MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
os livros que devoraram o meu pai
de Afonso Cruz; Editorial Caminho
“Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
Um corpo na biblioteca
de Agatha Christie; Edições Asa
“Ela era jovem, loura e atraente. O coronel Bantry e a mulher, Dolly, nunca a tinham visto antes de a encontrarem morta no tapete da sua biblioteca.Quem é ela? Como foi ali parar? E qual é a sua relação com outra jovem assassinada, cujo cadáver é encontrado num carro incendiado? O respeitável casal Bantry convida a pessoa ideal para resolver estes mistérios: Miss Jane Marple. Miss Marple é uma velhinha solteirona que vive em St. Mary Mead, uma pequena aldeia inglesa. Embora não pareça, ela é muito observadora e está sempre alerta. O seu sucesso como detetive amadora advém do seu instinto, experiência e conhecimento da natureza humana. Por causa disso, espera sempre o pior das pessoas… frequentemente com razão…”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
O infinito num junco
de Irene Vallejo; Bertrand Editora
“Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000 ..."
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A rapariga que roubava livros
de Markus ZusaK; Editorial Presença
“Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. ..."
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A lista de Leitura
de Sara Nisha Adams; Editora TopSeller
Mukesh leva uma vida pacata num subúrbio de Londres e tenta manter as rotinas estabelecidas pela sua mulher, Naina, que faleceu recentemente. Vai às compras todas as quartas-feiras, frequenta o templo hindu e tenta convencer as três filhas de que é perfeitamente capaz de organizar a sua vida sozinho.Aleisha é uma adolescente que trabalha na biblioteca local durante o verão e que, curiosamente, não gosta de ler. Até que encontra um papel amachucado dentro de um exemplar de Mataram a Cotovia com uma lista de livros dos quais nunca ouvira falar. Intrigada, e um pouco entediada com o seu trabalho, decide começar a ler os livros aí sugeridos. ... .”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca da meia noite
de Matt Haig; Top Seller
”No limiar entre a vida e a morte, depois de uma vida cheia de desgostos e carregada de remorsos, Nora Seed dá por si numa biblioteca onde o relógio marca sempre a meia-noite e as estantes estão repletas de livros que se estendem até perder de vista. Cada um desses livros oferece-lhe a hipótese de experimentar uma outra vida, de fazer novas escolhas, de corrigir erros, de perceber o que teria acontecido se tivesse escolhido um caminho diferente. As possibilidades são infinitas e vários horizontes se abrem à sua frente.Mas será que algum desses caminhos lhe proporciona uma vida mais perfeita do que aquela que conheceu? Na altura da escolha final, Nora terá de olhar para dentro de si mesma e decidir o que de facto lhe preenche a vida e o que faz com que valha a pena vivê-la.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A rapariga que sabia ler
de Frances Hardinge; Editorial Presença
“Depois de Mosca Mye «acidentalmente» pegar fogo ao moinho onde o tio a acolheu após a morte do pai, esta rapariga de doze anos não tem outra alternativa senão fugir da aldeia onde vive e ir em busca de outras oportunidades. Mas as coisas não vão correr exatamente como ela pensava. É que Mosca tem um dom bastante invulgar na sua comunidade, sabe ler, e esse facto mudará o seu rumo a caminho de Mandelion, onde uma série de circunstâncias a conduzirão ao centro de uma intriga política sem precedentes… Uma história mágica sobre o poder inspirador dos livros para construir um mundo melhor.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A bibliotecária de Auschwitz
de Antonio G. Iturbe; Planeta Editora
“Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu. No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias». Um emocionante romance baseado em factos reais, que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
uma aventura na biblioteca
de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada;Editorial Caminho
“A biblioteca funciona num antigo palacete recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva e linda de morrer. Tem um irmão igualmente ruivo e tão giro como ela. No jardim do palacete vive uma velhota que garante haver maldições pairando sobre aquele lugar. Mas o que paira mesmo são mensagens, bilhetes com códigos secretos que alguém enfia entre páginas de livros escolhidos.Para clarificar tanta confusão, o grupo cai nas mãos de uma perigosíssima bandida que tem a alcunha de Rapa Tachos e dos seus filhos Açorda e Esparguete.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca à noite
de Alberto Manguel ; Editora Tinta da China
A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas. Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados?Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias. Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado. Há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
Livro
de José Luís Peixoto
Um rapazinho é deixado pela mãe num fontanário, de madrugada. Antes de partir, ela entrega-lhe um livro e promete que voltará dentro de algumas horas. Mas abandona-o e vai para França, trilhando os caminhos da emigração.Acolhido por uma família da aldeia, e sem nunca mais saber da mãe, o rapaz vai crescer enamorado por uma rapariga da terra que o corresponde nos sentimentos. Chegados à idade adulta, decidem ambos emigrar para França, mas partem separados. O livro — único objecto de valor que o rapaz possuiu em toda a sua vida — servirá para os manter ligados e é através dele que se vão reencontrar.
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca mágica
de Jostein Gaarder; Editorial Presença
Dois jovens primos e grandes amigos separam-se depois das longas férias do Verão. Mas as novidades são tantas que para se manterem em contacto um com o outro recorrem às cartas, numa espécie de livro-diário, onde contam tudo o que lhes acontece. Nesta troca de correspondência encontram acidentalmente uma estranha carta caída da mala de uma estranha mulher, a Lilli dos Livros, com indicações misteriosas que os dois jovens vão investigar… Uma descoberta ou um reencontro com o mundo dos livros, desde os mais antigos até aos mais actuais, onde se revelam a todos os leitores importantes características das diferentes épocas do livro.
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
fatma
de Conceiçao Tomé; APCC
Quanta água tem o mar? Quantos barcos o conseguem navegar? Fatma atravessou o mar à procura de um refúgio e perdeu todas as palavras que tinha dentro de si. Para as reencontrar, terá de fazer uma nova viagem…”
Autor
Frances Hardinge nasceu em Kent, Inglaterra, e sempre gostou de histórias sombrias. Estudou em Oxford, onde venceu um concurso literário promovido por uma revista. Mas foi depois, com o livro A Rapariga que sabia ler, já publicado pela Presença, que ganhou notoriedade. A Árvore das Mentiras consolidou o seu sucesso como autora e trouxe-lhe uma distinção literária de grande prestígio, o Prémio Costa para Melhor Livro do Ano em 2015. Os direitos desta obra estão vendidos para mais de 10 países.
Frances Hardinge
Foto: Amazon
Fonte:https://www.wook.pt/autor/frances-hardinge/304519/122
Autor
Nascido em Oslo, em 1952, Jostein Gaarder foi durante vários anos professor de Filosofia numa escola secundária em Bergen. Desde os anos 1980, publicou diversos contos e romances, tendo sido distinguido com importantes prémios literários. O Mundo de Sofia foi publicado pela primeira vez na Noruega em 1991, constituindo desde logo um extraordinário êxito de vendas. Publicado em mais de 60 países, venceu importantes prémios. A Editorial Presença publica a obra do autor em Portugal. Jostein Gaarder vive em Oslo, com a mulher e os dois filhos.
Jostein Gaarder
Foto: Heike Huslage-Koch
Fonte: https://www.wook.pt/autor/jostein-gaarder/3083/122
Autor
Matt Haig é natural de Sheffield, em Inglaterra, e começou a sua carreira como jornalista, tendo colaborado com conceituadas publicações britânicas. Iniciou-se na escrita de ficção em 2004 e, desde então, nunca mais parou, sendo atualmente um autor bestseller internacional de obras para adultos e para o público mais jovem, com livros publicados em mais de 30 idiomas.
Considerado pelo New York Times como «um romancista de grande talento», apresenta-nos histórias que muitas vezes fundem a realidade com a fantasia, oferecendo-nos uma escrita que o Guardian descreve como sendo «deliciosamente estranha».
Matt Haig
Foto: Kan Lailey
Fonte:https://penguinlivros.pt/autores/matt-haig/?srsltid=AfmBOoroWF8NGm-I5cn99dvF4qAe7U6efRbQXrZVwrG7MDjfCv8Tp3d2
Autor
Conceição Dinis Tomé nascida em Vila Nova de Famalicão, em 1970, Conceição Dinis Tomé licenciou-se em Ensino de Português-Francês, na Universidade do Minho, e doutorou-se em Estudos Portugueses, na Universidade Aberta. É professora bibliotecária, investigadora e autora de livros infantojuvenis. Venceu o Prémio Literário Centro Cultural do Alto Minho, em 2009, e o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, na categoria juvenil, em 2012.
