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12ª Aula - CBE -2º ano-(2024)

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Transcript

12ª aula

Lei da Justicia, do Amor e da Caridade

Curso Básico de Espiritismo - 2º Ano - Módulo 3 22/11/2024

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ÍNDICE

A.1. Justiça e Direito Natural

QuestionÁrio A

questionário b

A.2. Direito de Propriedade. Roubo

questionário c

B.1. Caridade e amor ao próximo

Bibliogrfia

B.2. Amor mAternAl e filial

agradecimento

C.1. Necessidade da caridade segundo são paulo

Lei da Justiça, do Amor e da Caridade

A.1.

Justiça e Direito NaturalJustiça é a virtude moral pela qual se atribui a cada indivíduo o que lhe é de direito; é um sentimento natural, inerente ao ser humano, e não resultado de ideias adquiridas, pois consiste no respeito ao direito de cada um. O sentimento de justiça está de tal modo patente na natureza que o próprio homem se revolta à simples ideia de uma injustiça. O progresso moral desenvolve este sentimento, que é o mesmo para todos; o que varia é a sua expressão, em função do grau evolutivo dos Espíritos.

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A.1.

Lei da Justiça, do Amor e da Caridade (2)

A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um (LE, 875). Esses direitos são determinados por duas leis: a lei natural e a lei humana. [3] 1ª - A primeira (lei natural) é eterna, imutável, e sua origem identifica -se com a própria natureza de Deus, sendo sempre a mesma para todos. Deus não fez uns de limo mais puro que outros e todos são iguaisperante Ele. Esses direitos são eternos; os estabelecidos pelos homens perecem com as instituições (LE, 878a). 2ª - A segunda, (Lei dos homens) compreendendo um conjunto de leis ou normas que regem as relações entre os homens, é feita de acordo com seus interesses, seus costumes, seu caráter, estabelecendo regras que podem variar com o progresso moral e intelectual. [4] O direito dos homens, portanto, nem sempre corresponde à verdadeira justiça; ele só regula algumas relações sociais, porque há uma infinidade de atos que dizem respeito tão somente à consciência de cada um.

LE 875

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a.2.

Direito de Propriedade. o Roubo

LE 880

  • O primeiro de todos os direitos naturais do homem é o de viver, pois a vida é necessária para o aperfeiçoamento dos seres; é por isso que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, ou fazer qualquer coisa que possa comprometer a existência corpórea dele (LE, 880). [6]
  • [7] Deste direito inalienável decorre o direito à propriedade, porque esta é fruto que nasce de um outro direito, tão sagrado quanto o de viver: o de trabalhar.
  • [7-b] Todos os bens que o homem junta através do trabalho honesto, sem ter causado prejuízo moral ou material a outros, constitui-se em propriedade legítima, que ele tem o direito de defender e que lhe permitirá o devido repouso, quando não possa mais trabalhar.

LE 8 83

LE 884

LE 885

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b.1.

Caridade e Amor ao Próximo (1)

LE 886

  • O verdadeiro sentido da palavra caridade, tal como ensinou Jesus, traduz-se na benevolência para com todos, na indulgência para com as imperfeições alheias e no perdão das ofensas recebidas; tem-se então que caridade é a expressão maior do amor pelo semelhante. [10]
  • O amor e a caridade tornam-se uma extensão da Lei de Justiça, pois este amor ao próximo significa fazer-lhe todo o bem que cada um gostaria que lhe fosse feito; nenhuma criatura pode exigir do seu semelhante que seja tolerante, indulgente e bondoso, se ele mesmo não proceder da mesma forma para com os outros.
  • Para acentuar ainda mais a necessidade deste amor, Jesus ainda disse: "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei".

LE 887

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b.1.

Caridade e Amor ao Próximo (2)

LE 880

  • [11] Deste modo, a caridade não se limita apenas aos aspectos materiais, mas abrange em sua essência a vida de relação em todos os pormenores de uma estrutura social, fundamentando-se a partir de algumas atitudes:
  • — Indulgência, que é a tolerância, a compreensão para com os defeitos do próximo, sem humilhar ou constranger também aquele que está em posição inferior, pois qualquer que seja nosso grau de evolução, estamos sempre colocados entre um superior que nos guia e nos aperfeiçoa, e um inferior, perante o qual temos deveres a cumprir.
  • Não cabe a ninguém atirar a primeira pedra, pois todos são devedores, todos têm defeitos a corrigir, tentações a vencer, hábitos a modificar;

LE 883

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b.1.

