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10º Ano
Geologia
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Index
A Terra e os seus subsistemas
classificação do vulcanismo
Princípios do raciocínio geológico
Vulcanismo e tectónica de placas
Interações dos subsistemas
teoria da tectónica de placas
Prevenção de riscos vulcânico
Datação das rochas
Tipos de rochas
Memória dos tempos geológicos
Ciclo litológico
Impacte da atividade vulcânica
Index
Origem dos sismos
Previsão e prevenção do risco sísmico
Ondas sísmicas e o estudo do da Terra
Ondas sísmicas e seu registo
estudo da estrutura interna da Terra
Escalas de avaliação sísmica
Sismos e tectónica de placas
Estrutura interna da Terra
Section I
As rochas e o Ciclo Litológico
Tipos de rocha
As rochas podem ser agrupadas, em função do seu processo de formação, em três grandes tipos: magmáticas, sedimentares e metamórficas.
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03
02
01
Rochas Magmáticas
Rochas Sedimentares
Rochas Metamórficas
As rochas magmáticas formam-se por arrefecimento e cristalização de magma.Podem ser divididas em: Vulcânicas e Plutónicas
As rochas sedimentares formam-se, normalmente, a partir de materiais resultantes de rochas preexistentes. (sedimentos)
As rochas metamórficas resultam de transformações mineralógicas e texturais sofridas por rochas preexistentes, genericamente designadas por protólitos.
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Section I
Dos princípios do raciocínio geológico à tectónica de placas
Text II
Catastrofismo e Uniformitarismo
Duas perspetivas acerca da natureza dos processos geológicos
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Section II
Hipótese da Deriva Continental
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Section I
Hipótese da expansão dos fundos oceânicos
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Section II
Teoria da Tectónica de Placas
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Process I
03
02
01
Limites Conservativos
Limites Convergentes
Limites Divergentes
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Text I
Datação Relativa
A determinação da idade relativa permite sequenciar acontecimentos geológicos ocorridos no passado.
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Map
Datação Absoluta
A datação absoluta permite obter um valor numérico para a idade das rochas.
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Timeline I
Eras
Paleozoico
Mezozoico
Cenozoico
Atualidade
Text II
Tipos de Vulcanismo
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Vulcanismo Primário
O vulcanismo primário pode ser classificado em fissural ou central de acordo com o tipo de conduta emissora.
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Atividade Explosiva
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Atividade Efusiva
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VS
Map
Efeitos de Erupções no Mundo
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Data I
Vulcanismo Residual
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Limites Convergentes são associados a Vulcanismo Misto a Explosivo
Gallery
Hotspots Oceânicos estáo associados a Vulcanismo Efusivo
Hotspots Continentais são associados a Vulcanismo Misto a Explosivo (+explosivo)
Limites divergentes são associados a Vulcanismo Efusivo
Text III
Fenómenos vulcânicos de elevados riscos
Prevenir erupções vulcânicas
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Section II
Teoria do Ressalto Elástico
De acordo com esta teoria, as rochas estão sujeitas à ação de forças resultantes do movimento das placas tectónicas, que as deformam. Após atingir o seu limite de elasticidade, o material rochoso entra em rutura, libertando subitamente a energia elástica acumulada.
Text I
Ondas Sísmicas
As ondas de volume, têm origem no hipocentro e propagam-se em todas as direções, podendo atingir distâncias muito afastadas do epicentro. As ondas de volume podem classificar-se em longitudinais e transversais
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Text III
Escala de Mercalli Modificada
Escala de Ritcher
A intensidade sísmica é um parâmetro que avalia os efeitos produzidos pelo sismo, baseando-se no grau de destruição provocada no ambiente e nas construções, bem como na forma como as vibrações são sentidas pela população.
A magnitude sísmica quantifica o valor de energia libertada no hipocentro e pode ser expressa na escala de Richter, criada, em 1935, por Charles Richter.
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Text II
Previsão e prevenção sismica
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Process I
03
02
01
Descontinuidade de Lehmann
Descontinuidade de Mohorovicic
Descontinuidade de Gutenberg
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Map
Métodos diretos para o estudo do interior da Terra
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Text I
Métodos indiretos para o estudo do interior da Terra
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Comparison I
Modelo Químico da Terra
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Modelo Físico da Terra
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VS
Esta forma de datação não permite a atribuição de um valor numérico (absoluto) à idade das rochas, mas apenas situar a sua origem relativamente a outras rochas ou estruturas, como falhas ou dobras. A datação relativa, em especial dos estratos sedimentares, pode ser feita através da aplicação de princípios.
De acordo com o princípio da horizontalidade inicial, os estratos formam-se, geralmente, por deposição de sedimentos na posição horizontal. Qualquer alteração desta posição inicial resulta, geralmente, de processos tectónicos posteriores.
