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apresentação da arquitetura, escultura e pintura Romana

Jéssica

Created on November 12, 2024

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Transcript

Roma

Arquitetura Romana

Contexto Histórico e Influências Culturais

A arquitetura romana foi influenciada por diversas culturas, como a etrusca, grega e egípcia, e também pelo contexto histórico da expansão do Império Romano. As conquistas territoriais e a integração de novos povos trouxeram novas ideias arquitetônicas e estilos para a construção de edifícios. Além disso, a religião, a política e a arte romanas desempenharam um papel fundamental na definição do contexto histórico e nas influências culturais que moldaram a arquitetura romana.

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Materiais e Técnicas Construtivas

A arquitetura romana utilizou uma variedade de materiais e técnicas construtivas inovadoras. O concreto romano, feito de cal, areia, pedra e água, era um dos materiais mais importantes na construção de estruturas duráveis, como aquedutos, pontes e edifícios. Além disso, os romanos também dominaram a técnica da construção de arcos, cúpulas e abóbadas, utilizando a força de compressão para criar estruturas arquitetônicas imponentes e estáveis. A habilidade de utilizar esses materiais e técnicas possibilitou a construção de monumentos e edificações que sobreviveram ao tempo e que ainda hoje impressionam pela sua grandiosidade e engenhosidade.

Principais Tipos de Edifícios Romanos

A arquitetura romana é conhecida pelos diversos tipos de edifícios que construíram, desde templos grandiosos até estruturas de entretenimento como anfiteatros e teatros. Além disso, os romanos deixaram um legado de edifícios públicos, como fóruns e termas, e também edifícios relacionados à vida doméstica, como vilas e casas urbanas. Cada tipo de edifício romano refletia as necessidades e preferências da sociedade da época, e sua construção requeria um conhecimento avançado de engenharia e arquitetura.

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Arquitetura Pública: Anfiteatros e Termas

Os anfiteatros eram estruturas arquitetônicas típicas do Império Romano, utilizadas para espetáculos de gladiadores, caças e outras formas de entretenimento. O Coliseu, em Roma, é um dos anfiteatros mais famosos e bem preservados da antiguidade. Já as termas eram complexos de banhos públicos, que desempenhavam um papel social e cultural importante na vida romana. Além de proporcionar higiene pessoal, as termas eram locais de encontro e interação social, e muitas vezes contavam com instalações como saunas, salas de massagem e piscinas. Ambos os tipos de edificações revelam muito sobre a organização e os hábitos da sociedade romana, bem como o domínio avançado que os romanos tinham sobre a engenharia e a arquitetura.

Arquitetura Religiosa: Templos e Basílicas

A arquitetura religiosa romana é caracterizada por uma variedade de templos e basílicas que serviam como locais de culto e celebração. Os templos romanos eram geralmente construídos em locais proeminentes, com uma fachada impressionante e uma planta retangular ou circular. Um exemplo notável é o Panteão, um templo dedicado a todos os deuses, que ainda hoje impressiona com sua cúpula monumental. As basílicas romanas, por outro lado, eram espaços públicos multifuncionais que serviam como tribunais, centros de negócios e lugares de reunião, além de serem frequentemente utilizadas para cerimônias religiosas. Um exemplo famoso de basílica romana é a Basílica de Ulpia, localizada no Fórum de Trajano em Roma, que exemplifica a grandiosidade e importância dessas estruturas na arquitetura romana.

Arquitetura de Engenharia: Aquedutos e Pontes

Os aquedutos romanos são estruturas impressionantes que demonstram a engenhosidade e habilidade dos engenheiros romanos. Eles foram construídos para transportar água por longas distâncias, utilizando um sistema de arcos que permitia a passagem da água em declives suaves. Um exemplo notável é o Aqueduto de Segovia, na Espanha, construído no século I d.C. e ainda em bom estado de conservação. Quanto às pontes, os romanos também se destacaram na construção de grandes e duráveis estruturas, como a Pont du Gard, na França, que é um aqueduto-ponte impressionante que atravessava o rio Gardon. Essas construções mostram a importância da engenharia romana na criação de infraestruturas fundamentais para o desenvolvimento das cidades e do Império Romano como um todo.

