500 anos de Camões
O Príncipe dos Poetas
A Prisão e o Canto I de "Os Lusíadas"
A Infância e Juventude
"Os Lusíadas" e o Principe dos Poetas
O jovem apaixonado e irreverente
1545
1553
1572
1527
Clica nas caixas de cor e no + preto
A Obra
1544
1524
1547
1554
Nascimento e Filiação
Camões e as Índias
Poeta e Soldado
O jovem Poeta
Paula Sousa | 2024
https://www.ebiografia.com/luis_camoes/
Luís Vaz de Camões nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1524. Era filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo, aparentada com a casa de Vimioso, da alta nobreza portuguesa, e sobrinho de D. Bento de Camões, cônego da Igreja de Santa Cruz de Coimbra.
Em 1527, por causa da Peste, D. João III e a corte transferiram-se para Coimbra, e Simão, a mulher e o filho, com apenas três anos, acompanharam o rei.Foi aluno do colégio do convento de Santa Maria e tornou-se um profundo conhecedor de história, geografia e literatura. Em 1537, D. João III transferiu a Universidade de Lisboa para Coimbra. Camões iniciou o curso de Teologia, mas levava uma vida irrequieta, desordeira, com fama de conquistador, mostrando pouca vocação para a Igreja.
Em 1544, com 20 anos, deixou as aulas de teologia e ingressou no curso de filosofia. Já era conhecido como poeta. Nessa época, compôs uma elegia à Paixão de Cristo, que ofereceu a seu tio. Seus versos revelavam estudos sobre os clássicos da Antiguidade e os humanistas italianos.
Nessa época, apaixona-se por D. Catarina de Ataíde, dama da rainha D. Catarina da Áustria, esposa do rei D. João III e, desse encontro nasce uma ardente paixão, mais tarde imortalizada pelo poeta com o anagrama “Natércia”. É, também, nesta altura que num sarau, seguido de um torneio poético, que se envolve num duelo com um espanhol, por causa dos seus versos. Desse duelo resulta a sua prisão. É-lhe, porém, perdoada a prisão mas vai desterrado para Lisboa, por um ano.
Na capital, os versos do poeta eram apreciados pelas damas da corte, mas era perseguido por outros poetas, sendo vítima de muitas intrigas para desprestigiá-lo e afastá-lo da corte. Para fugir das perseguições, embarca como soldado para África, onde vai servir durante dois anos, em Ceuta. Numa briga perde o olho direito. Regressa a Lisboa em 1549 e aí vive uma vida desregrada.
Em 1553, envolveu-se em novo incidente, ferindo um empregado do paço. Foi preso e permaneceu um ano encarcerado.Nessa época, inspirado nas conquistas ultramarinas, nas viagens por mares desconhecidos, na descoberta de novas terras e no encontro com costumes diferentes, escreveu o primeiro canto de sua imortal poesia épica, Os LusíadasQuando sai da prisão, em 1554, embarca para as Índias.
Em 1554, quando embarca para as Índias, fica em Goa, e toma parte de várias outras expedições militares, chegando a ser nomeado Provedor em Macau. Durante esse período, escreveu mais 6 cantos do seu poema épico. Em 1556 parte novamente para Goa, mas sua embarcação naufraga na foz do rio Nekong. A custo consegue salvar-se, nadando, levando consigo os originais de "Os Lusíadas".
Em 1572 publicou seu poema Os Lusíadas. Com o sucesso da obra, Camões recebeu do rei D. Sebastião uma pensão anual.Luís de Camões morreu em Lisboa, no dia 10 de junho 1580, em absoluta pobreza. Segundo alguns biógrafos, Camões não tinha sequer um lençol para lhe servir de mortalha. Terá sido enterrado em cova rasa. Mais tarde, em 1594, Dom Gonçalo Coutinho, mandou esculpir uma lápide com os dizeres: "Aqui jaz Luís de Camões, Príncipe dos Poetas do seu tempo. Viveu pobre e assim morreu."
A poesia lírica de Camões: Representante máximo do Classicismo Português, além da poesia épica, Camões escreveu versos líricos e dramáticos. A maior parte da obra lírica de Camões é composta de sonetos, seguindo a “médida nova” com uma estrutura métrica de quatorze versos, dispostos em dois quartetos e dois tercetos, tal como é exemplo o poema "Amor é fogo que arde sem se ver"
Os Lusíadas: Epopeia que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. O poema é composto de dez cantos, cada canto é formado por estrofes de oito versos. nspirado em A Eneida, de Virgílio, Camões narra fatos heroicos da história de Portugal, em particular, a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama
Vida e obra de Camões
Paula Cristina de Santos e Sousa [GR 330
Created on June 6, 2024
Quem foi Camões? Onde viveu? Por onde andou? O que escreveu? Estas questões são respondidas no infográfico das comemorações dos 500 anos do nascimento de Camões.
