ESCOLA BÁSICA POETA JOAQUIM SERRA
MECÂNICA
APLICAÇÕES DA SEGUNDA LEI DE NEWTON A CORPOS COM LIGAÇÕES E CONSIDERAÇÕES ENERGÉTICAS
Trabalho realizado por:
- João Carvalho Nº12
- Diogo Etaungo Nº3
- Guilherme Mata Nº8
- Júlio Carvalho Nº13
12ºB FÍSICA
ANO LETIVO 24/25
ÍNDICE
2. 2ª Lei de Newton
- Considerações energéticas
- Corpos com ligações
- Aplicação em divertimentos
1. Introdução
- Temas abordados e realização do trabalho
5. Conclusão
- Processo de pesquisa
- Subtemas abordados
- Eficácia do trabalho
3. Looping
4. Pêndulo Cónico
- Forças aplicadas em cada posição
- Variação de velocidade
- Condições de segurança
- Defenição
- Forças aplicadas
- Aplicação no dia-a-dia
INTRODUÇÃO
- O pêndulo cónico, analisando o movimento de um corpo em trajetória circular e as forças que atuam sobre o mesmo.
- O looping, investigando como as forças e energia interagem em movimentos circulares, como em montanhas-russas e estruturas similares.
Nesta apresentação falaremos sobre mecânica, onde iremos abordar as aplicações da Segunda Lei de Newton a corpos com ligações e considerações energéticas. Este trabalho foi desenvolvido em grupo, com cada membro encarregado de um tópico específico, realizando pesquisas e análises para garantir uma abordagem completa e colaborativa. O nosso objetivo é apresentar conceitos fundamentais da mecânica e as suas aplicações práticas. Ao longo dos diapositivos, abordaremos:
- As aplicações da Segunda Lei de Newton a corpos com ligações e considerações energéticas, destacando a importância da energia cinética, potencial e as interações dinâmicas.
Encerramos com uma conclusão, onde discutiremos o que aprendemos ao longo deste processo e compartilharemos as nossas impressões sobre o trabalho em equipa e os desafios enfrentados.
APLICAÇÃO DA SEGUNDA LEI DE NEWTON
Corpos com Ligações
Quando corpos estão conectados por fios ou hastes, a Segunda Lei é aplicada a cada corpo individualmente ou ao sistema como um todo como nestes exemplos:
Quando aplicamos esta lei a corpos com ligações e considerações energeticas muitas vezes utilizamos a formula:
Sistemas com polias e fios:
Elevadores, blocos conectados por fios sobre mesas ou inclinados.
Sistemas com molas:
Oscilações harmónicas simples.
Considerações Energéticas
Sistemas com barras rígidas
Ao complementar a Segunda Lei com conceitos de energia, podemos simplificar a análise:
Energia Cinética e Potencial:
Trabalho de Forças Não Conservativas:
Potência e Eficiência:
Movimento de corpos conectados por molas ou deslizamento em planos inclinados.
Em sistemas como motores ou mecanismos industriais.
Para forças dissipativas, como atrito, o trabalho reduz a energia mecânica do sistema.
W=ΔK
Aplicações da Mecânica em divertimentos
Carregue em cima para mais informação
Nos próximos slides aprofundaremos cada um destes exemplos
LOOPING
Looping é um movimento circular que aparece nos parques de diversão, desportos radicais e em experiências científicas.
No caso de ser o percurso todo, há zonas que desafiam a gravidade, esse movimento pode ser explicado pelas leis da física, mais especificamente, a segunda lei de newton, descrevendo a relação entre a massa e aceleração.
Representação de um looping
ANÁLISE DO LOOPING
Ponto 1 e 2
No ponto 1, o carrinho move-se em linha direta, não tendo forças externas influenciando a direção. No ponto 2, o carrinho começa o movimento circular, onde atuam forças para mantê-lo no trajeto.
As forças sendo: -Peso: continua para baixo; -Normal: cresce para sustentar o movimento circular, resultando da força centripeta.
Pela segunda lei de newton, temos conhecimento que precisamos de uma força resultante para que um objeto possa estar constantemente a mudar de direção, como no looping, e essa força é a força centrípeta.
