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Porttefolio HCA 11ºano

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Microcourse: Learn Spanish

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Portefólio

História da Cultura e das Artes - 11º ano
10º ano
Módulo 8
Módulo 9
Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Módulo 6 A Cultura do Palco

Exploração de obra de arte

Pesquisa livre

Diário de aprendizagem

Glossário

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Diário de apendizagem

2) Sociedade estratificada:Clero (Possui tribunais próprios, código de leis próprio, não paga impostos, pratica a cobrança da dízima, não presta serviço militar)Distinguiam-se através do vestuário - túnica preta - e pelo uso da tonsura;Divide-se em Alto clero e Baixo clero. Nobreza de Sangue Nobreza Nobreza de Toga

1592 - 1715

CULTURA DO PALCO

O mundo é visto como um palco onde cada indivíduo e grupo representa o seu papel

Morte de Luís XIV

Início da Guerra dos trinta Anos (Conflito religioso entre Católicos e Protestantes )

(Burgueses que ascendiam à nobreza através da nomeação do Rei, para a execução de cargos políticos; distinguem-se pelo uso da toga)

Contexto do século XVII:1) Dissidências religiosas 2) Sociedade estratificada 3) Absolutismo régio 4) Práticas económicas mercantilistas 5) Recusa do absolutismo

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Diário de apendizagem

Absolutismo régio: Monarquia asoluta de direito divino

Povo Terceiro estado Burguesia

Pagam imopstos, prestam serviço militar

Poder de um só

Escolhido por Deus

Procura, com o negócio, obter riqueza e, através dela, prestígio e poder: negócio - riqueza - prestígio - poder

Concentra todos os poderes: - Legislativo (fazer as leis) - Executivo (pôr as leis em prática) - Judicial (julgar e punir quem não cumpre as leis)

Rei

Clero

Privilegiados

Recusa do Absolutismo: Holanda e Inglaterra

Nobreza

Estados gerais = Parlamento

Burguesia

1215: Magna Carta

Terceiro Estado

Câmara dos Lordes

Povo

Não privilegiados

Parlamento

Câmara dos Comuns

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Diário de apendizagem

Palcos do Barroco: Igreja - Espaço de culto católico Corte - Espaço de afirmação do poder régio Academia - Espaço do conhecimento coentífico - Espaço de conservação dos modelos clássicos das artes Teatro - Espelho da realidade (As pessoas têm, representada no palco, a realidade do mundo em que vivem) Princípios da arte barroca: 1) O parecer - forma - é tão ou mais importante que o ser - conteúdo; 2) A arte é um espetáculo (tem o objetivo de deslumbrar, tem de seer sempre grandiosa); 3) A arte tem um forte impacto social - "arte de massas"; 4)A arte barroca conserva as noções de Classicismo

Revolução científica: Desenvolvimento do método científico - Francis BACON Valorização da RAZÂO - René DESCARTES Oposição entre Razão Misticismo Ciência Religião Cultura do Palco Visibilidade Evidência Afirmação perante os outros BARROCO

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Diário de apendizagem

ARQUITETURA BARROCA Desenvolve-se a partir de Roma - Arquitetura religiosa: criar uma nova imagem do Catolicismo a partir do Concílio de Trento 4 princípios Libertação espacial Fim da estaticidade e simetria Busca da fantasia e do movimento Contraste entre espaço interior e espaço exterior 3 vertentes Arquitetura Religiosa (igrejas) Arquitetura Civil (palácios) Urbanismo (espaços públicos - praças)Arquitetos do Barroco:Francesco BORROMINI Carlo MADERNO Gian Lorenzo BERNINI

Características da Arquitetura Barroca:Arquitetura Religiosa Plantas Paredes (linha curva, côncava e convexa)Cobertura (aóbada de berço, cúpula colossal) Fachadas (seguem a tradição clássica - frontão triangular, pórtico com colunas, ... progressivamente, as fachadas tonam-se mais originais) Decoração interior pinturas a fresco e telas a óleo mármores policromados talha polivromada e dourada esculturas e retábulos azuleijo púlpito órgão

em trompe l'oeil ("ilusão de ótica")

