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Transcript

Poesía Camoniana

Trabalho realizado por: Inês Lopes nº12 10ºD

"Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura"

Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura

Ferido sem ter cura pereciaO forte e duro Télefo temidoPor aquele que na água foi metido,E a quem ferro nenhum cortar podia.Quando a apolíneo Oráculo pediaConselho para ser restituído,Respondeu-lhe, tornasse a ser feridoPor quem o já ferira, e sararia.Assim, Senhora, quer minha ventura,Que ferido de ver-vos claramente,Com tornar-vos a ver Amor me cura.Mas é tão doce vossa formosura,Que fico como o hidrópico doente,Que bebendo lhe cresce mor secura.

Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura

Ferido sem ter cura pereciaO forte e duro Télefo temidoPor aquele que na água foi metido,E a quem ferro nenhum cortar podia.Quando a apolíneo Oráculo pediaConselho para ser restituído,Respondeu-lhe, tornasse a ser feridoPor quem o já ferira, e sararia.Assim, Senhora, quer minha ventura,Que ferido de ver-vos claramente,Com tornar-vos a ver Amor me cura.Mas é tão doce vossa formosura,Que fico como o hidrópico doente,Que bebendo lhe cresce mor secura.

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Parte 1

Parte 2

Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura

Ferido sem ter cura pereciaO forte e duro Télefo temidoPor aquele que na água foi metido,E a quem ferro nenhum cortar podia.Quando a apolíneo Oráculo pediaConselho para ser restituído,Respondeu-lhe, tornasse a ser feridoPor quem o já ferira, e sararia.Assim, Senhora, quer minha ventura,Que ferido de ver-vos claramente,Com tornar-vos a ver Amor me cura.Mas é tão doce vossa formosura,Que fico como o hidrópico doente,Que bebendo lhe cresce mor secura.

Metáfora

Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura

Ferido sem ter cura pereciaO forte e duro Télefo temidoPor aquele que na água foi metido,E a quem ferro nenhum cortar podia.Quando a apolíneo Oráculo pediaConselho para ser restituído,Respondeu-lhe, tornasse a ser feridoPor quem o já ferira, e sararia.Assim, Senhora, quer minha ventura,Que ferido de ver-vos claramente,Com tornar-vos a ver Amor me cura.Mas é tão doce vossa formosura,Que fico como o hidrópico doente,Que bebendo lhe cresce mor secura.

Personificação

Apostrofe

Metáfora

Comparação

Paradoxo

Amar pelos dois

Se um dia alguém perguntar por mimDiz que vivi para te amarAntes de ti, só existiCansado e sem nada para darMeu bem, ouve as minhas precesPeço que regresses, que me voltes a quererEu sei que não se ama sozinhoTalvez, devagarinho, possas voltar a aprenderMeu bem, ouve as minhas precesPeço que regresses, que me voltes a quererEu sei que não se ama sozinhoTalvez, devagarinho, possas voltar a aprenderSe o teu coração não quiser cederNão sentir paixão, não quiser sofrerSem fazer planos do que virá depoisO meu coração pode amar pelos dois

Cura

Sofrimento

Compositora: Luísa SobralInterpretador: Salvador Sobrall

No poema:

Sofrimento

  • "Que ferido de ver-vos claramente,(...)", o sujeito poético sofre com o olhar da amada ou seja com a sua presença

Na canção:

  • "O meu coração pode amar pelos dois.", numa relação uma pessoa amar pelos dois no final de contas vai sempre provocar sofrimento, a que ama dá tudo em troca de nada o que vai provocar dor

Tópico principal: a experiência amorosa/reflexão sobre o amorAssuntos: Centralidade no amor- abordagem da força do amor e a sua capacidade de aliviar a dor, mas que ao mesmo tempo provoca dor Saudade e ausência- Aborda a saudade e a dor que é provocada pela a ausência da amada Esperança- Aborda a esperança que o "eu" tem para voltar a ver a sua amada podendo assim cuidar a sua ferida

Tema/assunto do poema:

No poema:

Cura

  • "Com tornar-vos a ver amor me cura"- A presença da amada cura o sujeito poetico

Na canção:

  • "(...)Antes de ti só existi/ cansado e sem nada para dar"- A presensa da amada conseguiu curar o eu lírico da música e torna-lo uma pessoa melhor e diferente

Análise da parte 2

  • O sujeito poético volta-se para a amada, comparando sua situação com a de Télefo.
  • O sujeito poético sente-se ferido e sofre pelo simples olhar da amada
  • Similar a Télefo, a cura para a dor do poeta é ver a amada novamente, mesmo que isso também o faça sofrer
  • A beleza da amada é descrita como extremamente doce, encantadora e irresistível.
  • O eu lírico compara-se a um hidrópico
  • Hidrópisia- Condição médica caracterizada por acúmulação exceciva de líquidos em diferentes partes do corpo
  • Quanto mais o hidrópico bebe, mais sede ele sente, assim como quanto mais o "eu" vê a amada, mais ele sofre de amor. A presença dela, embora desejada, aumenta sua dor.

Análise da primeira parte

  • Descrição do mito de télefo
  • Mito de télefo - télefo foi uma figura da mitologia grega que foi ferido por Aquiles e através do oráculo de Apólo foi lhe dito que só podia ser curado se a pessoa que o feriu cuida-se dele
  • Télefo é descrito como forte e temido, reforçando a ideia de sua força e importância, apesar de sua ferida.
  • A situação do "eu" é similar à de télefo só pode ser curado do seu sofrimento amoroso pelo mesmo amor que o feriu, mesmo que ao mesmo tempo essa cura o faça sofrer, (solução paradoxal)

Assunto:sensações que a presença da amada pode provocar

Assunto:Cura pelo proprio amor