Elementos Arquitetônicos Característicos

Os elementos arquitetônicos característicos da arquitetura romana incluem o uso de colunas e pilares, arcos de diferentes tipos (como arco pleno, arco de volta perfeita e arco abatido), a presença de abóbadas e cúpulas, além de edifícios com planta basilical ou centrada. As colunas geralmente seguem a ordem dórica, jônica ou coríntia e são utilizadas em edifícios públicos, templos e residências. Os arcos eram empregados para criar grandes vãos e coberturas, enquanto as abóbadas e cúpulas possibilitavam a construção de espaços internos amplos e imponentes. Esses elementos contribuíram significativamente para a grandiosidade e durabilidade das construções romanas.

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Conclusão e Considerações Finais

Em conclusão, a arquitetura romana teve uma evolução significativa ao longo dos séculos, passando por várias fases e influências. Suas características únicas, como o uso de arcos, abóbadas e cúpulas, deixaram um legado duradouro na arquitetura mundial. Além disso, a engenharia e a inovação romana continuam a inspirar arquitetos e urbanistas na atualidade. As contribuições dos romanos para a arquitetura são inegáveis, e seu impacto pode ser visto em inúmeras estruturas e edifícios ao redor do mundo, demonstrando a importância e a relevância desse legado para a história da arquitetura.

Escultura Romana

Escultura Romana

A escultura romana refere-se à produção artística em escultura que se desenvolveu no contexto do Império Romano, abrangendo um vasto período de tempo e uma variedade de estilos e influências. A introdução à escultura romana compreende a compreensão das técnicas, materiais e temas utilizados pelos escultores romanos, bem como a evolução da escultura desde suas origens na Grécia antiga até as inovações e adaptações características da arte romana. Este capítulo aborda também a importância da escultura na sociedade romana, sua funcionalidade em espaços públicos e privados, e as influências culturais e religiosas que moldaram a produção escultórica durante este período histórico.

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Contexto Histórico e Social da Escultura Romana

O contexto histórico e social da escultura romana é crucial para compreender a arte desse período. Durante a República Romana, a escultura tinha um caráter realista e expressava valores como virtude, força e dignidade. Com o início do Império Romano, houve uma mudança na abordagem artística, com um foco maior na representação de imperadores e figuras mitológicas. Além disso, a escultura romana também refletia a estratificação social e as crenças religiosas da época, sendo utilizada para glorificar os patronos e deuses. As esculturas públicas desempenhavam um papel importante na promoção de ideais políticos e na manutenção da ordem social. histórico.

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Materiais e Técnicas Escultóricas Utilizadas

Os escultores romanos utilizavam uma variedade de materiais para criar suas esculturas, incluindo mármore, bronze, terracota e até mesmo madeira. Cada material exigia diferentes técnicas de escultura, como o cinzelamento do mármore, a fundição do bronze e a modelagem da terracota. Além disso, os artistas muitas vezes utilizavam ferramentas especializadas, como cinzéis, martelos e fornos, para esculpir e moldar suas obras. Essas técnicas e materiais proporcionavam aos escultores romanos a capacidade de criar peças variadas e expressivas, cada uma com sua própria textura, cor e forma distintas. histórico.

Principais Características e Estilos da Escultura Romana

A escultura romana é conhecida por suas representações realistas e naturalistas, retratando figuras humanas em poses dinâmicas e expressivas. O estilo mais comum é o retrato realista, que enfatiza detalhes precisos da fisionomia e expressão dos indivíduos. Além disso, a escultura romana também incorpora elementos do estilo helenístico, como o uso de contraposto e a representação de movimento. Outra característica marcante é a utilização de materiais diversos, como mármore, bronze e terracota. Os temas abordados na escultura romana variam desde retratos de líderes e figuras públicas até representações mitológicas e cenas do cotidiano, demonstrando a versatilidade e riqueza artística desse estilo.

Escultura Pública e Monumental

A escultura pública e monumental desempenhou um papel significativo na arte romana, servindo como meio de homenagear figuras importantes, celebrar vitórias militares e adornar espaços públicos. Exemplos notáveis incluem o famoso Ara Pacis Augustae, com suas delicadas figuras em relevo retratando cenas da paz e prosperidade sob o governo de Augusto, e o majestoso Coliseu, ornamentado com estátuas e relevos que glorificavam a grandeza do Império Romano. As técnicas utilizadas na escultura pública e monumental variavam de acordo com o propósito e o contexto da obra, empregando materiais como mármore, granito e bronze para criar peças robustas e duradouras que impressionavam e comemoravam a grandiosidade da Roma Antiga.

