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Transcript

Canto V– O verdadeiro valor da arte.​

Marta Novais -Português-apresentação oral
Introdução

Índice

Apresentar o canto
Estâncias mais relevantes
Analisar as estâncias

Introdução

"Os Lusíadas" é a obra-prima de Luís de Camões, publicada em 1572. Composta por dez cantos, a epopeia narra as aventuras e desafios enfrentados pelos navegadores portugueses, com foco na descoberta do caminho marítimo para a Índia. No Canto V, Camões faz uma reflexão sobre a glória das conquistas e o papel imortalizador da arte. Este tema, "O verdadeiro valor da arte", é central para compreender a visão do poeta sobre a função e a importância da poesia e da criação artística na perpetuação da memória e dos feitos humanos.

Canto V– O verdadeiro valor da arte.​

Estâncias onde se expressam os conselhos e as críticas do poeta dirigidos aos Portugueses os seus contemporâneos. Realça o valor das honras e da glória alcançadas por mérito próprio; Lamenta que muitos se arrastem pelo poder corrupto do dinheiro, pela cobiça, ambição e tirania.

sobre

Estância 92

Quão doce é o louvor e a justa glóriaDos próprios feitos, quando são soados!Qualquer nobre trabalha que em memóriaVença ou iguale os grandes já passados.As invejas da ilustre e alheia históriaFazem mil vezes feitos sublimados.Quem valerosas obras exercita,Louvor alheio muito o esperta e incita.

Estância 100

Porque o amor fraterno e puro gostoDe dar a todo o Lusitano feitoSeu louvor, é somente o pressupostoDas Tágides gentis, e seu respeito.Porém não deixe enfim de ter dispostoNinguém a grandes obras sempre o peito,Que por esta, ou por outra qualquer via,Não perderá seu preço, e sua valia.

Conclusão

Ambas as estâncias juntas sublinham que o valor intrínseco da arte e dos feitos heroicos não depende apenas do reconhecimento ou da glória imediata, mas da grandeza e excelência das ações em si mesmas. O reconhecimento e o louvor podem servir como motivação, mas a verdadeira valia das grandes obras está na sua própria natureza e no impacto duradouro que deixam na memória e na história. Camões sugere que, apesar das motivações externas, a busca pela excelência e a realização de grandes feitos têm um valor eterno, independentemente do reconhecimento momentâneo.

Nesta estância, Camões fala sobre o prazer e a satisfação que o louvor e a glória justa dos próprios feitos proporcionam. Ele reconhece que a memória dos feitos dos grandes do passado serve como um incentivo para que os nobres atuais se esforcem em igualar ou superar tais feitos. As invejas e rivalidades em relação às histórias gloriosas de outros também servem como estímulo para a realização de feitos grandiosos. Assim, o louvor e a glória vindos de outrem são mostrados como motivações poderosas para a realização de grandes obras.

Nesta estância, Camões fala sobre o prazer e a satisfação que o louvor e a glória justa dos próprios feitos proporcionam. Ele reconhece que a memória dos feitos dos grandes do passado serve como um incentivo para que os nobres atuais se esforcem em igualar ou superar tais feitos. As invejas e rivalidades em relação às histórias gloriosas de outros também servem como estímulo para a realização de feitos grandiosos. Assim, o louvor e a glória vindos de outrem são mostrados como motivações poderosas para a realização de grandes obras.

Nesta estância, Camões fala sobre o prazer e a satisfação que o louvor e a glória justa dos próprios feitos proporcionam. Ele reconhece que a memória dos feitos dos grandes do passado serve como um incentivo para que os nobres atuais se esforcem em igualar ou superar tais feitos. As invejas e rivalidades em relação às histórias gloriosas de outros também servem como estímulo para a realização de feitos grandiosos. Assim, o louvor e a glória vindos de outrem são mostrados como motivações poderosas para a realização de grandes obras.

Esta estância destaca a importância do louvor e do reconhecimento mútuo entre os Lusitanos, indicando que a apreciação dos feitos heróicos dos compatriotas é uma base essencial para a inspiração poética das Tágides (as musas). No entanto, Camões reforça que, independentemente do reconhecimento imediato, a verdadeira grandeza das obras não perderá seu valor. Isso sugere que o verdadeiro valor da arte e dos feitos heroicos reside na sua própria grandeza e excelência, não necessariamente no reconhecimento que recebem.

Faz a apologia das letras e da cultura;Enaltece D NY. Sebastião a dar continuidade à obra grandiosa do povo português;Confessa-se cansado por não se sentir reconhecido artisticamente;Tece considerações sobre a fragilidade da condição humana;Alerta para os perigos que a todo o momento espreitam e que o homem tem de enfrentar.

Síntese