tempos geológicos
Jéssica nº16, Leonor Oliveira nº20, Luana nº22, Maria Inês nº23 e Telma nº28 - 10ºB
Paleozoico
Mesozoico
Mesozoico
Cenozoico
Era mesozóica
252 Ma
201 Ma
Diversificação dos dinossauros
Triásico
Jurássico
Aumento da biodiversidade
Continuação da fragmentação da Pangeia
Fragmentação da Pangeia
145 Ma
Cretácico
Reordenamento dos continentes
Expansão dos organismos planctónicos
Plantas e clima
66 Ma
Grande extinção em massa
Diversificação biológica
Aumento da biodiversidade
No final do Pérmico, houve uma grande extinção em massa onde 96% das espécies se extinguiram. No início do Triásico, houve um aumento da biodiversidade quando apareceram diferentes espécies, anfíbios e répteis, que eram espécies dominantes; dinossauros e mamíferos, provenientes das espécies sobreviventes.
Fragmentação da Pangeia
No final do Triásico, o supercontinente Pangeia começou-se a fragmentar devido aos movimentos divergentes e instalação de riftes. Houve também a formação de oceanos, como por exemplo, o Atlântico.
Diversificação dos dinossauros
No final do período Triásico, os dinossauros passaram a dominar o ambiente terrestre. Enquanto isso, nos mares, o grupo dos plesiossauros reinava, e no céu, os pterossauros representavam os dinossauros dominantes. Entre os predadores carnívoros mais conhecidos estavam o Tiranossauro e o Dilofossauro, enquanto os gigantes herbívoros Diplodoco e Ultrassauro impressionavam pelo tamanho. Curiosamente, o termo "dinossauro" vem do latim Dinosauria e significa "lagarto terrível", refletindo a imponência destes incríveis animais pré-históricos.
Continuação da fragmentação da Pangeia
Este período, Jurássico, foi marcado pela continuação da fragmentação da Pangeia e divisão desta em dois grandes blocos, sendo eles:
- a Laurásia (que atualmente corresponde à América do Norte, Europa e Ásia), ao norte;
- a Gondwana (hoje os territórios da América do Sul, África, Antártica e Austrália), ao sul.
Expansão dos organismos planctónicos
Libélula no Jurássico
Durante o período Jurássico houve não só diversificação dos dinossauros, mas também dos seres provenientes de plâncton. Estes seres produziam oxigénio através da fotossíntese o que aumentou os níveis de oxigénio global. Com mais percentagem de oxigénio, todos os seres conseguiram produzir mais energia através da respiração celular. Desta forma, aumentaram o seu porte e as suas capacidades de locomoção.
Libélula hoje
Plantas e clima
O período Jurássico caracterizou-se por apresentar condições climáticas muito húmidas e quentes. Durante este período, as plantas cobriram quase todos os continentes existentes, o que fez com que a humidade aumentasse devido à transpiração.
No início do Jurássico, a presença da chuva era muito abundante, o que favoreceu a proliferação e o crescimento das plantas, apesar de começarem a crescer apenas no fim deste período. Estas características climáticas foram muito importantes na diversificação e na permanência das formas de vida durante o Jurássico, principalmente as plantas que, com estas condições, conseguiram florir e desenvolver com um grande número de florestas e selvas que dominavam a paisagem, fortalecendo também a diversificação de animais.
Reordenamento dos continentes
Durante o Cretácico, os continentes continuaram a separar-se devido ao movimento das placas tectónicas. Gondwana fragmentou-se, com a África e a América do Sul a afastaram-se, formando o Atlântico Sul. A Índia descolou-se para norte, aproximando-se da Ásia, enquanto a Antártida e a Austrália começaram-se a separar. Estas mudanças moldaram progressivamente a configuração moderna da Terra.
Diversificação biológica
O Cretácico, último período da Era Mesozóica, destacou-se pelo auge da biodiversidade. Nesse tempo, os dinossauros atingiram grande variedade, enquanto plantas com flores, surgidas pouco antes, favoreceram a diversificação dos hervívoros e, consequentemente, dos mamíferos. O período foi marcado por mudanças climáticas: na primeira metade, o clima quente e húmido promoveu florestas tropicais e rica biodiversidade. Já no final, o resfriamento climático reduziu a diversidade e culminou na extinção em massa, que marcou o fim do período e o desaparecimento dos dinossauros e outras espécies.
Grande extinção em massa
Há cerca de 65 milhões de anos, a Terra passou por mais um acontecimento marcante: uma grande extinção em massa. Nesta grande extinção, 80% das espécies de seres vivos que existiam naquela época desapareceram do planeta. Este acontecimento teve origem devido a um asteroide que colidiu com a Terra, na zona da Península de Yucatán.Esta colisão trouxe várias consequências ao planeta, sendo a mais marcante o levantamento de uma gigantesca quantidade de poeira que ficou na atmosfera, impossibilitando assim a passagem da luz solar. Como não havia a passagem de luz solar, a temperatura diminuiu, e as plantas deixaram de realizar a fotossíntese, o que originou uma cadeia de problemas, levando, assim, a uma extinção em massa.
