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Auditoria - Artigo

Sandra Afonso

Created on November 19, 2024

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Transcript

Audit committee diversity and corporate scandals: Evidence from the UK

Stephen Armstrong; Craig McLaughlin; Maha W. Moustafa; Ahmed A. Elamer

Auditoria Financeira e Controlo

Maria João TralhãoSandra AfonsoJéssica Oliveira

16 de dezembro de 2024

Docente: Sónia Rito

Sumário

1.

Introdução

2.

Literatura existente e desenvolvimento de hipóteses

3.

Método de pesquisa

4.

Resultados e discussão

5.

Conclusão

6.

Referências bibliográficas

1. Introdução

Contexto e motivação

  • Escândalos corporativos como Enron, crise de 2008, Carillion e Thomas Cook evidenciam a importância do Código do Governo das Sociedades do Reino Unido.
  • Os Comités de Auditoria são ferramentas essenciais do Código do Governo das Sociedades do Reino Unido , mas ainda são subestimados no contexto de fraudes e sanções.
  • Apesar das melhorias do Código do Governo das Sociedades do Reino Unido, os escândalos continuam a ocorrer e surge assim a necessidade de avaliar a eficácia das diretrizes.
  • Objetivo do estudo: preencher lacunas entre a qualidade dos relatórios financeiros e a estrutura/diversidade dos comités de auditoria, analisando a sua relação com fraudes e escândalos.

Info

1. Introdução

Comités de Auditoria

  • Importância de estudar estrutura/diversidade:
    • Carga de trabalho: Desafios crescentes em responsabilidades regulamentares e riscos de litígios.
    • Composição limitada: Nem todos os membros do conselho participam nos comités.
    • Diversidade: Promove experiências mais gerais, estratégicas e orientadas para o desempenho conseguindo, assim, mitigar a probabilidade de fraudes, escândalos e sanções.
    • A diversidade e estrutura dos comités podem ser sinais de alerta para investidores.

2. Literatura Existente e Desenvolvimento de Hipóteses

2.1. Diversidade de Género no Comité de Auditoria

2.5. Participação acionista do Comité de Auditoria

2.6. Dimensão do Comité de Auditoria

2.2. Expertise financeira no Comité de Auditoria

2.7. Atividade do Comité de Auditoria

2.3. Tempo de mandato dos membros do Comité de Auditoria

2.8. Comité de Auditoria e outros cargos de direção

2.4. Independência do Comité de Auditoria

2.1. Diversidade de Género no Comité de Auditoria

  • O Código do Governo das Sociedades do Reino Unido de 2018 incentiva a diversidade de género sem impor percentagens mas destaca o seu benefício.
  • Estudos sugerem que as mulheres contribuem significativamente para a eficácia dos Comités de Auditoria devido a características como: aversão ao risco e maior monitoramento, postura ética, qualidade dos relatórios financeiros, redução de erros e melhoria na legibilidade e qualidade.
  • Em contrapartida são apontadas algumas limitações pois existem autores que acreditam que os beneficios podem não estar apenas relacionados com a presença feminina.

2.1. Diversidade de Género no Comité de Auditoria

Hipótese 1

A representação feminina no Comité de Auditoria tem um efeito significativo na probabilidade de escândalos corporativos.

Hipótese 2

A representação feminina na presidência do Comité de Auditoria tem efeito significativo na probabilidade de escândalos corporativos.

2.2. Expertise financeira no Comité de Auditoria

  • A experiência financeira tem impactos positivos nos comités de auditoria, tais como:
    • Honorários de auditoria são menores pois os especialistas financeiros têm formação contabilística, sugerindo maior confiança e menor necessidade de auditorias extensas
    • Relatórios financeiros mais transparentes;
    • Respostas rápidas a crises pois as reações tendem a ser mais ágeis.
  • O Código do Governo das Sociedades do Reino Unido de 2018 exige que pelo menos um membro do comité tenha experiência financeira recente e relevante mas não especifica critérios detalhados.
  • Nos EUA, a SOX possui definições mais rigorosas, incluindo conhecimentos contabilísticos e supervisão financeira.

2.2. Expertise financeira no Comité de Auditoria

Hipótese 3

As qualificações profissionais de contabilidade do comité de auditoria têm efeito significativo na probabilidade de escândalo corporativo.

Hipótese 4

A experiência em auditoria do comité de auditoria tem efeito significativo na probabilidade de escândalo corporativo.

2.3. Tempo de mandato dos membros do Comité de Auditoria

  • O Código do Governo das Sociedades do Reino Unido de 2018 não especifíca diretrizes sobre o tempo de mandato no Comité de Auditoria, apenas define que diretores não executivos com mais de nove anos no conselho perdem o estatudo de independentes.
  • Em relação à duração dos mandatos existem citações de pontos positivos e pontos negativos.
    • Positivo: : Maior permanência pode aprimorar o conhecimento da empresa, melhorando a supervisão.
    • Negativo: Podem levar a ameaças de familiaridade, comprometendo a objetividade.
  • Por outro lado, existem também teorias de que não existe relação entre o tempo de mandato e a gestão de resultados, assim como, a influência do tempo de mandato na evidência de fraudes.

2.3. Tempo de mandato dos membros do Comité de Auditoria

Hipótese 5

O tempo de mandato dos membros do Comité de Auditoria afeta significativamente a probabilidade de escândalos corporativos.

2.4. Independência do Comité de Auditoria

O Código do Governo das Sociedades do Reino Unido de 2018 exige que Comités de Auditoria sejam compostos por diretores não executivos independentes, promovendo a objetividade e protegendo auditores externos contra influências indevidas.

Limitações e Contradições

Benefícios

  • Impacto da dependência isolada
    • Independência, por si só, não garante resultados financeiros éticos, sendo mais eficaz quando combinada com expertise financeira.
  • Influência da remuneração
    • Remuneração excessiva pode comprometer a objetividade, criando alinhamentos financeiros indevidos.
    • Remuneração adequada incentiva supervisão eficaz sem comprometer a independência.
  • Redução de fraudes e melhoria na governação:
    • Comités independentes reduzem significativamente a probabilidade de fraude.
    • Independência está associada a restrição de práticas de gestão de resultados e maior qualidade nos relatórios financeiros.
  • Proteção de auditores externos:
    • Independência protege auditores contra represálias, promovendo uma governação mais eficaz.

2.4. Independência do Comité de Auditoria

Hipótese 6

A remuneração do Comité de Auditoria afeta significativamente a probabilidade de escândalos corporativos.

2.5. Participação acionista no Comité de Auditoria

Uma participação significativa no capital pode comprometer a independência dos membros, pois estes têm um interesse financeiro na empresa.

Li (2012), concluiu que a participação acionista dos membros do comité está negativamente associada à divulgação

  • Garven (2015) e Ghosh (2010)
  • Sun et al. (2014)
  • Yang e Krishnan (2005)
  • Klein (2002) (apoia Sun)
  • Li et al. (2005)
  • Mangena e Pike (2005) (apoiam Li)

Os autores que apoiam Li, constatam que o nível de divulgação diminui com a quantidade de participações acionárias detidas pelos membros dos comités.

"A transparência está no topo das prioridades dos acionistas e estes dois estudos juntos criam a perceção de que quando a participação acionária do comité é alta, a sua independência e criticidade da gestão ficam comprometidas, é uma questão de teoria da agência."

2.5. Participação acionária do Comité de Auditoria.

Hipótese 7

A participação acionista no Comité de Auditoria tem um efeito significativo na probabilidade do escândalo empresarial.

2.6. Dimensão do Comité de Auditoria

Código do Governo das Sociedades do Reino Unido (2018)O Comité de Auditoria deve conter pelo menos:

    • 3 membros independentes do Conselho de Administração;
    • 2 membros independentes para as empresas de menor dimensão.

    • O aumento dos membros aumenta a diversidade de género, competências, pontos de vista, experiências, etc.;
    • Melhora a monitorização do risco de fraude nos relatórios financeiros.
    • Madi et al. (2014)
    • Wilbanks et al. (2017), Sharma e Iselin (2012)

Concluem

Existe uma relação significativa e negativa entre o tamanho do comité e a gestão dos lucros, pois afirmam que os comités de auditoria são mais eficazes na rejeição de políticas agressivas para atender aos limites de ganhos.

    • Ghosh et al. (2010), Liu e Sun (2010)
    • Yang e Krishnan (2005)
    • MacGregor (2012)

Concluem

2.6. Dimensão do Comité de Auditoria

Hipótese 8

A dimensão do Comité de Auditoria tem um efeito significativo na probabilidade de escândalo empresarial.

2.7. Atividade do Comité de Auditoria

O Financial Reporting Council (FRC) defende que:

    • Os comités de auditoria devem-se reunir, pelo menos, 3 vezes por ano fiscal.
    • As reuniões devem ter uma pesquisa prévia, ser de qualidade e a participação de mais membros promove mais discussões.

Os autores defendem que estas as empresas que se reúnem mais vezes tendem a ser menos propensos a relatórios financeiros fraudulentos.

Relação positiva entre a frequência de reuniões de auditoria e a probabilidade de fraude financeira

Os autores defendem que aumenta probabilidade de fraude, atrasos no anúncio de lucros e a tardios arquivos da SEC está significativamente relacionada com a insolvência empresarial.

Relação negativa entre a frequência de reuniões de auditoria e a probabilidade de fraude financeira

A maioria da literatura defende que as empresas se devem reunir mais vezes, para que estas possam exercer um maior cuidado profissional e, com isso, melhorar a qualidade da auditoria e dos relatórios financeiros e reduzir a probabilidade de escândalos empresariais.

2.7. Atividade do Comité de Auditoria

Hipótese 9

A frequência das reuniões do Comité de Auditoria tem um efeito significativo na probabilidade de escândalo empresarial.

Hipótese 10

A participação nas reuniões do Comité de Auditoria tem um efeito significativo na probabilidade de escândalo empresarial.

2.8. Comité de Auditoria e outros cargos de direção

Quantos cargos de direção pode ocupar um membro pertencente ao Comité de Auditoria?

  • Amostra de 500 membros pertencentes a Comités de Auditoria (Harrast e Mason-Olsen, estudo de 2007):
    • 81,9% passaram mais de 50 horas por ano financeiro em cada comité;
    • 43,1% passaram mais de 100 horas por ano financeiro em cada comité.
  • Amostra com mais de 500 membros pertencentes a Comités de Auditoria (Rupley et al., estudo de 2011):
    • 45,2% passaram mais de 100 horas em cada comité.

81,9%

500 membros pertencentes a Comités de Auditoria

43,1%

2.8. Comité de Auditoria e outros cargos de direção

Vários cargos de direção podem comprometer a eficácia da comissão de auditoria, devido ao tempo excessivo que passam em cada comissão.

Relação positiva entre as distorções financeiras e os membros dos comités de auditoria que têm outros cargos noutros comités

Vários cargos de direção podem comprometer a eficácia do comité de auditoria, devido ao tempo excessivo que passam em cada comité.

Defendem

Relação negativa entre as distorções financeiras e os membros dos comités de auditoria que têm outros cargos noutros comités

Vários cargos de direção podem comprometer a eficácia da comissão de auditoria, devido ao tempo excessivo que passam em cada comissão.

A experiência adquirida em vários comités pode ajudar a desenvolver e a melhorar as suas próprias capacidades profissionais.

Defendem

Não há diretrizes sobre o número máximo de cargos que um membro do Comité de Auditoria pode ocupar. Desde que cada membro cumpra a sua função eficazmente, este pode ter os cargos que desejar.

2.8. Comité de Auditoria e outros cargos de direção

Hipótese 11

Os cargos de direção externos do Comité de Auditoria têm um efeito significativo na probabilidade de escândalos empresariais.

