Natália Correia
"Uma laranja para Alberto Caeiro"
Lara Sobreira, Nº16; Madalena Costa, Nº18; Margarida Santos, Nº19
2.ª estrofe
4.ª estrofe
1.ªestrofe
3.ª estrofe
5.ª estrofe
+info
+info
+info
+info
+info
1.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Venho simplesmente dizer
que uma laranja é uma laranja
e comove saber que não é ave
- sentido literal da laranja (fruta)
- dupla identidade e ambiguidade
5.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
De ser laranja gomo a gomo
o íntimo pomo se enternece
e não cabe em si de amor
embriagada de saber
que a sua morte nos será doce.
- sentimento de realização
- objetivo de vida concluído
3.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Não sei de nada mais eterno
do que haver sempre uma só coisa
e ela ser muitas diferentes
e cada coisa ternamente ocupar
só o espaço que pode rodeada
pelo espaço que a pode rodear.
- estado de espírito do poeta
- conceito de ambiguidade
4.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Sei que depois da laranja
a laranja poderá ser até
mesmo laranja se necessária
mas cada vez que o for
sê-lo-á rigorosamente
como se de laranja fosse
a exacta fome inadiável.
- ideia crescente e de extremos
- dupla identidade da laranja
2.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
se o fosse não seriam ambas
uma só coisa volátil e doce
de que a ave é o impulso de partir
e a laranja o instinto de ficar.
Trabalho de português
MADALENA MELO COSTA 13788
Created on September 23, 2024
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Transcript
Natália Correia
"Uma laranja para Alberto Caeiro"
Lara Sobreira, Nº16; Madalena Costa, Nº18; Margarida Santos, Nº19
2.ª estrofe
4.ª estrofe
1.ªestrofe
3.ª estrofe
5.ª estrofe
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+info
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+info
1.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Venho simplesmente dizer que uma laranja é uma laranja e comove saber que não é ave
5.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
De ser laranja gomo a gomo o íntimo pomo se enternece e não cabe em si de amor embriagada de saber que a sua morte nos será doce.
3.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Não sei de nada mais eterno do que haver sempre uma só coisa e ela ser muitas diferentes e cada coisa ternamente ocupar só o espaço que pode rodeada pelo espaço que a pode rodear.
4.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
Sei que depois da laranja a laranja poderá ser até mesmo laranja se necessária mas cada vez que o for sê-lo-á rigorosamente como se de laranja fosse a exacta fome inadiável.
2.ª estrofe: "Uma laranja para Alberto Caeiro"
se o fosse não seriam ambas uma só coisa volátil e doce de que a ave é o impulso de partir e a laranja o instinto de ficar.