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Diário de apendizagem

UrbanismoValorização da PRAÇA como "palco" da sociedade Evidência para a FONTE Arquitetura Civil Elemento dominante - PALÁCIO ESCULTURA BARROCA Objetivos: Comunicar uma mensagem apelando à emoção e ao sentimento; Provocar um deslumbramento visual, combinando diferentes formas de expressão numa única obra; Representar o momento (privilegiar o "acontecer" sobre o "ser")

Características da escultura barroca:Aspetos formais e técnicos Rigor de execução técnicaPerfeição das formas (rigor anatómico, naturalismo e realismo);Exploração das capacidades expressivas das figuras e cenas;Preferência por posições em movimento (articulação do corpo humano, utilização de panejamentos);Comopsições livres e soltas, com preferência pelos grupos escultóricos;Sentido cénico e teatral das obras. Temas: Doutrina da Igreja Católica (temas sagrados: Vida de santos, Virgem Maria, Vida de Cristo; Temas doutrinais: doutrina e virtudes cristãs; Temas ligados à figura do Papa.)

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Diário de apendizagem

PINTURA BARROCANasce em Itália Localza-se no tempo enre 1600 e 1730-40 Expansão pela Europa: Itália e França - ligada a temas religiosos (Reforma Católica) Espanha - pintura oficial da corte régia (Absolutismo) Holanda - retratos e cenas de género/quotidiano (influência do Protestantismo) 2 vertentes: Pintura mural (em trompe l'oeil) Pintura móvel (óleo sobre tela) Inovações ao nível estrutural e formal:Representação do momento (primazia d acontecer sobre o ser, valorização da ação, do momento e do movimento da ação) Composição em forma aberta Sobreposição de figuras e formas para criar a profundidade do campo visual

Conrastes entre luz e sombra (chiaroscuro), definindo os pontos de observaçao e realçanco os motivos principais Notável nome da pintura móvel: CARAVAGGIO METACOGNIÇÃO Este foi, para mim, um dos módulos mais interessantes que aprendemos até agora. Pessoalmente acho o estilo Barroco muito bonito e todas as obras que estudámos em aula me espantaram pela maneira como foram executadas e pelo rigor que apresentam. Particularmente na pintura acho fascinante o violnto contraste que se destaca nas obras de pintura barroca. Penso que não revelei muitas dificuldades, mas o que tive mais dificuldade em compreender ao início foi o conceito de forma aberta da pintura barroca.

Fim do Maneirismo

Início do Rococó

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Portefólio

História da Cultura e das Artes - 11º ano
10º ano
Módulo 8
Módulo 9
Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Módulo 7 A Cultura do Salão

Exploração de obra de arte

Pesquisa livre

Diário de aprendizagem

Glossário

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

1. Contexto Histórico e Artístico Jean-Honoré Fragonard (1732–1806):

  • Iniciou os seus estudos com Jean-Siméon Chardin e François Boucher, mestres que o influenciaram profundamente.
  • Ganhou uma bolsa para estudar na Academia de França em Roma, onde se dedicou à pintura barroca e estudou Pietro da Cortona.
  • Tornou-se um dos mais importantes pintores de gênero antes da Revolução Francesa, ao lado de Antoine Watteau e François Boucher.
  • Representante do Rococó francês, permaneceu fiel ao estilo mesmo após o advento do Neoclassicismo.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

1. Contexto Histórico e Artístico O Rococó:

  • Estilo caracterizado por leveza, sensualidade e erotismo irónico.
  • Frequentemente associado à decoração de espaços íntimos e à celebração da frivolidade aristocrática.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

2. Encomenda e propósio da obra "O Baloiço":

  • Também conhecida como "Os Incidentes Felizes do Balanço".
  • Encomendada pelo barão de Saint-Julien para homenagear a sua amante.
  • Retrata um momento de leveza e alegria com fortes insinuações eróticas, comum em pinturas destinadas a espaços privados.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

3. Descrição da composição Cena central:

  • A jovem mulher está no centro, vestida com um vestido rosa e branco, elegante, a brincar num baloiço.
  • O movimento do baloiço, o vento que levanta o seu vestido e o sapato que voa no ar conferem dinamismo e sensualidade à cena.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

3. Descrição da composição Os personagens:

  • A jovem amante: Consciente de ser observada, olha para seu admirador com um gesto provocante.
  • O jovem amante: Esconde-se nos arbustos, observando por entre as pernas da mulher. O seu rosto corado e o braço erguido revelam o seu fascínio.
  • O homem mais velho: Representa o marido traído, empurrando o baloiço sem perceber a relação amorosa das outras duas persnagens.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

3. Descrição da composição Os personagens:

  • Cupidos e elementos decorativos: Esculturas de Cupido, um golfinho e um cão de pedra reforçam o tema amoroso e erótico.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

4. Simbolismo e estrutura visual Simbolismo erótico:

  • A visão das pernas e do calcanhar da jovem, assim como o sapato que voa, remetem a conotações eróticas do século XVIII.
  • A estátua de Cupido com o dedo sobre os lábios pede segredo, simbolizando a natureza clandestina do relacionamento.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

4. Simbolismo e estrutura visual Estrutura triangular:

  • Os dois homens formam a base do triângulo, enquanto o chapéu da jovem é o ápice.
  • Esta composição organiza visualmente os elementos e direciona o olhar do espectador.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

4. Simbolismo e estrutura visual Tratamento de luz e cor:

  • Tons claros e iluminação suave, com a luz do sol a entrar pelas árvores (luz rasante), destacam a jovem e criam uma atmosfera encantadora e idealizada.
  • As árvores e as nuvens apresentam formas densas e ondulantes, constituem um fundo escuro que emoldura a cena e acentuando sua delicadeza.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

5. Interpretação e relevância Apelo erótico e libertino:

  • A pintura ultrapassa o mero “voyeurismo”, capturando a sensualidade e a provocação de um relacionamento ilícito.
  • Celebra a alegria efêmera e os momentos de paixão, características centrais do Rococó.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

5. Interpretação e relevância Harmonia e técnica:

  • Fragonard demonstra maestria no uso de cores, gestos e composições simbólicas.
  • A obra é um testemunho da frivolidade e do espírito leve da aristocracia pré-revolucionária.

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Exploração de obra de arte

O Baloiço (1767), de Jean-Honoré Fragonard

6. Ficha técnicaTítulo: O Baloiço (Os Incidentes Felizes do Balanço) Ano: 1767 Técnica: Óleo sobre tela Dimensões: 81 x 64,2 cm Localização: Coleção Wallace, Londres, Grã-Bretanha

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Pesquisa livre

Napoleão Bonaparte

Registo criminal: Prisão da Ilha de Santa Helena

Napoleão Bonaparte foi um militar francês que ganhou prestígio com o seu grande sucesso na liderança das tropas francesas na luta contra as forças contrarrevolucionárias que procuravam pôr fim à Revolução Francesa. Em 1799, tornou-se cônsul de França por meio de um golpe de Estado e em 1804, auto coroou-se imperador, controlando a França durante 15 anos. Primeiros anos Napoleão nasceu no dia 15 de agosto de 1769, em Ajácio, cidade localizada na Ilha de Córsega, que passou a ser território francês poucos anos antes do nascimento de Napoleão. Esta ilha fazia antes parte do território italiano. Com raízes italianas, a sua família fazia parte da nobreza. Este estatuto social permitiu que Napoleão pudesse ter uma boa educação, tendo sido matriculado numa escola militar em 1779. Anos mais tarde, ingressou na École Militaire de Paris.

Depois disso, Napoleão foi promovido a general de brigada, e foi nomeado para liderar a artilharia francesa no Armée d’Italie, a tropa francesa que estava em território italiano. No entanto, aquando da Reação Termidoriana, quando os jacobinos foram destituídos do poder, Napoleão Bonaparte foi preso pela proximidade com os jacobinos. Napoleão ficou preso em Nice, mas foi solto duas semanas depois, dada a importância dos seus serviços como militar, porque a França enfrentava a ameaça das forças contrarrevolucionárias. Em 1795, Napoleão já ocupava uma posição de prestígio novamente pela sua atuação na luta em defesa da França, liderando tropas que colocaram fim a uma revolta monarquista garantindo a posição dos girondinos e a estabilidade da Convenção, a instituição política que governava a França. Em recompensa a isso, ele recebeu o comando do Armée d’Italie e se tornou comandante do Exército do Interior. Essas promoções permitiram que Napoleão ocupasse cargos que tinham peso político muito grande na França, fazendo dele um dos militares de maior prestígio do país.

Napoleão como militar A formação militar de Napoleão em Paris durou apenas um ano e, uma vez finalizado o curso, foi-lhe concedida a patente de segundo-tenente. Dada a eclosão da Revolução francesa, sendo favorável aos ideais republicanos e como era também próximo de Augustin, irmão de Maximilien Robespierre, líder dos jacobinos, Napoleão foi nomeado comandante do batalhão de artilharia escalado para combater em Toulon, uma cidade que se opusera ao governo de Robespierre. Liderou o cerco de Toulon e conseguiu conquistar a cidade, forçando as tropas britânicas que ali estavam instaladas a fugir.

As conquistas militares obtidas entre 1796 e 1798 deram a Napoleão um grande prestígio, tornando-o um herói nacional. Em 1799, a França viveu um momento de grande instabilidade, quer política, quer económica e numa tentativa de resolução, formou-se uma república autoritária, em que Napoleão Bonaparte foi considerado o nome forte para tomar as rédeas de França. O apoio a Napoleão vinha sobretudo do povo e da burguesia francesa e foi, portanto, nesta altura que Napoleão voltou a Paris. Napoleão no poder França passou a ser governada por três cônsules e Napoleão assumiu a posição de primeiro-cônsul, o mais poderoso, tendo poderes que os outros cônsules não possuíam, usando autoritarismo para impor o seu poder e realizar as mudanças que ele queria, perseguindo quem se encontrava contra ele. Uma das principais medidas tomadas por ele foi negociar a paz com os britânicos e austríacos e promover mudanças no sistema tributário de França. Também reatou as relações de França com a Igreja Católica, rompidas desde o início da Revolução Francesa, criou ainda um importante código jurídico e garantiu a proteção à propriedade privada no território francês.

Subida ao poder A partir de 1796, Napoleão Bonaparte iniciou uma série de ações militares, liderando tropas que lutaram na Itália, na Áustria e no Sacro Império Romano-Germânico. Muitas batalhas dessa campanha militar foram vencidas por Napoleão, e o governo francês começou a cogitar uma invasão da Grã-Bretanha, mas Napoleão achava que o país não estava preparado para lutar contra a marinha britânica. Em 1798, ele decidiu iniciar uma campanha no Egito, com o objetivo de alcançar a Índia, para estabelecer relações comerciais com reinos indianos. O objetivo final era usar essa aliança para enfraquecer os britânicos.

Isso ficou bem claro em 1805, quando as tropas de Napoleão tiveram uma expressiva vitória na Batalha de Austerlitz (disputa em terra) e uma derrota crucial na Batalha de Trafalgar (travada no mar). Napoleão percebeu que seria incapaz de invadir a Grã-Bretanha, pois sua marinha não tinha capacidade de lutar contra a marinha inglesa, decidindo então fragilizar a economia inglesa, para forçar os ingleses à rendição, por meio do Bloqueio Continental. O bloqueio consistia numa proibição de todos os países da Europa Continental de manter comércio com a Grã-Bretanha, sob pena de invadir os países que não aderissem. Foi por este motivo que Espanha e Portugal foram invadidos por tropas francesas em 1807 e a Russia em 1812. A invasão da Rússia não correu como esperado e enfraqueceu a posição de Napoleão. Decadência de Napoleão A derrota de Napoleão na Rússia abalou sua posição em toda a Europa. Napoleão Bonaparte foi forçado a render-se, em 1814, e foi enviado para o exílio em Elba, uma ilha próxima da costa da França.

Império de Napoleão Em 1804, deu-se início ao período imperial, tendo-se Napoleão autonomeado imperador. A coroação realizou-se na Catedral de Notre-Dame, em Paris. Como os ingleses temiam o crescimento do poder do império Francês, declararam guerra a França, juntamente com os austríacos, prussianos e russos; mas Napoleão estava preparado porque tinha investido bastante no desenvolvimento do exército francês. O novo conflito deixou evidente que os franceses eram muito fortes por terra, mas, no mar, o domínio ainda era britânico.

