Deambular pela cidade
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Num dia chuvoso e nublado
Saímos para visitar a nossa cidade,
Numa estrada cheia de festividade,
A biblioteca com António de Cértima a seu lado.
Num dia chuvoso e nublado
Saímos para visitar a nossa cidade,
Numa estrada cheia de festividade,
A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens
Vemos a antiga fonte sem vida
Que o porquê de a ser nos é desconhecida
E de seguida vêm as miragens
Num dia chuvoso e nublado
Saímos para visitar a nossa cidade,
Numa estrada cheia de festividade,
A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens
Vemos a antiga fonte sem vida
Que o porquê de a ser nos é desconhecida
E de seguida vêm as miragens Reparamos nas caricaturas humanas estampadas
Sem saber como se conseguem expressar
E continuamos a deambular
Vendo cobras nas árvores enroladas
Num dia chuvoso e nublado
Saímos para visitar a nossa cidade,
Numa estrada cheia de festividade,
A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens
Vemos a antiga fonte sem vida
Que o porquê de a ser nos é desconhecida
E de seguida vêm as miragens Reparamos nas caricaturas humanas estampadas
Sem saber como se conseguem expressar
E continuamos a deambular
Vendo cobras nas árvores enroladas
Ao longo do jardim
Onde o pic-nic seria organizado
Com as frutas e legumes do mercado
E a água de um bebedouro sem fim
Notamos o sangue dos dadores
Que ali são recordados
Num banco cheio de recados
Deixado por mulheres cheias de dores
Notamos o sangue dos dadores
Que ali são recordados
Num banco cheio de recados
Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem
dos Portugueses fortes que todos amavam,
que partiram enquanto lutavam
Enaltecendo-os com uma homenagem
Notamos o sangue dos dadores
Que ali são recordados
Num banco cheio de recados
Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem
dos Portugueses fortes que todos amavam,
que partiram enquanto lutavam
Enaltecendo-os com uma homenagem
Chegando à igreja, ao sítio sagrado
Como a pedra e as suas palavras
A fala do pelicano nos deixa sensibilizadas
Junto com o dourado que ali foi implementado
Notamos o sangue dos dadores
Que ali são recordados
Num banco cheio de recados
Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem
dos Portugueses fortes que todos amavam,
que partiram enquanto lutavam
Enaltecendo-os com uma homenagem
Chegando à igreja, ao sítio sagrado
Como a pedra e as suas palavras
A fala do pelicano nos deixa sensibilizadas
Junto com o dourado que ali foi implementado Na Casa Brasonada, o tempo é passado,
No Mix and Move, a vida é vibrante,
Oliveira do Bairro, sempre tão fascinante!
Os Paços do Concelho, um futuro sonhado.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas
Junto das caravelas passadas
A bússola aponta a paragem.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas
Junto das caravelas passadas
A bússola aponta a paragem.
Naus e caravelas partiram, em busca do divino
No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir,
As árvores de D. Dinis, um legado a persistir.
Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas
Junto das caravelas passadas
A bússola aponta a paragem.
Naus e caravelas partiram, em busca do divino
No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir,
As árvores de D. Dinis, um legado a persistir.
Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino.
Em pedra são esculpidos
As mensagens transmitidas
Que dos descobrimentos foram conseguidas
Por aqueles que são merecidos
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas
Junto das caravelas passadas
A bússola aponta a paragem.
Naus e caravelas partiram, em busca do divino
No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir,
As árvores de D. Dinis, um legado a persistir.
Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino.
Em pedra são esculpidos
As mensagens transmitidas
Que dos descobrimentos foram conseguidas
Por aqueles que são merecidos No cravo, a força se revela,
As heras que testemunham, em cada instante,
A luta e a união de um legado constante.
A partilha de sonhos, uma vida tão bela.
FIM
Trabalho realizado por Fabiana Pires, Carolina Belchior, Maria Martinez e Bárbara Barreiro
TRABALHO SOBRE OLIVEIRA DO BAIRRO
Fabiana Raquel
Created on October 14, 2024
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Num dia chuvoso e nublado Saímos para visitar a nossa cidade, Numa estrada cheia de festividade, A biblioteca com António de Cértima a seu lado.
