TRABALHO PORTUGUês Apresentação
Ana Clara Gois - Nº01CP3
Indíce
1. Gaivota - Alexandre O'Neill, por Amália
2. Figuras de estilo
3. Biografia do autor - Miguel Torga
4. Questionário
'Gaivota' - Alexandre O'Neill
eScolha
A escolha desse poema deve-se á estrofe que diz: "Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração" Me dá uma idéia de desilusão no amor, com uma mistura de melancolia, escolhi esse poema por essa estrofe.
Exemplo: "Oh! Maldição do tempo em que vivemos."
Figuras de estilo
Exemplo: "Um fantasma levanta/A mão do medo sobre a nossa hora."
Exemplo: "Apetece cantar, mas ninguém canta./ Apetece chorar, mas ninguém chora."
Exemplo: "Apetece cantar, mas ninguém canta./ Apetece chorar, mas ninguém chora."
Exemplo: "Um fantasma levanta/A mão do medo sobre a nossa hora."
Exemplo: "Sepultura de grades cinzeladas"
Biografia
MIGUEL TORGA
Adolfo Correia da Rocha, conhecido pelo pseudónimo Miguel Torga foi um dos mais extraordinários poetas e escritores portugueses do século XX. Destacou-se como poeta, contista e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios. Nasceu na localidade de São Martinho de Anta, em Vila Real a 12 de agosto de 1907. Em 1917, aos dez anos foi mandado para o Porto, um ano depois foi mandado para o seminário de Lamengo.
- Casou-se em Coimbra com uma estudante belga.
- O casal teve uma filha, Clara Rocha.
- Torga sofria de cancro, publicou seu último trabalho, em 1993, vindo a falecer a 17 de janeiro de 1995.
Questionário
1. Preencha a tabela, transcrevendo as expressões que ilustram as ideias referidas.
Impossibilidade de agir (realidade)
Vontade de agir (ideal)
"ninguém canta"
"Apetece cantar"
"Apetece chorar""Apetece gritar" "Apetece fugir" "Apetece morrer" "Apetece matar"
"ninguém chora""ninguém grita" "ninguém foje" "ninguém morre" "ninguém mata"
Questionário
1.1 Identifique a conjução que acentua a oposição entre as duas situações referidas na tabela. r: A conjução que acentua essa oposição é a conjunção coordenativas adversativa é: "Mas"
Questionário
2. Justifique o recurso á repetição do pronome indefinido "ninguém", explicitando o seu valor expressivo.R: Serve para reforçar a sensação de paralisia, impotÊncia e resignação coletiva diante a opressão e do medo que dominam o pronome descrito. O pronome "ninguém" sugere uma ausÊncia de ação ou reação por parte das pessoas, evidenciando a impossibilidade de mudança ou resistÊncia.
Questionário
3. Explicite o sentido da referÊncia a "um fantasma" no verso 11. R: Esse fantasma representa o medo e a repressão que percorrem a sociedade, controlando as emoções e as vontades das pessoas. No contexto do poema, "o fantasma" pode também ser interpretado como uma metáfora para a falta de liberdade, marca igualmente a ausÊncia de perspetiva de futuro. 4. Carcterize o estado de espírito do sujeito lírico. r: O estado de espírito do sujeito lírico é marcado por uma profunda angúsia, impotÊncia e desespero, é evidente que há um sentimento de frustação, por fim também temos o sentimento desilusão em relação ao tempo que vive.
Questionário
5. Justifique o título do poema. r: Faz referÊncia ao hino de mesmo título "Dia de ira", é tradicionalmente associado ao juízo final, no contexto do poema é uma metáfora pelo estado de opressão e desespero vivido pelo sujeito lírico, o "dia de ira" no texto simboliza o tempo de angústia em que as pessoas estão imersas e ao mundo que o (sujeito lírico) rodeia.
Webgrafia
- Livro portuguÊs - página 130
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Torga
HipérboleA expressão exagerada "maldição do tempo" é uma hipérbole que reforça a intensidade do sofrimento e da angústia vividos no presente
AnáforaRepetição da expressão "Apetece" no início de vários versos é uma anáfora, que reforça o desejo reprimido do eu lírico, dando ênfase ao contraste entre a vontade e a incapacidade de agir.
PersonificaçãoO medo é personificado como um fantasma que age interferindo diretamente na vida das pessoas, como se fosse uma entidade com poder de controle.
MetáforaA sepultura com grades é uma metáfora da vida atual, comparada a uma prisão decorada, que permite ver o que se deseja, mas sem alcançá-lo.
Metáfora O "fantasma" e a "mão do medo" são metáforas que simbolizam as forças invisíveis ou abstratas (como a opressão, medo ou a angústia) que limitam a liberdade e o agir humano.
AntíteseA oposição entre as vontades (morrer, matar) e a realidade (ninguém morre, ninguém mata) cria uma antítese, realçando o conflito interno entre o desejo de ação e a paralisia causada pelo medo.