3. Método de pesquisa

Método Empírico

Regressão Logística Binária Quantitativa

Empresas Reguladas pelo frc

Empresas AEP

Amostra Final

Amostra Final

11 empresas22 observações de empresa-ano

22 empresas44 observações de empresa-ano

3.1. Especificação do modelo de pesquisa

Scandal 𝑖𝑡 = 𝛽0 + 𝛽1ACFC𝑖𝑡 + 𝛽2ACF𝑖𝑡 + 𝛽3ACQ𝑖𝑡 + 𝛽4𝐴𝐶𝑀𝑖𝑡 + 𝛽5ACA𝑖𝑡 + 𝛽6ACS𝑖𝑡 + 𝛽7ACD𝑖𝑡 +𝛽8BIG4𝑖𝑡 + 𝛽9ACE𝑖𝑡 + 𝛽10ACSZ𝑖𝑡 + 𝛽11ACR𝑖𝑡 + 𝛽12ACT𝑖𝑡 + 𝜀𝑖𝑡

3.1. Especificação do modelo de pesquisa

4. Resultados e discussão

4. Resultados e Discussão 4.1. Estatística Descritiva 4.2. Resultados da Regressão 4.3. Endogeneidade

4.1. Estatística Descritiva

Empresas Não envolvidas em escândalos

Empresas Envolvidas em escândalos

  • Comités de Auditoria mais pequenos;
  • Realizam mais reuniões;
  • Menor diversidade de género;
  • Menos auditadas pelas Big4;
  • Menos contabilistas certificados;
  • Maiores participações acionárias;
  • Mandatos mais longos.
  • Mais contabilistas certificados;
  • Mais reuniões do que as recomendadas;
  • Mais membros independentes do CA do que os recomendados.

Problema de Agência

4.1. Estatística Descrtitiva

4.2.1. Diversidade de género do comité de Auditoria

Chen et al (2016) e Abbot et al (2012)

Sun et al (2016)

  • Para as mulheres no comité, os mesmos benefícios não são promovidos pela representação da auditoria.
  • Não se identifica qualquer associação entre representação feminina e coordenação de resultados.

4.2.1. Diversidade de género do comité de Auditoria

  • Constaram a presença feminina associada à gestão de resultados;

Thiruvadi e Huang (2011)

Ittonem et al (2010)

  • Mulheres como presidente reduz o risco de distorções.

4.2.2. Conhecimento Financeiro no Comité de Auditoria

Appiah e Chizema (2017) e Owens Jackson et al (2009)

Não encontraram relação significativa entre especialistas financeiros e insolvência empresarial.

Empresas fraudulentas tendem a ter poucos especialistas financeiros.

Farber (2005)

Sugerem que a experiência da auditoria no Comité de Auditoria está associado a maiores controlos internos e de relatórios financeiros

Naiker e Sharma (2005)

4.2.3. Tempo de mandato dos membros do Comité de Auditoria

Empresas envolvidas em escândalo (AEP):

Empresas não envolvidas em escândalo:

Superior a 5,7 anos com alguns membros até 11 anos

Em média 3,79 anos

Recomendação:

  • Obter mandatos mais curtos que podem favorecer a adaptação às mudanças regulatórias e reduzir riscos de conflitos de interesse.

4.2.4 Independência do Comité de auditoria

A independência da comité de auditoria é um requisito essencial na maioria dos sistemas de segurança coorporativa.

Dois fatores analisados:

Demonstra que não estão associados à probabilidade de escândalo coorporativo.

  • Renumeração Excessiva (p-0,422)
  • Participação Excessiva (p-0,646)

4.2.5 Participação acionária do Comité de Auditoria

Coeficiente sobre a falta de significância sobre a propriedade acionaria (34,12)

Prova que a independência de um menbro pode ser devido ao interesse financeiro da empresa.