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Escultura Privada e Doméstica

A escultura privada e doméstica na Roma antiga desempenhou um papel significativo na vida cotidiana, refletindo o gosto e o status social dos indivíduos. Estas esculturas eram frequentemente encomendadas por famílias ricas para decorar suas casas, retratando membros da família em retratos realistas ou ideais. Muitas vezes, esculturas de divindades domésticas também eram colocadas nos lares, como forma de proteção e veneração. As esculturas privadas e domésticas variavam em estilo e tamanho, indo desde pequenas estátuas de bronze até grandes obras de mármore, e proporcionavam uma visão única da vida privada e dos valores das famílias romanas.

Escultura Religiosa e Funerária

A escultura romana religiosa e funerária desempenhou um papel fundamental na expressão da fé e na homenagem aos falecidos. As representações de deuses, deusas e rituais religiosos eram comuns, sendo esculpidas em templos, santuários e até mesmo em residências particulares. Estas esculturas serviam como objetos de devoção e reverência, contribuindo para a prática religiosa e a identidade cultural romana. Por outro lado, a escultura funerária era uma forma de honrar os mortos e perpetuar a sua memória. Estelas, sarcófagos e relevos eram frequentemente decorados com imagens dos falecidos e cenas que simbolizavam a passagem para a vida após a morte, refletindo as crenças e tradições funerárias da época.

Escultura Retrato: Realismo e Idealização

A escultura retrato na arte romana refletia tanto o realismo quanto a idealização, retratando os imperadores e figuras importantes com características físicas realistas, mas também colocando-os em poses e expressões idealizadas. A busca pela representação fiel das características físicas era valorizada, mas a idealização das figuras retratadas também era comum, visando ressaltar virtudes e qualidades desejadas. Através do retrato escultural, os romanos conseguiram transmitir não apenas a semelhança física, mas também a imagem idealizada e a simbologia associada às personalidades retratadas, criando assim um retrato que combinava realismo e idealização de forma equilibrada e significativa.

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Conclusão e Reflexões Finais

Em conclusão, a escultura romana refletiu a grande diversidade e influência cultural do Império Romano, combinando elementos gregos, etruscos e orientais em um estilo distintamente romano. As técnicas de escultura, como o uso de mármore, bronze e terracota, mostraram a habilidade e a maestria dos escultores romanos. Além disso, as esculturas romanas tinham uma variedade de significados, desde retratos realistas de imperadores a representações de divindades e heróis mitológicos. Em termos de legado, a escultura romana continuou a influenciar a arte ocidental por séculos, deixando um impacto duradouro na história da arte.

Pintura Romana

Pintura Romana

A pintura romana é um reflexo da rica tradição artística do Império Romano, abrangendo um período que vai desde a arte pré-histórica até o século IV d.C. Este tipo de arte tem suas raízes na Grécia Antiga, mas também incorporou influências egípcias, etruscas e outras culturas do Mediterrâneo. As técnicas utilizadas pelos artistas romanos variavam de acordo com o contexto histórico e os materiais disponíveis, incluindo afrescos, pintura sobre madeira e pintura de parede. Os temas explorados incluem retratos, paisagens, mitologia, cenas do cotidiano e decoração arquitetônica, fornecendo um vislumbre da sociedade romana em diferentes períodos e regiões.

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Contexto Histórico e Cultural

O contexto histórico e cultural da pintura romana abrange um período extenso que vai desde o século II a.C. até o século V d.C. Durante esses séculos, a arte romana refletiu a influência de diversas culturas, incluindo a grega, etrusca e oriental, resultando em uma rica diversidade de temas e estilos artísticos. Além disso, o contexto histórico das conquistas e expansão do Império Romano, bem como as mudanças políticas e sociais, influenciaram diretamente a produção artística, resultando em temas que variavam de cenas mitológicas a retratos realistas e paisagens urbanas. A compreensão desses elementos é fundamental para apreciar e contextualizar adequadamente a pintura romana.

Pintura em Pompeia e Herculano

A pintura em Pompeia e Herculano é uma parte crucial do legado artístico romano. As escavações arqueológicas em ambas as cidades proporcionaram uma visão única da arte e decoração utilizada nas residências e edifícios públicos. As pinturas murais em Pompeia e Herculano retratam uma variedade de temas, desde paisagens até cenas mitológicas e do cotidiano. A qualidade e a técnica das obras nos permitem compreender a riqueza da expressão artística romana, bem como os gostos e valores da sociedade da época. Além disso, as pinturas revelam informações sobre as técnicas de pintura e pigmentos utilizados, oferecendo valiosos insights para pesquisadores e estudiosos da arte romana.

