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Apresentação De Filosofia- 11ºE2
Bianca Ciornei
Created on October 8, 2024
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Transcript
F losofia
Conheciment
Começar
Margarida Paiva Nº13 Bianca Ciornei Nº4 Andreia Cheng Nº3
Filosofia 11ºE2
12. David Hume (Empirismo)
13. Relações de ideias/ Questões de facto
índice
14. Contraposição: Descartes/David Hume
15. 2ºPeríodo
16. Conhecimento SC
1. Introdução
17. Conhecimento C.
2. Índice
18. Senso Comun e Ciência
19. Indutivismo/Verificacionismo- + Crítica
3. Epistemologia
4. Platão
20. Hipotético-dedutivo/Falsificacionismo
5. Edmund Gettier
6. Alvin Goldman
21. O método crítico/raciocínio dedutivo
7. Timothy Williamson
8. Razão/Experiência
22. Critério de demarcação
9. Fundacionalismo
23. Graus de testa/ falsi
10. Ceticismo
11. Descartes
24. Críticas a Popper
Filosofia 11ºE2
25 Conclusão
Definição tradicional/proposicional do conhecimento
Epistemologia
É possível conhecer?
O que é o conhecimento?
Platão
Quais são as suas fontes?
Prático
O que é o conhecimento?
Definição tradicional/proposicional do conhecimento
Contacto
Prático
Contacto
Filosofia 11ºE2
Crença (doxa)
Conhecimento
(proposicional)
Verdade (aletheia)
Justificação (logos)
Platão
(427 a.C. - 347 a.C.)
Refuta -> Gettier
Filosofia 11ºE2
Ter uma crença verdadeira justificada é condição necessária, mas não é condição suficiente para o conhecimento.
Tese
Edmund Gettier (1927-2021)
Filosofia 11ºE2
Quarta condição para o conhecimento
Crença
Verdade
Conhecimento
Justificação
Fiabilidade
Conhecer é ter uma crença verdadeira justificada a partir de um processo fiável de obtenção de crenças
Alvin Goldman (1938-2024)
Tese
Filosofia 11ºE2
O conhecimento é o estado inteiramente mental em que nos encontramos se os nossos pensamentos representam corretamente o mundo.
Tese
Timothy Williamson (1955-)
Filosofia 11ºE2
Razão
ExperiÊncia
Empirismo
Racionalismo
Conhecimento a posteriori
Conhecimento a priori
Filosofia 11ºE2
Empirismo
Racionalismo
O conhecimento está fundado em crenças básicas (racionais ou empíricas)
Tese
enquadram-se
Fundacionalismo
Fundamentado
Fundacionalismo
- Crenças Básicas
- Crenças Não Básicas
Filosofia 11ºE2
Ceticismo
Não podemos afirmar que temos conhecimento, porque nenhuma fonte de justificação das nossas crenças é satisfatória.
Tese
Principais argumentos céticos para duvidar
Sexto Empírico
Argumento da divergência de opiniões
Argumento da regressão infinita da justificação
Argumento da ilusão
Filosofia 11ºE2
A dúvida
Descartes
1. Todas as crenças teram de ser submetidas à dúvida.
Fundicionalismo cartesiano
-O conhecimento é possível. -A razão é a principal fonte de justificação das nossas crenças.
Tese
2. Encontrar crenças fundacionais que sejam o ponto de partida do conhecimento.
Tinha como objetivo demonstrar que os céticos estavam enganados em negar a possibilidade do conhecimento.
Provar que os céticos estão errados e que o conhecimento é possível.
Solidez do conhecimento
Filosofia 11ºE2
Descartes
1. Todas as crenças teram de ser submetidas à dúvida.
Argumento da ilusão
O que é a dúvida e quais são as sua caracteristicas?