Legenda: N: normal P: peso
Legenda: P: peso M: massa g: aceleração gravítica Fc: força centrípeta v: velocidade ac: aceleração centrípeta R: raio
ANÁLISE DO LOOPING
Pontos 3
Com o carrinho a caminho do meio do looping, a força do peso aumenta e a força normal diminui. A razão de que a força normal diminui é porque um dos componentes do peso, o peso radial, aumenta de acordo com a inclinação da pista, e a força normal diminui porque a soma da força normal e o peso têm de dar a força centrípeta
Legenda: N: normal P: peso
O componente do peso radial calcula-se com esta fórmula:
Então, a dedução da força normal ficaria assim:
Legenda: Pr: peso radial N: normal Fc: força centrípeta m: massa g: aceleração gravitica v: velocidade R:raio
ANÁLISE DO LOOPING
Ponto 4
No topo do looping, ambas a força normal e a força do peso contribuem para a força centrípeta, pois as forças têm a mesma direção com a força centrípeta.
Como tinhamos visto, a força normal têm de ser igual ou maior a 0:
No caso especial, de a força normal ser nula, toda a força centrípeta é fornecida pelo peso:
Neste caso, a velocidade mínima seria:
Legenda: P: Peso N: Normal
Legenda: P: peso N: normal Fc: força centrípeta v: velocidade g: aceleração gravítica R: raio
ANÁLISE DO LOOPING
Variação de velocidade
Imagem do loop
Ponto 1
Ponto 2
Neste ponto, o carrinho geralmente alcança sua maior velocidade inicial, acumulada pela conversão de energia potencial (da altura anterior) em energia cinética. A velocidade depende da altura do percurso anterior e do atrito.
Ao entrar na curva, a velocidade começa a diminuir gradualmente. Parte da energia cinética converte-se novamente em energia potencial à medida que o carrinho sobe. A força centrípeta age intensamente, ajudando a manter o carrinho no trajeto, mas o atrito e a resistência do ar também contribuem para a desaceleração.
Ponto 3
Ponto 4
No topo do looping, o carrinho atinge sua menor velocidade. Isto ocorre porque quase toda a energia cinética foi convertida em energia potencial (considerando atrito e resistência).
Ao descer do looping, a energia potencial armazenada no topo volta a ser convertida em energia cinética, fazendo o carrinho acelerar novamente. A velocidade aumenta até chegar à base do looping ou ao próximo trecho do percurso.
ANÁLISE DO LOOPING
Condições de segurança
Analisando situações com percursos curvos notamos que é essencial que as forças atuantes geram a força centrípeta, que leva-nos às condições de segurança: -O carrinho não pode sair da pista. -A força normal não pode ser menor do que 0.
Deduzindo a Condição de Segurança descobrimos que a velocidade têm de ser maior do que:
Se a velocidade for menor, a força Normal se anula e o carro perde contacto com a pista.
Legenda: Fc: força centrípeta N: normal P: peso m: massa v: velocidade R: raio g: aceleração gravítica
Variação de velocidade
No topo do looping, a força normal e o peso atuam na mesma direção, somando-se para gerar a força centrípeta necessária para manter o carrinho no trajeto
No meio do looping, a força do peso aumenta enquanto a força normal diminui. Isso ocorre porque parte do peso atua como componente radial, contribuindo para a força centrípeta necessária para manter o carrinho no trajeto
O carrinho entra no movimento circular, onde o peso e a força normal atuam, gerando a força centrípeta que o mantém no trajeto
O carrinho move-se em linha reta, usando a energia potencial acumulada sem forças externas alterando sua direção
A física do looping é aplicada em várias atrações como montanha-russas, e também certos conceitos é usado em estradas, especificamente as curvas e para as manobras de aviões. Aqui está um resumo simples de o que ocorre nas montanha-russas.
PÊNDULO CÓNICO
O Pêndulo Cónico é um sistema mecânico que consite numa massa suspensa por um fio ou haste que gira formando um movimento circular horizontal. Este movimento faz com que o fio forme um movimento constante em relação à vertical, descrevendo a forma de um cone.
Forças que atuam no corpo:
- Peso : Atua verticalmente para baixo;
- Tensão no fio : Atua ao longo do fio, com compentes vertical e horizontal ;
- Força centrípeta : Necessária para o movimento circular dirigida para o centro do circulo.
PÊNDULO CÓNICO
1. pêndulo cónico - diversão
No equilíbrio dinâmico, estas forças relacionam-se da seguinte forma:
- A componente vertical da força de tensão equilibra o peso da massa
𝑇
⋅
cos
𝜃
=
𝑚
⋅
𝑔
- A componente horizontal da tensão fornece a força centrípeta:
Aqui,
𝑣 é a velocidade tangencial da massa, e
𝑟 é o raio do círculo descrito pela massa, que pode ser calculado em função do comprimento do fio 𝐿 e do ângulo 𝜃: 𝑟
=
𝐿
⋅
sin
𝜃
O pêndulo cónico demonstra equilíbrio dinâmico no movimento circular uniforme, onde a força de tensão sustenta a massa e sua componente horizontal gera a força centrípeta. A velocidade e o período dependem do comprimento do fio e do ângulo com a vertical.
APLICAÇÕES DO PÊNDULO CÓNICO
O pêndulo cónico tem uma aplicação prática direta em atrações de parques de diversão, especialmente naquelas que envolvem movimentos circulares.
F cosθ
Fg
CONCLUSÃO
Neste trabalho, explicamos com detalhe e pertinência dois tópicos muito estudados pela comunidade da física. Recorrendo a variadas fontes de informação (websites, livros, enciclopédias, etc), respondemos às questões mais relevantes acerca do Looping, 2ª Lei de Newton e do Pêndulo Cónico com a maior credibilidade possível.
Procuramos explicar detalhadamente de cada tópico, procurando ser o mais objetivos possível , enquanto não limitamos o fornecimento de informações elementares. Fazemos referência às forças aplicadas e mudanças de velocidade em todos os pontos dos movimentos descritos, assim como as fórmulas necessárias aos calculos das mesmas. Também incluimos Condições de segurança, permitindo aos leitores ficarem mais conscientes acerca dos perigos que podem ocorrer se as e como os prevenir.
Além disso, incluimos elementos interativos com a finalidade de que a experiência de visualização e internalização dos elementos seja mais eficaz e divertida, abrangendo assim uma maior retência de conhecimentos.
Bibliografia
physicsclassroom
https://www.physicsclassroom.com/Class/newtlaws/u2l2a.cfm
wikipedia
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Looping
https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%AAndulo_c%C3%B4nico
scielo
https://www.scielo.br/j/rbef/a/rMpmpwn9z8JjpWYHbf5GLXG/
casadasciencias
https://www.casadasciencias.org/recurso/6076
fisicalidades
https://fisicalidades.com/2021/08/17/a-fisica-do-loop/
khanacademy
https://www.khanacademy.org/
VENTURA, Graça et al. 12 F, Física - 12ºAno, Texto Editores, Lisboa, 2023
livescience
https://www.livescience.com/32616-how-roller-coasters-work.html.
CARREGA EM CADA ELEMENTO PARA SABER MAIS SOBRE CADA TÓPICO
Pêndulo Cônico
Looping
Projeto "Mecânica"
Trabalho de Fisisca
Created on November 22, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Terrazzo Presentation
View
Visual Presentation
View
Relaxing Presentation
View
Modern Presentation
View
Colorful Presentation
View
Modular Structure Presentation
View
Chromatic Presentation
Explore all templates
Transcript
ESCOLA BÁSICA POETA JOAQUIM SERRA
MECÂNICA
APLICAÇÕES DA SEGUNDA LEI DE NEWTON A CORPOS COM LIGAÇÕES E CONSIDERAÇÕES ENERGÉTICAS
Trabalho realizado por:
12ºB FÍSICA
ANO LETIVO 24/25
ÍNDICE
2. 2ª Lei de Newton
1. Introdução
5. Conclusão
3. Looping
4. Pêndulo Cónico
INTRODUÇÃO
Nesta apresentação falaremos sobre mecânica, onde iremos abordar as aplicações da Segunda Lei de Newton a corpos com ligações e considerações energéticas. Este trabalho foi desenvolvido em grupo, com cada membro encarregado de um tópico específico, realizando pesquisas e análises para garantir uma abordagem completa e colaborativa. O nosso objetivo é apresentar conceitos fundamentais da mecânica e as suas aplicações práticas. Ao longo dos diapositivos, abordaremos:
Encerramos com uma conclusão, onde discutiremos o que aprendemos ao longo deste processo e compartilharemos as nossas impressões sobre o trabalho em equipa e os desafios enfrentados.
APLICAÇÃO DA SEGUNDA LEI DE NEWTON
Corpos com Ligações
Quando corpos estão conectados por fios ou hastes, a Segunda Lei é aplicada a cada corpo individualmente ou ao sistema como um todo como nestes exemplos:
Quando aplicamos esta lei a corpos com ligações e considerações energeticas muitas vezes utilizamos a formula:
Sistemas com polias e fios:
Elevadores, blocos conectados por fios sobre mesas ou inclinados.
