O Roncador
"Sermão de Santo António aos Peixes"
Trabalho realizado por: - Ariana nº 1 11ºE - Luana nº 13 11ºE - Joana nº 9 11ºE - Maria nº 15 11ºE - Rafael nº16 11ºE
Tópicos
Objetivos da eloquência
2.
c) Exemplos humanos
1.
Contextualização
3.
4.
Recursos expressivos
2.
2.
d) Alegoria
a) Repreensões ao peixe
2.
2.
5.
b) Argumentação
e) Contraste com Santo António
Cartoon
Contextualização
Estrutura externa: Capítulo V Estrutura interna: confirmação - repreensões aos peixes - vícios condenáveis em particular.
Objetivos da Eloquência
Docere: António Vieira utiliza o docere quando transmite conhecimento ao seu auditório acerca de algumas figuras bíblicas ( S. Pedro, Caifás, Pilatos - argumentos de autoridade) e de como a sua vida transmite um determinado ensinamento/doutrina. Exemplo: "Vós, Pedro, sois o valente que havíeis de morrer por mim, e não pudeste uma hora vigiar comigo?".
Delectare: António Vieira utiliza o delectare quando recorre a recursos expressivos e aum discurso dinâmico para embelezar a sua obra e assim torná-la mais atrativa/persuasiva. Exemplo: " É possível que sendo vós uns peixinhos tão pequenos haveis de ser as roncas do mar?".
Movere: António Vieira utiliza o movere quando tenta modificar os comportamentos daqueles que compõem o seu auditório através da interação e interpelação do mesmo. Exemplo: " Amigos, roncadores, o verdadeiro conselho é calar, e imitar a Santo António.".
Exemplos humanos
Os exemplos humanos referidos no excerto são:
Pedro
Golias
Pilatos
Caifás
Argumentação
"Se com uma linha de coser e um alfinete torcido, vos pode pescar um aleijado, porque haveis de roncar tanto?"
(A crítica à arrogância dos peixes pequenos que se exibem sem razão.)
"Porque, ordinariamente, quem tem muita espada, tem pouca língua.”
(Quem tem verdadeira força, como o espadarte, não precisa de se vangloriar.)
"E se Cristo lha não mandara meter na bainha, eu vos prometo que havia de cortar mais orelhas que a de Malco."
(São Pedro vangloriou-se, mas falhou quando foi confrontado com a realidade.)
"O muito roncar antes da ocasião, é sinal de dormir nela."
(A presunção geralmente precede a falha.)
"Santo António... ninguém houve jamais que o ouvisse falar em saber ou poder, quanto mais blasonar disso."
(Santo António, apesar de grande saber e poder, nunca se vangloriava.)
Relação com a atualidade - Cartoon
A relação entre o peixe roncador, do Sermão de Santo António aos Peixes, e o cartoon A Arrogância do Desembargador, de Nando Motta, está na crítica ao orgulho e à vaidade humana. No sermão, o peixe roncador simboliza a arrogância, sendo repreendido por "roncar" e fazer barulho, uma metáfora para pessoas orgulhosas que se destacam apenas pela prepotência, sem virtudes. Já no cartoon, a figura do homem reflete uma autoridade arrogante e vaidosa, que, como o peixe roncador, faz "barulho" para impor sua posição, mas carece de mérito ou moralidade. Ambas as obras denunciam a futilidade do orgulho desmedido e valorizam ações virtuosas.
Contraste com Santo António
Santo António, apesar de ter grande saber e poder, nunca se vangloriava, tal como no excerto refere: "ninguém houve jamais que o ouvisse falar em saber ou poder, quanto mais blasonar disso."
Este contraste é feito para mostrar que, ao contrário dos roncadores, que se exibem sem razão, a verdadeira grandeza está na humildade e na ação silenciosa, como exemplificado por Santo António.
Repreensão ao peixe - Roncador
- Prometeram o que não iriam cumprir;
Alegoria
Neste excerto a alegoria diz respeito à:
- Presunção;
- Gabarolice;
- Arrogância;
- O peixe roncador é pequeno, facilmente apanhado, faz muito barulho sem ter poder real;
- Representa as pessoas que se exibem de forma exagerada sem justificação.
Recursos expressivos
""O muito roncar antes da ocasião, é sinal de dormir nela." Crítica os que se vangloriam sem fundamento, reforçando o contraste entre palavras e ações.
Metáfora
"Pouco há tanto roncar, e agora tanto dormir?" Contrapõe a atitude presunçosa (roncar) com a passividade (dormir), evidenciando a incoerência e a fragilidade de quem se exibe sem justificação.