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Técnicas e Materiais Utilizados

Na obra 'A Pintura Romana: Técnicas, Temas e Influências', é discutido o uso de técnicas e materiais na produção das pinturas romanas. Dentre os materiais utilizados, destacam-se as tintas minerais, como o cinábrio, azul egípcio e terra verde, bem como o emprego de pigmentos naturais, como o vermelhão e o amarelo de origem vegetal. Quanto às técnicas, a pintura a fresco, que consistia em aplicar a tinta sobre argamassa úmida, e a têmpera, que misturava pigmentos emulsificados em ovo, eram as mais comuns. A diversidade de técnicas e materiais contribuiu para a riqueza e durabilidade das pinturas romanas, resultando em obras de grande valor artístico e histórico.

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Técnicas e Materiais Iconográficos

Na pintura romana, os temas e motivos iconográficos eram diversificados, refletindo crenças religiosas, mitologia, eventos históricos e a natureza. Os afrescos encontrados em sítios arqueológicos revelam representações de divindades como Vênus, Baco e Marte, bem como cenas do cotidiano, como banquetes, caçadas e jogos. Além disso, é possível observar temas relacionados à fertilidade, à vida após a morte e ao poder imperial. A presença de figuras mitológicas e narrativas históricas nas pinturas romanas evidencia a influência da arte grega e etrusca, ao passo que a pintura de paisagens e retratos demonstra a busca pela representação realista e pela expressão artística.

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Retratos e Pintura de Paisagens

Na pintura romana, os retratos eram frequentemente encomendados para honrar figuras importantes da sociedade, como líderes políticos, membros da família real e personalidades influentes. Os retratos eram realistas e detalhados, buscando capturar a essência e a personalidade do indivíduo representado. Já a pintura de paisagens, embora menos comum do que os retratos, também era apreciada na Roma Antiga. Geralmente representava cenas do campo, flora e fauna locais, incluindo montanhas, rios, e bosques, muitas vezes em combinação com representações arquitetônicas. As técnicas utilizadas para retratos e pintura de paisagens variavam, mas a maestria na utilização de cores, luz e sombra era uma característica marcante em ambas as formas de arte.

Estilos da Pintura Romana

  1. O Primeiro Estilo conssistiu simplesmente em painéis de estuque pintado imitando o revestimento de mármore colorido, constituindo uma fórmula económica para criar a sumptuosidade da própria às grandes villae helenísticas. Conhecido através deexemplos datados de século ll a. C., apresentou ainda uma forte relação com o mundo helenístico.

2 . O Segundo Estilo manisfestou-se pela criação de efeitos ilusórios através da representação de elementos arquitetónicos em perspetiva, prolongando o espaço interior. Este foi também designado «estilo de perspetiva arquitetónica», uma vez que as decorações com paisagens e outras figurações simulavam cenografias arquitetónicas, criando os chamados «efeitos de janela», como se «rasgassem» a superfície da parede para o exterior.

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Pintura Doméstica: Casas e Villas

A pintura doméstica nas casas e villas romanas era uma parte essencial da decoração de interiores, refletindo os gostos e interesses dos proprietários. As paredes eram frequentemente decoradas com afrescos que retratavam cenas do cotidiano, paisagens naturais, mitologia, e até mesmo elementos arquitetônicos ilusórios. As villas romanas, em particular, eram conhecidas por suas elaboradas pinturas de parede, muitas vezes representando temas mitológicos e cenas de caça. As técnicas variavam desde o uso de pigmentos naturais até a aplicação de diversas camadas de tinta para criar profundidade e realismo, demonstrando a habilidade dos artistas romanos.

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Pintura Pública: Murais e Afrescos

A pintura pública na Roma antiga era frequentemente encontrada em murais e afrescos, que eram utilizados para decorar paredes em espaços públicos, como edifícios governamentais, banhos, palácios e até mesmo em áreas ao ar livre. Essas pinturas eram encomendadas por figuras importantes da sociedade romana e muitas vezes retratavam cenas históricas, mitológicas ou do cotidiano. Os murais costumavam ser pintados diretamente na parede, enquanto os afrescos eram feitos com pintura à base de água sobre gesso fresco, resultando em uma maior durabilidade. Essas obras ofereciam uma experiência visual imersiva e eram uma forma de arte acessível ao público em geral, contribuindo para a disseminação da cultura e das ideologias romanas.