O princípio da sobreposição estabelece que, numa sequência de estratos que mantém a sua posição original, um estrato é mais antigo do que aqueles que estão por cima e mais recente do que aqueles que estão por baixo. Desta forma, a história geológica de uma região pode ser interpretada de acordo com a ordem dos estratos numa sequência.
As dobras e as falhas são estruturas geológicas que podem alterar a posição horizontal dos estratos, colocando estratos mais antigos acima de outros mais recentes, dificultando a determinação da sequência original de formação dos estratos, constituindo, por vezes, uma limitação à aplicação do princípio da sobreposição.
Os fósseis usados na datação relativa correspondem a espécies com grande dispersão geográfica que viveram num inter- valo de tempo geológico relativamente curto. Estes fósseis, conhecidos como fósseis de idade, permitem datar com maior precisão os estratos que os contêm, possibilitando também a comparação da idade de formações rochosas existentes em diferentes regiões, essa comparação resulta da aplicação do princípio da identidade paleontológica, com o qual é possível atribuir a mesma idade relativa a estratos que apresentem os mesmos fósseis. Comparando as sequências de estratos de duas regiões, verifica-se muitas vezes a ausência de um ou mais estratos numa delas relativamente à outra. Essa ausência, correspondente a uma lacuna estratigráfica, pode ser explicada pelo facto de o estrato não se ter formado nessa região ou de o mesmo ter sido erodido. Estas descontinuidades na sequência dos estratos podem constituir uma limitação do uso dos fósseis na data- ção relativa.
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A expansão dos fundos oceânicos foi comprovada por estudos de paleomagnetismo baseados nos registos magnéticos preservados nas rochas basálticas da crusta oceânica. Estas rochas possuem minerais magnetizáveis, como a magnetite, que, quando cristalizam a partir do magma, se orientam tal como a agulha de uma bússola, de acordo com a orientação do campo magnético existente no momento da sua formação. O campo magnético terrestre tem sofrido variações ao longo do tempo. Na atualidade, considera-se que o campo magnético terrestre apresenta polaridade normal (Norte), pelo que os minerais magnetizáveis do basalto formado atualmente apresentam a mesma polaridade. No entanto, o basalto formado noutras fases da História da Terra apresenta minerais magnetizáveis com outras orientações, por vezes com inversões completas da sua polaridade, ou seja, com polaridade inversa (Sul).
Assim, estudando rochas basálticas formadas em diferentes momentos, é possível datar as variações do campo magnético terrestre ocorridas no passado. Com base em observações, associadas a dados de datação das rochas, foi possível concluir que as rochas se formam de forma simétrica para os dois lados do rifte.
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A atividade efusiva está associada à libertação de lava com composição básica, caracterizada por ser pobre em sílica, ter reduzido teor de gases e estar a elevadas temperaturas. As características das lavas básicas tornam-nas menos viscosas, o que permite, muitas vezes, a sua projeção em repuxo e uma deslocação rápida sob a forma de escoadas de lava. Desta atividade vulcânica efusiva resulta a formação de vulcões em escudo. Nas erupções efusivas, os gases e o magma libertam-se facilmente, não se verificando, por essa razão, ocorrência de explosões.
Este método baseia-se na tendência de alguns isótopos para emitirem partículas e radiação electromagnética a partir dos seus núcleos instáveis. Este fenómeno, designado por radioatividade, resulta no decaimento, ou transformação, de um isótopo instável inicial (isótopo-pai) num isótopo final estável (isótopo-filho) do mesmo elemento químico ou de outro diferente. O decaimento de um isótopo instável pode ser caracterizado pela sua semi-vida, que corresponde ao tempo necessário para que uma dada quantidade de isótopo-pai se reduza para metade. A determinação das quantidades relativas dos isótopos-pais e respetivos isótopos-filhos é um processo complexo que depende da medição de concentrações muito reduzidas daqueles isótopos.
A formação das rochas sedimentares tem duas etapas: a sedimentogénese e a diagénese. Na sedimentógenese, que corresponde à formação e acumulação de sedimentos, consideram-se os processos de meteorização (alteração física e química de uma rocha quando exposta à superfície), de erosão (remoção dos materiais da rocha), de transporte e de sedimentação (acumulação de materiais detríticos, quando os agentes de transporte, como o vento ou rios, perdem energia e deixam de poder movimentar os sedimentos). Na diagénese, ou litificação, o aumento do peso devido à acumulação dos sedimentos provoca o seu afundamento, elevando a pressão. Nestas novas condições, os sedimentos soltos sofrem compactação, verificando-se também a sua desidratação e a precipitação de substâncias dissolvidas na água. (compactação e cimentação). Estas substâncias atuam como um cimento, preenchendo os espaços existentes entre os grãos, agregando-os e dando origem a rochas sedimentares consolidadas.
