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Trabalho Ricardo reis

Cláudia Teixeira

Created on October 17, 2024

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Transcript

Segue o teu destino

Ricardo Reis

Trabalho Feito por: Gonçalo Dinis Claudia Teixeira

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Biografia de Ricardo Reis

Nome completo:
Ricardo Reis
Data do Nascimento:
19 de setembro de 1887
Ano da morte:
1936
Outra informações:
Ricardo Reis ... é medico; foi educado num colegio de jesuitas; vive no brasil desde 1919; é um latinista por educação alheia e um semi-helenista por educação própria;

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Ricardo Reis - Segue o teu destino

Segue o teu destino, Rega as tuas plantas- Ama as tuas rosas. O resto é a sombra De arvore alheias. A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós-proprios. Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos Deuses.
Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não se pensam
5º estrofe
1º estrofe
2º estrofe
3º estrofe
4º estrofe

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Recursos Expressivos

Metafora:

A metafora central do poema está nas imagens do jardim, como em "Rega as tuas plantas" e "Alma as tuas rosas" Essas ações são simbolos de cuidar da própria vida e dos próprios sentimentos

Antitese:

O poema utiliza a oposição de ideias para gerar reflexão, como em "Deixar a dor nas aras" e "com ex-votos aos deuses". Aqui, a dor e deixada para os deuses, em contraste como a simplicidade e a serenidade sugeridas para a vida humana.

Imperativo:

A presênça do modo imperativo ("Segue o teu destino", "Rega", "Ama", "vê de longe a vida") cria um tom de aconselhamento e orientação, dando ao poema uma voz de sabedoria, quase como um ensinamento filosofo.
Ricardo Reis
Linguagem estilo e estrutura Aproxima-se de Caeiro pelo paganismo, mas escreve odes a maneira de Hoacio. Tem um discurso intelectualizado, um vocabulario culto, erudito e arcaico, usando uma sintaxe alatinada, recorrendo tambem a gradação, a metafora, a anafora e a apostrofe.
Ricardo Reis
O fingimento artistico Concebido como poeta classico, adota o epicurismo e o estoicismo como filosofias de vida e acredita no Destino como força superior aos proprios deuses, e ao qual tambem ele, enquanto ser humano, se submete.
Reflexão existencial A consciência da brevidade da vida fa-lo seguir Epicuro na procura da ataraxia, procurando, no presente, a felecidade relativa. A encenação da mortalidade resulta do medo e da certeza da inexorabilidade do tempo. A sua consceção classicista fa-lo privilegiar temas do lirismo classico, como o carpe diem, a aurea mediocritas e o fatum.