Webgrafia e biblografia
Manual pp. 72, 73, 74 e 75;https://maestrovirtuale.com/jurassico-caracteristicas-subdivisoes-flora-fauna/ ; https://www.todamateria.com.br/periodo-jurassico/ ;
https://www.infoescola.com/geografia/era-mesozoica/ ;
https://maestrovirtuale.com/cretaceo-caracteristicas-subdivisoes-flora-fauna-clima/ .
FIM!
Obrigada pela vossa atenção.
Esperemos que tenham gostado, até uma próxima!
Jurássico
O Período Jurássico (201-145 milhões de anos atrás) foi a era dos dinossauros gigantes, com ecossistemas ricos e clima quente e húmido. A Pangeia continuou com a sua fragmentação, formando oceanos e novos habitats. Surgiram as primeiras aves, como o Archaeopteryx, e plantas com flores começaram-se a desenvolver.
Cretácico
O Período Cretácico (145-66 milhões de anos atrás) marcou a ascensão de dinossauros icónicos como o Tiranossauro e o Tricerátops. As angiospermas (plantas com flores) dominaram, enquanto os continentes se separavam. Surgiram mamíferos e aves modernos. Terminou com a extinção em massa causada por um asteroide, encerrando a Era Mesozóica.
Espécies
Amonites e dinossauros
As amonites e os dinossauros são espécies significativas desta Era pois são fósseis de idade que existiram em grandes quantidades num amplo espaço geográfico e num curto período de tempo. Os dinossauros eram espécies que dominavam todos os subsistemas principalmente o terrestre, enquanto que as amonites existiam em grandes quantidades em ambientes marinhos.
Era Mesozóica
Na escala de tempo geológico, o Mesozoico é a segunda das três eras geológicas do éon Fanerozoico que começou há 252 milhões de anos e terminou há 66 milhões de anos atrás, aproximadamente. A era Mesozoica sucede a era Paleozoica e precede a era Cenozoica, ambas deste éon. Divide-se nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo.
Triásico
O Período Triásico (251-201 milhões de anos atrás) marcou o início da Era Mesozóica, após a maior extinção em massa. Surgiram os primeiros dinossauros, mamíferos primitivos e répteis marinhos. A Pangeia que ainda estava inteira, começou-se a fragmentar, e climas áridos prevaleciam. Este período estabeleceu a base para os ecossistemas que viriam a florescer no Jurássico.
Cycadales
Bennettitales
Coníferas
Era Mesozoica - 10ºB
Geologia
Created on November 11, 2024
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tempos geológicos
Jéssica nº16, Leonor Oliveira nº20, Luana nº22, Maria Inês nº23 e Telma nº28 - 10ºB
Paleozoico
Mesozoico
Mesozoico
Cenozoico
Era mesozóica
252 Ma
201 Ma
Diversificação dos dinossauros
Triásico
Jurássico
Aumento da biodiversidade
Continuação da fragmentação da Pangeia
Fragmentação da Pangeia
145 Ma
Cretácico
Reordenamento dos continentes
Expansão dos organismos planctónicos
Plantas e clima
66 Ma
Grande extinção em massa
Diversificação biológica
Aumento da biodiversidade
No final do Pérmico, houve uma grande extinção em massa onde 96% das espécies se extinguiram. No início do Triásico, houve um aumento da biodiversidade quando apareceram diferentes espécies, anfíbios e répteis, que eram espécies dominantes; dinossauros e mamíferos, provenientes das espécies sobreviventes.
Fragmentação da Pangeia
No final do Triásico, o supercontinente Pangeia começou-se a fragmentar devido aos movimentos divergentes e instalação de riftes. Houve também a formação de oceanos, como por exemplo, o Atlântico.
Diversificação dos dinossauros
No final do período Triásico, os dinossauros passaram a dominar o ambiente terrestre. Enquanto isso, nos mares, o grupo dos plesiossauros reinava, e no céu, os pterossauros representavam os dinossauros dominantes. Entre os predadores carnívoros mais conhecidos estavam o Tiranossauro e o Dilofossauro, enquanto os gigantes herbívoros Diplodoco e Ultrassauro impressionavam pelo tamanho. Curiosamente, o termo "dinossauro" vem do latim Dinosauria e significa "lagarto terrível", refletindo a imponência destes incríveis animais pré-históricos.
Continuação da fragmentação da Pangeia
Este período, Jurássico, foi marcado pela continuação da fragmentação da Pangeia e divisão desta em dois grandes blocos, sendo eles:
Expansão dos organismos planctónicos
Libélula no Jurássico
Durante o período Jurássico houve não só diversificação dos dinossauros, mas também dos seres provenientes de plâncton. Estes seres produziam oxigénio através da fotossíntese o que aumentou os níveis de oxigénio global. Com mais percentagem de oxigénio, todos os seres conseguiram produzir mais energia através da respiração celular. Desta forma, aumentaram o seu porte e as suas capacidades de locomoção.
