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Bruna Lindeza Freches nº3 Margarida Marques nº14 APS 21 UFCD - 7215 Abordagem geral sobre a pessoa com deficiência Disciplina: PSG Professora: Andreia Sousa Agrupamento de Escolas do Fundão Ano letivo: 2023/2024

Deficiência auditiva congênita

Sintomas

Perda auditiva congênita

Perda de audição congênita não-hereditária

Introdução

Perda auditiva congênita hereditária

As causas mais comuns de perda de audição auditiva hereditária

Tipos de deficiência

Definição de surdez

Causas mais comuns de perda de audição congênita não-hereditária

Causas

Estudo

Surdez adquirida

Índice

Inclusão decreto de lei 54

As funções do cuiddor informl

Causas

Conclusão

A indentificação precoce é importante

Tratamentos

Sexualidade na deficiencia

Mitos sobre sexualdade e deficiencia

Índice

Este trabalho foi-nos proposto na UFCD 7215 - Abordagem Geral sobre a Pessoa com Deficiência. O trabalho está dividido em dois momentos, sendo o primeiro a definição de deficiência, seguida dos tipos de deficiência, o segundo momento abordaremos a deficiência auditiva congênita, as suas causas hereditárias e a não-hereditária. Por fim abordaremos os possíveis tratamentos para esta patologia.

Introdução

Pessoas com deficiência são aquelas que apresentam impedimentos físicos, mentais, intelectuais e sensoriais de longo prazo que, em interação com diversas barreiras, podem dificultar sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais.

Definição de deficiência

Auditiva
Visual
Motora

Tipos de deficiência

Mental

A surdez entende-se uma qualquer limitação na capacidade auditiva. É um dos sintomas que pode afetar todas as idades, sexos, raças e tem uma enorme repercussão no ponto de vista da linguagem e comunicação.

Definição de surdez

Se uma criança tem dificuldade para ouvir ou falar, pode ser devido a problemas como a otite serosa, que prejudica a audição e aumenta o risco de infecções. Se a criança não fala até os 15-18 meses, é importante consultar um médico para entender a causa do atraso na fala.

Sintomas

Anoxia.

Toxemia durante a gravidez;

Diabetes materna;

Prematuridade;

Complicações associadas com o fator Rh do sangue;

Infeções intra-uterinas que incluem rubéola, citomegalovírus e por herpes simples;

Causas

Segundo o estudo Mastricht, a perda de audição é a deficiência mais frequente a nível mundial e abrange 15 a 20% da população, alcançando níveis superiores a 25% à medida que se avança na idade. Sabe-se também que 1 em cada 1000 recém-nascidos é portador de uma deficiência auditiva profunda. A principal limitação causada pela deficiência auditiva é a dificuldade de comunicação, assumindo uma particular especificidade consoante a idade do seu aparecimento.

Estudo

Quando a perda auditiva se verifica:

  • À nascença ou nos primeiros anos de vida dificulta, podendo mesmo comprometer, a aquisição de linguagem oral;
  • Na idade escolar (6-16 anos) a linguagem e a articulação podem deteriorar-se assim como haver perturbações na melodia. A aquisição de conhecimentos e o aproveitamento escolar podem estar comprometidos;
  • Na idade adulta, e em especial nas pessoas idosas, a deficiência auditiva pode levar a sentimentos de frustração, medo, vergonha, solidão e até ao isolamento do mundo ouvinte, podendo surgir dificuldades, nomeadamente sócio-profissionais.

Estudo

Algumas pessoas nascem com perda de audição, que pode ser causada por genética, problemas durante a gravidez ou no parto. Hoje, as crianças são testadas logo após o nascimento para detectar qualquer problema auditivo. No entanto, a perda de audição leve, em apenas um ouvido, ou que aparece mais tarde pode ser difícil de descobrir.

Perda auditiva congênita

Muitas formas de perda de audição congênita são causadas por genes herdados dos pais. Esses problemas genéticos fazem com que os órgãos auditivos não funcionem bem. A perda auditiva por malformações genéticas pode estar presente ao nascer ou aparecer mais tarde.

Perda auditiva congênita hereditária

Síndrome de Waardenburg

Síndrome de Alport

Síndrome de Crouzon

Síndrome de Treacher Collins

Síndrome de Usher

Síndrome de Down

As causas mais comuns de perda de audição auditiva hereditária:

Cerca de 1 em 4 casos de perda de audição congênita não é hereditária. É mais comum ser causada por traumas antes ou durante o nascimento. A exposição materna a diferentes tipos de drogas e medicamentos também pode causar perda de audição congênita não-hereditária, especialmente nos estágios iniciais da gravidez.

Perda auditiva Perda de audição congênita não-hereditária congênita

Diabetes materno.

Complicações associadas ao factor Rhesus no sangue, que causa icterícia;

Toxinas consumidas pela mãe durante a gravidez, incluindo drogas e álcool;

Lesões de nascimento;

Pouco peso de nascimento;

Prematuridade;

Infecções maternas como rubéola/sarampo;

Causas mais comuns de perda de audição congênita não-hereditária

Surdez adquirida acontece quando o indivíduo nasce a ouvir com a capacidade auditiva preservada e perde a sua audição no decorrer da idade.

