Fortaleza de São João
Bateria do Pau da Bandeira
Reduto São Teodósio
Bateria Mallet
Bateria Marques Porto
Forte São José
Remanescente das muralhas do Forte São Diogo
Ponte da Praia de Dentro
Praia de Dentro
Praia de Fora
Bateria Mallet
Erguida em 1902, depois que o Exército percebeu que os antigos canhões da fortaleza não eram mais adequados para a defesa contra navios modernos. Destivam-se a defesa da baía contra embarcações de porte menor, como torpedeiras, que poderiam entrar no porto e ameaçar os
navios ancorados. Para isso, os novos canhões eram conhecidos como de "tiro rápido", pois podiam fazer multiplos disparos em um minuto, aumentando a chance de atingir o alvo.
Praia de Dentro
Ponto de acesso da fortaleza. Foi local de combates entre franceses e luso-brasileiros no século XVI. É parte do conjunto: "Rio de Janeiro: Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar", bem inscrito pela UNESCO como patrimônio mundial em 2012.
Foto: Acervo Iphan
Ponte da Praia de Dentro
Até o aterro para a construção do bairro da Urca, em 1908, o único meio pelo qual era possível chegar a fortaleza, era usando barcos, dai que o local fosse escolhido para a colocação de instalações que necessitavam de isolamento dos aquartelados, como menores de idade que estudavam na fortaleza para serem sargentos do Exército ou prisioneiros de guerra Paraguaios, da Guerra de 1864-1870. A ponte é um marco do sistema de comunicações na baía de Guanabara, fortemente baseado em barcos a remo.
Foto: Acervo Iphan
Bateria do Pau da Bandeira
Bateria em linha simples, construída no século XVIII, foi reformada em 1874 e equipado com o maior canhão que foi usado no Brasil no período do Império, apelidado de "Vovô". Esta arma foi responsável pelo afundamento do encouraçado "Javari" durante a revolta da Armada (1893-1894).
Foto: Acervo Iphan
Praia de Fora
Primeira praia onde se podia fazer um desembarque no Rio de Janeiro fora da baía. Foi o local onde Estácio de Sá desembarcou para fundar a cidade do Rio de Janeiro em 1565. Localiza-se entre o morro Cara de Cão, onde foi fundada a cidade, e o Pão de Açúcar, morros tombados pelo Iphan desde 1973. É parte do conjunto: "Rio de Janeiro: Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar", inscrito pela UNESCO como patrimônio mundial em 2012.
Foto: Acervo Iphan
Remanescente das muralhas do Forte São Diogo
Forte construído usando o sistema do "traçado italiano", típico da arquitetura militar dos séculos XVI a XIX, foi erguido onde fora fundada a cidade do Rio de Janeiro em 1565.
Foto: Acervo Iphan
Bateria Marques Porto
Construida com o mesmo objetivo da bateria Mallet, recebeu um número maior de canhões, que foram sendo removidos ao longo dos anos. No local, além do marco da fundação da bateria, há estruturas defensivas que foram usadas a partir de 1943, quando o armamento da fortificação foi modernizado mais uma vez.
Foto: Acervo Iphan
Reduto São Teodósio
Fortificação construída no século XVII, seguindo o "Traçado Italiano", era parte das defesas da entrada da Baía de Guanabara. Participou dos combates contra Duguay-Troin em 1711 e na Revolta da Armada (1893-1894).
Foto: Acervo Iphan
Forte São José
O mais importante do conjunto de fortificações da Fortaleza de S. João, foi construído entre 1863 e 1875 em resposta a uma ação inglesa que tinha capturado navios mercantes brasileiros dentro da baía de Guanabara. Feito de alvenaria de pedra, usando o desenho de casamatas norte-americano, é um exemplar de arquitetura erudita sem igual no País. Participou ativamente dos combates da Revolta da Armada (1893-1894), o forte sendo pesadamente bombardeado na ocasião.