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Retratos e Esculturas em Pintura

A seção sobre Retratos e Esculturas em Pintura explora a representação de figuras humanas e esculturas na arte romana. É discutido o uso de técnicas pictóricas para retratar rostos, corpos e expressões, bem como a influência da escultura nas representações em pinturas. São apresentados estudos sobre a iconografia, simbologia e contextos históricos em que essas obras foram produzidas, dando-nos uma compreensão mais profunda da arte romana e suas conexões com a sociedade e os valores da época.

Conclusão e Reflexões sobre a Pintura Romana

A pintura romana foi uma prática artística complexa que refletia as diferentes influências culturais e técnicas ao longo do Império Romano. Através do estudo das técnicas utilizadas, como afresco, têmpera e mosaico, é possível entender a habilidade dos artistas romanos em retratar temas do cotidiano, paisagens e figuras mitológicas. Além disso, a influência da arte grega e etrusca na pintura romana é evidente, contribuindo para a riqueza e variedade de temas e estilos. A análise das pinturas encontradas em Pompeia e Herculano revela não apenas a maestria técnica, mas também oferece insights sobre a sociedade e valores romanos. Em última análise, a pintura romana é um testemunho da criatividade e habilidades artísticas dos antigos romanos, deixando um legado duradouro que continua a influenciar a arte até os dias de hoje.

Fim!

Trabalho de História da Cultura e das Artes elaborado por: Afonso Silva, Jéssica Santos, Leonor Duarte e Maria Eduarda Félix 2024/2025

Características do urbanismo romano

  • Caráter monumental e propagandístico.
  • Traçado segundo uma malha de ruas ortogonais com quarteirões.
  • Estrutura articulada a partir de duas ruas principais: o cardo e o decumano.
  • O Fórum como centro de toda a vida cívica e urbana, na interseção das ruas principais.
  • Integração de equipamentos públicos e infrastruturas.

Características da estatuária pública :

  • Fusão do realismo com a dealização de inspiração helenística.
  • Representação realista dos traços fisionómicos, expressivos e psicológicos.
  • Estátuas públicas de imperadores, chefes militares e senadores visam a glorificação dessas figuras.
  • A representação de imperadores assume um caráter divino, o Homem equiparado aos deuses.
  • Estátuas equestres com caráter celebrativo destinadas a consagrar o soberano como herói iluminado e audaz.
Estilos de pintura romana:
  • Primeiro Estilo: estuques pintados com imitações de revestimento em pedra mármore colorida.
  • Sengundo Estilo: «estilo da perspetiva arquitetónica» ou «estilo ilusionístico», no qual são criados espaços perspetivados através da utilização de elementos arquitetónicos em perspetiva.
  • Terceiro Estilo: «estilo ornamental» que privilegia o tratamento decorativo da parede em detrimento dos efeitos ilusionistas de perspetiva.
  • Quarto Estilo: «estilo compósito», no qual é elaborada uma síntese dos estilos anteriores utilizando vários desses recursos na crianção de ambientes requintados e exuberantes; daqui resultam composições complexas, fantasistas e caprichosas, as quais evidenciam um apurado realismo e grande qualidade plática.

Ténicas da pintura romana:

  • Pintura a fresco sobre as paredes.
  • Encáustica sobre madeira.
  • Moisacos - ladrilhos de cerâmica, vidro ou pedra - em revestimento de paredes e pavimentos.

3 . O Terceiro Estilo correspondeu á evolução do Sengundo Estilo, se bem que privilegiasse o tramento decorativo da superfície da parede em detrimento dos efeitos ilusionistas. Também conhecido como «estilo ornamental», as cenas figurativas são representadas como quadros pendurados nas paredes, de modo que o vocabulário ornamental adquire maior protagonismo, enquanto os elementos arquitetónicos têm um papel estrututante na organização dos painéis. São utilizados motivos vegetalistasde inspiração oriental e africana que conferem um caráter ornamental e exótico.

4 . O Quarto Estilo, ou «estilo compósito», foi o mais complexo, cenográfico e plástico, numa síntese dos anteriores. Utilizou imitações de mármore, perpetivas arquitetónicas, cenas mitológicas e paisagens ilusionísticas, construindo espaços irreais onde o pitoresco e a fantasia contribuem para criar um ambiente refinado e de profunda exuberância e ilução.