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- As fumarolas correspondem à libertação de gases através de aberturas à superfície, provenientes de uma câmara magmática ou de fluidos aquosos que circulam nas suas proximidades. As fumarolas podem ser classificadas,em: mofetas, quando as emanações são ricas em dióxido de carbono, ou sulfataras, quando são ricas em enxofre. - Nas nascentes termais a temperatura da água é pelo menos 4 °C superior à temperatura ambiental. A água da precipitação, ao infiltrar-se em profundidade, circula junto de rochas aquecidas por uma câmara magmática ou por um corpo ígneo em arrefecimento, a água aquece, aumentando a sua capacidade de dissolução de minerais das rochas, tornando-se, assim, mais mineralizada. - Os géiseres são jatos intermitentes de água quente e vapor libertados à superfície de forma regular, através de fraturas. A água que se infiltra e circula no subsolo pode acumular-se em reservatórios subterrâneos, onde é aquecida a temperaturas elevadas. Parte dessa água transforma-se em vapor, fazendo aumentar a pressão no interior do reservatório. Desse aumento de pressão resulta a projeção da água a vários metros de altura e o esvaziamento desses depósitos, que voltam a encher em ciclos sucessivos.
Os continentes atuais teriam estado unidos, formando o supercontinente Pangeia, rodeado por um único oceano chamado Pantalassa. Após a fragmentação da Pangeia, os continentes ter-se-iam deslocado, ou seja, derivado lentamente até às suas posições atuais.
Argumentos que defendem a Hipótese da Deriva Continenta: Argumento Litológico - a semelhança entre as cadeias montanhosas e entre as rochas existentes em zonas continentais, separadas pelo oceano Atlântico. Argumento Morfológico - algumas margens continentais se ajustam como as peças de um puzzle, como, por exemplo, as costas atlânticas de África e da América do Sul Argumento Paleontológico - presença de fósseis da mesma espécie em continentes afastados atualmente por oceanos e pertencentes a animais que não seriam capazes de os atravessar, sugere que esses continentes estiveram unidos no passado. Argumento Paleoclimático - algumas áreas continentais, atualmente localizadas em zonas quentes, existem vestígios da ação de glaciares.
Tipos de Metamorfismo: Metamorfismo regional, onde as condições de temperatura e, sobretudo, as forças de natureza compressiva que se fazem sentir nesses locais são determinantes para a formação de rochas com foliação, como a ardósia, o xisto ou o gnaisse. Metamorfismo de contacto, onde o calor prevalece sobre a pressão, (junto a câmara magmática) calor e os fluidos libertados pelo magma alteram as rochas que rodeiam a intrusão, provocando o seu metamorfismo. Essas alterações, originam rochas não foliadas, como as corneanas, alguns mármores ou alguns quartzitos.
As rochas vulcânicas, como o basalto, formam-se à superfície ou na sua proximidade, em condições de arrefecimento rápido do magma, o que dificulta o crescimento de cristais. (riftes)
As rochas plutónicas, como o granito, formam-se em profundidade, onde o arrefecimento é lento e os cristais têm tempo suficiente para se desenvolverem
Catastrofismo: Defende que as alterações verificadas na Terra ao longo do tempo constituem o resultado de eventos súbitos, de grande violência, que assumem, por vezes, um carácter global. Esses acontecimentos teriam sido a causa de mudanças bruscas na superfície do planeta responsáveis pela extinção em massa das muitas espécies.
Uniformitarismo: Defende que as alterações ocorridas na superfície terrestre resultam do efeito cumulativo de fenómenos naturais que moldam a face do planeta de maneira uniforme, lenta e gradual (gradualismo).
Neocatastrofismo: Acentua o papel que os acontecimentos catastróficos têm na evolução do planeta, não pondo em causa, no entanto, o uniformitarismo
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No vulcanismo fissural ocorre expulsão de material vulcânico através de fraturas que podem estender-se ao longo de dezenas de metros ou mesmo de vários quilómetros.Este tipo de vulcanismo é o mais abundante na Terra. O vulcanismo central é caracterizado pela existência de um edifício principal, ou cone vulcânico, resultante da deposição dos materiais expelidos nas erupções. Por vezes, ocorre a formação de cones adventícios ou secundários, cada um com a sua chaminé e cratera adventícias, alimentados pela conduta principal.
Na atividade explosiva ocorre, sobretudo, a libertação de material piroclástico e de gases, sendo muito reduzida, ou mesmo inexistente, a escoada de lavas. As lavas tendem a apresentar uma composição ácida, sendo ricas em sílica, com elevado teor de gases e temperaturas relativamente baixas. Estas características tornam os magmas e as lavas mais viscosos, dificultando o seu movimento e a libertação dos gases neles contidos. O aumento da pressão resultante do aprisionamento dos gases origina explosões violentas que fragmentam as rochas e as lavas na chaminé, podendo levar ao desmoronamento do cone vulcânico. Os aparelhos vulcânicos associados a este tipo de atividade apresentam cones vulcânicos com elevado declive, resultante da acumulação de piroclastos e alguma lava muito viscosa.