Foto: Acervo Iphan
Fortaleza de São João
Nilberto Júnior
Created on September 2, 2024
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Fortaleza de São João
Bateria do Pau da Bandeira
Reduto São Teodósio
Bateria Mallet
Bateria Marques Porto
Forte São José
Remanescente das muralhas do Forte São Diogo
Ponte da Praia de Dentro
Praia de Dentro
Praia de Fora
Bateria Mallet
Erguida em 1902, depois que o Exército percebeu que os antigos canhões da fortaleza não eram mais adequados para a defesa contra navios modernos. Destivam-se a defesa da baía contra embarcações de porte menor, como torpedeiras, que poderiam entrar no porto e ameaçar os
navios ancorados. Para isso, os novos canhões eram conhecidos como de "tiro rápido", pois podiam fazer multiplos disparos em um minuto, aumentando a chance de atingir o alvo.
Praia de Dentro
Ponto de acesso da fortaleza. Foi local de combates entre franceses e luso-brasileiros no século XVI. É parte do conjunto: "Rio de Janeiro: Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar", bem inscrito pela UNESCO como patrimônio mundial em 2012.
Foto: Acervo Iphan
Ponte da Praia de Dentro
Até o aterro para a construção do bairro da Urca, em 1908, o único meio pelo qual era possível chegar a fortaleza, era usando barcos, dai que o local fosse escolhido para a colocação de instalações que necessitavam de isolamento dos aquartelados, como menores de idade que estudavam na fortaleza para serem sargentos do Exército ou prisioneiros de guerra Paraguaios, da Guerra de 1864-1870. A ponte é um marco do sistema de comunicações na baía de Guanabara, fortemente baseado em barcos a remo.
Foto: Acervo Iphan
Bateria do Pau da Bandeira
Bateria em linha simples, construída no século XVIII, foi reformada em 1874 e equipado com o maior canhão que foi usado no Brasil no período do Império, apelidado de "Vovô". Esta arma foi responsável pelo afundamento do encouraçado "Javari" durante a revolta da Armada (1893-1894).
Foto: Acervo Iphan
Praia de Fora
Primeira praia onde se podia fazer um desembarque no Rio de Janeiro fora da baía. Foi o local onde Estácio de Sá desembarcou para fundar a cidade do Rio de Janeiro em 1565. Localiza-se entre o morro Cara de Cão, onde foi fundada a cidade, e o Pão de Açúcar, morros tombados pelo Iphan desde 1973. É parte do conjunto: "Rio de Janeiro: Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar", inscrito pela UNESCO como patrimônio mundial em 2012.
Foto: Acervo Iphan
Remanescente das muralhas do Forte São Diogo
Forte construído usando o sistema do "traçado italiano", típico da arquitetura militar dos séculos XVI a XIX, foi erguido onde fora fundada a cidade do Rio de Janeiro em 1565.
Foto: Acervo Iphan
Bateria Marques Porto
Construida com o mesmo objetivo da bateria Mallet, recebeu um número maior de canhões, que foram sendo removidos ao longo dos anos. No local, além do marco da fundação da bateria, há estruturas defensivas que foram usadas a partir de 1943, quando o armamento da fortificação foi modernizado mais uma vez.
Foto: Acervo Iphan
Reduto São Teodósio
Fortificação construída no século XVII, seguindo o "Traçado Italiano", era parte das defesas da entrada da Baía de Guanabara. Participou dos combates contra Duguay-Troin em 1711 e na Revolta da Armada (1893-1894).
Foto: Acervo Iphan
Forte São José
O mais importante do conjunto de fortificações da Fortaleza de S. João, foi construído entre 1863 e 1875 em resposta a uma ação inglesa que tinha capturado navios mercantes brasileiros dentro da baía de Guanabara. Feito de alvenaria de pedra, usando o desenho de casamatas norte-americano, é um exemplar de arquitetura erudita sem igual no País. Participou ativamente dos combates da Revolta da Armada (1893-1894), o forte sendo pesadamente bombardeado na ocasião.
Foto: Acervo Iphan