Sistemas com molas:
Oscilações harmónicas simples.
Considerações Energéticas
Sistemas com barras rígidas
Ao complementar a Segunda Lei com conceitos de energia, podemos simplificar a análise:
Energia Cinética e Potencial:
Trabalho de Forças Não Conservativas:
Potência e Eficiência:
Movimento de corpos conectados por molas ou deslizamento em planos inclinados.
Em sistemas como motores ou mecanismos industriais.
Para forças dissipativas, como atrito, o trabalho reduz a energia mecânica do sistema.
W=ΔK
Aplicações da Mecânica em divertimentos
Carregue em cima para mais informação
Nos próximos slides aprofundaremos cada um destes exemplos
LOOPING
Looping é um movimento circular que aparece nos parques de diversão, desportos radicais e em experiências científicas.
No caso de ser o percurso todo, há zonas que desafiam a gravidade, esse movimento pode ser explicado pelas leis da física, mais especificamente, a segunda lei de newton, descrevendo a relação entre a massa e aceleração.
Representação de um looping
ANÁLISE DO LOOPING
Ponto 1 e 2
No ponto 1, o carrinho move-se em linha direta, não tendo forças externas influenciando a direção. No ponto 2, o carrinho começa o movimento circular, onde atuam forças para mantê-lo no trajeto.
As forças sendo: -Peso: continua para baixo; -Normal: cresce para sustentar o movimento circular, resultando da força centripeta.
Pela segunda lei de newton, temos conhecimento que precisamos de uma força resultante para que um objeto possa estar constantemente a mudar de direção, como no looping, e essa força é a força centrípeta.
Legenda: N: normal P: peso
Legenda: P: peso M: massa g: aceleração gravítica Fc: força centrípeta v: velocidade ac: aceleração centrípeta R: raio
ANÁLISE DO LOOPING
Pontos 3
Com o carrinho a caminho do meio do looping, a força do peso aumenta e a força normal diminui. A razão de que a força normal diminui é porque um dos componentes do peso, o peso radial, aumenta de acordo com a inclinação da pista, e a força normal diminui porque a soma da força normal e o peso têm de dar a força centrípeta
Legenda: N: normal P: peso
O componente do peso radial calcula-se com esta fórmula:
Então, a dedução da força normal ficaria assim:
Legenda: Pr: peso radial N: normal Fc: força centrípeta m: massa g: aceleração gravitica v: velocidade R:raio
ANÁLISE DO LOOPING
Ponto 4
No topo do looping, ambas a força normal e a força do peso contribuem para a força centrípeta, pois as forças têm a mesma direção com a força centrípeta.
Como tinhamos visto, a força normal têm de ser igual ou maior a 0:
No caso especial, de a força normal ser nula, toda a força centrípeta é fornecida pelo peso:
Neste caso, a velocidade mínima seria:
Legenda: P: Peso N: Normal
Legenda: P: peso N: normal Fc: força centrípeta v: velocidade g: aceleração gravítica R: raio
ANÁLISE DO LOOPING
Variação de velocidade
Imagem do loop
Ponto 1
Ponto 2
Neste ponto, o carrinho geralmente alcança sua maior velocidade inicial, acumulada pela conversão de energia potencial (da altura anterior) em energia cinética. A velocidade depende da altura do percurso anterior e do atrito.
Ao entrar na curva, a velocidade começa a diminuir gradualmente. Parte da energia cinética converte-se novamente em energia potencial à medida que o carrinho sobe. A força centrípeta age intensamente, ajudando a manter o carrinho no trajeto, mas o atrito e a resistência do ar também contribuem para a desaceleração.
Ponto 3
Ponto 4
No topo do looping, o carrinho atinge sua menor velocidade. Isto ocorre porque quase toda a energia cinética foi convertida em energia potencial (considerando atrito e resistência).
Ao descer do looping, a energia potencial armazenada no topo volta a ser convertida em energia cinética, fazendo o carrinho acelerar novamente. A velocidade aumenta até chegar à base do looping ou ao próximo trecho do percurso.
ANÁLISE DO LOOPING
Condições de segurança
Analisando situações com percursos curvos notamos que é essencial que as forças atuantes geram a força centrípeta, que leva-nos às condições de segurança: -O carrinho não pode sair da pista. -A força normal não pode ser menor do que 0.