- Crenças a posteriori
- Crenças a priori
Argumento do sonho
Génio maligno
A dúvida
Metódica
2. Encontrar crenças fundacionais que sejam o ponto de partida do conhecimento (verdades irrefutáveis).
Provisória
Hiperbólica
Universal
Cogito
Deus
Filosofia 11ºE2
Deus
Descartes
Argumento ontológico
Cogito
Argumento da marca impressa
-Crença fundacional; -Crença indubitável; -Verdade racional e a priori; -Evidência clara e distinta; -Substância pensante, distinta e independente do corpo (Res cogitans).
Tipos de ideias
-Inatas -Factícias -Adventícias
Argumento da causa da existência do cogito
Provada a existência de Deus, afasta-se a ideia do génio maligno.
Filosofia 11ºE2
Críticas a Descartes
Críticas a Descartes
1- O argumento do cogito não é convincente
Crítica
Crítica
2- Círculo Cartesiano
Cogito
Deus existe porque concebe clara e distintamente a sua existência.
Só concluimos "Há pensamentos"
Mesmo havendo pensamentos não se concluí que existe pensador
Aquilo que concebo clara e distintamente é verdadeiro porque Deus existe.
Logo é duvidoso o "Eu penso, logo eu existo"
Filosofia 11ºE2
Empirismo (Hume)
Associação de ideias
Perceções
Semelhança
Contiguidade no tempo e no espaço
Impressões
Ideias
Sensações externas
Sensações internas
Simples
Complexas
Relação entre causa e efeito
Filosofia 11ºE2
Tipos de conhecimento
Relações de ideias
Questões de facto
a priori
a posteriori
Filosofia 11ºE2
david hume
- Princípio da causalidade e o problema da indução
- Conexão necessária
- Costume / Hábito
- Conjução constante
- A uniformidade da natureza
Filosofia 11ºE2
Descartes
David Hume
Qual é o propósito da sua teoria?
Encontrar um princípio racional indubitável para justificar o conhecimento.
Analisar a mente humana para encontrar os limites e capacidades do entendimento humano.
A experiência (empirismo).
A razão e o pensamento (racionalismo).
Qual é a fonte do conhecimento?
Ideias simples e complexas. Todas as ideias têm origem empírica e derivam das impressões (não há ideias inatas).
Ideias adventícias, factícias e inatas. O conhecimento é fundado em ideias inatas e em argumentos racionais.
Que tipos de ideias há?
Como se caracteriza o conhecimento a priori?
Há conhecimento a priori acerca do mundo, baseado em fundamentos absolutamente certos.
Todo o conhecimento é a posteriori, não há conhecimento a priori substancial; apenas relações entre ideias.
Só é possível conhecer o que se baseia em impressões, mas mesmo assim, o conhecimento nunca é absolutamente certo.
O conhecimento é possível e pode ser absolutamente certo, desde que deduzido a partir de premissas verdadeiras.
O conhecimento é possível?
Quais são os limites do conhecimento?
Há limites; só podemos conhecer o que pode ser reduzido às impressões (não encontramos prova do eu pensante, de Deus ou da realidade exterior).
Não há limites; a razão pode alcançar os atributos essenciais das substâncias (pensante, divina e extensa).
Filosofia 11ºE2
2º período
Conhecimento do senso comum
Superficial
Espontâneo
Sensitivo
Ambíguo
Acrítico
- Utiliza a linguagem natural e não uma linguagem técnica ou especializada, o que gera ambiguidade
- Não há um grande aprofundamento dos temas.
- Resulta da apreensão imediata da realidade.
- Aquilo que é aceite como conhecimento não é colocado em questão.
- Resulta da apreesão sensorial da realidade.
Concreto e subjetivo
Falível e pouco seguro
Ametódico e assistemático
Refletor de príncipios, crenças e valores da sociedade
Dogmático
- Baseia-se num conjunto de pressupostos que nos permite, por exemplo, saber como nos devemos comportar à mesa.
- Não decorre de investigações planificadas e apoiadas em testes ou resultados experimentais.
- É um conhecimento que é aceite sem uma fundamentação racional.
- Resulta da experiência de cada ser humano e num contexto concreto.
