EVOLUÇÃO DAS URNAS ELEITORAIS
Desde as caixas de madeira até Xaxim realizar a primeira eleição municipal totalmente informatizada da América Latina, as urnas em Santa Catarina refletem as mudanças tecnológicas e sociais do Estado.
1937
URNA DE MADEIRA
Devido à abundância de madeira na época,
SC optou por usar esse material na produção das caixas onde seriam depositadas as cédulas.
Vedação com papel ou tecido, rubricados pelo presidente
da mesa, candidatos
e fiscais
dos partidos.
A impressão digital também era válida.
Lacres de cera sobre as faixas
Trancado à chave
1956
URNA DE LONA BRANCA
Visando substituir a urna de madeira, chegou a ser usada em algumas localidades até 1992. As três etapas do processo de lacragem eram feitas em cerimônias públicas.
A fenda (interna) para depósito das cédulas recebia selos rubricados pelo juiz eleitoral. Sobre a fenda era colocado
um cadeado.
Feixes
de zíper interno e externo.
Lacre com arame e selo
de chumbo com a inscrição TRE.
1965
URNA DE LONA MARROM
Eram mais práticas e econômicas do que a versão anterior. Foram concebidas para substituir as urnas com zíper danificadas, mas acabaram sendo adotadas como padrão.
Fendas lacradas
com selos
de papel, rubricados pelo juiz eleitoral em audiência pública.
Fechada, a urna era mais fácil de ser transportada.
Aberta, a lona se desdobra para a inserção das cédulas.
1989
MICROCOMPUTADOR COMUM
A tecnologia foi usada em Brusque, em uma ação escondida da direção do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), atraindo atenção nacional.
Usado para automatizar e coletar os votos em uma seção eleitoral pela primeira vez no Brasil.
1995
URNA EXPERIMENTAL
O TRE-SC fez a primeira eleição municipal totalmente informatizada da América Latina, em Xaxim. O protótipo foi semelhante ao utilizado em Brusque, desde 1989. Eram dois módulos, um para o mesário e o outro para o eleitor.
Os dados eram armazenados pela memória do computador e em disquetes flexíveis.
Teclas visíveis com informações para o eleitor votar.
Uma cobertura plástica, com orifícios específicos, era colocada sobre o teclado comum. Sob a tampa, as demais teclas eram removidas.
1996
URNA ELETRÔNICA
Desde a instituição da votação digital, a urna eletrônica teve poucas alterações no layout ou adaptações - a principal foi a adoção da biometria.
Terminal do mesário
Identifica o eleitor e o autoriza a votar. Não possuía dispositivo para ler impressão digital.
Tela de
cristal líquido
Entrada
para leitura
de cartão magnético, que não chegou a
ser utilizada.
Teclado numérico
Terminal do eleitor
Modelo físico da urna é fechado e não permite acesso à memória.
Teclado para o registro do voto
Mais de 30 itens de segurança,
com criptografia de dados e chaves de segurança em todas as fases do processo de votação.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC)
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Created on September 11, 2024
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EVOLUÇÃO DAS URNAS ELEITORAIS
Desde as caixas de madeira até Xaxim realizar a primeira eleição municipal totalmente informatizada da América Latina, as urnas em Santa Catarina refletem as mudanças tecnológicas e sociais do Estado.
1937
URNA DE MADEIRA
Devido à abundância de madeira na época, SC optou por usar esse material na produção das caixas onde seriam depositadas as cédulas.
Vedação com papel ou tecido, rubricados pelo presidente da mesa, candidatos e fiscais dos partidos. A impressão digital também era válida.
Lacres de cera sobre as faixas
Trancado à chave
1956
URNA DE LONA BRANCA
Visando substituir a urna de madeira, chegou a ser usada em algumas localidades até 1992. As três etapas do processo de lacragem eram feitas em cerimônias públicas.
A fenda (interna) para depósito das cédulas recebia selos rubricados pelo juiz eleitoral. Sobre a fenda era colocado um cadeado.
Feixes de zíper interno e externo.
Lacre com arame e selo de chumbo com a inscrição TRE.
1965
URNA DE LONA MARROM
Eram mais práticas e econômicas do que a versão anterior. Foram concebidas para substituir as urnas com zíper danificadas, mas acabaram sendo adotadas como padrão.
Fendas lacradas com selos de papel, rubricados pelo juiz eleitoral em audiência pública.
Fechada, a urna era mais fácil de ser transportada.
Aberta, a lona se desdobra para a inserção das cédulas.
1989
MICROCOMPUTADOR COMUM
A tecnologia foi usada em Brusque, em uma ação escondida da direção do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), atraindo atenção nacional.
Usado para automatizar e coletar os votos em uma seção eleitoral pela primeira vez no Brasil.
1995
URNA EXPERIMENTAL
O TRE-SC fez a primeira eleição municipal totalmente informatizada da América Latina, em Xaxim. O protótipo foi semelhante ao utilizado em Brusque, desde 1989. Eram dois módulos, um para o mesário e o outro para o eleitor.
Os dados eram armazenados pela memória do computador e em disquetes flexíveis.
Teclas visíveis com informações para o eleitor votar.
Uma cobertura plástica, com orifícios específicos, era colocada sobre o teclado comum. Sob a tampa, as demais teclas eram removidas.
1996
URNA ELETRÔNICA
Desde a instituição da votação digital, a urna eletrônica teve poucas alterações no layout ou adaptações - a principal foi a adoção da biometria.
Terminal do mesário Identifica o eleitor e o autoriza a votar. Não possuía dispositivo para ler impressão digital.
Tela de cristal líquido
Entrada para leitura de cartão magnético, que não chegou a ser utilizada.
Teclado numérico
Terminal do eleitor Modelo físico da urna é fechado e não permite acesso à memória.
Teclado para o registro do voto
Mais de 30 itens de segurança, com criptografia de dados e chaves de segurança em todas as fases do processo de votação.
Infografia: Ben Ami Scopinhoben.scopinho@nsc.com.br
Fonte: Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC)