TURBULÊNCIA EM VOOS
Fenômeno ocorre quando há movimentos irregulares no ar, causando agitações ascendentes, descendentes ou laterais nas aeronaves.
PARA VOAR
É essencial equilibrar o peso e a sustentação para que um avião decole, voe e pouse com segurança.
sustentação
peso
Quando a força de sustentação é maior que o peso, a aeronave sobe. Se o peso for maior, a avião desce.
a sustentação
é proporcionada pela diferença
de pressão nas asas
ZONA DE TURBULÊNCIA
Surge no encontro de duas massas de ar distintas.
zona de turbulência
massa de ar 1
massa de ar 2
A diferença de temperatura
e densidade entre as massas cria correntes de ar com movimentos irregulares, sentidos pelo avião.
INTENSIDADE
As turbulências são classificadas em três categorias, de acordo com a oscilação vertical.
Leve
Moderada
Severa
até 3m
3m a 9m
até 30m
As asas dos aviões são projetadas para serem flexíveis. Elas se dobram e absorvem a energia da turbulência, em vez de transferi-la para a fuselagem.
TIPOS DE TURBULÊNCIAS
Cada uma é causada por fatores específicos como mudanças de temperatura, obstáculos no terreno e condições atmosféricas.
Turbulência Mecânica
Ocorre quando o fluxo do vento passa por obstáculos físicos como montanhas e edifícios.
Turbulência Térmica
Ocorre em voos à baixa altura, com a alta temperatura aquecendo o solo da região de forma desigual.
ar quente sobe
ar frio desce
As correntes descendentes desviam a aeronave para baixo, podendo fazer com que toque a pista antes do ponto desejado. Já as ascendentes forçam a aeronave para cima, com o avião tocando a pista além do ponto adequado.
Turbulência de Ar Limpo
É causada pela grande diferença de velocidade entre
o ar dentro de uma corrente de jato e o ar circundante. A turbulência é severa e de difícil detecção.
áreas sem nuvens, entre 12.000m e 18.000m
velocidade do ar 01 (corrente de jato)
velocidade do ar 02
Diferença de pressão entre
as massas
de ar causa
a turbulência.
Esteira de Turbulência
Os vórtices são gerados pelas pontas das asas da aeronave. A força do vórtice é determinada pelo peso, velocidade e forma da asa da aeronave geradora.
os vórtices geralmente persistem entre um e três minutos após a passagem da aeronave
Atravessar a esteira
do vórtice de outra aeronave pode causar balanço violento, perda de altura ou velocidade ascensional e esforços estruturais em aeronaves de menor porte.
VIAGEM MAIS SEGURA
Radar Meteorológico
Radares meteorológicos modernos detectam turbulência à frente, permitindo ajustes de rota pelos pilotos.
Elementos compostos
Materiais como fibra de carbono tornam as aeronaves mais leves e resistentes, suportando grandes tensões sem deformação permanente.
Amortecedores
Algumas aeronaves têm sistemas que reduzem vibrações da turbulência, proporcionando um voo mais suave.
APERTEM OS CINTOS
A turbulência é desconfortável, mas raramente perigosa. A maioria dos ferimentos ocorre quando os passageiros não estão com os cintos afivelados.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Apoio: Pedro Veras Guimarães, prof. Departamento de Engenharia Mecânica, UFSC
Turbulencia
Design NSC
Created on September 24, 2024
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TURBULÊNCIA EM VOOS
Fenômeno ocorre quando há movimentos irregulares no ar, causando agitações ascendentes, descendentes ou laterais nas aeronaves.
PARA VOAR
É essencial equilibrar o peso e a sustentação para que um avião decole, voe e pouse com segurança.
sustentação
peso
Quando a força de sustentação é maior que o peso, a aeronave sobe. Se o peso for maior, a avião desce.
a sustentação é proporcionada pela diferença de pressão nas asas
ZONA DE TURBULÊNCIA
Surge no encontro de duas massas de ar distintas.
zona de turbulência
massa de ar 1
massa de ar 2
A diferença de temperatura e densidade entre as massas cria correntes de ar com movimentos irregulares, sentidos pelo avião.
INTENSIDADE
As turbulências são classificadas em três categorias, de acordo com a oscilação vertical.
Leve
Moderada
Severa
até 3m
3m a 9m
até 30m
As asas dos aviões são projetadas para serem flexíveis. Elas se dobram e absorvem a energia da turbulência, em vez de transferi-la para a fuselagem.
TIPOS DE TURBULÊNCIAS
Cada uma é causada por fatores específicos como mudanças de temperatura, obstáculos no terreno e condições atmosféricas.
Turbulência Mecânica
Ocorre quando o fluxo do vento passa por obstáculos físicos como montanhas e edifícios.
Turbulência Térmica
Ocorre em voos à baixa altura, com a alta temperatura aquecendo o solo da região de forma desigual.
ar quente sobe
ar frio desce
As correntes descendentes desviam a aeronave para baixo, podendo fazer com que toque a pista antes do ponto desejado. Já as ascendentes forçam a aeronave para cima, com o avião tocando a pista além do ponto adequado.
Turbulência de Ar Limpo
É causada pela grande diferença de velocidade entre o ar dentro de uma corrente de jato e o ar circundante. A turbulência é severa e de difícil detecção.
áreas sem nuvens, entre 12.000m e 18.000m
velocidade do ar 01 (corrente de jato)
velocidade do ar 02
Diferença de pressão entre as massas de ar causa a turbulência.
Esteira de Turbulência
Os vórtices são gerados pelas pontas das asas da aeronave. A força do vórtice é determinada pelo peso, velocidade e forma da asa da aeronave geradora.
os vórtices geralmente persistem entre um e três minutos após a passagem da aeronave
Atravessar a esteira do vórtice de outra aeronave pode causar balanço violento, perda de altura ou velocidade ascensional e esforços estruturais em aeronaves de menor porte.
VIAGEM MAIS SEGURA
Radar Meteorológico
Radares meteorológicos modernos detectam turbulência à frente, permitindo ajustes de rota pelos pilotos.
Elementos compostos
Materiais como fibra de carbono tornam as aeronaves mais leves e resistentes, suportando grandes tensões sem deformação permanente.
Amortecedores
Algumas aeronaves têm sistemas que reduzem vibrações da turbulência, proporcionando um voo mais suave.
APERTEM OS CINTOS A turbulência é desconfortável, mas raramente perigosa. A maioria dos ferimentos ocorre quando os passageiros não estão com os cintos afivelados.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Apoio: Pedro Veras Guimarães, prof. Departamento de Engenharia Mecânica, UFSC