIM

Castelo de S.Jorge