Tipologias de edifícios

  • Arquitetura civil: basílicas, tribunais, cúrias, mercados, domus, villae.
  • Arquitetura do lazer: termas, teatros, anfiteatros, circos.
  • Arquitetura religiosa: templos, santuários e altares.
  • Arquitetura comemorativa: «arcos de triunfo» e colunas triunfais.
  • Arquitetura funerária: mausoléus, túmulos, capelas.

Principais centros de pintura:

  • Pompeia.
  • Herculanum.

Característiscas da arquitetura romana

  • Pragmatismo, racionalismo e funcionalismo na procura de soluções arquitetónicas.
  • Implementação de obras públicas em grande número e escala.
  • Aplicação de ténicas construtivas: o arco de volta perfeita, a abóboda de berço e as cúpulas.
  • Aplicação de tecnologias de construção: o opus caementicium e suas derivações de revestimentos.
  • Criação da ordem toscana e da ordem compósita.
  • Utilização da arquitetura clássica de forma retórica ( as ordens arquitetónicas com caráter decorativo).

Afrescos e Murais: Os afrescos e murais eram amplamente utilizados na pintura romana, sendo aplicados em paredes e tetos de edifícios públicos e privados. Essas obras muitas vezes retratavam cenas do cotidiano, mitológicas e políticas, utilizando pigmentos naturais e frescos para criar imagens duradouras e vibrantes.

Têmpera e Pintura a Fresco: A têmpera e a pintura a fresco eram técnicas comumente empregadas pelos artistas romanos, permitindo a aplicação de camadas de tinta pigmentada em suportes como madeira, papel e paredes. Esses métodos proporcionavam uma grande fidelidade de cores e detalhes, resultando em obras de grande impacto visual e durabilidade.

Funções da pintura romana:

  • Função decorativa.
  • Funçãosimbólica.
  • Função alegórica.

Tipos de escultura romana:

  • Estátuas públicas.
  • Estátuas equestres.
  • Retratos.
  • Frisos em baixo-relevo em «arcos de triunfos», colunas, triunfais, altares, sarcófagos e estelas funerárias.

Características dos baixos-relevos:

  • Representações narrativas de episódios históricos e temas mitológicos.
  • estilo realista e objetivo.
  • Tratamento do espaço com efeitos de perspetiva.
  • Enaltecimento de individualidades, das suas qualidades e virtudes.
  • caráter propagandístico do Império e dos seus protagonistas.

Temas da pintura romana:

  • Cenas da mitológicas.
  • Temas históricos.
  • Paisagens e natureza-mortas.
  • Retratos.
  • Cenas da vida quotidiana.

Características da romanização

  • Desenvolvimento urbano segundo o modelo de Roma.
  • Construção de edifícios públicos e privados segundo os padrões da arquitetura clássica.
  • Incremento de infraestruturas: estradas, pontes, aquedutos, redes de água e esgotos.
  • Difunsão dos costumes romanos: termas, jogos, teatro, religião, alimentação e vestuário.
  • Adoração do latim como língua oficial.

Características dos retratos:

  • Influênciada tradição da escultura etrusca e helenística.
  • O retrato associado ao culto doméstico dos antepassados nos altares nas domus.
  • O retrato como reflexo do individualismo e da valorização do caráter e da personalidade.
  • Interesse em perpetuar a memória do indivíduo: imperadores, chefes militares, magistrados, senadores, pratrícios, chefes de família.
  • Representações com grande realismo e preocupação pelas características fisionómicas e psicologicas do indivíduo.
  • Enaltecimento das virtudes e qualidades cívicas do retratado: honra, dignidade, experiência, respeito, etc.

Afrescos e Murais: Os afrescos e murais eram amplamente utilizados na pintura romana, sendo aplicados em paredes e tetos de edifícios públicos e privados. Essas obras muitas vezes retratavam cenas do cotidiano, mitológicas e políticas, utilizando pigmentos naturais e frescos para criar imagens duradouras e vibrantes.

Têmpera e Pintura a Fresco: A têmpera e a pintura a fresco eram técnicas comumente empregadas pelos artistas romanos, permitindo a aplicação de camadas de tinta pigmentada em suportes como madeira, papel e paredes. Esses métodos proporcionavam uma grande fidelidade de cores e detalhes, resultando em obras de grande impacto visual e durabilidade.