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nós chorámos pelo cão tinhoso

Ana Passarinho

Created on October 2, 2024

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Transcript

Nós chorámos pelo cão tinhoso

Vitória Passarinho Nº2 9ºF

índice

Apreciação geral do conto

Breve resumo do conto

Biografia do autor

Argumentos

Categorias da narrativa

Elementos linguísticos

Leitura expressiva

Biografia do autor

-Ndalu de Almeida ou Ondjaki, - 1977, em Luanda. - Pinta, faz teatro, artes plásticas e é cineasta. -Rio de Janeiro, no Brasil desde 2007. -Ganhou os premios: - Camilo Castelo Branco em 2007; - Grinzane em 2008 e; - O prémio Portugal Telecom de literatura em 2008.

breve resumo

  • Turma de 52 alunos, no 8ºano, aula de português.
  • Leram um texto que tinham lido no 6ºano.
  • Grupo de meninos que tinham de matar um cão com feridas expostas.
  • Turma triste ao ler o conto.
  • Jacó leu em ultimo, niguem queria ser o ultimo a ler.
  • Turma a chorar.

apreciação geral do conto

  • Falecimento do cão.
  • Adolescentes sensibilizados.

categorias da narrativa

Ação- Espaço- Tempo- narrador- Participante e subjetivo

A Turma lê um texto e fica sensibilizada.

Numa sala de aula na Angola

1990.

argumentos que sustentam a apreciação crítica

Tema - Enredo - Linguagem utilizada - Reflexões suscitadas -

Texto sentimental.

Turma, Professora, Jacó, Cão Tinhoso.

Linguagem popular angolana.

Refleti que os adolescentes ainda têm sensibilidade.

elementos linguísticos

  • A maior parte do texto utiliza o presente do indicativo mas hà passagens que menciona o pretérito imperfeito
  • "Eu lembrava-me de tudo: - Do Ginho, da pressão de ar, da Isaura e das feridas penduradas do Cão Tinhoso." RC: Enumeração

leitura expressiva

Eu lembrava-me de tudo: do Ginho, da pressão de ar, da Isaura e das feridas penduradas do Cão Tinhoso. Nunca me esqueci disso: um cão com feridas penduradas. Os olhos do cão. Os olhos da Isaura. E agora de repente me aparecia tudo ali de novo. Fiquei atrapalhado. A camarada professora selecionou uns tantos para a leitura integral do texto. Assim queria dizer que íamos ler o texto todo de rajada. Para não demorar muito, ela escolheu os que liam melhor. Nós, os da minha turma da oitava, éramos cinquenta e dois. Eu era o número cinquenta e um. Embora noutras turmas tentassem arranjar alcunhas para os colegas, aquela era a minha primeira turma onde ninguém tinha escapado de ser alcunhado. E alguns eram nomes de estiga violenta. Muitos eram nomes de animais: havia o Serpente, o Cabrito, o Pacaça, a Barata-da- Sibéria, a Joana Voa-Voa, a Gazela, e o Jacó, que era eu. Deve ser porque eu mesmo falava muito nessa altura. Havia o É-tê, o Agostinho-Neto, a Scubidú e mesmo alguns professores também não escapavam da nossa lista.

Fim