Conceição Tomé
Foto: JL
Fonte: https://www.presenca.pt/blogs/autores/conceicao-dinis-tome?srsltid=AfmBOoqRWyiZkRMknKWcdk8JuDsq-VTIQVKaKCy5zl2ONxIRRMIGnf_D
Autor
Markus Zusak, 1975, Austrália. Cresceu a ouvir histórias sobre a II Grande Guerra, sob a perspectiva da Alemanha, o país natal da sua mãe. Com a publicação de A Rapariga Que Roubava Livros, a crítica internacional tanto da Austrália como dos Estados Unidos considerou-o como um fenómeno literário e um dos mais inovadores e poéticos romancistas da actualidade. Aos trinta anos este é o seu quinto livro e foi já galardoado com diversos prémios Sobre ele Zusak diz que «Quis escrever algo completamente diferente do que tinha feito antes». Vive em Sydney.
Markus Zusak
Foto: Library of Congress Life
Fontehttps://www.wook.pt/autor/markus-zusak/45622?srsltid=AfmBOooHJia8zhHLomX4PIJQrnwqiqI41jVMoDW1TWyMVT7Jg5n0ut87
Autor
Sara Nisha Adams é uma escritora e editora inglesa de origem indiana natural do Hertfordshire.
A Lista de Leitura é o seu livro de estreia e foi finalista do Prémio Goodreads para Melhor Livro de Ficção em 2021.
Sara Nisha Adams
Foto: cortesia de HarperCollins
Fonte:https://www.wook.pt/autor/sara-nisha-adams/4924346?srsltid=AfmBOorPXceqUqlCLoBM-jt2YnCf9agj8ZDqKSubdb56bnJJZa5BLrga
Autor
Afonso Cruz Escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda The Soaked Lamb.
Em Julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido, e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas-Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países. Assina, desde Fevereiro de 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título «Paralaxe». Recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha, vive no campo e gosta de cerveja. Os seus livros estão publicados em vários países.
Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009 (Os livros que devoraram o meu pai). Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco/APE 2010 (Enciclopédia da estória universal). Prémio Autores 2011 SPA/RTP; escolha White Ravens 2011; Menção especial do Prémio Nacional de Ilustração, Lista de Honra do IBBY (International Board on Books for Young People); Prémio Ler//Booktailors na categoria Melhor Ilustração Original e Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011 (A contradição humana) Prémio da União Europeia para a Literatura 2012 (A boneca de Kokoschka) Prémio Time Out — Melhor Livro do Ano, 2012 (Jesus Cristo bebia cerveja) Prémio Sociedade Portuguesa de Autores 2013 (Para onde vão os guarda-chuvas) Prémio Nacional de Ilustração 2014 (Capital) Prémio Fernando Namora 2015 (Flores)
Afonso Cruz
Foto: Jindřich Nsek
Fonte: https://www.fnac.pt/Afonso-Cruz/ia256561/biografia#fulldescription
Autor
José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior, e em 2016 recebeu, no Brasil, Prémio Oeanos com Galveias. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéis recebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicou Dentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas. As suas mais recentes obras são Autobiografia (2019), na prosa, e Regresso a Casa (2020), na poesia.
Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas.
José Luís Peixoto
Foto: Quetzal
Fonte: hhttps://www.quetzaleditores.pt/autor/jose-luis-peixoto/25993
Autor
Irene Vallejo é apaixonada pela mitologia grega e romana desde tenra idade. Estudou Filologia Clássica, doutorando-se nas universidades de Saragoça e Florença. É escritora, colunista do El País e do Heraldo de Aragón, palestrante e promotora de educação e do conhecimento sobre o mundo clássico. Partilha com os outros, diariamente, a sua paixão pela Antiguidade, pelos livros e pela leitura. Em 2020, recebeu o Prémio Nacional de Literatura 2020 (Espanha) na categoria de ensaio com o livro O Infinito Num Junco.
