como funciona a doação de órgãos
Pessoas vivas ou falecidas podem ser doadoras de órgãos
em vida
A pessoa interessada em fazer doação de órgãos precisa ter pelo menos 21 anos de idade, e a doação não pode prejudicar sua própria saúde.
Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. A doação de órgãos de pessoas vivas que não são parentes só acontece mediante autorização judicial.
O doador vivo pode doar:
um dos rins
parte do fígado
parte do pulmão
parte da medula óssea
retirada dos órgãos
Após a morte
Ainda em vida, a pessoa deve comunicar aos familiares que quer ser doadora de órgãos, mas a retirada dos órgãos só é feita com a autorização da família, que pode respeitar ou não a escolha do ente querido.
Não é preciso registrar a intenção de ser doador em cartórios, nem informar em documentos.
Nos casos de quem nunca se manifestou sobre doar órgãos, profissionais de saúde podem conversar com a família de um paciente com morte encefálica sobre a possibilidade de doação. A partir disso, a família decide se quer ou não que os órgãos sejam doados.
O doador falecido pode doar:
orgãos
rins
coração
fígado
intestino
pâncreas
pulmão
tecidos
córneas
válvulas
tendões
músculos
ossos
pele
cartilagem
veias e artérias
sangue do cordão umbilical
medula óssea
Fonte: Ministério da Saúde e Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
Como funciona a doação de órgãos
Augusto Fernandes
Created on November 19, 2024
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como funciona a doação de órgãos
Pessoas vivas ou falecidas podem ser doadoras de órgãos
em vida
A pessoa interessada em fazer doação de órgãos precisa ter pelo menos 21 anos de idade, e a doação não pode prejudicar sua própria saúde.
Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. A doação de órgãos de pessoas vivas que não são parentes só acontece mediante autorização judicial.
O doador vivo pode doar:
um dos rins
parte do fígado
parte do pulmão
parte da medula óssea
retirada dos órgãos
Após a morte
Ainda em vida, a pessoa deve comunicar aos familiares que quer ser doadora de órgãos, mas a retirada dos órgãos só é feita com a autorização da família, que pode respeitar ou não a escolha do ente querido.
Não é preciso registrar a intenção de ser doador em cartórios, nem informar em documentos.
Nos casos de quem nunca se manifestou sobre doar órgãos, profissionais de saúde podem conversar com a família de um paciente com morte encefálica sobre a possibilidade de doação. A partir disso, a família decide se quer ou não que os órgãos sejam doados.
O doador falecido pode doar:
orgãos
rins
coração
fígado
intestino
pâncreas
pulmão
tecidos
córneas
válvulas
tendões
músculos
ossos
pele
cartilagem
veias e artérias
sangue do cordão umbilical
medula óssea
Fonte: Ministério da Saúde e Associação Brasileira de Transplante de Órgãos