Num dia chuvoso e nublado Saímos para visitar a nossa cidade, Numa estrada cheia de festividade, A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens Vemos a antiga fonte sem vida Que o porquê de a ser nos é desconhecida E de seguida vêm as miragens
Num dia chuvoso e nublado Saímos para visitar a nossa cidade, Numa estrada cheia de festividade, A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens Vemos a antiga fonte sem vida Que o porquê de a ser nos é desconhecida E de seguida vêm as miragens Reparamos nas caricaturas humanas estampadas Sem saber como se conseguem expressar E continuamos a deambular Vendo cobras nas árvores enroladas
Num dia chuvoso e nublado Saímos para visitar a nossa cidade, Numa estrada cheia de festividade, A biblioteca com António de Cértima a seu lado. Em frente à loja de ferragens Vemos a antiga fonte sem vida Que o porquê de a ser nos é desconhecida E de seguida vêm as miragens Reparamos nas caricaturas humanas estampadas Sem saber como se conseguem expressar E continuamos a deambular Vendo cobras nas árvores enroladas Ao longo do jardim Onde o pic-nic seria organizado Com as frutas e legumes do mercado E a água de um bebedouro sem fim
Notamos o sangue dos dadores Que ali são recordados Num banco cheio de recados Deixado por mulheres cheias de dores
Notamos o sangue dos dadores Que ali são recordados Num banco cheio de recados Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem dos Portugueses fortes que todos amavam, que partiram enquanto lutavam Enaltecendo-os com uma homenagem
Notamos o sangue dos dadores Que ali são recordados Num banco cheio de recados Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem dos Portugueses fortes que todos amavam, que partiram enquanto lutavam Enaltecendo-os com uma homenagem Chegando à igreja, ao sítio sagrado Como a pedra e as suas palavras A fala do pelicano nos deixa sensibilizadas Junto com o dourado que ali foi implementado
Notamos o sangue dos dadores Que ali são recordados Num banco cheio de recados Deixado por mulheres cheias de dores Evocamos Camões que vem com a mensagem dos Portugueses fortes que todos amavam, que partiram enquanto lutavam Enaltecendo-os com uma homenagem Chegando à igreja, ao sítio sagrado Como a pedra e as suas palavras A fala do pelicano nos deixa sensibilizadas Junto com o dourado que ali foi implementado Na Casa Brasonada, o tempo é passado, No Mix and Move, a vida é vibrante, Oliveira do Bairro, sempre tão fascinante! Os Paços do Concelho, um futuro sonhado.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas Junto das caravelas passadas A bússola aponta a paragem.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas Junto das caravelas passadas A bússola aponta a paragem. Naus e caravelas partiram, em busca do divino No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir, As árvores de D. Dinis, um legado a persistir. Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino.
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas Junto das caravelas passadas A bússola aponta a paragem. Naus e caravelas partiram, em busca do divino No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir, As árvores de D. Dinis, um legado a persistir. Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino. Em pedra são esculpidos As mensagens transmitidas Que dos descobrimentos foram conseguidas Por aqueles que são merecidos
No rio Cértima deixa a mensagem O homem que construiu estradas Junto das caravelas passadas A bússola aponta a paragem. Naus e caravelas partiram, em busca do divino No Pinhal de Leiria, a história se faz ouvir, As árvores de D. Dinis, um legado a persistir. Pinheiros que chamam o mar, com bravura e destino. Em pedra são esculpidos As mensagens transmitidas Que dos descobrimentos foram conseguidas Por aqueles que são merecidos No cravo, a força se revela, As heras que testemunham, em cada instante, A luta e a união de um legado constante. A partilha de sonhos, uma vida tão bela.
FIM
Trabalho realizado por Fabiana Pires, Carolina Belchior, Maria Martinez e Bárbara Barreiro