-Ondas longitudinais (P ou primárias): • Causam vibração das partículas dos materiais que atravessam, paralelas à direção de propagação da onda, comprimindo e distendendo esses materiais com alteração do seu volume. • São as mais rápidas e as primeiras a serem registadas. • Propagam-se em todos os meios (sólidos, líquidos e gasosos). -Ondas transversais (S ou secundárias): • Os materiais rochosos vibram perpendicularmente à direção de propagação da onda, mantendo o seu volume, mas alterando a sua forma. • Propagam-se a menor velocidade do que as ondas P, sendo as segundas a serem sentidas ou registadas. • Propagam-se apenas em meios sólidos. As ondas superficiais (L ou longas) propagam-se apenas à superfície, a partir do epicentro, são formadas a partir das ondas P e S. São as ondas mais lentas e destrutivas, devido à sua maior amplitude. Podem ser de dois tipos: as ondas Love e as ondas Rayleig
Calcular o epicentro de um sismo
Embora as ondas P e S partam do hipocentro ao mesmo tempo, verifica-se que, quanto maior for a distância ao epicentro, maior será o intervalo entre os tempos de chegada dessas ondas, em resultado da maior rapidez das ondas P relativamente às ondas S.É a partir desse atraso obtido com base na análise do sismograma que pode ser calculada a distância ao epicentro, ou distância epicentral. 1º- Calcula-se o intervalo de tempo S-P; 2º-Atravéz de uma tabela/gráfico vemos o intervelo de tempo S-P em favor da distancia epicentral; 3º- Ao sabermos a distância epicentral, vamos a um mapa e calculamos a distância em favor da escala do mesmo;
4º- Atravéz da distância na escala fazemos uma circunferência com raio a distância epicentral; 5º- Ao traçarmos a circunferencia em 3 estações diferentes, o ponto onde se encontram é o epicentro do sismo;
Os métodos diretos consistem, essencialmente, no estudo de amostras de materiais rochosos da crusta e do manto superior. • Vulcanismo - o estudo dos materiais libertados na atividade vulcânica permitem determinar a composição química e as características físicas das camadas menos profundas. • Afloramentos - muitas rochas que estão expostas na superfície terrestre foram formadas em profundidade, tendo ascendido em resultado da remoção das camadas superiores, por erosão, ou em consequência da atividade tectónica. • Minas - possibilitam a recolha de amostras de material em explorações a céu aberto ou em escavações que podem atingir cerca de 4 km de profundidade. • Sondagens - as perfurações realizadas na crusta permitem obter amostras cilíndricas de materiais, a partir dos quais é possível avaliar a natureza das rochas e dos fluidos que elas contêm.
A Terra comporta-se como um íman gerando um campo magnético cujas linhas de força se apresentam atualmente orientadas numa direção aproximada sul-norte.Essa direção varia ao longo do tempo, podendo os polos magnéticos inverter as suas posições, num processo conhecido por inversão de polaridade. Considera-se que qualquer orientação do campo magnético do passado, com a configuração do atual, corresponde a uma polaridade normal, enquanto as orientações opostas correspondem a períodos de polaridade inversa. Um dos efeitos do campo magnético consiste na magnetização de minerais ricos em ferro, aquando da sua formação, em resultado do arrefecimento do magma, estes minerais, como a magnetite presente nos basaltos, mantêm-se magnetizados ao longo do tempo, com a polaridade do campo magnético terrestre existente no momento da sua formação. • A existência de registos paleomagnéticos em rochas com mais de 3500Ma indica que o campo magnético terrestre estaria ativo nessa altura, sugerindo a existência de um núcleo metálico líquido desde os primórdios da Terra; • o estudo do magnetismo do fundo oceânico, através do uso de magnetómetros instalados em navios de pesquisa, revelou a existência de regiões com anomalias magnéticas simétricas relativamente aos riftes. Quando a intensidade do campo é superior ao esperado origina uma anomalia positiva e quando é inferior ao esperado origina uma anomalia negativa;
Litoesfera - rígida, que se encontra dividida em placas litosféricas móveis;Astenoesfera - As rochas possuem uma menor rigidez, comportando-se de forma plástica; Mesosfera - Devido aos valores de pressão aí verificados, que fazem aumentar o ponto de fusão e a rigidez dos materiais; Núcleo Externo - Elevadas temperaturas fundem os materiais; Núcleo Interno - Apesar do aumento da temperatura, as elevadas pressões aumentam a temperatura de fusão dos materiais; Assim, estes mantêm-se sólidos e separados dos materiais do núcleo externo pela descontinuidade de Lehman;
Crusta Continental (SiAl); Crusta Oceânica (SiMa); Manto (FeMa); Núcleo (NiFe);
Geologia 10º Ano
Leonor Rodrigues Batista Antunes
Created on June 14, 2024
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10º Ano
Geologia
Start
Index
A Terra e os seus subsistemas
classificação do vulcanismo
Princípios do raciocínio geológico
Vulcanismo e tectónica de placas
Interações dos subsistemas
teoria da tectónica de placas
Prevenção de riscos vulcânico
Datação das rochas
Tipos de rochas
Memória dos tempos geológicos
Ciclo litológico
Impacte da atividade vulcânica
Index
Origem dos sismos
Previsão e prevenção do risco sísmico
Ondas sísmicas e o estudo do da Terra
Ondas sísmicas e seu registo
estudo da estrutura interna da Terra
Escalas de avaliação sísmica
Sismos e tectónica de placas
Estrutura interna da Terra
Section I
As rochas e o Ciclo Litológico
Tipos de rocha
As rochas podem ser agrupadas, em função do seu processo de formação, em três grandes tipos: magmáticas, sedimentares e metamórficas.