Libélula hoje
Plantas e clima
O período Jurássico caracterizou-se por apresentar condições climáticas muito húmidas e quentes. Durante este período, as plantas cobriram quase todos os continentes existentes, o que fez com que a humidade aumentasse devido à transpiração.
No início do Jurássico, a presença da chuva era muito abundante, o que favoreceu a proliferação e o crescimento das plantas, apesar de começarem a crescer apenas no fim deste período. Estas características climáticas foram muito importantes na diversificação e na permanência das formas de vida durante o Jurássico, principalmente as plantas que, com estas condições, conseguiram florir e desenvolver com um grande número de florestas e selvas que dominavam a paisagem, fortalecendo também a diversificação de animais.
Reordenamento dos continentes
Durante o Cretácico, os continentes continuaram a separar-se devido ao movimento das placas tectónicas. Gondwana fragmentou-se, com a África e a América do Sul a afastaram-se, formando o Atlântico Sul. A Índia descolou-se para norte, aproximando-se da Ásia, enquanto a Antártida e a Austrália começaram-se a separar. Estas mudanças moldaram progressivamente a configuração moderna da Terra.
Diversificação biológica
O Cretácico, último período da Era Mesozóica, destacou-se pelo auge da biodiversidade. Nesse tempo, os dinossauros atingiram grande variedade, enquanto plantas com flores, surgidas pouco antes, favoreceram a diversificação dos hervívoros e, consequentemente, dos mamíferos. O período foi marcado por mudanças climáticas: na primeira metade, o clima quente e húmido promoveu florestas tropicais e rica biodiversidade. Já no final, o resfriamento climático reduziu a diversidade e culminou na extinção em massa, que marcou o fim do período e o desaparecimento dos dinossauros e outras espécies.
Grande extinção em massa
Há cerca de 65 milhões de anos, a Terra passou por mais um acontecimento marcante: uma grande extinção em massa. Nesta grande extinção, 80% das espécies de seres vivos que existiam naquela época desapareceram do planeta. Este acontecimento teve origem devido a um asteroide que colidiu com a Terra, na zona da Península de Yucatán.Esta colisão trouxe várias consequências ao planeta, sendo a mais marcante o levantamento de uma gigantesca quantidade de poeira que ficou na atmosfera, impossibilitando assim a passagem da luz solar. Como não havia a passagem de luz solar, a temperatura diminuiu, e as plantas deixaram de realizar a fotossíntese, o que originou uma cadeia de problemas, levando, assim, a uma extinção em massa.
Webgrafia e biblografia
Manual pp. 72, 73, 74 e 75;https://maestrovirtuale.com/jurassico-caracteristicas-subdivisoes-flora-fauna/ ; https://www.todamateria.com.br/periodo-jurassico/ ;
https://www.infoescola.com/geografia/era-mesozoica/ ;
https://maestrovirtuale.com/cretaceo-caracteristicas-subdivisoes-flora-fauna-clima/ .
FIM!
Obrigada pela vossa atenção.
Esperemos que tenham gostado, até uma próxima!
Jurássico
O Período Jurássico (201-145 milhões de anos atrás) foi a era dos dinossauros gigantes, com ecossistemas ricos e clima quente e húmido. A Pangeia continuou com a sua fragmentação, formando oceanos e novos habitats. Surgiram as primeiras aves, como o Archaeopteryx, e plantas com flores começaram-se a desenvolver.
Cretácico
O Período Cretácico (145-66 milhões de anos atrás) marcou a ascensão de dinossauros icónicos como o Tiranossauro e o Tricerátops. As angiospermas (plantas com flores) dominaram, enquanto os continentes se separavam. Surgiram mamíferos e aves modernos. Terminou com a extinção em massa causada por um asteroide, encerrando a Era Mesozóica.
Espécies
Amonites e dinossauros
As amonites e os dinossauros são espécies significativas desta Era pois são fósseis de idade que existiram em grandes quantidades num amplo espaço geográfico e num curto período de tempo. Os dinossauros eram espécies que dominavam todos os subsistemas principalmente o terrestre, enquanto que as amonites existiam em grandes quantidades em ambientes marinhos.
Era Mesozóica
Na escala de tempo geológico, o Mesozoico é a segunda das três eras geológicas do éon Fanerozoico que começou há 252 milhões de anos e terminou há 66 milhões de anos atrás, aproximadamente. A era Mesozoica sucede a era Paleozoica e precede a era Cenozoica, ambas deste éon. Divide-se nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo.
Triásico
O Período Triásico (251-201 milhões de anos atrás) marcou o início da Era Mesozóica, após a maior extinção em massa. Surgiram os primeiros dinossauros, mamíferos primitivos e répteis marinhos. A Pangeia que ainda estava inteira, começou-se a fragmentar, e climas áridos prevaleciam. Este período estabeleceu a base para os ecossistemas que viriam a florescer no Jurássico.
Cycadales
Bennettitales
Coníferas