Irene Vallejo
Foto: James Rajotte
Fonte: https://www.portoeditora.pt/autor/irene-vallejo/3418951
Autor
Escritora inglesa, Agatha Mary Clarissa Christie nasceu em 1890 e morreu em 1976. Por essa altura, era uma escritora conhecida internacionalmente pelas suas histórias policiais, das quais foram vendidos mais de cem milhões de exemplares. Agatha Christie começou a escrever ficção envolvendo detetives enquanto trabalhava como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial. No seu primeiro romance, The Mysterious Affair at Styles, de 1920, nasceu a personagem extravagante e carismática do detetive Hercule Poirot, figura que iria reaparecer em vinte e cinco romances da autora e em inúmeras adaptações para cinema e televisão. Mais tarde, a senhora Jane Marple tornou-se outra personagem conhecida das suas histórias. Apareceu pela primeira vez na obra Murder at the Vicarage, de 1930.
Agatha Christie é uma das mais populares escritoras de sempre, apreciada por leitores de todas as idades e com formação dos mais diversos tipos. A sua obra constitui, por isso, um marco importante da história do romance policial.
Agatha Christie
Foto: Wikimedia Commons
Fonte: https://www.infopedia.pt/artigos/$agatha-christie
Autor
Ana Maria Magalhães nasceu em 14 de abril de 1946, no seio de uma enorme família onde as crianças ocupavam o primeiro lugar. A casa albergava pais, avós, uma tia viúva, notável contadora de histórias.. A infância e juventude decorreram, portanto, num ambiente alegre, caloroso, rico de experiências humanas Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de maio de 1950, sendo a mais velha de três irmãs. A casa da família era muito frequentada pelas tias e pelas primas, mas era o pai, alegre, otimista, criativo que inventava as histórias e os jogos, bem como organizava os passeios e visitas a museus, que representavam um desafio e um estímulo permanente. A infância e juventude decorreram num ambiente alegre, caloroso, feliz, rico de vivências.
Ana Maria Magalhãese Isabel Alçada
Foto: Miguel Manso
Fonte: https://www.fnac.pt/Afonsohttps://www.wook.pt/livro/uma-aventura-na-biblioteca-ana-maria-magalhaes/58863?srsltid=AfmBOoqDtNWLxki0qUtyzl-bPc6i7fTnoEBfjVteXlR3xH0CoA1GfjWP-Cruz/ia256561/biografia#fulldescription
Autor
Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina, e adotou a nacionalidade canadiana em 1982. Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudouse para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica. É ensaísta, romancista premiado e autor de vários bestsellers internacionais, como Dicionário de Lugares Imaginários, Uma História da Curiosidade, A Biblioteca à Noite, Embalando a Minha Biblioteca, Com Borges, Uma História da Leitura e Um Diário de Leituras (publicados pela Tinta da china entre 2013 e 2022). Publicou em Portugal, em estreia mundial, o Livro de Receitas dos Lugares Imaginários (2021) e Guia de Um Perplexo em Portugal (2022). Foi diretor da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017. Atualmente, vive em Lisboa, onde dirige o Espaço Atlântida.
Alberto Manguel
Foto: Luiz Munhoz
Fonte: https://www.wook.pt/autor/alberto-manguel/11500?srsltid=AfmBOool2UG-mXvF0_AcnjMFjLjlev1FuWsHp99tL8LnoIZGH5DEiMnh
Autor
Nasceu em Saragoça (Espanha) em 1967 e cresceu em Barcelona. Publicou os romances Rectos Torcidos (2005), Dias de Sal (2008), A Bibliotecária de Auschwitz (2012) e A Céu Aberto (2017). Dedica-se há mais de vinte anos ao jornalismo cultural e atualmente dá aulas na Universidade de Barcelona e na Universidade Autónoma de Madrid.
Antonio G. Iturbe
Foto: Marius Krmpotic
Fonte: https://www.wook.pt/autor/antonio-g-iturbe/3198078?srsltid=AfmBOorWtpjL-Z0xx-bSja3jxU88Cr9X7KTRijVaiTpFXuXCxhyW6UMK
Sugestões MIBE 24
paulosantos.aeidh
Created on October 4, 2024
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Corporate CV
View
Interactive Onboarding Guide
View
Higher Education Teaching Microsite
View
Modern microsite mobile
View
Basic Shapes Microsite
View
Basic Interactive Microsite
View
Beauty catalog mobile
Explore all templates
Transcript
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
os livros que devoraram o meu pai
de Afonso Cruz; Editorial Caminho
“Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
Um corpo na biblioteca
de Agatha Christie; Edições Asa
“Ela era jovem, loura e atraente. O coronel Bantry e a mulher, Dolly, nunca a tinham visto antes de a encontrarem morta no tapete da sua biblioteca.Quem é ela? Como foi ali parar? E qual é a sua relação com outra jovem assassinada, cujo cadáver é encontrado num carro incendiado? O respeitável casal Bantry convida a pessoa ideal para resolver estes mistérios: Miss Jane Marple. Miss Marple é uma velhinha solteirona que vive em St. Mary Mead, uma pequena aldeia inglesa. Embora não pareça, ela é muito observadora e está sempre alerta. O seu sucesso como detetive amadora advém do seu instinto, experiência e conhecimento da natureza humana. Por causa disso, espera sempre o pior das pessoas… frequentemente com razão…”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
O infinito num junco
de Irene Vallejo; Bertrand Editora
“Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000 ..."
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A rapariga que roubava livros
de Markus ZusaK; Editorial Presença
“Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. ..."
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A lista de Leitura
de Sara Nisha Adams; Editora TopSeller
Mukesh leva uma vida pacata num subúrbio de Londres e tenta manter as rotinas estabelecidas pela sua mulher, Naina, que faleceu recentemente. Vai às compras todas as quartas-feiras, frequenta o templo hindu e tenta convencer as três filhas de que é perfeitamente capaz de organizar a sua vida sozinho.Aleisha é uma adolescente que trabalha na biblioteca local durante o verão e que, curiosamente, não gosta de ler. Até que encontra um papel amachucado dentro de um exemplar de Mataram a Cotovia com uma lista de livros dos quais nunca ouvira falar. Intrigada, e um pouco entediada com o seu trabalho, decide começar a ler os livros aí sugeridos. ... .”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca da meia noite
de Matt Haig; Top Seller
”No limiar entre a vida e a morte, depois de uma vida cheia de desgostos e carregada de remorsos, Nora Seed dá por si numa biblioteca onde o relógio marca sempre a meia-noite e as estantes estão repletas de livros que se estendem até perder de vista. Cada um desses livros oferece-lhe a hipótese de experimentar uma outra vida, de fazer novas escolhas, de corrigir erros, de perceber o que teria acontecido se tivesse escolhido um caminho diferente. As possibilidades são infinitas e vários horizontes se abrem à sua frente.Mas será que algum desses caminhos lhe proporciona uma vida mais perfeita do que aquela que conheceu? Na altura da escolha final, Nora terá de olhar para dentro de si mesma e decidir o que de facto lhe preenche a vida e o que faz com que valha a pena vivê-la.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A rapariga que sabia ler
de Frances Hardinge; Editorial Presença
“Depois de Mosca Mye «acidentalmente» pegar fogo ao moinho onde o tio a acolheu após a morte do pai, esta rapariga de doze anos não tem outra alternativa senão fugir da aldeia onde vive e ir em busca de outras oportunidades. Mas as coisas não vão correr exatamente como ela pensava. É que Mosca tem um dom bastante invulgar na sua comunidade, sabe ler, e esse facto mudará o seu rumo a caminho de Mandelion, onde uma série de circunstâncias a conduzirão ao centro de uma intriga política sem precedentes… Uma história mágica sobre o poder inspirador dos livros para construir um mundo melhor.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
A bibliotecária de Auschwitz
de Antonio G. Iturbe; Planeta Editora
“Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu. No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias». Um emocionante romance baseado em factos reais, que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
uma aventura na biblioteca
de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada;Editorial Caminho
“A biblioteca funciona num antigo palacete recheado de mistérios. A bibliotecária é ruiva e linda de morrer. Tem um irmão igualmente ruivo e tão giro como ela. No jardim do palacete vive uma velhota que garante haver maldições pairando sobre aquele lugar. Mas o que paira mesmo são mensagens, bilhetes com códigos secretos que alguém enfia entre páginas de livros escolhidos.Para clarificar tanta confusão, o grupo cai nas mãos de uma perigosíssima bandida que tem a alcunha de Rapa Tachos e dos seus filhos Açorda e Esparguete.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca à noite
de Alberto Manguel ; Editora Tinta da China
A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas. Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados?Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias. Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado. Há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados.”
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
Livro
de José Luís Peixoto
Um rapazinho é deixado pela mãe num fontanário, de madrugada. Antes de partir, ela entrega-lhe um livro e promete que voltará dentro de algumas horas. Mas abandona-o e vai para França, trilhando os caminhos da emigração.Acolhido por uma família da aldeia, e sem nunca mais saber da mãe, o rapaz vai crescer enamorado por uma rapariga da terra que o corresponde nos sentimentos. Chegados à idade adulta, decidem ambos emigrar para França, mas partem separados. O livro — único objecto de valor que o rapaz possuiu em toda a sua vida — servirá para os manter ligados e é através dele que se vão reencontrar.
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
a biblioteca mágica
de Jostein Gaarder; Editorial Presença
Dois jovens primos e grandes amigos separam-se depois das longas férias do Verão. Mas as novidades são tantas que para se manterem em contacto um com o outro recorrem às cartas, numa espécie de livro-diário, onde contam tudo o que lhes acontece. Nesta troca de correspondência encontram acidentalmente uma estranha carta caída da mala de uma estranha mulher, a Lilli dos Livros, com indicações misteriosas que os dois jovens vão investigar… Uma descoberta ou um reencontro com o mundo dos livros, desde os mais antigos até aos mais actuais, onde se revelam a todos os leitores importantes características das diferentes épocas do livro.
MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Livros para celebrar a biblioteca
fatma
de Conceiçao Tomé; APCC
Quanta água tem o mar? Quantos barcos o conseguem navegar? Fatma atravessou o mar à procura de um refúgio e perdeu todas as palavras que tinha dentro de si. Para as reencontrar, terá de fazer uma nova viagem…”
Autor
Frances Hardinge nasceu em Kent, Inglaterra, e sempre gostou de histórias sombrias. Estudou em Oxford, onde venceu um concurso literário promovido por uma revista. Mas foi depois, com o livro A Rapariga que sabia ler, já publicado pela Presença, que ganhou notoriedade. A Árvore das Mentiras consolidou o seu sucesso como autora e trouxe-lhe uma distinção literária de grande prestígio, o Prémio Costa para Melhor Livro do Ano em 2015. Os direitos desta obra estão vendidos para mais de 10 países.
Frances Hardinge
Foto: Amazon
Fonte:https://www.wook.pt/autor/frances-hardinge/304519/122
Autor
Nascido em Oslo, em 1952, Jostein Gaarder foi durante vários anos professor de Filosofia numa escola secundária em Bergen. Desde os anos 1980, publicou diversos contos e romances, tendo sido distinguido com importantes prémios literários. O Mundo de Sofia foi publicado pela primeira vez na Noruega em 1991, constituindo desde logo um extraordinário êxito de vendas. Publicado em mais de 60 países, venceu importantes prémios. A Editorial Presença publica a obra do autor em Portugal. Jostein Gaarder vive em Oslo, com a mulher e os dois filhos.
Jostein Gaarder
Foto: Heike Huslage-Koch
Fonte: https://www.wook.pt/autor/jostein-gaarder/3083/122
Autor
Matt Haig é natural de Sheffield, em Inglaterra, e começou a sua carreira como jornalista, tendo colaborado com conceituadas publicações britânicas. Iniciou-se na escrita de ficção em 2004 e, desde então, nunca mais parou, sendo atualmente um autor bestseller internacional de obras para adultos e para o público mais jovem, com livros publicados em mais de 30 idiomas. Considerado pelo New York Times como «um romancista de grande talento», apresenta-nos histórias que muitas vezes fundem a realidade com a fantasia, oferecendo-nos uma escrita que o Guardian descreve como sendo «deliciosamente estranha».