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03
02
01
Rochas Magmáticas
Rochas Sedimentares
Rochas Metamórficas
As rochas magmáticas formam-se por arrefecimento e cristalização de magma.Podem ser divididas em: Vulcânicas e Plutónicas
As rochas sedimentares formam-se, normalmente, a partir de materiais resultantes de rochas preexistentes. (sedimentos)
As rochas metamórficas resultam de transformações mineralógicas e texturais sofridas por rochas preexistentes, genericamente designadas por protólitos.
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Section I
Dos princípios do raciocínio geológico à tectónica de placas
Text II
Catastrofismo e Uniformitarismo
Duas perspetivas acerca da natureza dos processos geológicos
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Section II
Hipótese da Deriva Continental
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Section I
Hipótese da expansão dos fundos oceânicos
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Section II
Teoria da Tectónica de Placas
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Process I
03
02
01
Limites Conservativos
Limites Convergentes
Limites Divergentes
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Text I
Datação Relativa
A determinação da idade relativa permite sequenciar acontecimentos geológicos ocorridos no passado.
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Datação Absoluta
A datação absoluta permite obter um valor numérico para a idade das rochas.
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Timeline I
Eras
Paleozoico
Mezozoico
Cenozoico
Atualidade
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Tipos de Vulcanismo
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Vulcanismo Primário
O vulcanismo primário pode ser classificado em fissural ou central de acordo com o tipo de conduta emissora.
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Atividade Explosiva
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Atividade Efusiva
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Efeitos de Erupções no Mundo
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Data I
Vulcanismo Residual
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Limites Convergentes são associados a Vulcanismo Misto a Explosivo
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Hotspots Continentais são associados a Vulcanismo Misto a Explosivo (+explosivo)
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Text III
Fenómenos vulcânicos de elevados riscos
Prevenir erupções vulcânicas
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Section II
Teoria do Ressalto Elástico
De acordo com esta teoria, as rochas estão sujeitas à ação de forças resultantes do movimento das placas tectónicas, que as deformam. Após atingir o seu limite de elasticidade, o material rochoso entra em rutura, libertando subitamente a energia elástica acumulada.
Text I
Ondas Sísmicas
As ondas de volume, têm origem no hipocentro e propagam-se em todas as direções, podendo atingir distâncias muito afastadas do epicentro. As ondas de volume podem classificar-se em longitudinais e transversais
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Text III
Escala de Mercalli Modificada
Escala de Ritcher
A intensidade sísmica é um parâmetro que avalia os efeitos produzidos pelo sismo, baseando-se no grau de destruição provocada no ambiente e nas construções, bem como na forma como as vibrações são sentidas pela população.
A magnitude sísmica quantifica o valor de energia libertada no hipocentro e pode ser expressa na escala de Richter, criada, em 1935, por Charles Richter.
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Process I
03
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Descontinuidade de Lehmann
Descontinuidade de Mohorovicic
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Text I
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Comparison I
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Modelo Físico da Terra
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Esta forma de datação não permite a atribuição de um valor numérico (absoluto) à idade das rochas, mas apenas situar a sua origem relativamente a outras rochas ou estruturas, como falhas ou dobras. A datação relativa, em especial dos estratos sedimentares, pode ser feita através da aplicação de princípios.
De acordo com o princípio da horizontalidade inicial, os estratos formam-se, geralmente, por deposição de sedimentos na posição horizontal. Qualquer alteração desta posição inicial resulta, geralmente, de processos tectónicos posteriores.