Garven (2015) e Ghosh et al (2010)

Abbott et al (2000) e Owens-Jackson et al (2009)

Uzun et al (2004)

Não encontram evidências entre a participação acionária e gestão de resultados.

Maior a grande independência da comité reduz a probabilidade de fraude.

A independência é o fator-chave.

4.2.6 Tamanho da Comité de Auditoria

Farber (2005), Agrawal e Chadha (2005), Appiah e Chizema (2017) e Hoitash et al (2009)

Hipótese 8 é rejeitada

  • Concluem que o tamanho da comité de auditoria não tem sanções da SEC (Securities and Exchange Commission)
(p=0,594)

Wilbanks et al (2017) e Sharma e Iselin (2012)

  • Concluem que o tamanho da comité de auditoria é significativo e está associado à eficácia na mitigação de riscos de fraude.

4.2.6 Tamanho da Comité de Auditoria

Empresas Não Envolvidas em Escândalos

Empresas Envolvidas em Escândalos

4,15 membros
3,95 membros

Ajuda a reduzir alguma probabilidade de escândalo empresarial, embora que possa ter benefícios para o grupo de comité de auditoria maior.

4.2.7 Atividade no Comité de Auditoria

Identifica-se que a frequência de reuniões (hipótese 9) - Aceite

  • Tem uma relação significativa e positiva com a probabilidade escândalo corporativo a nível de 10 %.

Participação em reuniões na comité de auditoria (Hipótese 10) - Rejeitado

  • Foi considerada insignificante.
  • Ambas as amostras terem em média uma participação elevada (> 94%) nas reuniões.

Recomenda-se:

  • O Código do Governo das Sociedades do Reino Unido com Sarbanes-Oxley Act (SOX) obtenha um mínimo de 4 reuniões por ano.

4.2.8 Conselho Fiscal outras diretorias

A relação entre o número de diretorias externas e a probabilidade do escândalo corporativo (hipótese 11):

  • Esta variável não é significativa.
  • Os membros do comité de auditoria conseguem gerenciar o seu tempo ou contam com o suporte de outros membros.

Owens-Jackson et al. (2009) e Krishnan (2005

Não encontraram significado entre diretorias externas e problemas de controlo interno.

Identificaram uma associação positiva com distorções financeiras.

Sharma e Iselin (2012)

Bedard et al. (2004) e Yang e Krishnan (2005)

Documentam uma relação negativa com o gerenciamento de resultados

4.2.9 Auditor Big 4

O que se encontra destacado mostram os valores que são usados ​​para mostrar quais variáveis ​​são significativas a:

5%
10%
1%
  • Comité de Auditoria feminino (ACF);
  • Contabilista Certificado (ACQ);
  • Número de reuniões do Comité de Auditoria (ACM);
  • Auditor externo (BIG4);
  • Experiência em auditoria (ACE);
  • Tempo de mandanto no Comité (ACT).

4.3 Endogenidade

Modelo de Heckman

Estágio 1

Estágio 2

É usada concentração acionaria e o tamanho do conselho de administração para calcular a razão de Mills inversa (λ).

É utilizado o valor ajustado das mulheres presidentes da comité de auditoria da primeira etapa.

Obrigada!

Alguma questão?

6. Referências bibliográficas

Informação

Artigo

https://bura.brunel.ac.uk/bitstream/2438/23149/1/FullText.pdf

Código do Governo das Sociedades do Reino Unido

O Código de Governança Corporativa do Reino Unido (UK Corporate Governance Code) é um conjunto de princípios e recomendações que visam assegurar que as empresas, especialmente as listadas na Bolsa de Valores de Londres, sejam geridas de maneira ética, transparente e responsável. Ele estabelece as melhores práticas para a estrutura e operação dos conselhos de administração e seus comités, promovendo a eficácia na supervisão da gestão e o alinhamento de interesses entre os acionistas e a liderança da empresa. O Código não é uma legislação obrigatória, mas tornou-se uma norma amplamente adotada pelas empresas cotadas, sendo fundamental para a confiança do mercado.