Surdez adquirida

  • Fármacos que lesam as estruturas do sistema auditivo (ototóxicos);
  • Exposição a níveis elevados de ruído;
  • Neurinoma do acústico;
  • Traumatismos da cabeça ou do ouvido.
  • Infeções do ouvido médio;
  • Meningite;
  • Encefalite;
  • Sarampo;
  • Varicela;
  • Papeira;
  • Influenza/ gripe;
  • Otosclerose;
  • Doença de Menière;

Causas:

A perda de audição é difícil de notar em bebês e crianças pequenas. Tratar cedo é importante para a fala, educação e vida social. Nos adultos, o tratamento também é crucial para manter a mente e a inclusão social.

A identificação precoce é importante

As causas da surdez podem ser variadas. De acordo com a patologia em causa (Otite Média com Derrame, Otite Média Crónica, otosclerose, exostoses) será adaptado um tipo de intervenção cirúrgica: miringocentese com colocação de tubos transtimpânicos, timpanoplastia, timpanomastoidectomia técnica aberta ou fechada, cirurgia de exostoses e de otosclerose.

Tratamentos

Cirurgia de exostoses

O procedimento envolve anestesia, incisão sobre a área afetada, remoção do crescimento ósseo, e fechamento da incisão. A recuperação inclui controle da dor, possível fisioterapia, e acompanhamento médico para evitar complicações como infecção ou recorrência. A decisão cirúrgica deve ser bem avaliada pelo ortopedista.

Tratamentos

Cirurgia de otosclerose

Durante o procedimento, realizado com anestesia local ou geral, o estribo é removido ou perfurado e substituído por uma prótese para restaurar a audição. A recuperação envolve controle da dor, possível tontura, e avaliação da audição. Complicações podem incluir perda auditiva residual, infecção e tontura persistente. A cirurgia deve ser cuidadosamente avaliada pelo otorrinolaringologista.

Tratamentos

Cirurgia de otosclerose

Em casos específicos de surdez, pode haver necessidade de recorrer a equipamentos específicos que permitam uma melhor audição. São o caso dos implantes osteo-integrados e dos implantes cocleares.

Tratamentos

Rede de Apoio

Equipes Multidisciplinares: Psicólogos, terapeutas, assistentes sociais, etc.

Família

Colaboração: Comunicação e participação ativa dos pais.

Escola

Inclusão: Práticas que promovem a participação de todos os alunos.

Inclusão decreto de lei 54/2018

A sociedade muitas vezes não vê a sexualidade em pessoas com deficiência. No entanto, pessoas surdas têm desejos e podem ter relacionamentos como qualquer outra pessoa.

Sexualidade na deficiência

A deficiência impede o orgasmo.
As pessoas com deficiência são incapazes de ter relações sexuais.

Mitos sobre sexualidade e deficiência

As pessoas com deficiência são assexuadas.

Os cuidadores informais são todos os cidadãos que tomaram o dever de cuidado de outra pessoa. Todos os cidadãos têm o direito de optar e por cuidar, bem como o nível de participação que querem ter, assegurando o direito à vida e o dever de cuidar de forma adequada, satisfazendo as necessidades da/s pessoa/s dependente/s. As funções e atividades do cuidador devem respeitar o perfil da pessoa cuidada, as suas necessidades, hábitos, cultura e desejos.

As funções do cuidador informal

Neste trabalho pudemos observar que a surdez pode originar em duas formas a congênita que já nasce surdo e nas congênitas ainda há as congênitas hereditárias que são de genética e as não hereditárias são causadas por traumas antes ou durante o nascimento. A surdez é caracterizada por uma deficiência auditiva, mas há outros tipos de deficiência com nas quais é mental, motora, visual. A caracterização de surdez é a limitação de capacidade auditiva. As causas das perdas auditivas hereditárias são a síndrome de Down, síndrome de Usher, entre outras, já as causas da perda auditiva congênita não-hereditária são a prematuridade, infeções maternas com rubéola ou sarampo, entre outros. Já na surdez adquirida é quando nasce com a capacidade auditiva preservada e vai perdendo no decorrer da idade, uma das suas causas é meningite, infeções do ouvido médio, varicela entre outros.

Conclusão

Há diversos tratamentos para resolver a surdez congênita como a cirurgia de exostoses, cirurgia de otosclerose. Na constituição das republica no decreto de lei n°54/2018 diz que a escola e a família tem dar apoio ao aluno e promover a inclusão nas escolas e lhe proporcionar as condições para desempenhar um bom funcionamento e aprendizagem. A sexualidade na deficiência deve ser tratada com naturalidade porque indivíduos com deficiência também sentem desejo sexual. O papel do cuidado é fundamental para o equilíbrio da sociedade e a manutenção da dignidade de uma parte significativa das nossas comunidades.

Conclusão