O princípio da sobreposição estabelece que, numa sequência de estratos que mantém a sua posição original, um estrato é mais antigo do que aqueles que estão por cima e mais recente do que aqueles que estão por baixo. Desta forma, a história geológica de uma região pode ser interpretada de acordo com a ordem dos estratos numa sequência. As dobras e as falhas são estruturas geológicas que podem alterar a posição horizontal dos estratos, colocando estratos mais antigos acima de outros mais recentes, dificultando a determinação da sequência original de formação dos estratos, constituindo, por vezes, uma limitação à aplicação do princípio da sobreposição.
Os fósseis usados na datação relativa correspondem a espécies com grande dispersão geográfica que viveram num inter- valo de tempo geológico relativamente curto. Estes fósseis, conhecidos como fósseis de idade, permitem datar com maior precisão os estratos que os contêm, possibilitando também a comparação da idade de formações rochosas existentes em diferentes regiões, essa comparação resulta da aplicação do princípio da identidade paleontológica, com o qual é possível atribuir a mesma idade relativa a estratos que apresentem os mesmos fósseis. Comparando as sequências de estratos de duas regiões, verifica-se muitas vezes a ausência de um ou mais estratos numa delas relativamente à outra. Essa ausência, correspondente a uma lacuna estratigráfica, pode ser explicada pelo facto de o estrato não se ter formado nessa região ou de o mesmo ter sido erodido. Estas descontinuidades na sequência dos estratos podem constituir uma limitação do uso dos fósseis na data- ção relativa.
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A expansão dos fundos oceânicos foi comprovada por estudos de paleomagnetismo baseados nos registos magnéticos preservados nas rochas basálticas da crusta oceânica. Estas rochas possuem minerais magnetizáveis, como a magnetite, que, quando cristalizam a partir do magma, se orientam tal como a agulha de uma bússola, de acordo com a orientação do campo magnético existente no momento da sua formação. O campo magnético terrestre tem sofrido variações ao longo do tempo. Na atualidade, considera-se que o campo magnético terrestre apresenta polaridade normal (Norte), pelo que os minerais magnetizáveis do basalto formado atualmente apresentam a mesma polaridade. No entanto, o basalto formado noutras fases da História da Terra apresenta minerais magnetizáveis com outras orientações, por vezes com inversões completas da sua polaridade, ou seja, com polaridade inversa (Sul).
Assim, estudando rochas basálticas formadas em diferentes momentos, é possível datar as variações do campo magnético terrestre ocorridas no passado. Com base em observações, associadas a dados de datação das rochas, foi possível concluir que as rochas se formam de forma simétrica para os dois lados do rifte.
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A atividade efusiva está associada à libertação de lava com composição básica, caracterizada por ser pobre em sílica, ter reduzido teor de gases e estar a elevadas temperaturas. As características das lavas básicas tornam-nas menos viscosas, o que permite, muitas vezes, a sua projeção em repuxo e uma deslocação rápida sob a forma de escoadas de lava. Desta atividade vulcânica efusiva resulta a formação de vulcões em escudo. Nas erupções efusivas, os gases e o magma libertam-se facilmente, não se verificando, por essa razão, ocorrência de explosões.
Este método baseia-se na tendência de alguns isótopos para emitirem partículas e radiação electromagnética a partir dos seus núcleos instáveis. Este fenómeno, designado por radioatividade, resulta no decaimento, ou transformação, de um isótopo instável inicial (isótopo-pai) num isótopo final estável (isótopo-filho) do mesmo elemento químico ou de outro diferente. O decaimento de um isótopo instável pode ser caracterizado pela sua semi-vida, que corresponde ao tempo necessário para que uma dada quantidade de isótopo-pai se reduza para metade. A determinação das quantidades relativas dos isótopos-pais e respetivos isótopos-filhos é um processo complexo que depende da medição de concentrações muito reduzidas daqueles isótopos.
A formação das rochas sedimentares tem duas etapas: a sedimentogénese e a diagénese. Na sedimentógenese, que corresponde à formação e acumulação de sedimentos, consideram-se os processos de meteorização (alteração física e química de uma rocha quando exposta à superfície), de erosão (remoção dos materiais da rocha), de transporte e de sedimentação (acumulação de materiais detríticos, quando os agentes de transporte, como o vento ou rios, perdem energia e deixam de poder movimentar os sedimentos). Na diagénese, ou litificação, o aumento do peso devido à acumulação dos sedimentos provoca o seu afundamento, elevando a pressão. Nestas novas condições, os sedimentos soltos sofrem compactação, verificando-se também a sua desidratação e a precipitação de substâncias dissolvidas na água. (compactação e cimentação). Estas substâncias atuam como um cimento, preenchendo os espaços existentes entre os grãos, agregando-os e dando origem a rochas sedimentares consolidadas.
