TÓPICO 2
Fase de Análise
Fernanda Campos
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Modelos de design instrucional
Orientações de navegação
Objetivos
Perfil e competências de um designer instrucional
Conceito de design instrucional
Referencias
Origem e evolução do design instrucional
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Orientações de navegação
Guia rápido
No canto inferior direito, encontrará o número da página:
Apresentamos as principais funções de navegação disponíveis nesta apresentação. No canto superior esquerdo encontrará sempre estes ícones:
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Alguns ecrãs são interativos e requerem que selecione cada componente para ampliar a informação. Fique atento/a aos seguintes símbolos:
Página Inicial
Ir para o índice
Nas laterais encontrará as direções de navegação:
Próxima página
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Saiba mais
Ampliar informação
3 de 28
Objetivos
Ao final desta apresentação, será capaz de:
Reconhecer os diferentes estilos de aprendizagem.Refletir sobre a aprendizagem de adultos.Identificar as questões fundamentais para a elaboração de uma análise de demanda formativa.Criar um cenário de aprendizagem para um curso de sua instituição.
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ESTILOS DE APRENDIZAGEM
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Estilos de aprendizagem e estilos de uso do virtual
Qual a importância de conhecer os estilos de aprendizagem para planear percursos formativos?
Assista o vídeo da especialista sobre o tema:
- Conhecere atenderas individualidades dos alunos;
- Enfatizaro processo metodológico e ampliaros processos de avaliação;
- Selecionarmúltiplas mídias para atenderas necessidades dos alunos;
- Melhoraras possibilidades de aprendizagem;
- Democratizaras formas de ensino.
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Estilos de aprendizagem e estilos de uso do virtual
Teórico
Pragmático
Reflexivo
Ativo
- Adaptam e integram teses em teorias lógicas e complexas;
- Estabelecem princípios, teoria e modelos;
- Tendem a ser perfeccionistas;
- Buscam racionalidade e objetividade;
- São pessoas de grupo.
Características: é lógico, estabelece teoria e princípios, modelos e busca a estrutura, sintetiza.
- Aplicam na prática as ideias;
- Descobrem o aspecto positivo das novas ideias e aproveitam a primeira oportunidade para experimentá-la;
- São impacientes com as pessoas que teorizam;
- Filosofia "sempre se pode fazer melhor".
Características: experimentador, prático, direto, eficaz e realista.
- Observam a experiência;
- Reúnem dados, analisam com cuidado antes de chegar a uma conclusão;
- Consideram todas as alternativas antes de considerar algo;
- Observam a atuação dos demais e cria, ao seu redor um ar ligeiramente distante.
Características: ponderado, consciente, receptivo, analítico e exaustivo.
- Gostam de novas experiências;
- São de mente aberta;
- Gostam de tarefas novas;
- Não gostam de grandes prazos;
- São pessoas de grupo.
Características: animador, improvisador, descobridor, que se arrisca e espontâneo.
Saiba mais
Conheça o seu estilo de aprendizagem para auxiliar os seus estudantes/formandos a ter uma melhor experiência de aprendizagem:
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ANDRAGOGIA - APRENDIZAGEM DE ADULTOS
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- O termo
Andragogia ganha reconhecimento com Malcolm Knowles, a
partir da década de 1970.
Andragogia - aprendizagem de adultos
Andragogia
A ciência que
estuda o modo de aprender dos adultos
- O termo Andragogia ganha reconhecimento com Malcolm Knowles, a partir da década de 1970.
- Sob o olhar da Andragogia, o educador
direciona a aprendizagem ao educando adulto, promovendo
autonomia, independência e autogestão.
- O estudante adulto aprende de maneira diferente da criança, pois aquele com o rol de experiências que vivenciou apresenta uma amplitude da vida e do olhar sobre as relações sociais, assim, buscou-se a compreensão desse processo, bem como o uso de estratégias estimuladoras e recurso neste tempo.
- A Andragogia discute o ensino desenvolvido na educação de adultos, pois compreende que esse indivíduo é protagonista e não objeto.