Matt Haig
Foto: Kan Lailey
Fonte:https://penguinlivros.pt/autores/matt-haig/?srsltid=AfmBOoroWF8NGm-I5cn99dvF4qAe7U6efRbQXrZVwrG7MDjfCv8Tp3d2
Autor
Conceição Dinis Tomé nascida em Vila Nova de Famalicão, em 1970, Conceição Dinis Tomé licenciou-se em Ensino de Português-Francês, na Universidade do Minho, e doutorou-se em Estudos Portugueses, na Universidade Aberta. É professora bibliotecária, investigadora e autora de livros infantojuvenis. Venceu o Prémio Literário Centro Cultural do Alto Minho, em 2009, e o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, na categoria juvenil, em 2012.
Conceição Tomé
Foto: JL
Fonte: https://www.presenca.pt/blogs/autores/conceicao-dinis-tome?srsltid=AfmBOoqRWyiZkRMknKWcdk8JuDsq-VTIQVKaKCy5zl2ONxIRRMIGnf_D
Autor
Markus Zusak, 1975, Austrália. Cresceu a ouvir histórias sobre a II Grande Guerra, sob a perspectiva da Alemanha, o país natal da sua mãe. Com a publicação de A Rapariga Que Roubava Livros, a crítica internacional tanto da Austrália como dos Estados Unidos considerou-o como um fenómeno literário e um dos mais inovadores e poéticos romancistas da actualidade. Aos trinta anos este é o seu quinto livro e foi já galardoado com diversos prémios Sobre ele Zusak diz que «Quis escrever algo completamente diferente do que tinha feito antes». Vive em Sydney.
Markus Zusak
Foto: Library of Congress Life
Fontehttps://www.wook.pt/autor/markus-zusak/45622?srsltid=AfmBOooHJia8zhHLomX4PIJQrnwqiqI41jVMoDW1TWyMVT7Jg5n0ut87
Autor
Sara Nisha Adams é uma escritora e editora inglesa de origem indiana natural do Hertfordshire. A Lista de Leitura é o seu livro de estreia e foi finalista do Prémio Goodreads para Melhor Livro de Ficção em 2021.
Sara Nisha Adams
Foto: cortesia de HarperCollins
Fonte:https://www.wook.pt/autor/sara-nisha-adams/4924346?srsltid=AfmBOorPXceqUqlCLoBM-jt2YnCf9agj8ZDqKSubdb56bnJJZa5BLrga
Autor
Afonso Cruz Escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda The Soaked Lamb. Em Julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido, e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas-Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países. Assina, desde Fevereiro de 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título «Paralaxe». Recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha, vive no campo e gosta de cerveja. Os seus livros estão publicados em vários países. Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009 (Os livros que devoraram o meu pai). Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco/APE 2010 (Enciclopédia da estória universal). Prémio Autores 2011 SPA/RTP; escolha White Ravens 2011; Menção especial do Prémio Nacional de Ilustração, Lista de Honra do IBBY (International Board on Books for Young People); Prémio Ler//Booktailors na categoria Melhor Ilustração Original e Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011 (A contradição humana) Prémio da União Europeia para a Literatura 2012 (A boneca de Kokoschka) Prémio Time Out — Melhor Livro do Ano, 2012 (Jesus Cristo bebia cerveja) Prémio Sociedade Portuguesa de Autores 2013 (Para onde vão os guarda-chuvas) Prémio Nacional de Ilustração 2014 (Capital) Prémio Fernando Namora 2015 (Flores)
Afonso Cruz
Foto: Jindřich Nsek
Fonte: https://www.fnac.pt/Afonso-Cruz/ia256561/biografia#fulldescription
Autor
José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974. É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras. Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior, e em 2016 recebeu, no Brasil, Prémio Oeanos com Galveias. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéis recebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicou Dentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas. As suas mais recentes obras são Autobiografia (2019), na prosa, e Regresso a Casa (2020), na poesia. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas.
José Luís Peixoto
Foto: Quetzal
Fonte: hhttps://www.quetzaleditores.pt/autor/jose-luis-peixoto/25993
Autor
Irene Vallejo é apaixonada pela mitologia grega e romana desde tenra idade. Estudou Filologia Clássica, doutorando-se nas universidades de Saragoça e Florença. É escritora, colunista do El País e do Heraldo de Aragón, palestrante e promotora de educação e do conhecimento sobre o mundo clássico. Partilha com os outros, diariamente, a sua paixão pela Antiguidade, pelos livros e pela leitura. Em 2020, recebeu o Prémio Nacional de Literatura 2020 (Espanha) na categoria de ensaio com o livro O Infinito Num Junco.