A monarquia absolutista foi restaurada em França, e o poder foi entregue a Luís XVIII. Em 1815, Napoleão fugiu da ilha de Elba, retomou o poder da França e deu início ao Governo dos Cem Dias que acabou quando Napoleão foi definitivamente derrotado na Batalha de Waterloo, travada em junho de 1815, e restaurado o Absolutismo em França. Napoleão foi então enviado para o seu segundo exílio, na ilha de Santa Helena, que fica no meio do Oceano Atlântico, bem distante da Europa, onde acabou por falecer a 5 de maio de 1821.

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Academias científicas e literárias – Locais de reunião dos intelectuais do século XVIII, onde discutiam temas do seu interesse como a liyeratura, a ciência,a medicina, a matemática,astrologia, ...

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Glossário

Artes menores/decorativas (ourivesaria, mobiliário, cerâmica, tapeçaria, ...) – obras de arte portáteis, na maioria das vezes, são objetos com funções utilitárias.

“Festa galante” –Modelo de representação de cenas requintadas situadas ao ar livre, reunindo personagens de aparência elegante em agradável convívio mundano característico do rococó Contrato social – Obra escrita pelo filósofo Jean-Jacques Rousseau, que teoriza um modelo de sociedade baseado num compromisso entre governadores e governantes.

Progressismo – Corrente de pensamento que interpreta a história da humanidade como evolutiva e que apresenta aperfeiçoamento gradual e constante, apresenta um progresso. Conservadorismo – Corrente de pensamento que defende a preservação/conservação das instituições, costumes e valores sociais tradicionais.

Portefólio

História da Cultura e das Artes - 11º ano
10º ano
Módulo 8
Módulo 9
Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Módulo 8 - A Cultura da Gare

Exploração de obra de arte

Pesquisa livre

Diário de aprendizagem

Glossário

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Exploração de obra de arte

Casa Batlló

Antoní Gaudí

Casa Batlló:História e transformação

Antoní Gaudí

Fachada e interior da Casa Batlló

Fachada e interior da Casa Batlló Interior Fachada

Arte e Simbolismo

Funcionalidade e criatividade

A fachada da Casa Batlló é uma das mais impressionantes do mundo, com linhas curvas e orgânicas que criam um aspecto fluido e natural.

O interior da Casa Batlló reflete a genialidade de Gaudí na integração de formas orgânicas inovadoras com funcionalidade impressionante.

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A Casa Batlló é uma verdadeira obra de arte, onde a funcionalidade e a estética se encontram de forma inovadora. Cada detalhe, desde as formas orgânicas da fachada até aos elementos interiores, foi pensado para criar uma experiência sensorial única. Gaudí não projetou apenas um edifício, mas uma experiência imersiva que convida o espectador a entrar num mundo de luz, cor e formas naturais. Com a sua originalidade e beleza, a Casa Batlló continua a ser uma das maiores expressões da genialidade de Gaudí e do modernismo catalão.

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Pesquisa livre

JORNAL DE NOVA IORQUE

JOHN ROCKEFELLER

O seu império petrolífero dominava a indústria nos Estados Unidos e foi o responsável por grandes transformações económicas e políticas do seu país. A trajetória de Rockefeller começou de forma modesta, filho de um caixeiro-viajante e de uma mãe devota. Criado em diversas cidades dos Estados Unidos, ele teve uma educação básica, com destaque para o curso de contabilidade, e iniciou a sua carreira como assistente em uma firma comercial. Em 1859, entrou no negócio de petróleo, área que se expandia rapidamente. Com o tempo, consolidou a sua fortuna, criando uma refinaria que logo dominou a indústria de petróleo, ajudado pela sua habilidade de reduzir custos e melhorar processos.

A Standard Oil Company tornou-se um monopólio tão grande que em 1892 foi formada a Standard Oil Trust, a primeira holding corporativa do mundo.

John D. Rockefeller (1839-1937) foi um dos maiores magnatas da história dos Estados Unidos e o homem mais rico da sua época. Nascido em Richford, Nova Iorque, fundou a Standard Oil Company em 1870, uma das empresas mais poderosas e influentes da história.