- A Andragogia é apontada como período em que o indivíduo procura novas aprendizagens próprias às práticas sociais para atuar sobre o modo de receber as requisições obtidas, seja em ocasiões de lazer, de escolarização ou de coexistência interpessoal com o ambiente social.
Saiba mais
Fonte: Oliveira, Maciel (2024)
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Andragogia - aprendizagem de adultos
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análise
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Análise
Qual é a demanda precisa ser atendida?
Identificar quais são as necessidades de aprendizagem?
Caracterizar quais são as pessoas que têm essas necessidade?
Levantar as potencialidades e as restrições do contexto no qual as necessidades de aprendizagem estão inseridas.
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Análise
Definições e questões norteadoras para a análise:
Definições
Questões norteadoras
Qual é o problema para o qual o design instrucional está
sendo proposto? Qual é a origem do problema? Quais são as possíveis soluções?
Identificação de
necessidades da
aprendizagem
Que conhecimentos, habilidades e atitudes precisam ser
ensinados? Qual e quanto conteúdo é necessário para a instrução? Em
quanto tempo? Em que módulos e subáreas o conteúdo pode ou deve ser
dividido? Que métodos e técnicas são adequados à exploração desse
conteúdo? De que forma a aprendizagem será avaliada?
Definição
de objetivos
instrucionais
O que já sabem? Quais são seus estilos e características de aprendizagem? O que precisam ou querem saber? Em que ambiente/situação aplicarão a aprendizagem?
Caracterização dos
alunos
Qual é o orçamento disponível? De quantos profissionais dispomos? Quais são as restrições técnicas e riscos envolvidos? Em quanto tempo precisamos alcançar os objetivos?
Levantamento das
limitações
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Análise
Briefing
Documento inicial elaborado a partie da compreensão da demanda. Levantamento detalhado das necessidades para que se chegue a uma solução eficiente e significativa para todos os envolvidos. É por meio do briefing, por exemplo, que o DI consegue construir um orçamento para seu trabalho visto que compreende melhor o volume e a complexidade da demanda.
O briefing nos traz as informações que precisamos para:
- Buscar qual solução é a mais adequada para atender a tal demanda.
- Calcular o prazo necessário para a produção dessa solução.
- Mensurar o valor que será investido nessa solução.
- Identificar quais profissionais serão destinados ao projeto.
- Calcular a carga horária dessa solução.
- Pensar como será o acompanhamento e as ferramentas de avaliação dessa solução.
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Análise - Mapa de empatia
Quem é a pessoa?
O que precisa fazer?
- Quem é a pessoa que queremos entender?
- Em qual situação ela se encontra?
- Qual o seu papel na instituição?
- Qual o trabalho ela quer ou precisa que seja feito?
- Qual a decisão ela precisa tomar?
- Como saberemos que ela foi bem-sucedida?
O que pensa e sente?
Dores
Desejos
- Quais são suas dores, frustrações e ansiedades?
- Quais são seus desejos, necessidades, esperanças e sonhos?
- O que ela vê no mercado?
- O que ela vê imediatamente ao seu redor?
- O que ela vê outras pessoas dizendo e fazendo?
- O que ela assiste e lê?
- O que ela ouve outras pessoas dizerem?
- O que ela ouve dos amigos?
- O que ela ouve dos colegas?
- O que ela ouve indiretamente de outras pessoas?
O que vê?
O que escuta?
O que fala?
- O que nós a ouvimos dizer?
- O que podemos imaginar que ela diz?
Quais outros pensamentos e sentimentos podem motivar seus compartamentos?
O que faz?
- O que ela faz hoje?
- Qual comportamento nós observamos o que podemos imaginá-los fazendo?
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Análise - exemplo de um mapa de empatia
O que ela faz?
Quem é a pessoa?
Marta, 44 anos
O que ela diz?
Técnica superior na EDP
Tem a responsabilidade de trazer inovações educacionais
O que precisa fazer?
O que ela faz?
- Fala sobre a importância de uma educação mais eficiente, digital e inclusiva na administração pública.
