Segue o teu destino
Índice
Recursos Estilísticos
Introdução
Características do Poema
Biografia
Análise do Poema
Conclusão
Introdução
Biografia
- Nasceu a 19 de setembro de 1887, no porto;
- Estudou num colégio de jesuítas e formou-se em medicina;
- Formação baseada no estudo do latim e era profundamente influenciado pela cultura clássica;
Análise do Poema
Segue o teu destino
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós próprios.
Recursos Estilísticos
Hipérbole
Metáfora
“A resposta / Está além dos deuses.” (VV.19 e20)
“Os deuses são deuses/Porque não se pensam” (VV. 24 e 25)
Antítese
Aliteração
“Suave é viver só. / Grande e nobre é sempre / Viver simplesmente.” (VV.11,12 e 13)
“Só nós somos sempre/Iguais a nós próprios.” (VV. 9 e 10)
Personificação
“Vê de longe a vida. / Nunca a interrogues. / Ela nada pode Dizer-te” (VV. 16, 17, 18 e 19)
Caracteristicas do Poema
Conclusão
Bibliografia
- https://imprensanacional.pt/ricardo-reis/
- https://prezi.com/tmoczsuokbky/analise-do-poema-segue-o-teu-destino-de-ricardo-reis/
Odes de Ricardo Reis (Segue o teu destino)
Rudi Martins
Created on November 3, 2024
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Transcript
Segue o teu destino
Índice
Recursos Estilísticos
Introdução
Características do Poema
Biografia
Análise do Poema
Conclusão
Introdução
Biografia
Análise do Poema
Segue o teu destino
Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos deuses. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não se pensam.
Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra De árvores alheias. A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós próprios.
Recursos Estilísticos
Hipérbole
Metáfora
“A resposta / Está além dos deuses.” (VV.19 e20)
“Os deuses são deuses/Porque não se pensam” (VV. 24 e 25)
Antítese
Aliteração
“Suave é viver só. / Grande e nobre é sempre / Viver simplesmente.” (VV.11,12 e 13)
“Só nós somos sempre/Iguais a nós próprios.” (VV. 9 e 10)
Personificação
“Vê de longe a vida. / Nunca a interrogues. / Ela nada pode Dizer-te” (VV. 16, 17, 18 e 19)
Caracteristicas do Poema
Conclusão
Bibliografia