Bidão de petrólio da empresa Standard Oil Company

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Pesquisa livre

Isso provocou uma reação do governo, que em 1911, forçou a dissolução do império e divisão em 34 empresas independentes, como a ExxonMobil e a Chevron, mas Rockefeller já se tinha tornado o primeiro bilionário dos Estados Unidos, com uma fortuna que chegou a representar 2% da economia do país. Além do seu sucesso nos negócios, Rockefeller destacou-se como filantropo. Ele doou centenas de milhões de dólares para causas educacionais, de saúde pública e científicas. Fundou a Universidade de Chicago, a Fundação Rockefeller, e contribuiu para diversas iniciativas que visavam melhorar as condições de vida da população. A sua visão filantrópica foi fundamental para a criação de um legado duradouro.

Logotipo da Fundação Rockefeller

Rockefeller casou-se com Laura Spelman, com quem teve seis filhos, e a sua descendência continuou a desempenhar papéis importantes na política e no mundo dos negócios, com destaque para seu filho John D. Rockefeller Jr., que se tornou uma figura de destaque no governo e na filantropia.

John Rockefeller e o filho, John Rockefeller Jr.

John D. Rockefeller morreu aos 97 anos, em 1937, em Ormond Beach, Flórida, deixando uma marca indelével na história dos Estados Unidos e do mundo. A sua filosofia de vida, centrada no trabalho árduo, na economia e na generosidade, é resumida na sua célebre frase: “Ganhe tudo o que puder, economize tudo o que puder e dê tudo o que puder.”

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Família de John Rockefeller

Democracia liberal Sistema político em que o poder assenta na vontade do povo.

Glossário

Liberalismo Pensamento que concedeu grande importância ao conceito do indivíduo, valor que esteve presente no Romantismo e no comportamento das sociedades ao longo do século XIX.

“Herói Romântico” Indivíduo que enfrenta uma força maior e que está condenado ao fracasso.

Socialismo Teoria que pretendia conciliar o progresso com o bem estra geral da população, sem diferenciação de classes.

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Academismo Método de ensino artístico concebido, formalizado e ministrado pelas academias de arte europeias.

Arte Romântica Arte da alma, subjetiva, emocional, fantasiosa e individualizada, que defendia o regresso ao passado, nomeadamente ao medieval.

Revivalismo Estudo e reprodução de estilos de épocas anteriores.

Exotismos Fontes de inspirações com origem nas civilizações exóticas exteriores à europa (África ou Oriente) que exerceram grande fascínio sobre a imaginação romântica.

Naturalismo Estilo caracterizado pelo interesse pela Natureza e pela realidade visível, que rompia com o rigor do academismo da época.

Historicismo Estudo e reprodução de estilos anteriores através do uso de técnicas e materiais do passado.

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Pontilhismo Uso de pinceladas reduzidas ou minúsculos pontos de cor pura, colocados na tela justapostos, mas sem nunca se misturarem, com o objetivo de conferir nitidez às formas e dar mais brilho às cores, fazendo apelo à síntese ótica do observador.

Cloisonismo (Cloisonisme) Acentuação da pintura com uma linha de contorno negra.

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Portefólio

História da Cultura e das Artes - 11º ano
10º ano
Módulo 8
Módulo 9
Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Módulo 9 - A Cultura do Cinema

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História da Cultura e das Artes - 11º ano
10º ano
Módulo 8
Módulo 9
Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Módulo 10 - A Cultura do Espaço Virtual

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10º ano
Módulo 8
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Módulo 6
Módulo 7
Módulo 10

Pesquisa livre - vida de Caravggio

1599-1600 – Recebeu a sua primeira grande encomenda, os painéis para a igreja de São Luís dos Franceses em Roma, onde pinta pintou “A Vocação de São Mateus” e “O Martírio de São Mateus”, obras que consolidaram sua reputação.

1607-1610 - Durante o exílio, Caravaggio viajou por Nápoles, Malta, Sicília e Siracusa. Enquanto fugitivo, criou algumas das suas obras mais completas e marcantes/populares, como “A Decapitação de São João Batista” e “David com a Cabeça de Golias”.