- Comenta sobre a resistência a inovações tecnológicas dentro da instituição, mas reconhece a necessidade de adaptação.
Precisa garantir que os processos educacionais sejam eficientes e atualizados
O que ela vê?
O que ela faz?
- Desafios para implementar inovações educacionais em um ambiente público, que costuma ser mais rígido.
- Demandas crescentes por soluções de ensino mais eficazes e digitais.
- Falta de agilidade e flexibilidade nas políticas de implementação de novos projetos.
- Recursos limitados para a formação de equipes em tecnologias educacionais e inovação pedagógica.
O que ela PENSA e SENTE?
DORES:
GANHOS:
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O que ela faz?
Análise - exemplo de um mapa de empatia
O que ela faz?
Quem é a pessoa?
Marta, 44 anos
- Participa de reuniões e treinamentos, buscando formas de aplicar o no desenvolvimento de cursos internos para capacitação de servidores.
- Compartilha as práticas e teorias com os colegas, tentando influenciar a adoção de novas metodologias de ensino.
- Busca envolver sua equipa em discussões sobre as melhores práticas pedagógicas e o uso de novas tecnologias de ensino.
Técnica superior na EDP
Tem a responsabilidade de trazer inovações educacionais
O que precisa fazer?
Precisa garantir que os processos educacionais sejam eficientes e atualizados
O que ela diz?
O que ela vê?
- Fala sobre a importância de uma educação mais eficiente, digital e inclusiva na administração pública.
- Comenta sobre a resistência a inovações tecnológicas dentro da instituição, mas reconhece a necessidade de adaptação.
- Desafios para implementar inovações educacionais em um ambiente público, que costuma ser mais rígido.
- Demandas crescentes por soluções de ensino mais eficazes e digitais.
- Falta de agilidade e flexibilidade nas políticas de implementação de novos projetos.
- Recursos limitados para a formação de equipes em tecnologias educacionais e inovação pedagógica.
O que ela faz?
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Referencias
Barros, D. M.V. (2020). Didática e estilos de uso do virtual para a Educação a Distância. Revista Diálogo Educacional, 20(64). doi:http://dx.doi.org/10.7213/1981-416X.20.064.DS06
Barros, R. (2018). Revisitando Knowles e Freire: Andragogia
versus pedagogia, ou O dialógico como essência
da mediação sociopedagógica. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 44, e173244, 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1678-4634201844173244
Oliveira, S. K. L. de, & Maciel, C. M. L. A. (2024). Andragogia um Ensino para Adultos: Breve Revisão Sistemática. Revista De Ensino, Educação E Ciências Humanas, 25(1), 94–98. https://doi.org/10.17921/2447-8733.2024v25n1p94-98
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Creative Commons License Fase de Análise by Fernanda Campos is licensed under a Creative Commons Attribution NonCommercial 4.0 International License. Atualização: Setembro de 2024
Estilos de uso do virtual
Analise e reflexões sobre como aprender com as TIC definem-se os estilos de uso do espaço virtual.
- estilo de uso participativo no espaço virtual.
- estilo de uso, busca e pesquisa no espaço virtual.
- estilo de estruturação e
planejamento no espaço
virtual.
- estilo de ação concreta
e produção no espaço
virtual.
Conheça o seu estilo de uso do virtual
Debate entre Andragogia e Pedagogia
Pressupostos
Pedagógico
Andragógico
O adulto tem
necessidade
de saber se o
aprendizado será
um útil em sua vida
A criança precisa
saber que somente
tem que aprender
Professor ensina
A criança tem um
papel de
dependência
em relação ao
professor
O professor decide
o que deve ser
aprendido
O adulto é um
ser autônomo,
o educador
somente estimula a
independência por
meio da relação
dialógica
A criança tem
pouca experiência
A experiência do
adulto pode ser um
excelente recurso
para promover a
aprendizagem
O professor é
experiente
A criança está
preparada para
aprender
Os objetivos da
lógica escolar
O adulto aprende se
tiver necessidade
O sentido da
aprendizagem será
entendido a longo
prazo
Organização
curricular centrada
nos conteúdos
Para o adulto, a
aprendizagem
deve dar solução
aos problemas
Considerando que
a criança é um ser
em
desenvolvimento
De modo que a
vida adulta, a
motivação é de
ordem interna,
fechada sobre si
A motivação da
criança vem de estímulos externos
Fonte: Barros (2018).