Caridade e Amor ao Próximo (3)

  • — Benevolência é a boa vontade em ajudar desinteressadamente os que precisam de ajuda, com verdadeiro afeto e respeito pelos seus problemas; é saber falar e ouvir, dando ânimo àquele que desfalece, ressaltando suas qualidades ao invés de apontar seus erros;
  • — Perdão no mais amplo sentido de esquecimento da falta recebida; perdoar cada ofensa quantas vezes se fizer necessário.
  • Perdoar significa não somente esquecer o mal recebido, mas também não desejar nenhum mal a quem o pratica, inclusive aos "inimigos", dos quais não se deve guardar rancor ou desejo de vingança, mas procurar ajudar para que possam reparar os erros cometidos.

LE 888

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C.1.

Amor Maternal e Filial

[15] O lar é a morada material temporária, onde muitos Espíritos antagônicos reencarnam amparados pela tutela do amor maternal, sentimento instintivo, comum tanto para os homens como para os animais, embora nestes tal amor seja limitado às necessidades de sobrevivência de cada espécie; esta limitação explica o fato do amor maternal entre os animais se extinguir tão logo os filhotes se desprendam da mãe. No homem, contudo, este amor persiste por toda a vida e comporta um devotamento e uma abnegação que constituem virtudes (LE, 890).

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LE 890

Necessidade da Caridade Segundo o Apóstolo Paulo

Ainda que eu falasse todas as línguas dos homens e mesmo a língua dos anjos, se não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine (I Coríntios, 13:1). Indubitavelmente, não existe melhor definição de caridade do que esta que Paulo de Tarso transmitiu aos Coríntios em sua l." Epístola.Nela, o apóstolo situa a prática da caridade acima de qualquer outra virtude, mesmo acima da fé e da esperança, corroborando com a assertiva de Jesus "a cada um será dado segundo as suas obras".

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Necessidade da Caridade Segundo o Apóstolo Paulo (2)

A necessidade da caridade, segundo o apóstolo, é amar a todos simplesmente pelo desejo de amar, é suprir a carência afetiva inerente à própria condição humana, é o desejo sincero de fazer algo em benefício do bem comum. A Lei de Sociedade impulsiona o homem, na sua vida de relação, a desenvolver suas potencialidades; enquanto inteligência infinita seu patrimônio intelectual e moral se expande e se aprimora à medida que participa ativamente da vida familiar e social pela necessidade inerente de auxílio mútuo, através da caridade, base angular de todo relacionamento social.

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Necessidade da Caridade Segundo o Apóstolo Paulo (3)

Nada exprime melhor o pensamento de Jesus, nem melhor resume os deveres das criaturas do que o lema "Forada caridade não há salvação", por abranger em seu conteúdo toda a essência do mais puro Cristianismo. Por isto, a bandeira da Doutrina Espírita é a caridade, e a sua inscrição é "Fora da caridade não há salvação", basefundamental para a evolução do Espírito, porque sem ela o homem construiria sua casa sobre areia.

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Questionário

  • B ) Caridade e Amor ao Próximo — Amor Materno e Filial:
  • 1) Comente o ensinamento de Jesus — "Amai-vos uns aos outros, corno eu vos amei".
  • 2) Quais as atitudes que fundamentam a verdadeira caridade? Explicar.
  • 3) Como a Doutrina Espírita encara o amor maternal e filial?
  • A) Justiça e Direito Natural— Direito de Propriedade — Roubo:
  • 1) O sentimento de justiça é natural, ou resulta de ideias adquiridas?
  • 2) Em que se diferem a lei humana e a lei natural ou divina? "
  • 3) O que caracteriza a propriedade legítima?
  • C ) Necessidade da Caridade Segundo o Apóstolo Paulo:
  • 1) Defina a caridade, segundo o apóstolo Paulo.
  • 2) Discorra sobre a máxima: "Fora da caridade não há salvação".
  • 3) De que forma pode-se praticar a caridade no dia-a-dia?

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A verdadeira propriedade

é aquela que se leva deste mundo,

  • a inteligência
  • o conhecimento adquirido
  • o bem feito ao próximo
  • as qualidades morais
  • a consciência tranquila

(Mateus 6:19-21)