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Infográfico Sociologia ODS 3.4

Martim Moreira

Created on November 20, 2024

Doenças não transmissíveis

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Transcript

As doenças não transmissíveis

As doenças não transmissíveis contextualização

41M

74%

Causam quase 3/4 de mortes do mundo atingindo 74% das mortes mundiais.

Matam cerca de 41 milhões de pessoas todos os anos.

Análise

Next

Doenças não transmissíveis

Portugal

As doenças não transmissíveis são responsáveis por cerca de 71% dos 57 milhões de mortes globais.

Fatores de risco

Hipertensão arterial (%)

Tabaco nos jovens (%)

Obesidade (%)

Probabilidade (%) de mortes prematuras

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Doenças não transmissíveis

Proporção de mortes por doenças não transmissíveis (%)
GLOBAL

74%

Dados sobre as DNT (Global)

Mortalidade Prematura

47%

Países de médio/baixo nível de desenvolvimento

82%

Como devemos olhar para as DNT

Fatores de risco

80%

Tipos de DNT (Global)

As doenças não transmissíveis (DNT) são doenças crónicas que, ao contrário da maioria das patologias, não provêm de infeções e tendem a agravar-se com o tempo. Registam uma elevada taxa de mortes a nível global, tais como: Doenças do aparelho circulatório (ataque cardíaco e AVC), tumores malignos, doenças do sistema respiratório crónico (asma e DPOC), diabetes tipo 2, entre outras. Estes estão relacionados a fatores de risco que podem ser evitados, como tabagismo, alimentação inadequada, sedentarismo e consumo excessivo de álcool. Também a poluição e as desigualdades sociais entre instituições que a agravaram. Evitar o surgimento e a promoção desses tipos de doenças implica fazer mudanças no estilo de vida e incentivar ações coletivas, como a adoção de políticas saudáveis e o acesso ao tratamento por parte dos pacientes.

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Estudo estima que em 2022 havia mais de mil milhões de obesos no mundo Em Portugal, a obesidade atingia 2,3 milhões de adultos e 107 mil crianças e adolescentes (dos cinco aos 19 anos) em 2022. Nos adultos, a taxa de prevalência da obesidade variava no país, nesse ano, entre 22% (homens) e 23% (mulheres). Nas crianças e jovens, a prevalência oscilava entre 6,4% (raparigas) e 9,3% (rapazes). Desde 1990, a prevalência da doença aumentou em Portugal tanto em adultos - 14,3 pontos percentuais nos homens e 7,0 pontos percentuais nas mulheres - como em crianças e adolescentes - 1,6 pontos percentuais nas raparigas e 4,4 pontos percentuais nos rapazes.

https://www.publico.pt/2024/03/01/ciencia/noticia/estudo-estima-2022-mil-milhoes-obesos-mundo-2082165

Referência:

https://www.publico.pt/2024/03/01/ciencia/noticia/estudo-estima-2022-mil-milhoes-obesos-mundo-2082165

Em 2015 a percentagem de alunos dos 13 aos 18 anos, do ensino público, que respondeu já ter consumido cigarros foi de 39%. Este valor foi igual em ambos os sexos. Aos 13 anos, disseram já ter consumido cigarros 11,1% dos rapazes e 12,3% das raparigas; aos 18 anos, 59,3% dos rapazes e 58,3% das raparigas. Quanto à idade de consumo do primeiro cigarro, em 2015, dos alunos inquiridos com 18 anos, 34,2% disseram ter iniciado o consumo entre os 13 e os 15 anos, 15,7% entre os 16 e os 18 anos, 10,2% entre os 10 e os 12 anos e 2,6% abaixo dos 10 anos. 37,3% disseram nunca ter fumado cigarros

Referência:

https://www.sns.gov.pt/wp-content/uploads/2019/11/RelatorioTabaco2019.pdf.pdf

Um número estimado de 1,28 mil milhões de adultos com idades entre 30 e 79 anos em todo o mundo sofre de hipertensão, sendo que a maioria (dois terços) vive em países de baixo e médio rendimento. Estima-se que 46% dos adultos com hipertensão não sabem que têm a condição. Menos de metade dos adultos (42%) com hipertensão são diagnosticados e tratados. Aproximadamente 1 em cada 5 adultos (21%) com hipertensão tem a condição sob controlo. A hipertensão é uma das principais causas de morte prematura em todo o mundo. Um dos objetivos globais para as doenças não transmissíveis é reduzir a prevalência da hipertensão em 33% entre 2010 e 2030.

Em Portugal estima-se que a prevalência de hipertensão arterial na população adulta seja de 42,6%. Dos doentes com hipertensão arterial, menos de metade estão medicados com fármacos anti hipertensores e só 11,2% estão controlados.Em 2015, 2.4 milhões de portugueses (36,0%) eram hipertensos. A hipertensão foi mais frequente nos homens (39,6%), nos mais idosos (71,3%), nos indivíduos sem atividade profissional (64,5%) e nos indivíduos com menos escolaridade (62,6%). Considerando apenas os valores da tensão arterial medidos, mais de um terço dos portugueses (37,3%) tinha valores ótimos.

Referências:

https://www.insa.min-saude.pt/infografico-insa-%E2%94%80-hipertensao/

Um número estimado de 1,28 mil milhões de adultos com idades entre 30 e 79 anos em todo o mundo sofre de hipertensão, sendo que a maioria (dois terços) vive em países de baixo e médio rendimento. Estima-se que 46% dos adultos com hipertensão não sabem que têm a condição. Menos de metade dos adultos (42%) com hipertensão são diagnosticados e tratados. Aproximadamente 1 em cada 5 adultos (21%) com hipertensão tem a condição sob controlo. A hipertensão é uma das principais causas de morte prematura em todo o mundo. Um dos objetivos globais para as doenças não transmissíveis é reduzir a prevalência da hipertensão em 33% entre 2010 e 2030.

Análise em comparação com o mundo

Neste site que colocamos aqui em baixo é possível analisar vários dados e valores relativos ás doenças não transmissíveis no mundo.

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