Observação de cortes histológicos de ovários
Nesta atividade de laboratório, com recorrência ao microcópio ótico composto (MOC), foram observados cortes histológicos de ovários, pertencentes a um mamífero, de modo, a ser possível a observação das estruturas internas dos ovários e de diversas células em diferentes fases da oogénese.
01
02
02
Cortes histológicos de folículos primordiais (A), folículo primário (B) e folículo secundário (C)
Legenda
Ampliação: 40 x 10
1- Células granulosas2- Zona pelúcida 3- Teca folicular 4- Líquido folicular 5- Oócito II
Desenvolvimento folicular num ovário
03
03
Folículo de Graaf
Ampliação: 10 x 10
04
+ Discussão
04
Corpo lúteo
Ampliação: 40 x 10
Trabalho realizado por:Mariana Alves nº 17, Mariana Aleixo nº 19, Patricia Zhu nº 21 e Rafaela Ferreira nº 23, 12ºCT4
Docente:Clara Reis Disciplina: Biologia, 2024/2025
+ Bibliografia
Título: Bio 12, volume 1 Autores: Óscar Oliveira e Elsa Ribeiro Ano / Edição / Tiragem: 2023 / 1.ª Edição / 1.ª Tir. Editora: Texto Editores, Grupo LeYa
Bibliografia
Discussão
Nesta atividade laboratorial, foi possível observar o interior dos ovários, que proporcionou a identificação das suas estruturas internas. Os ovários são divididos em duas zonas, estas são a zona medular e a zona cortical. A zona medular, que se localiza na parte central dos ovários, encontra-se fortemente irrigada por vasos sanguíneos, e a zona cortical, que se encontra na periferia dos ovários, apresenta folículos em desenvolvimento que contêm no seu interior oócitos. Também estão presentes, após a ovulação, os corpos lúteos em degeneração. Estes folículos, à medida que se desenvolvem, até atingirem a maturação, são rodeados por uma camada de células foliculares que proliferam quando os oócitos I, a partir da puberdade, aumentam de volume. Essa camada de células foliculares torna-se mais espessa e estas passam a designar-se granulosas. Com a proliferação das células granulosas as suas cavidades aumentam de tamanho ao serem preenchidas por líquido folicular originando, eventualmente, uma única cavidade. O corpo lúteo que deriva do processo de ovulação, onde ocorre a rutura do folículo maduro, forma-se a partir das células foliculares e este acaba por se degenerar gradualmente, diminuindo assim o seu tamanho.
Trabalho de Biologia
mariana.cv.alves
Created on October 9, 2024
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Observação de cortes histológicos de ovários
Nesta atividade de laboratório, com recorrência ao microcópio ótico composto (MOC), foram observados cortes histológicos de ovários, pertencentes a um mamífero, de modo, a ser possível a observação das estruturas internas dos ovários e de diversas células em diferentes fases da oogénese.
01
02
02
Cortes histológicos de folículos primordiais (A), folículo primário (B) e folículo secundário (C)
Legenda
Ampliação: 40 x 10
1- Células granulosas2- Zona pelúcida 3- Teca folicular 4- Líquido folicular 5- Oócito II
Desenvolvimento folicular num ovário
03
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Folículo de Graaf
Ampliação: 10 x 10
04
+ Discussão
04
Corpo lúteo
Ampliação: 40 x 10
Trabalho realizado por:Mariana Alves nº 17, Mariana Aleixo nº 19, Patricia Zhu nº 21 e Rafaela Ferreira nº 23, 12ºCT4
Docente:Clara Reis Disciplina: Biologia, 2024/2025
+ Bibliografia
Título: Bio 12, volume 1 Autores: Óscar Oliveira e Elsa Ribeiro Ano / Edição / Tiragem: 2023 / 1.ª Edição / 1.ª Tir. Editora: Texto Editores, Grupo LeYa
Bibliografia
Discussão
Nesta atividade laboratorial, foi possível observar o interior dos ovários, que proporcionou a identificação das suas estruturas internas. Os ovários são divididos em duas zonas, estas são a zona medular e a zona cortical. A zona medular, que se localiza na parte central dos ovários, encontra-se fortemente irrigada por vasos sanguíneos, e a zona cortical, que se encontra na periferia dos ovários, apresenta folículos em desenvolvimento que contêm no seu interior oócitos. Também estão presentes, após a ovulação, os corpos lúteos em degeneração. Estes folículos, à medida que se desenvolvem, até atingirem a maturação, são rodeados por uma camada de células foliculares que proliferam quando os oócitos I, a partir da puberdade, aumentam de volume. Essa camada de células foliculares torna-se mais espessa e estas passam a designar-se granulosas. Com a proliferação das células granulosas as suas cavidades aumentam de tamanho ao serem preenchidas por líquido folicular originando, eventualmente, uma única cavidade. O corpo lúteo que deriva do processo de ovulação, onde ocorre a rutura do folículo maduro, forma-se a partir das células foliculares e este acaba por se degenerar gradualmente, diminuindo assim o seu tamanho.