Propaganda Franquista e a consolidação da Ditadura
Feito:Tomás Pereira, Hugo Couto, Matilde Machado e Maria Pedralva
Fim
Obrigado pela atenção
Levantamento nacionalista
1. Segunda República (1931) - Reformas progressistas após a queda da ditadura de Primo de Rivera 2. Oposição Conservadora - Resistência da Igreja, latifundiários e exército 3. Guerra Civil (1936-1939) - Levantamento de Franco e conflito com apoio internacional 4. Ditadura de Franco (1939-1975) - Impactos duradouros na Espanha
A Guerra civil de Espanha
Entre 1936 e 1939, a Espanha enfrentou uma guerra civil causada por rivalidades entre a esquerda e a direita, dividindo o país entre nacionalistas e republicanos. Nacionalistas: Controlavam áreas rurais e eram apoiados militarmente pela Alemanha, Itália e Portugal. Republicanos: Dominavam regiões industriais, com apoio limitado da URSS, enfrentando dificuldades por falta de armamento e treino. Durante o conflito, democracias como Inglaterra e França mantiveram-se neutras para evitar a expansão da guerra na Europa. A Alemanha nazista usou o território espanhol como teste para suas armas, especialmente através da Legião Condor, apoiando o nacionalista Francisco Franco. A guerra terminou em 1939 com a vitória dos nacionalistas, levando à instauração de um regime autoritário de inspiração fascista liderado por Franco, que durou cerca de 40 anos.
Vitória republicana
Na década de 1920, crises sociais e económicas abalaram a Espanha. Após a ditadura de Primo de Rivera e a abdicação de Afonso XIII, a Segunda República foi proclamada em 1931, promovendo reformas que enfrentaram oposição conservadora. Em 1936, a vitória da Frente Popular levou ao levante militar de Franco, iniciando a Guerra Civil Espanhola.
Exemplos atuais de uso político de narrativas históricas e religiosas em Espanha ou outros países
Em Espanha e Portugal, as narrativas históricas e religiosas geram divisões entre nacionalistas e republicanos. Nacionalistas: Recuperam períodos autoritários, como o Franquismo e o Salazarismo, valorizando a "ordem" e a "tradição" para defender políticas centralizadoras e criticar movimentos por igualdade, como os direitos LGBTQIA+ e questões de género. Republicanos: Focam nas conquistas democráticas pós-ditaduras, rejeitando a exaltação desses regimes e promovendo os direitos humanos, a inclusão e a luta contra as ditaduras como pilares da democracia. Essas diferenças permeiam debates sobre descentralização, direitos civis e a relação entre religião e Estado.
Espanha-Propaganda Franquista e a consolidação da Ditadura
Trabalho 9D
Created on November 18, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Body Parts
View
Choice Board Flipcards
View
January School Calendar
View
Genial Calendar 2026
View
School Calendar 2026
View
January Higher Education Academic Calendar
View
School Year Calendar January
Explore all templates
Transcript
Propaganda Franquista e a consolidação da Ditadura
Feito:Tomás Pereira, Hugo Couto, Matilde Machado e Maria Pedralva
Fim
Obrigado pela atenção
Levantamento nacionalista
1. Segunda República (1931) - Reformas progressistas após a queda da ditadura de Primo de Rivera 2. Oposição Conservadora - Resistência da Igreja, latifundiários e exército 3. Guerra Civil (1936-1939) - Levantamento de Franco e conflito com apoio internacional 4. Ditadura de Franco (1939-1975) - Impactos duradouros na Espanha
A Guerra civil de Espanha
Entre 1936 e 1939, a Espanha enfrentou uma guerra civil causada por rivalidades entre a esquerda e a direita, dividindo o país entre nacionalistas e republicanos. Nacionalistas: Controlavam áreas rurais e eram apoiados militarmente pela Alemanha, Itália e Portugal. Republicanos: Dominavam regiões industriais, com apoio limitado da URSS, enfrentando dificuldades por falta de armamento e treino. Durante o conflito, democracias como Inglaterra e França mantiveram-se neutras para evitar a expansão da guerra na Europa. A Alemanha nazista usou o território espanhol como teste para suas armas, especialmente através da Legião Condor, apoiando o nacionalista Francisco Franco. A guerra terminou em 1939 com a vitória dos nacionalistas, levando à instauração de um regime autoritário de inspiração fascista liderado por Franco, que durou cerca de 40 anos.
Vitória republicana
Na década de 1920, crises sociais e económicas abalaram a Espanha. Após a ditadura de Primo de Rivera e a abdicação de Afonso XIII, a Segunda República foi proclamada em 1931, promovendo reformas que enfrentaram oposição conservadora. Em 1936, a vitória da Frente Popular levou ao levante militar de Franco, iniciando a Guerra Civil Espanhola.
Exemplos atuais de uso político de narrativas históricas e religiosas em Espanha ou outros países
Em Espanha e Portugal, as narrativas históricas e religiosas geram divisões entre nacionalistas e republicanos. Nacionalistas: Recuperam períodos autoritários, como o Franquismo e o Salazarismo, valorizando a "ordem" e a "tradição" para defender políticas centralizadoras e criticar movimentos por igualdade, como os direitos LGBTQIA+ e questões de género. Republicanos: Focam nas conquistas democráticas pós-ditaduras, rejeitando a exaltação desses regimes e promovendo os direitos humanos, a inclusão e a luta contra as ditaduras como pilares da democracia. Essas diferenças permeiam debates sobre descentralização, direitos civis e a relação entre religião e Estado.