"Às vezes, em SONHO TRISTE"
Trabalho realizado por : Joana Jesus , Maria Leonor Falcato
Índice
1. Apresentação do poema
2. Análise do poema
3. Apresentação de uma pintura
Às vezes, em sonho triste,Aos meus desejos existe Longinquamente um país Onde ser feliz consiste Apenas em ser feliz. Vive-se como se nasce Sem o querer nem saber Nessa ilusão de viver O tempo morre e renasce Sem que o sintamos correr.
O sentir e o desejar São banidos dessa terra. O amor não é amor Nesse país por onde erra Meu longínquo divagar. Nem se sonha nem se vive É uma infância sem fim. Parece que se revive Tão suave é viver assim Nesse impossível jardim.
Sonho inalcançável
País imaginário,vago e indistinto, onde se é feliz
Às vezes, em sonho triste Aos meus desejos existe Longinquamente um país Onde ser feliz consiste Apenas em ser feliz.
Sem consciência
Vive-se como se nasceSem o querer nem saber Nessa ilusão de viver O tempo morre e renasce Sem que o sintamos correr.
Antítese
O tempo é cíclico
O sentir e o desejarSão banidos dessa terra. O amor não é amor Nesse país por onde erra Meu longínquo divagar.
Andar sem rumo (divagar)
Paradoxo
Metáfora
Nem se sonha nem se viveÉ uma infância sem fim. Parece que se revive Tão suave é viver assim Nesse impossível jardim.
Infância idealizada e inacessível
"A rapariga à janela" Salvador Dalí, 1925
"Às vezes, em sonho triste"
Trabalho realizado por: Joana Jesus, Maria Leonor Falcato
Apresentação Flores e Plantas
marialcfalcato
Created on November 16, 2024
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"Às vezes, em SONHO TRISTE"
Trabalho realizado por : Joana Jesus , Maria Leonor Falcato
Índice
1. Apresentação do poema
2. Análise do poema
3. Apresentação de uma pintura
Às vezes, em sonho triste,Aos meus desejos existe Longinquamente um país Onde ser feliz consiste Apenas em ser feliz. Vive-se como se nasce Sem o querer nem saber Nessa ilusão de viver O tempo morre e renasce Sem que o sintamos correr.
O sentir e o desejar São banidos dessa terra. O amor não é amor Nesse país por onde erra Meu longínquo divagar. Nem se sonha nem se vive É uma infância sem fim. Parece que se revive Tão suave é viver assim Nesse impossível jardim.
Sonho inalcançável
País imaginário,vago e indistinto, onde se é feliz
Às vezes, em sonho triste Aos meus desejos existe Longinquamente um país Onde ser feliz consiste Apenas em ser feliz.
Sem consciência
Vive-se como se nasceSem o querer nem saber Nessa ilusão de viver O tempo morre e renasce Sem que o sintamos correr.
Antítese
O tempo é cíclico
O sentir e o desejarSão banidos dessa terra. O amor não é amor Nesse país por onde erra Meu longínquo divagar.
Andar sem rumo (divagar)
Paradoxo
Metáfora
Nem se sonha nem se viveÉ uma infância sem fim. Parece que se revive Tão suave é viver assim Nesse impossível jardim.
Infância idealizada e inacessível
"A rapariga à janela" Salvador Dalí, 1925
"Às vezes, em sonho triste"
Trabalho realizado por: Joana Jesus, Maria Leonor Falcato