Andragogia
Prefixo “anér” ou “andrós”, que significa adulto
Sufixo “gogia” arte e ciência da aprendizagem
Tópico 2
Fernanda Campos
Created on September 26, 2024
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Transcript
TÓPICO 2
Fase de Análise
Fernanda Campos
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Orientações de navegação
Objetivos
Perfil e competências de um designer instrucional
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Origem e evolução do design instrucional
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10 de 28
Orientações de navegação
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No canto inferior direito, encontrará o número da página:
Apresentamos as principais funções de navegação disponíveis nesta apresentação. No canto superior esquerdo encontrará sempre estes ícones:
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Objetivos
Ao final desta apresentação, será capaz de:
Reconhecer os diferentes estilos de aprendizagem.Refletir sobre a aprendizagem de adultos.Identificar as questões fundamentais para a elaboração de uma análise de demanda formativa.Criar um cenário de aprendizagem para um curso de sua instituição.
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4 de 28
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ESTILOS DE APRENDIZAGEM
5 de 28
Estilos de aprendizagem e estilos de uso do virtual
Qual a importância de conhecer os estilos de aprendizagem para planear percursos formativos?
Assista o vídeo da especialista sobre o tema:
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Estilos de aprendizagem e estilos de uso do virtual
Teórico
Pragmático
Reflexivo
Ativo
- Adaptam e integram teses em teorias lógicas e complexas;
- Estabelecem princípios, teoria e modelos;
- Tendem a ser perfeccionistas;
- Buscam racionalidade e objetividade;
- São pessoas de grupo.
Características: é lógico, estabelece teoria e princípios, modelos e busca a estrutura, sintetiza.- Aplicam na prática as ideias;
- Descobrem o aspecto positivo das novas ideias e aproveitam a primeira oportunidade para experimentá-la;
- São impacientes com as pessoas que teorizam;
- Filosofia "sempre se pode fazer melhor".
Características: experimentador, prático, direto, eficaz e realista.- Observam a experiência;
- Reúnem dados, analisam com cuidado antes de chegar a uma conclusão;
- Consideram todas as alternativas antes de considerar algo;
- Observam a atuação dos demais e cria, ao seu redor um ar ligeiramente distante.
Características: ponderado, consciente, receptivo, analítico e exaustivo.- Gostam de novas experiências;
- São de mente aberta;
- Gostam de tarefas novas;
- Não gostam de grandes prazos;
- São pessoas de grupo.
Características: animador, improvisador, descobridor, que se arrisca e espontâneo.Saiba mais
Conheça o seu estilo de aprendizagem para auxiliar os seus estudantes/formandos a ter uma melhor experiência de aprendizagem:
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ANDRAGOGIA - APRENDIZAGEM DE ADULTOS
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5 de 28
Andragogia - aprendizagem de adultos
Andragogia
A ciência que estuda o modo de aprender dos adultos
Saiba mais
Fonte: Oliveira, Maciel (2024)
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Andragogia - aprendizagem de adultos
7 de 28
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análise
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Análise
Qual é a demanda precisa ser atendida?
Identificar quais são as necessidades de aprendizagem?
Caracterizar quais são as pessoas que têm essas necessidade?
Levantar as potencialidades e as restrições do contexto no qual as necessidades de aprendizagem estão inseridas.
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Análise
Definições e questões norteadoras para a análise:
Definições
Questões norteadoras
Qual é o problema para o qual o design instrucional está sendo proposto? Qual é a origem do problema? Quais são as possíveis soluções?
Identificação de necessidades da aprendizagem
Que conhecimentos, habilidades e atitudes precisam ser ensinados? Qual e quanto conteúdo é necessário para a instrução? Em quanto tempo? Em que módulos e subáreas o conteúdo pode ou deve ser dividido? Que métodos e técnicas são adequados à exploração desse conteúdo? De que forma a aprendizagem será avaliada?