Apresentação Quadro Magnético
Clara
Created on October 2, 2024
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TRABALHO PORTUGUês Apresentação
Ana Clara Gois - Nº01CP3
Indíce
1. Gaivota - Alexandre O'Neill, por Amália
2. Figuras de estilo
3. Biografia do autor - Miguel Torga
4. Questionário
'Gaivota' - Alexandre O'Neill
eScolha
A escolha desse poema deve-se á estrofe que diz: "Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração" Me dá uma idéia de desilusão no amor, com uma mistura de melancolia, escolhi esse poema por essa estrofe.
Exemplo: "Oh! Maldição do tempo em que vivemos."
Figuras de estilo
Exemplo: "Um fantasma levanta/A mão do medo sobre a nossa hora."
Exemplo: "Apetece cantar, mas ninguém canta./ Apetece chorar, mas ninguém chora."
Exemplo: "Apetece cantar, mas ninguém canta./ Apetece chorar, mas ninguém chora."
Exemplo: "Um fantasma levanta/A mão do medo sobre a nossa hora."
Exemplo: "Sepultura de grades cinzeladas"
Biografia
MIGUEL TORGA
Adolfo Correia da Rocha, conhecido pelo pseudónimo Miguel Torga foi um dos mais extraordinários poetas e escritores portugueses do século XX. Destacou-se como poeta, contista e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios. Nasceu na localidade de São Martinho de Anta, em Vila Real a 12 de agosto de 1907. Em 1917, aos dez anos foi mandado para o Porto, um ano depois foi mandado para o seminário de Lamengo.
Questionário
1. Preencha a tabela, transcrevendo as expressões que ilustram as ideias referidas.
Impossibilidade de agir (realidade)
Vontade de agir (ideal)
"ninguém canta"
"Apetece cantar"
"Apetece chorar""Apetece gritar" "Apetece fugir" "Apetece morrer" "Apetece matar"
"ninguém chora""ninguém grita" "ninguém foje" "ninguém morre" "ninguém mata"
Questionário
1.1 Identifique a conjução que acentua a oposição entre as duas situações referidas na tabela. r: A conjução que acentua essa oposição é a conjunção coordenativas adversativa é: "Mas"
Questionário
2. Justifique o recurso á repetição do pronome indefinido "ninguém", explicitando o seu valor expressivo.R: Serve para reforçar a sensação de paralisia, impotÊncia e resignação coletiva diante a opressão e do medo que dominam o pronome descrito. O pronome "ninguém" sugere uma ausÊncia de ação ou reação por parte das pessoas, evidenciando a impossibilidade de mudança ou resistÊncia.
Questionário
3. Explicite o sentido da referÊncia a "um fantasma" no verso 11. R: Esse fantasma representa o medo e a repressão que percorrem a sociedade, controlando as emoções e as vontades das pessoas. No contexto do poema, "o fantasma" pode também ser interpretado como uma metáfora para a falta de liberdade, marca igualmente a ausÊncia de perspetiva de futuro. 4. Carcterize o estado de espírito do sujeito lírico. r: O estado de espírito do sujeito lírico é marcado por uma profunda angúsia, impotÊncia e desespero, é evidente que há um sentimento de frustação, por fim também temos o sentimento desilusão em relação ao tempo que vive.
Questionário
5. Justifique o título do poema. r: Faz referÊncia ao hino de mesmo título "Dia de ira", é tradicionalmente associado ao juízo final, no contexto do poema é uma metáfora pelo estado de opressão e desespero vivido pelo sujeito lírico, o "dia de ira" no texto simboliza o tempo de angústia em que as pessoas estão imersas e ao mundo que o (sujeito lírico) rodeia.
Webgrafia
HipérboleA expressão exagerada "maldição do tempo" é uma hipérbole que reforça a intensidade do sofrimento e da angústia vividos no presente
AnáforaRepetição da expressão "Apetece" no início de vários versos é uma anáfora, que reforça o desejo reprimido do eu lírico, dando ênfase ao contraste entre a vontade e a incapacidade de agir.
PersonificaçãoO medo é personificado como um fantasma que age interferindo diretamente na vida das pessoas, como se fosse uma entidade com poder de controle.
MetáforaA sepultura com grades é uma metáfora da vida atual, comparada a uma prisão decorada, que permite ver o que se deseja, mas sem alcançá-lo.
Metáfora O "fantasma" e a "mão do medo" são metáforas que simbolizam as forças invisíveis ou abstratas (como a opressão, medo ou a angústia) que limitam a liberdade e o agir humano.
AntíteseA oposição entre as vontades (morrer, matar) e a realidade (ninguém morre, ninguém mata) cria uma antítese, realçando o conflito interno entre o desejo de ação e a paralisia causada pelo medo.