Irene Vallejo
Foto: James Rajotte
Fonte: https://www.portoeditora.pt/autor/irene-vallejo/3418951
Autor
Escritora inglesa, Agatha Mary Clarissa Christie nasceu em 1890 e morreu em 1976. Por essa altura, era uma escritora conhecida internacionalmente pelas suas histórias policiais, das quais foram vendidos mais de cem milhões de exemplares. Agatha Christie começou a escrever ficção envolvendo detetives enquanto trabalhava como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial. No seu primeiro romance, The Mysterious Affair at Styles, de 1920, nasceu a personagem extravagante e carismática do detetive Hercule Poirot, figura que iria reaparecer em vinte e cinco romances da autora e em inúmeras adaptações para cinema e televisão. Mais tarde, a senhora Jane Marple tornou-se outra personagem conhecida das suas histórias. Apareceu pela primeira vez na obra Murder at the Vicarage, de 1930. Agatha Christie é uma das mais populares escritoras de sempre, apreciada por leitores de todas as idades e com formação dos mais diversos tipos. A sua obra constitui, por isso, um marco importante da história do romance policial.
Agatha Christie
Foto: Wikimedia Commons
Fonte: https://www.infopedia.pt/artigos/$agatha-christie
Autor
Ana Maria Magalhães nasceu em 14 de abril de 1946, no seio de uma enorme família onde as crianças ocupavam o primeiro lugar. A casa albergava pais, avós, uma tia viúva, notável contadora de histórias.. A infância e juventude decorreram, portanto, num ambiente alegre, caloroso, rico de experiências humanas Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de maio de 1950, sendo a mais velha de três irmãs. A casa da família era muito frequentada pelas tias e pelas primas, mas era o pai, alegre, otimista, criativo que inventava as histórias e os jogos, bem como organizava os passeios e visitas a museus, que representavam um desafio e um estímulo permanente. A infância e juventude decorreram num ambiente alegre, caloroso, feliz, rico de vivências.
Ana Maria Magalhãese Isabel Alçada
Foto: Miguel Manso
Fonte: https://www.fnac.pt/Afonsohttps://www.wook.pt/livro/uma-aventura-na-biblioteca-ana-maria-magalhaes/58863?srsltid=AfmBOoqDtNWLxki0qUtyzl-bPc6i7fTnoEBfjVteXlR3xH0CoA1GfjWP-Cruz/ia256561/biografia#fulldescription
Autor
Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina, e adotou a nacionalidade canadiana em 1982. Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudouse para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica. É ensaísta, romancista premiado e autor de vários bestsellers internacionais, como Dicionário de Lugares Imaginários, Uma História da Curiosidade, A Biblioteca à Noite, Embalando a Minha Biblioteca, Com Borges, Uma História da Leitura e Um Diário de Leituras (publicados pela Tinta da china entre 2013 e 2022). Publicou em Portugal, em estreia mundial, o Livro de Receitas dos Lugares Imaginários (2021) e Guia de Um Perplexo em Portugal (2022). Foi diretor da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017. Atualmente, vive em Lisboa, onde dirige o Espaço Atlântida.
Alberto Manguel
Foto: Luiz Munhoz
Fonte: https://www.wook.pt/autor/alberto-manguel/11500?srsltid=AfmBOool2UG-mXvF0_AcnjMFjLjlev1FuWsHp99tL8LnoIZGH5DEiMnh
Autor
Nasceu em Saragoça (Espanha) em 1967 e cresceu em Barcelona. Publicou os romances Rectos Torcidos (2005), Dias de Sal (2008), A Bibliotecária de Auschwitz (2012) e A Céu Aberto (2017). Dedica-se há mais de vinte anos ao jornalismo cultural e atualmente dá aulas na Universidade de Barcelona e na Universidade Autónoma de Madrid.
Antonio G. Iturbe
Foto: Marius Krmpotic
Fonte: https://www.wook.pt/autor/antonio-g-iturbe/3198078?srsltid=AfmBOorWtpjL-Z0xx-bSja3jxU88Cr9X7KTRijVaiTpFXuXCxhyW6UMK