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- As fumarolas correspondem à libertação de gases através de aberturas à superfície, provenientes de uma câmara magmática ou de fluidos aquosos que circulam nas suas proximidades. As fumarolas podem ser classificadas,em: mofetas, quando as emanações são ricas em dióxido de carbono, ou sulfataras, quando são ricas em enxofre. - Nas nascentes termais a temperatura da água é pelo menos 4 °C superior à temperatura ambiental. A água da precipitação, ao infiltrar-se em profundidade, circula junto de rochas aquecidas por uma câmara magmática ou por um corpo ígneo em arrefecimento, a água aquece, aumentando a sua capacidade de dissolução de minerais das rochas, tornando-se, assim, mais mineralizada. - Os géiseres são jatos intermitentes de água quente e vapor libertados à superfície de forma regular, através de fraturas. A água que se infiltra e circula no subsolo pode acumular-se em reservatórios subterrâneos, onde é aquecida a temperaturas elevadas. Parte dessa água transforma-se em vapor, fazendo aumentar a pressão no interior do reservatório. Desse aumento de pressão resulta a projeção da água a vários metros de altura e o esvaziamento desses depósitos, que voltam a encher em ciclos sucessivos.
Os continentes atuais teriam estado unidos, formando o supercontinente Pangeia, rodeado por um único oceano chamado Pantalassa. Após a fragmentação da Pangeia, os continentes ter-se-iam deslocado, ou seja, derivado lentamente até às suas posições atuais.
Argumentos que defendem a Hipótese da Deriva Continenta: Argumento Litológico - a semelhança entre as cadeias montanhosas e entre as rochas existentes em zonas continentais, separadas pelo oceano Atlântico. Argumento Morfológico - algumas margens continentais se ajustam como as peças de um puzzle, como, por exemplo, as costas atlânticas de África e da América do Sul Argumento Paleontológico - presença de fósseis da mesma espécie em continentes afastados atualmente por oceanos e pertencentes a animais que não seriam capazes de os atravessar, sugere que esses continentes estiveram unidos no passado. Argumento Paleoclimático - algumas áreas continentais, atualmente localizadas em zonas quentes, existem vestígios da ação de glaciares.
Tipos de Metamorfismo: Metamorfismo regional, onde as condições de temperatura e, sobretudo, as forças de natureza compressiva que se fazem sentir nesses locais são determinantes para a formação de rochas com foliação, como a ardósia, o xisto ou o gnaisse. Metamorfismo de contacto, onde o calor prevalece sobre a pressão, (junto a câmara magmática) calor e os fluidos libertados pelo magma alteram as rochas que rodeiam a intrusão, provocando o seu metamorfismo. Essas alterações, originam rochas não foliadas, como as corneanas, alguns mármores ou alguns quartzitos.
As rochas vulcânicas, como o basalto, formam-se à superfície ou na sua proximidade, em condições de arrefecimento rápido do magma, o que dificulta o crescimento de cristais. (riftes)
As rochas plutónicas, como o granito, formam-se em profundidade, onde o arrefecimento é lento e os cristais têm tempo suficiente para se desenvolverem
Catastrofismo: Defende que as alterações verificadas na Terra ao longo do tempo constituem o resultado de eventos súbitos, de grande violência, que assumem, por vezes, um carácter global. Esses acontecimentos teriam sido a causa de mudanças bruscas na superfície do planeta responsáveis pela extinção em massa das muitas espécies.
Uniformitarismo: Defende que as alterações ocorridas na superfície terrestre resultam do efeito cumulativo de fenómenos naturais que moldam a face do planeta de maneira uniforme, lenta e gradual (gradualismo).
Neocatastrofismo: Acentua o papel que os acontecimentos catastróficos têm na evolução do planeta, não pondo em causa, no entanto, o uniformitarismo
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No vulcanismo fissural ocorre expulsão de material vulcânico através de fraturas que podem estender-se ao longo de dezenas de metros ou mesmo de vários quilómetros.Este tipo de vulcanismo é o mais abundante na Terra. O vulcanismo central é caracterizado pela existência de um edifício principal, ou cone vulcânico, resultante da deposição dos materiais expelidos nas erupções. Por vezes, ocorre a formação de cones adventícios ou secundários, cada um com a sua chaminé e cratera adventícias, alimentados pela conduta principal.
Na atividade explosiva ocorre, sobretudo, a libertação de material piroclástico e de gases, sendo muito reduzida, ou mesmo inexistente, a escoada de lavas. As lavas tendem a apresentar uma composição ácida, sendo ricas em sílica, com elevado teor de gases e temperaturas relativamente baixas. Estas características tornam os magmas e as lavas mais viscosos, dificultando o seu movimento e a libertação dos gases neles contidos. O aumento da pressão resultante do aprisionamento dos gases origina explosões violentas que fragmentam as rochas e as lavas na chaminé, podendo levar ao desmoronamento do cone vulcânico. Os aparelhos vulcânicos associados a este tipo de atividade apresentam cones vulcânicos com elevado declive, resultante da acumulação de piroclastos e alguma lava muito viscosa.