- Apesar de ter uma função prática, muitas vezes baseia-se em ideias erradas.
Filosofia 11ºE2
Conhecimento Científico
Teórico e aprofundado
Crítico e revisível
Mediato
Unívoco
Racional
- A ciência não busca respostas imediatas; investiga todas as possibilidades antes de explicar um fenômeno.
- Vai além da simples observação, buscando explicações detalhadas.
- O conhecimento é constantemente revisto e corrigido.
- Usa uma linguagem precisa, evitando duplas interpretações.
- Interpreta os dados de forma lógica.
Metódico e sistemático
Provisório
Objetivo
Preditivo
Antidogmático
- A teoria científica mantém-se até surgir uma nova teoria mais eficaz e próxima da verdade.
- Tem em atenção os factos, evitando interpretações subjetivas.
- Prevê a ocorrência de novos fenómenos.
- Nada é considerado absoluto.
- Utiliza métodos rigorosos para obter conclusões.
Filosofia 11ºE2
Senso comum: o ponto de partida ou um obstáculo ao conhecimento científico?
Duas propostas: Bachelard e Popper
Filosofia 11ºE2
Gaston Bachelard
Karl Popper
Descontinuísta
Continuísta
Obstáculo epistemológico
Ponto de partida (ciência)
Impede o progresso do conhecimento científico
Ainda que inseguro, deve ser melhorado, ultrapassando as suas limitações para aprofundar o conhecimento
Não permite a chegada a conclusões fiáveis
Filosofia 11ºE2
O critério da verificabilidade
Indutivismo
Verificabilidade
Observação
Resultado
Tese
O Metódo Científico
Uma teoria só é científica se for empiricamente verificável.
Questão
Conclusão
Hipótese
Experiência
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Críticas ao indutivismo
Observação
Problema da indução
Crítica
Crítica
1. Nem sempre partimos da observação, e, mesmo quando partimos da observação, ela não é neutra e imparcial. A observação é seletiva.
2. O problema da indução
Filosofia 11ºE2
Método hipótetico-dedutivo/Falsificacionismo
Tese
A teoria precede a observação.
Resiste aos testes: corroborada
Hipótese (formulação)
Dedução das consequências
Problema
Experimentação
Não resiste aos testes: falsificada
Filosofia 11ºE2
O método crítico e o raciocínio dedutivo
Verificação de teorias
Falsificação de teorias
- Se a fábrica X está a poluir o rio, então há um aumento de número de mortes de peixes. - As mortes de peixes aumentaram. - Logo, a fábrica X está a poluir o rio.
- Se a fábrica X está a poluir o rio, então há um aumento de número de mortes de peixes. - Não há um aumento no número de mortes de peixes aumentaram. - Logo, a fábrica X não está a poluir o rio.
(P -> Q) Q P
(P -> Q) Q P
Falácia da afirmação do consequente
Modus tollens
Filosofia 11ºE2
Distinção entre enunciados (científicos e não científicos)
Falsificação
Proximidade da verdade
Filosofia 11ºE2
Graus de testabilidade e falsificabilidade
Falsificabilidade
Testabilidade
- As boas teorias são as que têm um maior grau de falsificabilidade.
Exemplos: -Todos os humanos são mamíferos - falsificável -Nenhum planeta extrasssolar é habitado- falsificável -Todos os animais são mamíferos- falsificável
-Há coelhos anões- não falsificável
Filosofia 11ºE2
Críticas a popper
1. O critério da falsificação não corresponde à prática do cientista.
Crítica
2. Desvalorização do papel da confirmação da teorias.
Crítica
Crítica
3. A possibilidade de erro humano.
Crítica
4. O problema da indução.
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
3º período
Filosofia 11ºE2
Será que Deus existe?
Sim
Não
Argumentos cognitivos
Argumento pragmático
Argumento cognitivo
Ontológico
O Argumento do mal
A aposta de Pascal
Cosmológico
Teleológico
Filosofia 11ºE2
Argumento ontológico
Deus, o ser maior do que o qual nada pode ser pensado, existe.