1584-1588 – Começou a pintar em Milão, como aprendiz no ateliê de Simone Peterzano. Este período marcou o desenvolvimento das suas habilidades artísticas e foi também nesta altura que elaborou as suas primeiras obras.

1571 – Michelangelo Merisi nasceu a 29 de setembro, na cidade de Milão, em Itália. Porém cresceu na região de Caravaggio (Bérgamo) - nome pelo qual ficou conhecido), onde a sua família se refugiou depois da peste atingir Milão.

1592 – Mudou-se para Roma em busca de novas oportunidades artísticas. Aqui, Caravaggio enfrentou dificuldades financeiras, mas rapidamente se destacou pelo estilo ousado e realista, atraindo a atenção do cardeal Francesco Del Monte.

1606 - Caravaggio envolveu-se numa enorme confusão e acabou por matar Ranuccio Tomassoni. Foi, por isso, condenado à morte. Ele fugiu de Roma e iniciou um período de exílio, passando por várias cidades italianas.

1610 – Ao tentar voltar a Roma após receber o perdão papal, Caravaggio morreu em julho, no Porto Ercole, na Toscana, aos 38 anos. A causa da sua morte ainda é incerta, mas suspeita-se que tenha sido devido a um determinado tipo de febre ou por consequências dos ferimentos numa das suas lutas.

Exploração de obras de arte Rapariga com o Brinco de Pérola

O quadro "Rapariga com o Brinco de Pérola" de Johannes Vermeer é, sem dúvida, uma das obras de arte mais importantes do século XVII e uma obra-prima da pintura barroca holandesa. Foi pintado por volta de 1665 e está agora em exposição na Galeria Mauritshuis em Haia, Holanda. O quadro mostra uma rapariga com um turbante azul e branco, numa vista de três quartos (com a cabeça ligeiramente virada), que transmite a ideia de um gesto espontâneo e lhe confere a expressão de um olhar quase “desprevenido”, com que a rapariga parece olhar diretamente e questionar o espectador. A pintura foi feita com tintas a óleo sobre tela e o seu tamanho é de 44,5 x 39 cm e acredita-se que seja um retrato de uma pessoa real, embora a identidade da rapariga tenha permanecido desconhecida até aos dias de hoje. A “Rapariga com o Brinco de Pérola” tem sido retratada em filmes e livros e tem servido também de inspiração para numerosas obras de arte. A delicadeza e beleza da pintura são inegáveis e fizeram dela uma das mais conhecidas e mais visitadas da Galeria Mauritshuis. É uma obra-prima intemporal, que continua a cativar as pessoas após mais de 350 anos.

Glossário

Forma aberta Definição do espaço compositivo em impulsos centrífugos: desvio dos elementos da composição para espaços periféricos, condução do olhar do observador através das linhas e formas de luz.

Chiaroscuro Contraste entre luz e sombra

Monarquia absoluta Modelo político em que o rei concentra em si próprio todod os poderes: legislativo (poder de fazer as leis), poder executivo (de pôr as leis em prática) e poder judicial (de julgar e punir quem não cumpre as leis).

Terceiro estado grupo não privilegiado da sociedade do século XVII, constituído pelo povo e pela burguesia.

Grupos escultóricos Escultura que combina mais do que uma figura

Antoní Gaudí

Um Ícone do Modernismo Catalão Antoni Gaudí (1852-1926) foi um arquiteto catalão e a principal figura do modernismo catalão. Conhecido por seu estilo único e inovador, inspirava-se na natureza e na geometria para as suas obras. Ao longo da sua carreira, desenvolveu uma linguagem arquitetónica única, explorando formas curvas, mosaicos de cerâmica e estruturas arrojadas. Entre as suas obras mais famosas estão a Sagrada Família, o Parque Güell, a Casa Milà (La Pedrera) e a Casa Batlló. Gaudí faleceu em 1926, deixando a Sagrada Família inacabada, que ainda está em construção.