-Ondas longitudinais (P ou primárias): • Causam vibração das partículas dos materiais que atravessam, paralelas à direção de propagação da onda, comprimindo e distendendo esses materiais com alteração do seu volume. • São as mais rápidas e as primeiras a serem registadas. • Propagam-se em todos os meios (sólidos, líquidos e gasosos). -Ondas transversais (S ou secundárias): • Os materiais rochosos vibram perpendicularmente à direção de propagação da onda, mantendo o seu volume, mas alterando a sua forma. • Propagam-se a menor velocidade do que as ondas P, sendo as segundas a serem sentidas ou registadas. • Propagam-se apenas em meios sólidos. As ondas superficiais (L ou longas) propagam-se apenas à superfície, a partir do epicentro, são formadas a partir das ondas P e S. São as ondas mais lentas e destrutivas, devido à sua maior amplitude. Podem ser de dois tipos: as ondas Love e as ondas Rayleig
Calcular o epicentro de um sismo
Embora as ondas P e S partam do hipocentro ao mesmo tempo, verifica-se que, quanto maior for a distância ao epicentro, maior será o intervalo entre os tempos de chegada dessas ondas, em resultado da maior rapidez das ondas P relativamente às ondas S.É a partir desse atraso obtido com base na análise do sismograma que pode ser calculada a distância ao epicentro, ou distância epicentral. 1º- Calcula-se o intervalo de tempo S-P; 2º-Atravéz de uma tabela/gráfico vemos o intervelo de tempo S-P em favor da distancia epicentral; 3º- Ao sabermos a distância epicentral, vamos a um mapa e calculamos a distância em favor da escala do mesmo; 4º- Atravéz da distância na escala fazemos uma circunferência com raio a distância epicentral; 5º- Ao traçarmos a circunferencia em 3 estações diferentes, o ponto onde se encontram é o epicentro do sismo;
Os métodos diretos consistem, essencialmente, no estudo de amostras de materiais rochosos da crusta e do manto superior. • Vulcanismo - o estudo dos materiais libertados na atividade vulcânica permitem determinar a composição química e as características físicas das camadas menos profundas. • Afloramentos - muitas rochas que estão expostas na superfície terrestre foram formadas em profundidade, tendo ascendido em resultado da remoção das camadas superiores, por erosão, ou em consequência da atividade tectónica. • Minas - possibilitam a recolha de amostras de material em explorações a céu aberto ou em escavações que podem atingir cerca de 4 km de profundidade. • Sondagens - as perfurações realizadas na crusta permitem obter amostras cilíndricas de materiais, a partir dos quais é possível avaliar a natureza das rochas e dos fluidos que elas contêm.
A Terra comporta-se como um íman gerando um campo magnético cujas linhas de força se apresentam atualmente orientadas numa direção aproximada sul-norte.Essa direção varia ao longo do tempo, podendo os polos magnéticos inverter as suas posições, num processo conhecido por inversão de polaridade. Considera-se que qualquer orientação do campo magnético do passado, com a configuração do atual, corresponde a uma polaridade normal, enquanto as orientações opostas correspondem a períodos de polaridade inversa. Um dos efeitos do campo magnético consiste na magnetização de minerais ricos em ferro, aquando da sua formação, em resultado do arrefecimento do magma, estes minerais, como a magnetite presente nos basaltos, mantêm-se magnetizados ao longo do tempo, com a polaridade do campo magnético terrestre existente no momento da sua formação. • A existência de registos paleomagnéticos em rochas com mais de 3500Ma indica que o campo magnético terrestre estaria ativo nessa altura, sugerindo a existência de um núcleo metálico líquido desde os primórdios da Terra; • o estudo do magnetismo do fundo oceânico, através do uso de magnetómetros instalados em navios de pesquisa, revelou a existência de regiões com anomalias magnéticas simétricas relativamente aos riftes. Quando a intensidade do campo é superior ao esperado origina uma anomalia positiva e quando é inferior ao esperado origina uma anomalia negativa;
Litoesfera - rígida, que se encontra dividida em placas litosféricas móveis;Astenoesfera - As rochas possuem uma menor rigidez, comportando-se de forma plástica; Mesosfera - Devido aos valores de pressão aí verificados, que fazem aumentar o ponto de fusão e a rigidez dos materiais; Núcleo Externo - Elevadas temperaturas fundem os materiais; Núcleo Interno - Apesar do aumento da temperatura, as elevadas pressões aumentam a temperatura de fusão dos materiais; Assim, estes mantêm-se sólidos e separados dos materiais do núcleo externo pela descontinuidade de Lehman;
Crusta Continental (SiAl); Crusta Oceânica (SiMa); Manto (FeMa); Núcleo (NiFe);