Antítese
"Se com uma linha de coser e um alfinete torcido, vos pode pescar um aleijado, porque haveis de roncar tanto?" A ironia ridiculariza a presunção dos "peixes roncadores", mostrando a desproporção entre o seu pequeno tamanho e a sua grande arrogância.
comparação
Ariana_Joana_Luana_Maria_Rafael_11E_1P
Joana Veiga
Created on November 24, 2024
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Transcript
O Roncador
"Sermão de Santo António aos Peixes"
Trabalho realizado por: - Ariana nº 1 11ºE - Luana nº 13 11ºE - Joana nº 9 11ºE - Maria nº 15 11ºE - Rafael nº16 11ºE
Tópicos
Objetivos da eloquência
2.
c) Exemplos humanos
1.
Contextualização
3.
4.
Recursos expressivos
2.
2.
d) Alegoria
a) Repreensões ao peixe
2.
2.
5.
b) Argumentação
e) Contraste com Santo António
Cartoon
Contextualização
Estrutura externa: Capítulo V Estrutura interna: confirmação - repreensões aos peixes - vícios condenáveis em particular.
Objetivos da Eloquência
Docere: António Vieira utiliza o docere quando transmite conhecimento ao seu auditório acerca de algumas figuras bíblicas ( S. Pedro, Caifás, Pilatos - argumentos de autoridade) e de como a sua vida transmite um determinado ensinamento/doutrina. Exemplo: "Vós, Pedro, sois o valente que havíeis de morrer por mim, e não pudeste uma hora vigiar comigo?".
Delectare: António Vieira utiliza o delectare quando recorre a recursos expressivos e aum discurso dinâmico para embelezar a sua obra e assim torná-la mais atrativa/persuasiva. Exemplo: " É possível que sendo vós uns peixinhos tão pequenos haveis de ser as roncas do mar?".
Movere: António Vieira utiliza o movere quando tenta modificar os comportamentos daqueles que compõem o seu auditório através da interação e interpelação do mesmo. Exemplo: " Amigos, roncadores, o verdadeiro conselho é calar, e imitar a Santo António.".
Exemplos humanos
Os exemplos humanos referidos no excerto são:
Pedro
Golias
Pilatos
Caifás
Argumentação
"Se com uma linha de coser e um alfinete torcido, vos pode pescar um aleijado, porque haveis de roncar tanto?" (A crítica à arrogância dos peixes pequenos que se exibem sem razão.) "Porque, ordinariamente, quem tem muita espada, tem pouca língua.” (Quem tem verdadeira força, como o espadarte, não precisa de se vangloriar.) "E se Cristo lha não mandara meter na bainha, eu vos prometo que havia de cortar mais orelhas que a de Malco." (São Pedro vangloriou-se, mas falhou quando foi confrontado com a realidade.) "O muito roncar antes da ocasião, é sinal de dormir nela." (A presunção geralmente precede a falha.) "Santo António... ninguém houve jamais que o ouvisse falar em saber ou poder, quanto mais blasonar disso." (Santo António, apesar de grande saber e poder, nunca se vangloriava.)
Relação com a atualidade - Cartoon
A relação entre o peixe roncador, do Sermão de Santo António aos Peixes, e o cartoon A Arrogância do Desembargador, de Nando Motta, está na crítica ao orgulho e à vaidade humana. No sermão, o peixe roncador simboliza a arrogância, sendo repreendido por "roncar" e fazer barulho, uma metáfora para pessoas orgulhosas que se destacam apenas pela prepotência, sem virtudes. Já no cartoon, a figura do homem reflete uma autoridade arrogante e vaidosa, que, como o peixe roncador, faz "barulho" para impor sua posição, mas carece de mérito ou moralidade. Ambas as obras denunciam a futilidade do orgulho desmedido e valorizam ações virtuosas.
Contraste com Santo António
Santo António, apesar de ter grande saber e poder, nunca se vangloriava, tal como no excerto refere: "ninguém houve jamais que o ouvisse falar em saber ou poder, quanto mais blasonar disso." Este contraste é feito para mostrar que, ao contrário dos roncadores, que se exibem sem razão, a verdadeira grandeza está na humildade e na ação silenciosa, como exemplificado por Santo António.
Repreensão ao peixe - Roncador
Alegoria
Neste excerto a alegoria diz respeito à:
Recursos expressivos
""O muito roncar antes da ocasião, é sinal de dormir nela." Crítica os que se vangloriam sem fundamento, reforçando o contraste entre palavras e ações.
Metáfora
"Pouco há tanto roncar, e agora tanto dormir?" Contrapõe a atitude presunçosa (roncar) com a passividade (dormir), evidenciando a incoerência e a fragilidade de quem se exibe sem justificação.
Antítese
"Se com uma linha de coser e um alfinete torcido, vos pode pescar um aleijado, porque haveis de roncar tanto?" A ironia ridiculariza a presunção dos "peixes roncadores", mostrando a desproporção entre o seu pequeno tamanho e a sua grande arrogância.
comparação