Casa Batlló:

História e transformação

A Casa Batlló foi construída originalmente em 1877 por Emilio Sala Cortés, mas foi em 1903 que o empresário Josep Batlló i Casanovas adquiriu o edifício e contratou Gaudí para reformá-lo. A intenção inicial era demolir inteiramente a casa e construir uma totalmente nova, mas Gaudí convenceu Batlló a reformar a estrutura existente. Entre 1904 e 1906, Gaudí transformou completamente a casa, criando uma das suas obras mais icónicas e uma das joias do modernismo catalão. Localizada no Passeig de Gràcia, uma das avenidas mais importantes de Barcelona, a Casa Batlló faz parte do "Illa de la Discòrdia", conjunto de edifícios modernistas projetados por renomados arquitetos como Domènech i Montaner e Puig i Cadafalch. Em 2005, foi reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.

As colunas e balcões lembram ossos, criando uma visão esquelética.

O telhado ondulado, que remete a um dragão, é uma referência à lenda de São Jorge, o padroeiro da Catalunha, com a cruz no topo simbolizando a espada que perfura o dragão.

A fachada também é decorada com elementos inspirados no mar, como janelas e varandas que evocam ondas e bolhas.

O uso de trencadís, fragmentos de cerâmica colorida, cobre a fachada e proporciona um efeito escamoso.

O átrio de entrada comum, no rés do chão, dá acesso à entrada privada da família Batlló, através de uma impressionante grade modernista. Este é o primeiro ponto de paragem na visita. Este espaço evoca um ambiente submarino, reforçado pelas claraboias, que se assemelham a carapaças de tartaruga, pelas paredes abobadadas de formas curvas e por uma impressionante escadaria de madeira, cujo corrimão esculpido, feito de madeira maciça, lembra a espinha dorsal de um enorme animal, elevando-se por espaços aparentemente impossíveis.

O Sótão e Terraço: Simplicidade e Criatividade O sótão da Casa Batlló, originalmente uma área de serviço, é uma obra-prima de simplicidade. Com arcos catenários brancos que criam uma sensação de leveza, o sótão remete à caixa torácica de um animal, reforçando a conexão entre arquitetura e natureza. O terraço é dominado por um telhado em forma de dragão, com escamas coloridas e chaminés helicoidais, que servem tanto para funcionalidade quanto para a expressão artística. As chaminés, feitas de trencadís, são um exemplo de como Gaudí combinou beleza e funcionalidade de maneira extraordinária.

O Piso Nobre é o coração da casa, com um salão único que representa a máxima expressão do modernismo e ilustra o modo de vida da burguesia da época. A primeira divisão que encontramos neste andar é o escritório do Sr. Batlló, onde se destaca uma lareira em forma de cogumelo. Este conduz à sala principal, onde uma grande janela panorâmica se impõe, criando uma galeria sobre o Passeig de Gràcia. Entre os muitos elementos notáveis, destacam-se: As enormes portas de carvalho, de formas orgânicas, nas quais Gaudí incorporou vitrais coloridos. O teto ondulado, que evoca a força do mar e reforça a sensação de movimento e fluidez no espaço. Este andar encapsula a essência da Casa Batlló: uma fusão perfeita entre arte e funcionalidade, onde cada detalhe contribui para a harmonia do conjunto.

O pátio de luz é uma parte fundamental da Casa Batlló, pois distribui o ar e a luz que entram pela claraboia principal. Gaudí ampliou o pátio (já existia um, e ele acrescentou um segundo) para garantir que a luz natural chegasse a todas as divisões da casa. Além disso, decorou-o com azulejos de diferentes tons de azul (mais escuros na parte superior e mais claros na inferior), criando um efeito de distribuição uniforme da luz. Seguindo esta mesma lógica, as janelas superiores são mais pequenas e vão aumentando de tamanho à medida que descemos, permitindo uma maior entrada de luz. Já as janelas inferiores possuem ripas de madeira ajustáveis, que podem ser abertas ou fechadas para controlar a ventilação. No centro do pátio de luz, Gaudí instalou o elevador, cujo belíssimo carro original em madeira ainda se encontra em funcionamento.

A sala de jantar privada da família Batlló, localizada no centro do Piso Nobre, dá acesso a um exclusivo pátio traseiro, um pequeno oásis no meio da cidade, concebido para ser desfrutado ao final da tarde. Os elementos mais notáveis deste espaço são: O pavimento cuidadosamente trabalhado. Os vasos revestidos a azulejos e vidro, que servem como principais elementos decorativos.