Tese
1) Deus (o ser maior do que o qual nada pode ser pensado) existe no pensamento 2) Se Deus existisse apenas no pensamento (e não na realidade), poderíamos pensar num ser ainda maior do que ele (que existiria no pensamento e na realidade). 3) Não podemos pensar um ser ainda maior do que Deus (o ser maior do que o qual nada pode ser pensado). 4) Logo, Deus ( o ser maior do que o qual nada pode ser pensado) não existe apenas no pensamento, existe também na realidade.
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Argumento ontológico
Argumento
1) Se Deus não existir, não é o ser sumamente perfeito. 2) Deus é o ser sumamente perfeito. 3) Logo, Deus existe.
Versão cartesiana
Crítica
A ilha perfeita.
Crítica
A existência não é uma característica.
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Argumento cosmologico
Deus, a primeira causa de tudo o que ocorre no Universo, existe.
Tese
1) Todos os eventos são causados. 2) Se todos os eventos são causados, então, ou cada evento se causa a si mesmo, ou há uma cadeia causal que regride infinitamente, ou há uma primeira causa. 3)Nenhum evento se pode causar a si mesmo. 4) A existência de sequências causais que regridem infinitamente é impossível. 5) Logo, tem de haver uma causa primeira.
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Argumento cosmológico
Crítica
Existe regressão infinita
Crítica
Falácia da composição
Provar uma causa primeira não é provar a existência de Deus.
Crítica
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
O argumento teológico
Deus, a inteligência criadora das coisas naturais, existe.
Tese
1) Algumas coisas sem inteligência agem em vista de uma finalidade. 2) Ou alcalçam essa finalidade por mero acaso, ou são guiadas por algo inteligente. 3) Não é por acaso que alcançam essa finalidade. 4) Logo, existe algo inteligente que dirige essas coisas (Deus).
Filosofia 11ºE2
O argumento teológico
Crítica
A seleção natural explica a adaptação
Crítica
Falácia da falsa analogia
Filosofia 11ºE2
a aposta de pascal
Devemos, por razões prudenciais, acreditar que Deus existe.
Tese
Argumento
1) Se entre as alternativas disponíveis, os resultados de uma alternativa X forem melhores do que os das outras, devemos escolher X (princípio prudencial) 2) Acreditar em Deus é melhor do que não acreditar, quer Deus exista ou não. 3) Logo, devemos acreiditar em Deus.
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
A aposta de pascal
Crítica
Falácia do falso dilema
Crítica
Crença sem valor moral
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Deus não existe- O argumento do mal
A existência de Deus é incompatível com a existência do mal.
Tese
Argumento
1) Se Deus existir, então não existe mal do mundo. 2) Logo, se existe mal no mundo, Deus não existe.
Versão lógica
1) Se Deus existir, então não existe mal do mundo. 2) Existe mal no mundo (premissa a posteriori) 3) Logo, Deus não existe.
Versão a posteriori
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Deus não existe- O argumento do mal
Crítica
Teodiceia de Leibniz.
Crítica
Existe mal injustificado.
1) Se Deus existie, não há males sem sentido. 2) Provavelmente, existem males sem sentido. 3) Logo, provavelmente, Deus não existe.
Crítica
O nosso mundo será o melhor dos mundos possíveis?
Crítica
A teologia do silêncio
Filosofia 11ºE2
Filosofia 11ºE2
Ética e redes sociais digitais
Será que a infoesfera irá redesenhar negativamente o ser humano?
Problema
Como justificar a interferência na autonomia das pessoas?
Problema
Estarão as redes sociais a transformar negativamente a natureza humana?
Problema
Filosofia 11ºE2
Ética e redes sociais digitais
Implicações éticas
- Desregulação dos nossos mecanismos psicológicos de atenção;
- Impactos na construção da nossa identidade;
- Impactos na nossa mundivisão.
Filosofia 11ºE2
conclusão!