Deduzindo a Condição de Segurança descobrimos que a velocidade têm de ser maior do que:
Se a velocidade for menor, a força Normal se anula e o carro perde contacto com a pista.
Legenda: Fc: força centrípeta N: normal P: peso m: massa v: velocidade R: raio g: aceleração gravítica
Variação de velocidade
No topo do looping, a força normal e o peso atuam na mesma direção, somando-se para gerar a força centrípeta necessária para manter o carrinho no trajeto
No meio do looping, a força do peso aumenta enquanto a força normal diminui. Isso ocorre porque parte do peso atua como componente radial, contribuindo para a força centrípeta necessária para manter o carrinho no trajeto
O carrinho entra no movimento circular, onde o peso e a força normal atuam, gerando a força centrípeta que o mantém no trajeto
O carrinho move-se em linha reta, usando a energia potencial acumulada sem forças externas alterando sua direção
A física do looping é aplicada em várias atrações como montanha-russas, e também certos conceitos é usado em estradas, especificamente as curvas e para as manobras de aviões. Aqui está um resumo simples de o que ocorre nas montanha-russas.
PÊNDULO CÓNICO
O Pêndulo Cónico é um sistema mecânico que consite numa massa suspensa por um fio ou haste que gira formando um movimento circular horizontal. Este movimento faz com que o fio forme um movimento constante em relação à vertical, descrevendo a forma de um cone.
Forças que atuam no corpo:
PÊNDULO CÓNICO
1. pêndulo cónico - diversão
No equilíbrio dinâmico, estas forças relacionam-se da seguinte forma:
- A componente vertical da força de tensão equilibra o peso da massa
𝑇 ⋅ cos 𝜃 = 𝑚 ⋅ 𝑔- A componente horizontal da tensão fornece a força centrípeta:
Aqui, 𝑣 é a velocidade tangencial da massa, e 𝑟 é o raio do círculo descrito pela massa, que pode ser calculado em função do comprimento do fio 𝐿 e do ângulo 𝜃: 𝑟 = 𝐿 ⋅ sin 𝜃O pêndulo cónico demonstra equilíbrio dinâmico no movimento circular uniforme, onde a força de tensão sustenta a massa e sua componente horizontal gera a força centrípeta. A velocidade e o período dependem do comprimento do fio e do ângulo com a vertical.
APLICAÇÕES DO PÊNDULO CÓNICO
O pêndulo cónico tem uma aplicação prática direta em atrações de parques de diversão, especialmente naquelas que envolvem movimentos circulares.
F cosθ
Fg
CONCLUSÃO
Neste trabalho, explicamos com detalhe e pertinência dois tópicos muito estudados pela comunidade da física. Recorrendo a variadas fontes de informação (websites, livros, enciclopédias, etc), respondemos às questões mais relevantes acerca do Looping, 2ª Lei de Newton e do Pêndulo Cónico com a maior credibilidade possível.
Procuramos explicar detalhadamente de cada tópico, procurando ser o mais objetivos possível , enquanto não limitamos o fornecimento de informações elementares. Fazemos referência às forças aplicadas e mudanças de velocidade em todos os pontos dos movimentos descritos, assim como as fórmulas necessárias aos calculos das mesmas. Também incluimos Condições de segurança, permitindo aos leitores ficarem mais conscientes acerca dos perigos que podem ocorrer se as e como os prevenir.
Além disso, incluimos elementos interativos com a finalidade de que a experiência de visualização e internalização dos elementos seja mais eficaz e divertida, abrangendo assim uma maior retência de conhecimentos.
Bibliografia
physicsclassroom
https://www.physicsclassroom.com/Class/newtlaws/u2l2a.cfm
wikipedia
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Looping
https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%AAndulo_c%C3%B4nico
scielo
https://www.scielo.br/j/rbef/a/rMpmpwn9z8JjpWYHbf5GLXG/
casadasciencias
https://www.casadasciencias.org/recurso/6076
fisicalidades
https://fisicalidades.com/2021/08/17/a-fisica-do-loop/
khanacademy
https://www.khanacademy.org/
VENTURA, Graça et al. 12 F, Física - 12ºAno, Texto Editores, Lisboa, 2023
livescience
https://www.livescience.com/32616-how-roller-coasters-work.html.
CARREGA EM CADA ELEMENTO PARA SABER MAIS SOBRE CADA TÓPICO
Pêndulo Cônico
Looping