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Paralisia Cerebral, e agora?

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Indice

Conceito

Causas

Tipos

Sintomas

Prevenção

Complicações Possíveis

Tratamento

Fatores de Risco

Cura ou Não Cura

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O que é Paralisia Cerebral?

A Paralisia Cerebral (PC) é uma condição que afeta os movimentos e a coordenação do corpo devido a uma lesão que ocorre no cérebro em desenvolvimento. A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral destaca que essa lesão não é progressiva, mas pode causar transtornos secundários, como espasmos musculares, movimentos involuntários, dificuldades na mobilidade e na fala. A PC pode ser congénita ou adquirida, sendo mais comum na infância.

Pré-natais (antes do parto)- Prematuridade - Incompatibilidade sanguínea - Problemas durante a gravidez - Toxoplasmose - Alcoolismo - Hipertensão arterial da mãe - Infeção viral congénita - Diabetes da mãe - Irradiações

Quais são as causas da Paralisia Cerebral?

Existem três grupos de causas, sendo mais frequente antes e durante o parto.

1. Pré-natais (antes do parto)

2. Peri-natais (durante o parto)

3. Pós-natais (após o nascimento até a maturação do sistema nervoso)

(Aproxim. 5% dos casos)

(Aproxim. 5% dos casos)

1. Espástica

3. Atáxica

(Cerca de 20% dos casos)

2. Atetóide

4. Mista

(Cerca de 70% dos casos)

Tipos de Paralisia Cerebral

Cada tipo exige abordagens terapêuticas específicas para melhorar a qualidade de vida dos afetados.

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Atáxica

Espástica

Mista

Sintomas da Paralisia Cerebral

Os sintomas variam amplamente e podem incluir atrasos no desenvolvimento, rigidez muscular, dificuldades de movimentação, falta de equilíbrio, coordenação motora comprometida, tremores, fraqueza, problemas de alimentação e fala, entre outros.Existem diferentes tipos de paralisia cerebral, cada um com características distintas.

Atetóide

A Paralisia Cerebral muitas vezes tem causas desconhecidas, tornando a prevenção desafiadora.

Qual é a prevenção para a Paralisia Cerebral

Antes da gravidez, deve-se manter uma dieta saudável, tratar problemas médicos e controlar condições como diabetes, anemia, hipertensão e convulsões.Após o nascimento, é crucial cuidar da cabeça do bebé, especialmente quando o crânio é mais frágil e suscetível a danos cerebrais. Medidas preventivas incluem garantir que o bebé esteja adequadamente instalado no carro, usando cinto de segurança e tomando precauções para evitar quedas e traumas cranianos.A exposição a substâncias tóxicas aumenta o risco de Paralisia Cerebral. Além disso, vacinas adequadas durante a infância são essenciais para prevenir infeções que poderiam resultar em danos neurológicos graves.

Quais são as complicações possíveis da Paralisia Cerebral?

Qual é o tratamento para a Paralisia Cerebral?

A Paralisia Cerebral não tem cura, mas diversos tratamentos e terapias podem melhorar a qualidade de vida e prevenir complicações, promovendo a inclusão social e a autonomia dos pacientes.

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Fatores relacionados à gravidez e parto

  • Rubéola, toxoplasmose e sífilis
  • Distúrbios da tireoide
  • Deficiência intelectual
  • Convulsões
  • Desnutrição
  • Uso de álcool e drogas
  • Diabetes
  • Infeções
  • Hemorragia
  • Obesidade
  • Idade gestacional avançada.

Saúde infantil

Condições maternas durante a gravidez

Fatores de risco Da paralisia Cerebral

  • Meningite bacteriana
  • Encefalite viral
  • Icterícia grave
  • Nascimentoprematuro
  • Baixo peso ao nascer
  • Bebé fora da posição normal
  • Gravidez de gémeos

Existe cura para a paralisia cereral?

A Paralisia Cerebral, causada por malformações e danos cerebrais, é uma condição permanente sem cura. Tratamentos, como terapias ocupacionais, fisioterapias, fonoaudiologia e, em alguns casos, cirurgia, visam melhorar a qualidade de vida, prevenir atrofias musculares e promover a máxima funcionalidade ao longo da vida.

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Pré-natais (antes do parto)

- Prematuridade - Incompatibilidade sanguínea - Problemas durante a gravidez - Toxoplasmose - Alcoolismo - Hipertensão arterial da mãe - Infeção viral congénita - Diabetes da mãe - Irradiações

Pós-natais (após o nascimento até a maturação do sistema nervoso)

- Problemas metabólicos - Asfixia - Hipóxia cerebral grave - Infeções do Sistema Nervoso Central - Ingestão de substâncias tóxicas - Encefalites - Traumatismo crânio-encefálico - Incompatibilidade sanguínea feto-materna causadora de icterícia no recém-nascido - Meningites

  • Caracterizada por músculos mais rígidos e fracos.
  • Pode envolver quadriplegia (afeta braços e pernas), diplegia (afeta mais as pernas), hemiplegia (um lado do corpo), paraplegia (pernas e parte inferior do corpo).
  • Possíveis problemas de visão, como estrabismo.
  • Movimentos lentos e involuntários, podendo ser contorcidos e espasmódicos, intensificados por emoções fortes, mas geralmente desaparecem durante o sono.
  • Raras convulsões e deficiência intelectual.
  • Combinação de tipos anteriores, sendo a mais comum a junção entre o espástico e o atetóide.
  • Pode apresentar deficiência intelectual.

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Peri-natais (durante o parto)

- Uso de instrumentos no parto (fórceps) - Obstruções pélvicas - Desidratação aguda - Parto prolongado - Hemorragia intracraniana - Anóxia (ausência de oxigênio) - Hipoglicemia - Traumatismo durante o parto - Baixo peso ao nascer

Medicamentos podem ser utilizados para tratar sintomas específicos, como relaxantes musculares para espasticidade. Em alguns casos, podem ser necessários procedimentos cirúrgicos para corrigir deformidades ou reduzir a espasticidade.

Algumas terapias eficazes incluem terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotricidade, apoio psicológico, fisioterapia, atividades aquáticas, massagens, informática e atividades da vida diária, são fundamentais para aprimorar habilidades funcionais.

Uma abordagem multidisciplinar envolvendo profissionais como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, ortopedistas, neurologistas, fonoaudiólogos e professores de educação especial, é essencial.

  • Coordenação comprometida e fraqueza muscular.
  • Movimentos tremidos, dificuldades de movimento ágil e coordenação fina.
  • Cambaleio ao caminhar.