Mutilação genital feminina
Ana Ferreira N.º2 Leonor Silva Nº13 Mariana Ferreira Nº18 Disciplina: Biologia
O problema que vamos abordar é a mutilação genital feminina, uma prática que em pleno século XXI ainda está em vigor.Neste poster vamos desenvolver um trabalho de sensibilização e educação. De maneira a zelar pelo interesse do público alvo, vamos abordar este tema de forma clara e impactante com o objetivo de diminuir o preconceito, discriminação pelas mulheres tanto a nivel psicológico e físico. O trabalho apresenta vídeos apelativos, imagens e informações cruciais.
Visualização do filme " Flor do Deserto" e pesquisa de informações, com recurso a vídeos, gráficos e imagens.
Após a visualização deste filme, houve uma mistura de sentimentos como angústia, tristeza e orgulho. Isso provocou uma troca de opiniões entre nós e sentimo-nos sensibilizadas com a vida de Waris. A mutilação genital feminina é normalmente praticada em raparigas, entre a infância e os 15 anos. Esta tradição fundamenta-se em aspetos culturais e sociais, como a pressão da sociedade, crenças religiosas,ideias de beleza e pureza. Esta prática tem o apoio tanto de homens como de mulheres, sem questionamento. Em algumas comunidades, é realizada para controlar a sexualidade de mulheres e meninas. Às vezes é um pré-requisito para o casamento.
Respeito
Empatia
Inclusão
Igualdade
A mutilação genital feminina, não importa onde ou por quem é feita, tem implicações para a saúde sexual e reprodutiva de mulheres e meninas. As complicações podem incluir dores intensas, hemorragias, infeções, entre outros. Em alguns casos,os sintomas podem ser severos o suficiente para causar a morte. Aqueles que rejeitam a prática podem enfrentar condenação, e as suas filhas podem não ser consideradas para o casamento.
Fontes:
Proporções dos casos de mutilação genital
A mutilação genital feminina concentra-se principalmente em 30 países na África. Fonte: The Woman Stats Projects, publicado em 2015.
Mutilação genital feminina
Um app para travar a mutilação genital feminina
Existe uma app para travar a mutilação genital feminina.Em 2019, o grupo The Restorers (As restauradoras), constituído por cinco estudantes do Quénia, desenvolveu uma app que está a ajudar as raparigas a lidar com a mutilação genital feminina.
- Fonte: Parlamento Europeu.
- Data de Publicação: 11-02-2020.
- Consultado: 10-10-2024.
Mutilação genital feminina em Portugal
Estima-se que 6576 mulheres com mais de 15 anos, a residir em Portugal, possam ter sido sujeitas a mutilação genital feminina. É uma violação de direitos humanos e uma forma de violência de género.
Afeta gravemente a saúde física, sexual, reprodutiva e psicológica das mulheres. Fonte: CIG
Mutilação genital feminina
Mariana Ferreira
Created on October 10, 2024
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Mutilação genital feminina
Ana Ferreira N.º2 Leonor Silva Nº13 Mariana Ferreira Nº18 Disciplina: Biologia
O problema que vamos abordar é a mutilação genital feminina, uma prática que em pleno século XXI ainda está em vigor.Neste poster vamos desenvolver um trabalho de sensibilização e educação. De maneira a zelar pelo interesse do público alvo, vamos abordar este tema de forma clara e impactante com o objetivo de diminuir o preconceito, discriminação pelas mulheres tanto a nivel psicológico e físico. O trabalho apresenta vídeos apelativos, imagens e informações cruciais.
Visualização do filme " Flor do Deserto" e pesquisa de informações, com recurso a vídeos, gráficos e imagens.
Após a visualização deste filme, houve uma mistura de sentimentos como angústia, tristeza e orgulho. Isso provocou uma troca de opiniões entre nós e sentimo-nos sensibilizadas com a vida de Waris. A mutilação genital feminina é normalmente praticada em raparigas, entre a infância e os 15 anos. Esta tradição fundamenta-se em aspetos culturais e sociais, como a pressão da sociedade, crenças religiosas,ideias de beleza e pureza. Esta prática tem o apoio tanto de homens como de mulheres, sem questionamento. Em algumas comunidades, é realizada para controlar a sexualidade de mulheres e meninas. Às vezes é um pré-requisito para o casamento.
Respeito
Empatia
Inclusão
Igualdade
A mutilação genital feminina, não importa onde ou por quem é feita, tem implicações para a saúde sexual e reprodutiva de mulheres e meninas. As complicações podem incluir dores intensas, hemorragias, infeções, entre outros. Em alguns casos,os sintomas podem ser severos o suficiente para causar a morte. Aqueles que rejeitam a prática podem enfrentar condenação, e as suas filhas podem não ser consideradas para o casamento.
Fontes:
Proporções dos casos de mutilação genital
A mutilação genital feminina concentra-se principalmente em 30 países na África. Fonte: The Woman Stats Projects, publicado em 2015.
Mutilação genital feminina
Um app para travar a mutilação genital feminina
Existe uma app para travar a mutilação genital feminina.Em 2019, o grupo The Restorers (As restauradoras), constituído por cinco estudantes do Quénia, desenvolveu uma app que está a ajudar as raparigas a lidar com a mutilação genital feminina.
Mutilação genital feminina em Portugal
Estima-se que 6576 mulheres com mais de 15 anos, a residir em Portugal, possam ter sido sujeitas a mutilação genital feminina. É uma violação de direitos humanos e uma forma de violência de género. Afeta gravemente a saúde física, sexual, reprodutiva e psicológica das mulheres. Fonte: CIG