Definição de objetivos instrucionais
O que já sabem? Quais são seus estilos e características de aprendizagem? O que precisam ou querem saber? Em que ambiente/situação aplicarão a aprendizagem?
Caracterização dos alunos
Qual é o orçamento disponível? De quantos profissionais dispomos? Quais são as restrições técnicas e riscos envolvidos? Em quanto tempo precisamos alcançar os objetivos?
Levantamento das limitações
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Análise
Briefing
Documento inicial elaborado a partie da compreensão da demanda. Levantamento detalhado das necessidades para que se chegue a uma solução eficiente e significativa para todos os envolvidos. É por meio do briefing, por exemplo, que o DI consegue construir um orçamento para seu trabalho visto que compreende melhor o volume e a complexidade da demanda.
O briefing nos traz as informações que precisamos para:
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Análise - Mapa de empatia
Quem é a pessoa?
O que precisa fazer?
O que pensa e sente?
Dores
Desejos
O que vê?
O que escuta?
O que fala?
Quais outros pensamentos e sentimentos podem motivar seus compartamentos?
O que faz?
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Análise - exemplo de um mapa de empatia
O que ela faz?
Quem é a pessoa?
Marta, 44 anos
O que ela diz?
Técnica superior na EDP
Tem a responsabilidade de trazer inovações educacionais
O que precisa fazer?
O que ela faz?
Precisa garantir que os processos educacionais sejam eficientes e atualizados
O que ela vê?
O que ela faz?
O que ela PENSA e SENTE?
DORES:
GANHOS:
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O que ela faz?
Análise - exemplo de um mapa de empatia
O que ela faz?
Quem é a pessoa?
Marta, 44 anos
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Tem a responsabilidade de trazer inovações educacionais
O que precisa fazer?
Precisa garantir que os processos educacionais sejam eficientes e atualizados
O que ela diz?
O que ela vê?
O que ela faz?
13 de 28
Referencias
Barros, D. M.V. (2020). Didática e estilos de uso do virtual para a Educação a Distância. Revista Diálogo Educacional, 20(64). doi:http://dx.doi.org/10.7213/1981-416X.20.064.DS06
Barros, R. (2018). Revisitando Knowles e Freire: Andragogia versus pedagogia, ou O dialógico como essência da mediação sociopedagógica. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 44, e173244, 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1678-4634201844173244
Oliveira, S. K. L. de, & Maciel, C. M. L. A. (2024). Andragogia um Ensino para Adultos: Breve Revisão Sistemática. Revista De Ensino, Educação E Ciências Humanas, 25(1), 94–98. https://doi.org/10.17921/2447-8733.2024v25n1p94-98
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Estilos de uso do virtual
Analise e reflexões sobre como aprender com as TIC definem-se os estilos de uso do espaço virtual.
Conheça o seu estilo de uso do virtual
Debate entre Andragogia e Pedagogia
Pressupostos
Pedagógico
Andragógico
O adulto tem necessidade de saber se o aprendizado será um útil em sua vida
A criança precisa saber que somente tem que aprender
Professor ensina
A criança tem um papel de dependência em relação ao professor
O professor decide o que deve ser aprendido
O adulto é um ser autônomo, o educador somente estimula a independência por meio da relação dialógica
A criança tem pouca experiência
A experiência do adulto pode ser um excelente recurso para promover a aprendizagem
O professor é experiente
A criança está preparada para aprender
Os objetivos da lógica escolar
O adulto aprende se tiver necessidade
O sentido da aprendizagem será entendido a longo prazo
Organização curricular centrada nos conteúdos
Para o adulto, a aprendizagem deve dar solução aos problemas
Considerando que a criança é um ser em desenvolvimento
De modo que a vida adulta, a motivação é de ordem interna, fechada sobre si
A motivação da criança vem de estímulos externos
Fonte: Barros (2018).
Andragogia
Prefixo “anér” ou “andrós”, que significa adulto
Sufixo “gogia” arte e ciência da aprendizagem