Comunicação de dados
NOME: Júlia Rodrigues de FreitasTURMA: 10° L NÚMERO: 11
sÚMARIo
A apresentação entrará nestes tópicos:
Ligações síncronas e assíncronas
Técnicas de deteção e correção de erros em transmissões digitais
Técnicas de compressão de dados
Ligações síncronas e assíncronas
transmissão síncrona
A transmissão síncrona acontece em intervalos regulares entre o emissor e o receptor. Para isso, há uma linha comum que envia um sinal de relógio digital, mantendo ambos em sincronia. Essa forma de transmissão é comum em redes locais, especialmente na Ethernet.
Além disso, a transmissão síncrona permite enviar grandes quantidades de dados de uma só vez e por longas distâncias, o que a torna muito eficiente.
transmissão assíncrona
A transmissão assíncrona não é sincronizada e não utiliza um relógio de sincronismo, exigindo que cada pacote de dados se identifique. É comum em ligações entre computadores via cabo série ou na conexão com terminais. Apesar de ser menos eficiente para grandes volumes de dados e longas distâncias, é de baixo custo e fácil configuração. O formato inclui o Start Bit, 8 bits de Data, um Bit de Paridade para verificação de erros e o Stop Bit, que indica o fim da transmissão.
Técnicas de deteção e correção de erros em transmissões digitais
Técnicas de deteção de erros mais frequentes
As técnicas de detecção de erros mais comuns são a "verificação de paridade" e o "CRC".
Elas funcionam assim: o emissor adiciona bits extras, chamados de código de detecção de erros, a uma frame de bits. Para um bloco de k bits, o código tem n-k bits.
Ao receber a frame, o receptor separa os dados do código, recalcula o código e compara com o recebido. Se os códigos não coincidirem, um erro é detectado.
Verificação de paridade
A verificação de paridade conta os "1s" em uma mensagem de bits, que são como luzes acesas (1) e apagadas (0). Se o número de "1s" for par, ativa-se um bit de paridade apagado (0). Se for ímpar, se ativa um aceso (1). Ao receber a mensagem, se conta no vamente. Por exemplo, em "11001100", o
bit de paridade é 0, indicando que está correta. Já em "10101011", deveria ser ímpar, mas com 4 "1s", a mensagem está errada. Se dois bits forem trocados, a verificação pode falhar, já que o número de erros é par.
CRC — Cyclic Redundancy Check
O CRC (Cyclic Redundancy Check) é uma forma mais eficiente de verificar erros. Ele adiciona um conjunto de bits, chamado FCS (Frame Check Sequence), à mensagem original.
Os bits FCS são gerados a partir de uma expressão matemática. O emissor pega um bloco de k bits e
cria uma sequência de n-k bits, de modo que o total de n bits seja divisível por um número específico.
Ao receber a mensagem, o receptor divide a frame recebida por esse número. Se não houver resto (0), assume que a transmissão ocorreu sem erros.
Correção de erros
Durante a transmissão, erros podem ocorrer, e o receptor utiliza um descodificador para verificar a palavra de código. Se não houver erros, o descodificador produz os dados originais. Para alguns tipos de erro, ele pode detectar e corrigir os problemas. Em outros casos, pode apenas detectar os erros sem corrigi-los. Em situações raras, o descodificador não percebe os erros e entrega um bloco de dados diferente do original.
Técnicas de compressão de dados
compressão de dados
A compressão de dados permite reduzir o espaço ocupado pelos arquivos em disco e diminuir o tempo de transferência. Ela consiste na remoção de informações redundantes ou irrelevantes do conjunto original. A compressão pode ser feita por meio de algoritmos, que podem ser com perdas ou sem perdas.
com perda de informação
Na compressão com perda, a informação descompactada é diferente da original, mas ainda útil. Essa técnica remove partes redundantes ou irrelevantes, e as perdas são irreversíveis. É comum em arquivos de vídeo (MPEG), música (MP3) e imagens (JPEG). Por
exemplo, um MP3 pode ter a mesma qualidade que o original, mas ocupa apenas 1/10 do tamanho. Para áudio, elimina-se frequências fora do intervalo audível, e para vídeos, mantém-se apenas as partes que mudam entre os quadros.
sem perda de informação
A compressão sem perda de dados é uma técnica em que, após descompactar, a informação é idêntica à original. Diferente da compressão com perda, essa abordagem só remove informações extras que não afetam o conteúdo. Essa técnica é útil para compressão de texto e em áreas onde a
precisão é crucial, como transações bancárias ou informações médicas. Os formatos de arquivo comuns incluem ZIP, RAR e ARJ.
No caso de arquivos de texto, a compressão analisa a frequência das palavras e substitui as mais repetidas por símbolos menores, economizando espaço sem perder dados.
Natureza dos dados
A natureza dos dados se refere a como eles são organizados e usados. É necessário conhecimento sobre para os manipular e armazenar de forma eficiente. Ex.: Textos e imagens são dados não estruturados (que não têm um formato fixo).
Comunicação de dados
.
Created on October 13, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Animated Chalkboard Presentation
View
Genial Storytale Presentation
View
Blackboard Presentation
View
Psychedelic Presentation
View
Chalkboard Presentation
View
Witchcraft Presentation
View
Sketchbook Presentation
Explore all templates
Transcript
Comunicação de dados
NOME: Júlia Rodrigues de FreitasTURMA: 10° L NÚMERO: 11
sÚMARIo
A apresentação entrará nestes tópicos:
Ligações síncronas e assíncronas
Técnicas de deteção e correção de erros em transmissões digitais
Técnicas de compressão de dados
Ligações síncronas e assíncronas
transmissão síncrona
A transmissão síncrona acontece em intervalos regulares entre o emissor e o receptor. Para isso, há uma linha comum que envia um sinal de relógio digital, mantendo ambos em sincronia. Essa forma de transmissão é comum em redes locais, especialmente na Ethernet. Além disso, a transmissão síncrona permite enviar grandes quantidades de dados de uma só vez e por longas distâncias, o que a torna muito eficiente.
transmissão assíncrona
A transmissão assíncrona não é sincronizada e não utiliza um relógio de sincronismo, exigindo que cada pacote de dados se identifique. É comum em ligações entre computadores via cabo série ou na conexão com terminais. Apesar de ser menos eficiente para grandes volumes de dados e longas distâncias, é de baixo custo e fácil configuração. O formato inclui o Start Bit, 8 bits de Data, um Bit de Paridade para verificação de erros e o Stop Bit, que indica o fim da transmissão.
Técnicas de deteção e correção de erros em transmissões digitais
Técnicas de deteção de erros mais frequentes
As técnicas de detecção de erros mais comuns são a "verificação de paridade" e o "CRC". Elas funcionam assim: o emissor adiciona bits extras, chamados de código de detecção de erros, a uma frame de bits. Para um bloco de k bits, o código tem n-k bits. Ao receber a frame, o receptor separa os dados do código, recalcula o código e compara com o recebido. Se os códigos não coincidirem, um erro é detectado.
Verificação de paridade
A verificação de paridade conta os "1s" em uma mensagem de bits, que são como luzes acesas (1) e apagadas (0). Se o número de "1s" for par, ativa-se um bit de paridade apagado (0). Se for ímpar, se ativa um aceso (1). Ao receber a mensagem, se conta no vamente. Por exemplo, em "11001100", o
bit de paridade é 0, indicando que está correta. Já em "10101011", deveria ser ímpar, mas com 4 "1s", a mensagem está errada. Se dois bits forem trocados, a verificação pode falhar, já que o número de erros é par.
CRC — Cyclic Redundancy Check
O CRC (Cyclic Redundancy Check) é uma forma mais eficiente de verificar erros. Ele adiciona um conjunto de bits, chamado FCS (Frame Check Sequence), à mensagem original. Os bits FCS são gerados a partir de uma expressão matemática. O emissor pega um bloco de k bits e
cria uma sequência de n-k bits, de modo que o total de n bits seja divisível por um número específico. Ao receber a mensagem, o receptor divide a frame recebida por esse número. Se não houver resto (0), assume que a transmissão ocorreu sem erros.
Correção de erros
Durante a transmissão, erros podem ocorrer, e o receptor utiliza um descodificador para verificar a palavra de código. Se não houver erros, o descodificador produz os dados originais. Para alguns tipos de erro, ele pode detectar e corrigir os problemas. Em outros casos, pode apenas detectar os erros sem corrigi-los. Em situações raras, o descodificador não percebe os erros e entrega um bloco de dados diferente do original.
Técnicas de compressão de dados
compressão de dados
A compressão de dados permite reduzir o espaço ocupado pelos arquivos em disco e diminuir o tempo de transferência. Ela consiste na remoção de informações redundantes ou irrelevantes do conjunto original. A compressão pode ser feita por meio de algoritmos, que podem ser com perdas ou sem perdas.
com perda de informação
Na compressão com perda, a informação descompactada é diferente da original, mas ainda útil. Essa técnica remove partes redundantes ou irrelevantes, e as perdas são irreversíveis. É comum em arquivos de vídeo (MPEG), música (MP3) e imagens (JPEG). Por
exemplo, um MP3 pode ter a mesma qualidade que o original, mas ocupa apenas 1/10 do tamanho. Para áudio, elimina-se frequências fora do intervalo audível, e para vídeos, mantém-se apenas as partes que mudam entre os quadros.
sem perda de informação
A compressão sem perda de dados é uma técnica em que, após descompactar, a informação é idêntica à original. Diferente da compressão com perda, essa abordagem só remove informações extras que não afetam o conteúdo. Essa técnica é útil para compressão de texto e em áreas onde a
precisão é crucial, como transações bancárias ou informações médicas. Os formatos de arquivo comuns incluem ZIP, RAR e ARJ. No caso de arquivos de texto, a compressão analisa a frequência das palavras e substitui as mais repetidas por símbolos menores, economizando espaço sem perder dados.
Natureza dos dados
A natureza dos dados se refere a como eles são organizados e usados. É necessário conhecimento sobre para os manipular e armazenar de forma eficiente. Ex.: Textos e imagens são dados não estruturados (que não têm um formato fixo).