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500 anos de Camões
O Príncipe dos Poetas
A Prisão e o Canto I de "Os Lusíadas"
A Infância e Juventude
"Os Lusíadas" e o Principe dos Poetas
O jovem apaixonado e irreverente
1545
1553
1572
1527
Clica nas caixas de cor e no + preto
A Obra
1544
1524
1547
1554
Nascimento e Filiação
Camões e as Índias
Poeta e Soldado
O jovem Poeta
Paula Sousa | 2024
https://www.ebiografia.com/luis_camoes/
Luís Vaz de Camões nasceu em Lisboa, Portugal, por volta de 1524. Era filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo, aparentada com a casa de Vimioso, da alta nobreza portuguesa, e sobrinho de D. Bento de Camões, cônego da Igreja de Santa Cruz de Coimbra.
Em 1527, por causa da Peste, D. João III e a corte transferiram-se para Coimbra, e Simão, a mulher e o filho, com apenas três anos, acompanharam o rei.Foi aluno do colégio do convento de Santa Maria e tornou-se um profundo conhecedor de história, geografia e literatura. Em 1537, D. João III transferiu a Universidade de Lisboa para Coimbra. Camões iniciou o curso de Teologia, mas levava uma vida irrequieta, desordeira, com fama de conquistador, mostrando pouca vocação para a Igreja.
Em 1544, com 20 anos, deixou as aulas de teologia e ingressou no curso de filosofia. Já era conhecido como poeta. Nessa época, compôs uma elegia à Paixão de Cristo, que ofereceu a seu tio. Seus versos revelavam estudos sobre os clássicos da Antiguidade e os humanistas italianos.
Nessa época, apaixona-se por D. Catarina de Ataíde, dama da rainha D. Catarina da Áustria, esposa do rei D. João III e, desse encontro nasce uma ardente paixão, mais tarde imortalizada pelo poeta com o anagrama “Natércia”. É, também, nesta altura que num sarau, seguido de um torneio poético, que se envolve num duelo com um espanhol, por causa dos seus versos. Desse duelo resulta a sua prisão. É-lhe, porém, perdoada a prisão mas vai desterrado para Lisboa, por um ano.
Na capital, os versos do poeta eram apreciados pelas damas da corte, mas era perseguido por outros poetas, sendo vítima de muitas intrigas para desprestigiá-lo e afastá-lo da corte. Para fugir das perseguições, embarca como soldado para África, onde vai servir durante dois anos, em Ceuta. Numa briga perde o olho direito. Regressa a Lisboa em 1549 e aí vive uma vida desregrada.
Em 1553, envolveu-se em novo incidente, ferindo um empregado do paço. Foi preso e permaneceu um ano encarcerado.Nessa época, inspirado nas conquistas ultramarinas, nas viagens por mares desconhecidos, na descoberta de novas terras e no encontro com costumes diferentes, escreveu o primeiro canto de sua imortal poesia épica, Os LusíadasQuando sai da prisão, em 1554, embarca para as Índias.
Em 1554, quando embarca para as Índias, fica em Goa, e toma parte de várias outras expedições militares, chegando a ser nomeado Provedor em Macau. Durante esse período, escreveu mais 6 cantos do seu poema épico. Em 1556 parte novamente para Goa, mas sua embarcação naufraga na foz do rio Nekong. A custo consegue salvar-se, nadando, levando consigo os originais de "Os Lusíadas".
Em 1572 publicou seu poema Os Lusíadas. Com o sucesso da obra, Camões recebeu do rei D. Sebastião uma pensão anual.Luís de Camões morreu em Lisboa, no dia 10 de junho 1580, em absoluta pobreza. Segundo alguns biógrafos, Camões não tinha sequer um lençol para lhe servir de mortalha. Terá sido enterrado em cova rasa. Mais tarde, em 1594, Dom Gonçalo Coutinho, mandou esculpir uma lápide com os dizeres: "Aqui jaz Luís de Camões, Príncipe dos Poetas do seu tempo. Viveu pobre e assim morreu."
A poesia lírica de Camões: Representante máximo do Classicismo Português, além da poesia épica, Camões escreveu versos líricos e dramáticos. A maior parte da obra lírica de Camões é composta de sonetos, seguindo a “médida nova” com uma estrutura métrica de quatorze versos, dispostos em dois quartetos e dois tercetos, tal como é exemplo o poema "Amor é fogo que arde sem se ver"
Os Lusíadas: Epopeia que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. O poema é composto de dez cantos, cada canto é formado por estrofes de oito versos. nspirado em A Eneida, de Virgílio, Camões narra fatos heroicos da história de Portugal, em particular, a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama